História resgatada pela tecnologia

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A imagem acima foi feita por um sonar de varredura lateral da National Oceanographic and Atmospheric Administration (NOAA). São os restos do barco patrulha YP-389, uma traineira convertida para a proteção da costa americana na Segunda Guerra Mundial. Ele foi afundado em 19 de junho de 1942 ao largo da Carolina do Norte, durante um combate contra o submarino alemão U-701.

FOTO: U.S. National Oceanographic and Atmospheric Administration

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Fogo a bordo do cruzador Moskva

A Rússia negou que o cruzador Moskva, capitânea da frota do Mar Negro, tenha que ser docado para reparos após um incidente ocorrido a bordo.

No último dia 7 de setembro colunas de fumaça foram vistas saindo do navio. A fumaça tomou conta de um dos compartimentos do cruzador e o foco foi rapidamente contido, segundo informações da Marinha russa. As autoridades também informaram que ninguém se feriu no incidente.

 

Nova classe de fragatas da Royal Navy substituirá as Tipo 22 e Tipo 23

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A futura classe de fragatas da Royal Navy começa a tomar forma. Durante a DSEi (Defence Systems & Equipment International 2009), que ocorre em Londres até o próximo dia 11 de setembro, a BVT Surface Fleet apresentou o modelo conceitual da variane C1 do FSC (Future Surface Combatant).

O programa FSC visa, a partir de 2020, substituir as fragatas classe Tipo 22 e Tipo 23 atualmente em atividade na Royal Navy.

As informações preliminares dão conta de que, no arranjo geral, os navios terão certa semelhança com a classe Daring porém, deslocando 6.000 toneladas e com características multifuncionais. Um dos pontos que mais chamou a atenção dos visitantes foi a presença de uma rampa na popa sem função específica, associada a um paiol de dimensões consideráveis. Essa característica daria ao navio uma flexibilidade enorme, permitindo o embarque de veículos não tripulados, sonar rebocado ou mesmo equipamentos para forças especiais.

O convés de voo apresentado possui grandes dimensões, podendo embarcar até mesmo um helicóptero do padrão do Chinook. O hangar adjacente possui um local dedicado para o embarque de veículos UAV, além do espaço necessário para um helicóptero tripulado.

Atualmente os estudos do FSC estão sob a responsabilidade do NDP (Naval Design Partnership). O grupo BVT deverá encabeçar o projeto a partir de 2010, e será o contratante principal do programa. Desta forma, o projeto receberá um maior refinamento.

É bastante interesante o acompanhamento deste programa pela Marinha do Brasil, uma vez que os estudos da futura classe de escoltas da MB encontram-se em andamento.

 

Empresa recém-criada construirá estaleiro, base e submarinos

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vinheta-clipping-navalNão foram apenas o governo e as companhias da França que lucrarão – e muito – ao sacramentar os contratos de construção de submarinos no litoral do Rio. A empreiteira Odebrecht terá uma fatia bem maior do que o imaginado nos € 6,7 bilhões que serão desembolsados pelo Ministério da Defesa para equipar a Marinha. Isso porque, além de ter sido escolhida – sem licitação – para construir uma base naval e um estaleiro, a companhia também será parceira do estaleiro francês DNCS na fabricação das embarcações.

A sociedade entre a DCNS e a Odebrecht foi informado no início da noite desta segunda-feira, 7, em Paris. De acordo com a empresa francesa, as duas participarão em joint venture da Itaguaí Construções Navais, à qual caberá a construção dos quatro submarinos convencionais Scorpène e a produção do casco de um submarino nuclear. A associação franco-brasileira, criada em agosto de 2009, terá capital de R$ 10 milhões, com participação de 59% da Odebrecht e de 41% da DCNS, cujos executivos exercerão o controle da gestão.

Para assegurar a produção das embarcações, a Itaguaí empregará 700 operários, encarregados da produção ao longo dos 15 anos de projeto. A previsão é de que o primeiro Scorpène deixe o estaleiro em 2017. Segundo o presidente do Conselho de Administração da DCNS, a concepção dos submarinos será realizada com a participação das equipes de engenheiros brasileiros. A Itaguaí também assegurará a transferência da tecnologia.

Questionado pelo Estado sobre as razões da Odebrecht como associada, Emmanuel Gaudez, porta-voz da DCNS, repetiu um discurso pronto: “A Odebrecht é uma sociedade de primeiro nível que corresponde à realidade do projeto dos submarinos”, assegurou. “Suas atividades são complementares às da DCNS, o que faz da Odebrecht um parceiro de confiança.

A afinidade, entretanto, não é tão profunda assim. Diferentemente do estaleiro francês, especialista na produção de armas de guerra, a empreiteira brasileira – que se dedica à construção civil, à engenharia, à produção industrial na área nuclear e os contratos off-shore nas plataformas de petróleo – jamais se aventurou na indústria bélica naval.

FONTE: O Estado de São Paulo

vinheta-clipping-navalA Capitania dos Portos do Maranhão (CPMA) informou que desembarca, hoje, em São Luís, o almirante-de-esquadra Julio Soares de Moura Neto, autoridade máxima da Marinha do Brasil. Ele vai se reunir com lideranças empresariais e governamentais para discutir a implantação da base naval da Segunda Esquadra do Poder Naval brasileiro, a ser instalada na costa Norte/Nordeste, cujo projeto é disputado pelo governo do Ceará.

A reunião com o Comandante da Marinha está marcada para as 19h, no Hotel Brisamar, bairro Ponta d’Areia. Durante o dia, segundo informou o capitão dos Portos Luiz Carlos de Melo, o almirante-de-esquadra Julio de Moura Neto vai conhecer o litoral da Ilha e inspecionar a área da Ponta da Espera, região que poderá abrigar a base naval. Também é cogitada a Ilha do Medo para o empreendimento.

