inskochi

A segunda de três escoltas “stealth” indianas do Project 15-A foi lançada ao mar no dia 18 de setembro. O navio de 6.800t, batizado INS Kochi, foi construído nos estaleiros Mazagon em Mumbai. Projetado pelo Directorate of Naval Design, o navio é uma evolução da classe “Delhi”.

O navio, cujo design stealth o fará menos vulnerável ao ataque de mísseis, será equipado com sistemas se armas no estado-da-arte, incluindo o míssil supersônico BrahMos, o míssil LRSAM (Long Range Surface-to-Air Missile) e um sistema de radar 3D phased array MFStar.

O INS Kochi será equipado com sistemas CIWS AK-630 com canhões de tiro rápido e um canhão de médio calibre. O navio também será equipado com lançadores de torpedos e foguetes anti-submarino, um sonar de casco NPOL indiano Humsa-NG e vai operar dois helicópteros anti-submarino.

Complexidade de projeto

O progresso na construção da classe “Kolkata” Project 15A de destróieres de mísseis guiados (DDG) tem sido lento e o custo dos três navios gira em torno de Rs84,59 bilhões. O projeto foi aprovado em 2000 e o primeiro navio de 6.800t só deverá entrar em serviço em 2012. Mais três navios deverão ser construídos com a designação Project 15B e sete fragatas (FFG) do Project 17A.

O trabalho nos Project 15A foi atrasado por causa da demora na finalização do projeto e na entrega dos sensores e armas russos. O estaleiro russo Baltisky Zavod Shipyard também demorou na entrega dos eixos e dos propulsores (ao custo de US$ 20 milhões para cada navio).

A primeira entrega ocorreu em 2005, a segunda será em 2009 e a terceira em 2010. Além disso, foi necessário refazer parte do projeto com os navios já em construção por causa de mudanças de vários itens.

Também houve atraso na entrega de motores diesel para os navios, porque os fabricantes Wartsila, SEMT Pielstick, Caterpillar, MTU e MAN estão com sua produção comprometida até 2013.

Cada Project 15 será equipado com propulsão COGAG, com quatro turbinas a gás DT-59 da Ukrainian Zorya Production Association produzindo 64.000hp, para dois propulsores de passo controlável com duas caixas de engrenagens redutoras.

Também serão instalados dois motores diesel Bergen/Garden Reach Shipbuilding & Engineering-built KVM de 9,900hp. A energia a bordo é produzida por quatro geradores Wartsila WCM-1000 de 1mWe, com motores Cummins KTA50G3 e geradores Kirloskar 1MV AC.

Os DDG Project 15A têm comprimento de 163m e boca de 17,4m. O armamento será composto de duas células verticais para 48 mísseis Barak-2 com alcance de 70km, duas células para 32 mísseis Barak-1, 16 mísseis BrahMos lançados verticalmente e um canhão Arsenal A-190E de 100mm.

Os principais sensores serão o sonar de casco panorâmico Humsa-NG desenvolvido locamente pela DRDO e BEL e um sonar rebocado de baixa-frequência ainda a ser selecionado entre o EDO ALOFTS, THALES’ Captas-Nano, ATLAS Elektronik’s ACTAS e o L-3 Ocean Systems LFTAS.

Os DDGs serão equipados com um radar 3D active phased-array ELTA EL/M-2248 MF-STAR multifunção e um radar EL/M-2238 L-band STAR para busca em baixas e médias altitudes. Haverá uma sistema de contramedidades ELBIT Systems Deseaver.

A integração e controle dos sistemas de armas e sensores será feita pelo (IPMS – integrated platform management system) L-3 MAPPS canadense, enquanto o sistema de combate será o Electronic Modular Command & Control Applications (EMCCA Mk4), o sistema de comunicações CCS Mk4 e um sistema de banda larga de integração de dados baseado em ATM.

project-15a-kolkata-class-ddg

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27 Comentários to “Enquanto isso, em outro BRIC…”

  1. Luciano disse:

    é, só que o povão lá não deve tá em ótimas condições

  2. Flavio disse:

    Luciano, os daqui, tbm não.

    vide favelas rio, sao paulo…periferia das capitas…sertao do nordeste…

  3. URUTAU disse:

    Caros senhores

    A grande diferença é que la existe algo denominado POLITICA DE ESTADO enquanto aqui existe algo denominado POLITICO SAFADO entenderam a diferença senhores ???

    SDS Senhores

  4. lucas lasota disse:

    Esse navio é tudo de bom!

