Encouraçado será rebocado até o estaleiro da base naval de Pearl Harbor

uss_missouri

O encouraçado USS Missouri singrará os mares novamente. Mas não exatamente da forma como muitos esperavam. O“Mighty Mo” deixará o seu atual pier, ao lado do memorial do USS Arizona, e seguirá para um dique seco localizado na base naval de Pearl Harbor.

O evento deve ocorrer em outubro próximo, logo depois da cerimônia do aniversário de 64 anos da rendição do Japão. O documento de rendição foi assinado a bordo do USS Missouri no dia 2 de setembro de 1945, exatamente 64 anos atrás. Dentre diversas autoridades, estiveram presentes o representante das forças aliadas, general Douglas MacArthur e o almirante Chester Nimitz em nome dos Estados Unidos da América.

O encouraçado está em bom estado para um navio de 65 anos, mas necessita de uma reforma de 15 milhões de dólares. Os custos serão cobertos por um fundo e pelo Departamento de Defesa.

Visitantes e agências de turismo estão sendo notificados sobre os trabalhos que durarão três meses. Em janeiro do ano que vem o encouraçado voltará para o seu local atual. Por ano, mais de 400.000 pessoas visitam o Missouri.

A mais recente docagem do Missouri foi em 1992, logo após ser descomissionado pela segunda e última vez.

PARA SABER MAIS: http://www.ussmissouri.com

Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Sem comentários para “USS ‘Missouri’ desatracará em outubro”

  1. Norberto Pontes 3 de setembro de 2009 at 11:18 #

    de fato um grande encouraçado com uma grande história.
    Ainda bem que os americanos o conservam, mesmo sendo alto o custo de tudo isso, em meio a crises mundiais financeiras, mesmo assim o estão conservando.Pena que não teve esse fim o Minas Gerais……

  2. Joaocuritiba 3 de setembro de 2009 at 11:21 #

    Foi meu primeiro modelo que eu montei. Pena que teve um fim trágico, não resistindo ao “ataque” das diaristas.

  3. Claudio/Itajaí 3 de setembro de 2009 at 11:58 #

    João, o meu sofreu um ataque da minha Mãe.
    Foi direto para o fundo do mar, digo para o chão.

    Era um kit da revell

    kkkkkkkkkkkkkk

  4. Norberto Pontes 3 de setembro de 2009 at 14:58 #

    aos colegas nautimodelistas que assim quiserem podem ver a montagem de um Bismarck de minha autoria em scratch na escala 1:100 no site abaixo:

    http://forum.modelismo-na.net/viewtopic.php?t=8612&sid=d7cf91c0bf20138b3460e72b1b1ce7ba

    prometo que é a última vez que posto esse link.
    obrigado

  5. Marcelo Tadeu 3 de setembro de 2009 at 17:46 #

    É Norberto, uma pena mesmo!!!! Poderia ser um grande museu flutuante no Pier da Praça Mauá, aqui no Rio.

    Joaocuritiba, as diaristas são piores ques os pilotos Kamicases. rsrsrs!!!

  6. Marcelo Tadeu 3 de setembro de 2009 at 17:48 #

    Aliás, quem já viu uma foto destes canhões disparando? É uma coisa impressionante. Houve até um acidente no New Jersey na década de 70 ou 80 , onde uma torre explodiu e matou muita gente, me corrijam se eu estiver errado.

    Sds,

  7. Vassili 3 de setembro de 2009 at 18:42 #

    Isso sim é que é navio com “N” maiúsculo…… e não estes CVN cheios de penduricalhos……..

    “Navio bom é navio eriçado de canhões”, de preferência que seja uma belonave de linha, com mais de 60 canhões………….

    Momento nostalgia do Vassili………….

    Abraços…..

  8. Vassili 3 de setembro de 2009 at 18:45 #

    Marcelo, e vídeo do Missouri disparando lateralmente, ja viu algum?????

    É simplesmente fantástico, a água fica iluminada de laranja…….

    No YouTube tem muitos vídeos deste gênero……….

    Abraços.

  9. Getulio - São Paulo 4 de setembro de 2009 at 9:47 #

    Gostei da foto desta fortaleza naval.
    O Brasil já teve navios muito importantes mas foram descartados para o desmanche e com isso foi-se nosso história. Precisamos preservá-la para os brasileiros que vem depois de nós. Talves seja preciso uma mobilização da sociedade, ou de uma lei de preservação de navios e aeronaves de nossas forças armadas.
    Por exemplo, o cruzador Tamandaré que serviu no Brasil, era relíquia dos sobreviventes de Pearl Harbor como o General Belgrano da Argentina e poderia ou deveria ter sido preservado.
    Os aviões militares poderiam e podem ser preservados. Mais vale um Mirage III para troca com museus nacionais ou internacionais do que o seu preço como sucata ou simples doação sem nenhum avião como ocorre na atual política de descarte destas aeronaves.
    Os aviões deveriam ser alocados e sob responsabilidade da FAB trocados com exemplares que não possuimos, por exemplo um Mirage III por um Phantom F-4, ou um F-14 Tomcat, por acordo entre países, forças aereas ou museus.

  10. Marcelo Tadeu 4 de setembro de 2009 at 10:01 #

    Vassili,

    Vi sim, inclusive, as águas logo abaixo do canhão se espalham com o deslocamento de ar. Acho que são os maiores canhões em uso depois da 2ª Guerra, 406 mm.

    Sds,

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