1) Precisa de doutrina clara, consistência política e disciplina orçamentária a médio longo prazo.
2) Tem que ter capacidade industrial local. Espanha e Itália são exemplos de como uma marinha que não é Americana, Russa, Chinesa, Francesa ou Inglesa (5 potencias nucleares e militares) ainda podem ter navios com algum requerimento e tecnologia nacional embarcada (embora acordos de transferência com outros países sejam inevitáveis).
3) Nae também implica em certo equilíbrio de pensamento. Escoltas para protegê-los, meios aéreos EFETIVOS para embarcar e não apenas “aviões aero desportivos”, meios logísticos para mantemos no teatro de operações por semanas e não apenas por dias.
Em fim, quando uma armada pensa de forma pragmática, equilibrada traça metas E PRINCIPALMENTE AS CUMPRE, Netuno é generoso e premia esta marinha com uma aviação naval eficiente.
Há também formas de “Burlar” as boas regras e querer um atalho para um Nae, afinal somos latinos e adoramos atalhos rápidos que burlam regras idiotas.
1) Compre um Nae antigo, como aquele Office boy que quer um carro e sem dinheiro compra um Chevette antigo para estar motorizado. Argentina, Holanda, Canadá, Austrália, Brasil, Índia, já usaram deste artifício no passado, nos anos 50 e 60 haviam bons “Chevette” a venda no mercado. Destes todos apenas o Brasil continuou com o modelo “Chevette”. Os outros caíram na realidade sobre os custos e possibilidades de cada um de ter um navio desta classe.
2) Compre um Nae de um país que possa construí-lo pra você. Tailândia e Índia estão nesta classe de pensamento. Existem algumas coisas que você vai precisar “esconder” neste modelo. O primeiro são os níveis de empregos gerados no país fornecedor e não no pais comprador. França, Rússia, Espanha agradecem. Depois os atrasos e estresses gerados em função de que um projeto de Nae é quase que “sob medida” para uma armada, dificilmente há um projeto universal que atenda a todos. E por fim terá um navio que é um “aliem” a sua esquadra, porque pouco ou quase nada do seu pensamento de logística, software, hardware, manutenção foi aplicado nele.
Parabens excelente analise de certa forma suscinta limpa equilibrada ponderada consciente além do que aviões aero desportivos foi hors concours realmente primoroso rsrsrsrsrs
Elizabetha (na lingua dos donos do Cavour) I, II ou III? Esse nick pega!
Allien’s, todos são, principalmente aqui. Muito dificilmente um meio mesmo q produzido em série (em termos navais Brasil) será uma cópia genuína pois, longos tempos de construção já fazem derivações – tipo Barroso – seu projeto já foi. Existem tantas alterações que se tivesse uma próxima seria bem diferente. Mas boa analogia!
Marujo, concordo com você, mas não podemos esquecer que o deslocamento do Cavour é significativo: a plena carga, chega praticamente à casa das 30.000 toneladas (muito parecido com o deslocamento do A12 – acrescentei essa observação só pra ninguém fazer uma conta básica de “dois por um”)
Nunão e João Curitiba: obrigado pelas retificações.Pensava que o Cavour deslocasse carregado algo em torno de 25 mil toneladas. Realmente, quem não tem três não tem nenhum. No quadro brasileiro, pensei que dois PAs – um para cada esquadra – seria uma idéia razoável. Pensei num Cavour com convés ângulo e com rampa na proa para lançamento de aeronaves. De qualquer forma, mantenho a idéia original: porta aviões menores em maior número. Acho que um barco de 40 mil toneladas é uma excentricidade para umna esquadra igual nossa.
Ahh… Sonho meu 03 destes para a MB. E aí transformaríamos o São Paulo num Porta Helicópteros e transporte de tropas, como deveríamos ter feito com o saudoso Minas Gerais…
Se ele é realmente de propósito múltiplos podiam pensar em adquirir uns três desses ao invés de dois PAs e alguns LPD. Mas isso tudo ainda passa pela escolha da aeronave de asa fixa…
Realmente tenho que concordar que é muito bonito, alguém falou em dois para o Brasil, como ele é de multimissão, seria de bom tamanho três destes para auxiliar o Grande A-12 São Paulo na Amazônia Azul.
O projeto do CAVOUR é o meu preferido entre os atuais.
É um navio multipropósito mas com enfase nas operações aéreas embarcadas, seja elas ASW, ASuW, Defesa Aérea da Frota, Controle Marítimo, Projeção de Poder sobre terra, seja por ataque aéreo ou desembarque de tropas (Batalhão San Marco).
O tamanho dele me parece apresentar um equilíbrio entre custo e eficácia. Não é tão pequeno como o Garibaldi (em torno de 15.000ton) nem tão grande como os Tarawa/Wasp (em torno de 40.000ton).
Sua velocidade também é adequada para a esquadra, em torno de 28 nós.