  5. gaspar disse:

    la eles vivem em clima de tensao com o Pakistao…
    aqui vivemos clima de tensao com os bandidos, politicos… e nao com paises vizinhos…

  6. ARC disse:

    A Índia sofre de problemas parecidos com o Brasil, mas como o Urutau falou os políticos lá, mesmo com corrupção sabem da necessidade de ter politicas de estado, enquanto no Brasil os nossos políticos estão preocupados com a (re)eleição

  7. Marcelo Tadeu disse:

    Vejam o filme “QUEM QUER SER UM MILIONÁRIO” para conhecer a Índia verdadeira. Eu não tenho nenhuma inveja daquilo lá. Tudo bem que eles investem muito em defesa, até porque o paquistão também, mas é desproporcional os gastos em relação à miséria do povo ou das castas, tá maluco!!!

    Enquanto isso, a MB quer dar um salto mas os nosso parlamentares estão mais preocupados em “quanto eu vou levar neste tal de PROSUB?”

    Sds,

  8. corsario01 disse:

    Só sei que tá brabo torcer pra time de 2ª divisão!Affff!

  9. CorsarioDF disse:

    Muito bom esse projeto, apesar das dificuldades encontradas, vai proporcionar um grande salto tecnológico a marinha indiana.
    URUTAU, você está corretíssimo.

    Sds.

  10. Marcelo Tadeu disse:

    Ficou uma embarcação um tanto longa, né não. Isto não vai ser custoso de operar?

  11. Celio Andrade disse:

    Alguem viu o JN de ontem?
    a fome e doença dos indioos? se tivessemos uma politica seria nas forças armadas, com equipamentos e recursos, um helicoptero do exercito ia nesse local com medicos, medicamentos e comida e salvava os indios..mas o que eles querem e projetos milionários da FUNASA e da FUNAI para roubarem os 10 %.
    Enqunato o Brasil não se der conta que tem que ter forças armadas não só para combate militar , mas sim tb para combater a desigualdade e a anarquia não sairemos do lugar.

  12. Jonas Rafael disse:

    Mas que colcha de retalhos juntar ess emonte de equipamentos de tudo que é nacionalidade! Agora que o poder de fogo do navio impressiona…

  13. Elizabeth disse:

    Navios belíssimos.

    A Índia coloca em seus navios turbinas ucranianas, radares e misseis de Israel, sonar americano, sistema de controle de dados táticos canadense, CIWS e misseis anti submarinos russos. Coloca também parte de tecnologia russa em misseis anti navio e constrói um navio “made in world”.

    Não há alternativa para nenhum pais que não EUA hoje construir um navio totalmente local, até a Rússia já esta reconhecendo que um navio totalmente russo hoje seria um navio alguns anos defasado.

    Agora existe uma coisa, na alma deste projeto, que é “Made in Índia” e isto é que conta no final. A especificação, planejamento de programa, projeto de integração, construção e integração final é indiano. Isto que a EMBRAER faz em seus aviões que também são “made in world”.

    Daqui a alguns anos (e são poucos) vamos fazer a troca da guarda nas escoltas da MB, são vários cenários; do pessimista que seria a compra de navios de segunda mão como fizemos a uma década com as Type-22, ao ponderado que seria a construção local de um navio de projeto estrangeiro ou o mais otimista que seria o projeto nacional de uma classe de fragatas.

    Minha preocupação neste projeto é o desvirtuamento de características de programa.

    A gente seleciona uma fragata de projeto europeu, paga o dobro do preço de mercado, porque ela vai vir com “transferência de tecnologia”. Esta fragata tem turbinas, armamento e sensores todos do país de origem, (ou seja não temos liberdade de customização de projeto) mal conseguimos integrar a ela um suposto SICONTA MK-IV.

    Em meados da próxima década ultimo console SINCONTA, o ultimo MAGE e sistema de foguete chaff brasileiro, foi produzido a uma década atrás, parte se seus engenheiros nem mas estão na MB, Hardware e Software já estão obsoletos porque não foram atualizados e ao mesmo tempo que conseguimos bilhões de dólares para comprar da DCN 6 navios a EMGEPRON não consegue 1% deste valor para continuar o desenvolvimento se seus sistemas que o Brasil já domina a anos.

    Nos últimos 18 meses reinventamos a Helibras, o programa de construção da classe Tupi, vamos regredir no programa de construção de escoltas onde aprendemos muito com a Niterói e programas de corvetas para reinventarmos oque?

    É o mesmo pesadelo repedido novamente. A gente não aprende nunca!

    Vai acontecer de novo? Francamente espero que não, mas pra isto temos que começar hoje, passada a festa, depositados as comissões nos paraísos fiscais do atual acordo com a França a pensar no modelo para as próximas aquisições.

    Elizabeth

  14. camberiu disse:

    So’ para confirmar, esse e’ o mesmou “outro BRIC” que colocou um submarino nucklear no mar sem o reator? O mesmo que esta pagando bilhoes de dolares por um porta-avioes russo usado? O mesmo que esta sem avioes para o porta-avies Viraat? O mesmo que perdeu quase todos os seus Sea Harriers devido a acidentes?