A construção de uma base naval, eventualmente, vai trazer para a região metropolitana de São Luís cerca de três mil militares, necessários à operação da Segunda Esquadra. Considerando a vinda dos seus familiares, estima-se que aproximadamente 12 mil pessoas venham se instalar na cidade, o que vai demandar investimentos em infra-estrutura, como moradias, escolas e unidades de saúde.

Ainda sobre o aspecto da infra-estrutura, uma base da Marinha tem potencial de atrair grandes investimentos de ordem industrial para o Maranhão, como o incremento no setor da construção civil em função da edificação das instalações militares; incentivar a criação de centros de desenvolvimento tecnológico, como cursos de nível médio e superior na área de engenharia naval.

No setor marítimo, o empreendimento pode significar a implantação de estaleiros navais, tanto para reparo das embarcações como para construir navios militares; além disso, há de se calcular a demanda de energia, combustíveis e suprimentos para o complexo naval.

Patrulha – Cabe ressaltar que a Marinha do Brasil cultiva, desde fins de 2008, um ambicioso programa de construção de navios-patrulha que atuarão na vigilância de plataformas em campos petrolíferos, inclusive no pré-sal. O planejamento da Marinha prevê construir, em estaleiros privados nacionais, 32 navios-patrulha até 2016 em um investimento estimado em R$ 2,97 bilhões.

Das 32 unidades previstas, 27 são navios-patrulha de 500 toneladas de deslocamento, orçados em R$ 2,16 bilhões. As outras cinco embarcações, com investimentos previstos de R$ 815 milhões, correspondem a barcos maiores, de 1.800 toneladas. Dois navios-patrulha de 500 toneladas cada estão em construção no estaleiro Indústria Naval do Ceará (Inace), em Fortaleza, e devem ser entregues em 2009 e 2010.

A Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2009 prevê R$ 2,7 bilhões para a Marinha, valor que inclui custeio e investimentos. Em 2008, a previsão orçamentária era de R$ 1,97 bilhão. Segundo dados disponíveis, o contingenciamento dos recursos da Marinha situa-se este ano em R$ 183 milhões, enquanto os investimentos da diretoria-geral de material, responsável por construções e modernizações, soma R$ 461 milhões. O número é maior do que o de 2007, de R$ 293 milhões.

FONTE: O Estado Maranhão

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Sistemas de navegação Sperry Marine para novos NaPa 500

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A Northrop Grumman, que já havia fornecido os sistemas  para as duas unidades em finalização, fornecerá também para as quatro recém-licitadas, com opção para mais seis.

 A divisão Sperry Marine da Northrop Grumman Corporation’s informou que foi selecionada, pela Marinha do Brasil, para fornecer sistemas de navegação no estado da arte para quatro novos Navios Patrulha de 500 toneladas (NaPa 500 – classe Macaé) da Força, com opção para mais seis.

Serão fornecidos sistemas integrados baseados na tecnologia de navegação de nova geração VisionMaster FT(tm), incluindo consoles, displays, radares, sensores de direção e velocidade, ecobatímetros, controle de direção, gravadores de missão e outros. Sistemas de fibra óptica MK 27F de referência de atitude e proa serão fornecidos conforme um contrato separado. 

A Sperry Marine já havia ganho contratos para fornecer os mesmos sistemas para os dois primeiros NaPa 500, em fase de conclusão para entrega. A empresa informou que tem mais de 30 anos de relacionamento com a Marinha do Brasil.

FONTE: Northrop Grumman

SAIBA MAIS:

vinheta-clipping-navalO governo decidiu retirar o regime de urgência para a tramitação no Congresso dos projetos para o marco regulatório do pré-sal, afirmou nesta quarta-feira o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP).

A decisão foi tomada após reunião entre líderes partidários com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que quer ver a votação dos projetos até o início do ano que vem no Congresso.

Pelo regime de urgência, se os projetos não fossem votados em prazo de 45 dias na Câmara e outros 45 dias no Senado, a pauta de votação ficaria trancada.

“O presidente ouviu com muita atenção as nossas ponderações e com muita sinceridade. Ele acabou concordando em retirar a urgência constitucional”, afirmou Temer, acrescentando que pretende colocar os projetos em votação na Câmara, “impreterivelmente”, a partir de 10 de novembro.

“Tenham as comissões terminado seus trabalhos ou não, vamos votar.”

O líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), afirmou acreditar que haverá tempo suficiente para a análise das emendas dos deputados dentro do prazo acordado com Lula.

Temer acrescentou que o prazo original para a apresentação de emendas, no caso do regime de urgência, terminaria na quinta-feira, mas agora um novo prazo será estabelecido.

O líder do oposicionista do DEM, o deputado Ronaldo Caiado (GO), confirmou o acordo com o governo para começar a votar até 10 de novembro, e não considerou pouco o prazo extra obtido na negociação.

“Enganam-se aqueles que fazem essa conta. Não são 15 dias a mais. É toda uma liberdade que você tem. É toda uma estratégia, uma agenda”, disse ele.

Questionado se eventualmente a oposição poderia realizar manobras para dilatar a tramitação dos projetos na Câmara, ele negou.

“Uma coisa que a oposição tem é palavra, e cumpre a palavra.”

O governo enviou quatro projetos de lei sobre o novo marco regulatório do pré-sal e outras áreas estratégicas, propondo a criação de uma nova estatal do setor, a formação de um fundo social, a implantação do regime de partilha de produção e a capitalização da Petrobras.

FONTE: Reuters