Sua autonomia é que gera dúvida para o Brasil, com o Oceano Atlântico pela frente, quando sabemos que foi construído para a Itália, que opera preferencialmente no Mediterrâneo, um mar fechado.
“Gostaria de saber se um NAe desse os aviões decolam a carga plena?”
O unico “aviao” operado a bordo é o Harrier que por si só já é meio limitado quanto a carga de combustivel e armamento portanto o mesmo pode decolar a plena carga já que nao pode carregar muita coisa mesmo, entende?
A partir do momento que o F35 entrar em serviço será outra estoria pois será uma aeronave muito superior porém como toda aeronave VTOL/STOL ainda continuará sofrendo limitaçoes pois por enquanto nao há equivalente para catapultas.
O F35 mesmo com menos poderá fazer mais, mesmo tendo em conta o pequeno nr que poderá vir a ser embarcado já que suas armas serão usadas com maior eficiencia.
devido ao longo tempo de construçao, mais os testes de mar e treinamento mesmo que dessemos inicio a construçao de um Cavour no ano 2012, apenas em 2020 o mesmo estaria completamente operacional e um segundo talvez em 2024, na mesma epoca que nosso Sao Paulo estará sendo descomissionado, portanto nao há meios de termos 3 destes mais o Sao Paulo.
Se queremos um substituto para o Sao paulo devemos começar a pensar nele desde já.
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e por isso que os italianos o chama de belonave.
Prefiro os NAe destroiers Japoneses.
Bem que o “tio” Berlusconi poderia nos mandar um ou dois desses de “presente”, hehehe. Abraços.
O italiano aí, é 2x mais pesado que os ddh japoneses, o barco é lindo mas na MB não terá vez pois não é frances…
Alguém poderia dizer em qual porto foram feitas essas fotos?
Nae não tem muita forma de fugir.
1) Precisa de doutrina clara, consistência política e disciplina orçamentária a médio longo prazo.
2) Tem que ter capacidade industrial local. Espanha e Itália são exemplos de como uma marinha que não é Americana, Russa, Chinesa, Francesa ou Inglesa (5 potencias nucleares e militares) ainda podem ter navios com algum requerimento e tecnologia nacional embarcada (embora acordos de transferência com outros países sejam inevitáveis).
3) Nae também implica em certo equilíbrio de pensamento. Escoltas para protegê-los, meios aéreos EFETIVOS para embarcar e não apenas “aviões aero desportivos”, meios logísticos para mantemos no teatro de operações por semanas e não apenas por dias.
Em fim, quando uma armada pensa de forma pragmática, equilibrada traça metas E PRINCIPALMENTE AS CUMPRE, Netuno é generoso e premia esta marinha com uma aviação naval eficiente.
Há também formas de “Burlar” as boas regras e querer um atalho para um Nae, afinal somos latinos e adoramos atalhos rápidos que burlam regras idiotas.
1) Compre um Nae antigo, como aquele Office boy que quer um carro e sem dinheiro compra um Chevette antigo para estar motorizado. Argentina, Holanda, Canadá, Austrália, Brasil, Índia, já usaram deste artifício no passado, nos anos 50 e 60 haviam bons “Chevette” a venda no mercado. Destes todos apenas o Brasil continuou com o modelo “Chevette”. Os outros caíram na realidade sobre os custos e possibilidades de cada um de ter um navio desta classe.
2) Compre um Nae de um país que possa construí-lo pra você. Tailândia e Índia estão nesta classe de pensamento. Existem algumas coisas que você vai precisar “esconder” neste modelo. O primeiro são os níveis de empregos gerados no país fornecedor e não no pais comprador. França, Rússia, Espanha agradecem. Depois os atrasos e estresses gerados em função de que um projeto de Nae é quase que “sob medida” para uma armada, dificilmente há um projeto universal que atenda a todos. E por fim terá um navio que é um “aliem” a sua esquadra, porque pouco ou quase nada do seu pensamento de logística, software, hardware, manutenção foi aplicado nele.
A escolha é de cada um.
Carissima Elizabeth
Parabens excelente analise de certa forma suscinta limpa equilibrada ponderada consciente além do que aviões aero desportivos foi hors concours realmente primoroso rsrsrsrsrs
Forte Abraço
Obrigada URUTAU bondade sua os elogios.
Elizabeth. Excelente!
Elizabeth
ótimo comentario, parabens
Elizabetha (na lingua do dono do Cavour) I, II ou III? Esse nick pega!
Elizabetha (na lingua dos donos do Cavour) I, II ou III? Esse nick pega!
Allien’s, todos são, principalmente aqui. Muito dificilmente um meio mesmo q produzido em série (em termos navais Brasil) será uma cópia genuína pois, longos tempos de construção já fazem derivações – tipo Barroso – seu projeto já foi. Existem tantas alterações que se tivesse uma próxima seria bem diferente. Mas boa analogia!