    Ah ta’ bom, so’ queria ter certeza mesmo.

  15. URUTAU disse:

    Senhor camberiu

    Sim este é outro BRIC alias BRIC este que caso fossemos vizinhos e novamente caso houvesse entre nós um coflito armado não teriamos quase nenhuma chance de vencermos este outro BRIC caro amigo

    Obs e como bem colocou a amiga Elizabeth e eu tambem ja o fiz por diversas e inumeras vezes em outros posts enquanto isto na Sala de Justiça opa erro enquanto isto nos paraisos fiscais determinadas contas de origem sulamericanas crescem crescem crescem crescem sem parar

    Forte abraço a todos

    Forte abraço

  16. Baschera disse:

    É este que está pagando mesmo, a Índia. Problema deles.

    Já outro BRIC…… sem comentários. Mas o $$$$$$ do políticos está garantido. Mas, sol, chuva, enchente, seca, tufão, alagamento, crime na favela, na orla, no centro, no condomínio, no metrô, no sinal de trânsito, na pt que par…… não importa, nem se morre índio, índia, criança, velho….. o que importa é suas verbas de apadrinhamento que ninguém além deles sabem aonde vão parar e seus “salários”. O poder está podre…..

    Sds.

  17. eduardo disse:

    Alguém podia me explicar. Se a propulsão é COGAG (Combined Gas and Gas) porque houve problemas com os fornecedores de motores a diesel? Esse modelo de propulsão não é baseado apenas em turbinas?

  18. Bruno Rocha disse:

    camberiu em 22 Set, 2009 às 20:31

    Você citou a Índia meu caro.
    Agora vamos ao Brasil.

    Um país que está desde os tempos de Moises construindo um subnuc com um “motor” suspeito.
    Com um porta aviões de lascar
    Com caças com mais de 40 anos.
    Com uma empresa que é a terceira “fabricantes” de jatos no mundo, a Embraer (que é meramente uma montadora privada).
    Em fim, qualquer coisa que venha de lá, é melhor do que é feito aqui.

  19. Elizabeth disse:

    Ola Eduardo

    A idéia por de trás de sistemas COGAG ou COGOG é baseada em 2 regras de engenharia.

    A primeira é que a potencia necessária para levar um navio (ou automóvel ou aeronave) de uma velocidade X para Y não é linear e sim cúbica. Em outros termos para se dobrar a velocidade é necessário aumentar em 8 vezes a potencia.

    Assim um navio a 30 nós como uma Type-22 vai precisar de “Full Power” (54.000 Shp) de suas turbinas principais. Já para navegar a 15 nós (metade da velocidade) vai precisar de apenas 1/8 da sua potencia ou seja 6750 Shp.

    A segunda regra diz que a turbina não é muito eficiente quando opera nas suas regiões de baixa potencia, assim operar as turbinas principais a 12,5% da carga eleva em muito o consumo por Shp gerado.

    O que se faz é colocar uma turbina menor, no caso da Type-22 a Rolls-Royce Tyne que vai gerar no maximo uns 9500 Shp. Para operar a menos de uns 18 nós elas vão estar quase a plena carga e portando na sua região ótima de operação. Acima disto entram as Rolls-Royce Olympus cerca de 6 vezes mais potentes.

    Motores diesel também são empregados na função de propulsores para baixa potencia, neste caso temos sistemas CODOG ou CODAG suas vantagens em relação a turbinas são;

    Menor custo de aquisição
    Menor consumo
    Menor custo de manutenção

    As vantagens de COGAG e COGOG são;

    Ganho de espaço e massa do conjunto já que as turbinas geram bem mais potencia por unidade de massa e volume do que os motores diesel.

  20. Elizabeth disse:

    Ola Bruno,

    Eu discordo no que diz respeito a Embraer, ao chamá-la de “meramente uma montadora privada”.

    Ela é uma empresa de classe mundial, com uma capacidade única de enxergar nichos de mercado e posicionar seus produtos de maneira vantajosa.

    Domina todo o ciclo de analise de mercado, pré projeto, projeto, desenvolvimento, construção, homologação e comercialização e pós venda de aeronaves nos segmentos em que atua.

    Desenvolve modelos de negócios e gerencia cadeias de fornecimento que a torna viável em P&D mesmo com faturamento significativamente menor do que as maiores industrias mundiais de construção aeronáutica.

    Obviamente a Embraer não tem como estratégia a produção de motores, aviônicos e demais subsistemas para suas aeronaves pelo modelo de negocio escolhido.

    Empresas como a Antonov, Ilyushin ou Xi’an Aircraft podem efentualmente integrar a seus produtos muito mais sistemas locais do que a Embraer.

    Porem uma analise da competitividade de Ucrânia, Rússia e China no mercado de aviação comercial e executiva não deixa a menor duvida de que o modelo da Embraer é vitorioso.

  21. URUTAU disse:

    Carissima Elizabeth

    Se me permite a brincadeira menina és uma verdadeira enciclopédia naval travestida em menina rsrsrsrsrs
    Espero que não a tenha ofendido de alguma forma menina caso o tenha as minhas ja antecipadas escusas
    Mas que realmente deleite e admiração o seu conhecimento sobre o assunto ahhh isto causa rsrsrsrs

    Forte abraço menina

  22. URUTAU disse:

    Elizabeth

    Onde se lê realmente deleite leia-se realmente causa deleite
    Foi a emoção entende rsrsrs ???

    Forte abraço menina

  23. URUTAU disse:

    Carissima Elizabeth

    E outra coisinha mais relacionada com aquilo que ambos ressaltamos sobre contas bancarias em paraisos fiscais
    Essa matéria deve estar saindo hoje nos jornais tupiniquins

    Três convênios no valor de R$ 26 milhões da Petrobras com a Central Única dos Trabalhadores (CUT), celebrados entre 2004 e 2007, estão sob suspeita, segundo relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) concluído anteontem. A auditoria levanta ainda problemas graves em mais 26 contratos com outras entidades.

    Gerentes: escolha de patrocínio da estatal é transparente

    A documentação já chegou à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado que investiga a estatal.

    Na terça-feira, senadores ouviram o gerente de Comunicação Institucional da Petrobras, Wilson Santarosa, que comanda distribuição de patrocínios da estatal. O conteúdo desse novo relatório do TCU não foi discutido na sessão, mas o gerente negou qualquer falha na distribuição dos recursos da empresa. “Nosso critério é técnico”, disse.

    A Petrobras repassou, por exemplo, R$ 15 milhões para a CUT alfabetizar 140 mil trabalhadores entre 2004 e 2005, no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Parte do dinheiro seria usada para comprar 100 mil kits de cadernos, estojos, borrachas, lápis e apontadores. “Não consta comprovação de que esse material foi entregue aos alfabetizandos e, o mais importante, utilizado por eles, considerando-se o elevado volume de kits adquiridos”, afirmou o TCU.

    Forte abraço menina

  24. Marcos T. disse:

    Elizabeth
    To realmente impressionado pelo seu nivel de conhecimento, não só sobre meios navais, como aéreos também.
    Mais impressionado pelo fato de você ser mulher. Não me interprete mal, más até então esse blog aqui tem sido um verdadeiro clube do bolinha…
    Parabéns e continue postando, gosto muito de ler seus posts de altissimo nivel.

  25. Henrique Sousa disse:

    Aparentemente e provavelmente um poderoso navio.

    Mas….fico um pouco cabreiro com as comparações: a China tem e o Brasil não tem, a Índia consegue e o Brasil não, a Rússia pode e o Brasil não, todos os BRICs tem menos o Brasil.

    Um tempo atrás uma frase em voga era: Nem tudo que é bom para os EUA é bom para o Brasil. Estava certa, e acho que se aplica para este caso tb: Nem tudo que é bom para os BRICs e bom para o Brasil.

    Não precisamos nem devemos reinventar a roda, mas o Brasil tem suas particularidades. Se precisa de algum meio é pq de fato precisa e não para “copiar” os outros.

  26. eduardo disse:

    Elizabeth,
    Muito obrigado pelos esclarecimentos. Li a notícia com mais cuidado e vi que esses navios terão quatro turbinas a gás, modelos DT-59 da Ukrainian Zorya Production Association e dois motores diesel, modelos Bergen/Garden Reach Shipbuilding & Engineering-built KVM.

    Nesse caso o modelo de propulsão adotado será CODOG ou CODAG, correto?

    Um abraço

  27. Lerner disse:

    Tem uns iludidos aí que acham que na ìndia os projetos de defesa saem as mil maravilhas, e que não geram nenhum tipo de depósito em paraísos fiscais. É muita fé na classe política estrangeira.

    De qualquer forma, se a Índia se destaca nesse quesito, é porque a defesa lá é prioridade não por se tratar de “projeto de Estado”, e sim “projeto de sobrevivência”, pois enfrenta a tensão com o Paquistão, e está na parte do mundo que não é lembrada exatamente pela estabilida da paz, cheia de questões mal resolvidas desde os tempos de moisés, já que estamos exagerando nos marcos históricos.

    Enfim, as comparações são descabidas, a única coisa em que o Brasil e Índia tem de semelhante, é que são nações emergentes. De resto, nada mais se aproxima.

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