Olá Elisabeth! Como sempre pragmática, objetiva e precisa.
Grande abraço
é tambem acho que não presta…
não é frances…rsrsrs
Elizabeth
Virei fan
Mas é verdade doutrina é tudo… O complicado é te-la eficiente e pratica…
Ah mas vai, um Chevette com 4 cc do Opala anda bem vai
[ ]´s
Até que enfim uma mulher neste blog!!! Só tem valete aqui!!! rsrsrs
O futuro porta-aviôes brasileiro deveria ser como o Cavour. Deveríamos ter dois destes (um para cada esquadra), ao invés de um só de 40 mil toneladas.
Marujo, concordo com você, mas não podemos esquecer que o deslocamento do Cavour é significativo: a plena carga, chega praticamente à casa das 30.000 toneladas (muito parecido com o deslocamento do A12 – acrescentei essa observação só pra ninguém fazer uma conta básica de “dois por um”)
Caro Marujo
Para termos 2 NAes operacionais, um para cada esquadra, na verdade precisariamos de 3. Não podemos esquecer os longos períodos de manutenção.
Abraços
Nunão e João Curitiba: obrigado pelas retificações.Pensava que o Cavour deslocasse carregado algo em torno de 25 mil toneladas. Realmente, quem não tem três não tem nenhum. No quadro brasileiro, pensei que dois PAs – um para cada esquadra – seria uma idéia razoável. Pensei num Cavour com convés ângulo e com rampa na proa para lançamento de aeronaves. De qualquer forma, mantenho a idéia original: porta aviões menores em maior número. Acho que um barco de 40 mil toneladas é uma excentricidade para umna esquadra igual nossa.
Ahh… Sonho meu 03 destes para a MB. E aí transformaríamos o São Paulo num Porta Helicópteros e transporte de tropas, como deveríamos ter feito com o saudoso Minas Gerais…
melhor ter logo uns cincode cada.
Foi a Odebrech…ops…DCNS que fez??? Não??? Então não quero, obrigado…
Sds.
Realmente tenho que concordar com os colegas acima.
Não é Francês então não presta !!!!
Abs.
Gostaria de saber se um NAe desse os aviões decolam a carga plena?
Se ele é realmente de propósito múltiplos podiam pensar em adquirir uns três desses ao invés de dois PAs e alguns LPD. Mas isso tudo ainda passa pela escolha da aeronave de asa fixa…
Boa Noite,
Realmente tenho que concordar que é muito bonito, alguém falou em dois para o Brasil, como ele é de multimissão, seria de bom tamanho três destes para auxiliar o Grande A-12 São Paulo na Amazônia Azul.
Abraços.
Amigos,
O projeto do CAVOUR é o meu preferido entre os atuais.
É um navio multipropósito mas com enfase nas operações aéreas embarcadas, seja elas ASW, ASuW, Defesa Aérea da Frota, Controle Marítimo, Projeção de Poder sobre terra, seja por ataque aéreo ou desembarque de tropas (Batalhão San Marco).
O tamanho dele me parece apresentar um equilíbrio entre custo e eficácia. Não é tão pequeno como o Garibaldi (em torno de 15.000ton) nem tão grande como os Tarawa/Wasp (em torno de 40.000ton).
Sua velocidade também é adequada para a esquadra, em torno de 28 nós.
Sua autonomia é que gera dúvida para o Brasil, com o Oceano Atlântico pela frente, quando sabemos que foi construído para a Itália, que opera preferencialmente no Mediterrâneo, um mar fechado.
Oi Gerson…
tentando responder sua pergunta…
“Gostaria de saber se um NAe desse os aviões decolam a carga plena?”
O unico “aviao” operado a bordo é o Harrier que por si só já é meio limitado quanto a carga de combustivel e armamento portanto o mesmo pode decolar a plena carga já que nao pode carregar muita coisa mesmo, entende?
A partir do momento que o F35 entrar em serviço será outra estoria pois será uma aeronave muito superior porém como toda aeronave VTOL/STOL ainda continuará sofrendo limitaçoes pois por enquanto nao há equivalente para catapultas.
O F35 mesmo com menos poderá fazer mais, mesmo tendo em conta o pequeno nr que poderá vir a ser embarcado já que suas armas serão usadas com maior eficiencia.
sds
alvespereira…
devido ao longo tempo de construçao, mais os testes de mar e treinamento mesmo que dessemos inicio a construçao de um Cavour no ano 2012, apenas em 2020 o mesmo estaria completamente operacional e um segundo talvez em 2024, na mesma epoca que nosso Sao Paulo estará sendo descomissionado, portanto nao há meios de termos 3 destes mais o Sao Paulo.
Se queremos um substituto para o Sao paulo devemos começar a pensar nele desde já.
abraços
O Brasil precisa no mínimo dois destes e temos condições ténicas e financeiras para construí-los, basta haver vontade política.VAMOS BRASIL!