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Entre os dias 16 e 23 de setembro de 2009, as aeronaves AF-1A N-1021 e N-1022 (Falcões 21 e 22) do Esquadrão VF-1(1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque), realizaram com sucesso, quatro lançamentos de míssil “Sidewinder” AIM-9H, na área de tiro do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) em Natal-RN.

Resultado de uma campanha que envolveu a participação do Comando de Operações Navais, Comando-em-Chefe da Esquadra, Comando do 3º Distrito Naval, Comando da Força Aeronaval, Centro de Análises de Sistemas Navais, Centro de Mísseis e Armas Submarinas, 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque, Grupo Especial de Ensaios em Vôo e da Base Aérea de Natal, esse evento se reveste de grande importância, uma vez que vem ratificar a capacidade de defesa aérea de nossa Esquadra e contribuir para o contínuo incremento do nível operacional do Esquadrão VF-1.

AF-1A_AIM-9H_02

FONTE e FOTOS: ComForAerNav

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COMENTÁRIOS VIA FACEBOOK

35 Comentários to “AF-1A lança míssil AIM-9H Sidewinder”

  1. EDurval disse:

    “esse evento se reveste de grande importância, uma vez que vem ratificar a capacidade de defesa aérea de nossa Esquadra e contribuir para o contínuo incremento do nível operacional do Esquadrão VF-1.”

    No meu entender essa noticia é meio falha pois o míssil “Sidewinder” AIM-9H que é de curto alcance, não poderia ajudar a proteger a nossa Esquadra,. Já que os mísseis navais são de médio ou longo alcance.

    Tomando por exemplo o Exocet MM39 um inimigo poderia dispará-lo a uma distancia segura dos nossos A4 e os mesmo nada poderiam fazer para impedi-los.

    O melhor seria a disponibilidades de mísseis de longo alcance para a MB.

    Alguns dos senhores tem alguma informação dessa disponibilidade ?

  2. Esdras disse:

    Lançou contra que alvo?

  3. Bronco1 disse:

    Os Falcões andam mais por Natal do que por São Pedro d´Aldeia, hein?

    Não vejo a hora de vê-los modernizados e lançando BVRs e carregando mísseis anti-navio.

    Alguém sabe qual a previsão de recebimento do primeiro A-4 modernizado? E como anda a questão da repotencialização das turbinas?

  4. Marcelo Tadeu disse:

    É muito bom ver a Força Aeronaval, aos poucos, atingindo o seu padrão operacional. Mesmo que o vetor não seja o melhor, ela deve estar sempre preparada, pois, novos meios poderão chegar no futuro e encontrar os homens adestrados e , principalmente, motivados.

    Sds,

  5. Rodrigo disse:

    Sobre estes missil ele é da versão mais antiga correto?
    Qual o alcance deste missil?
    E sobre os A4 eles ainda estão sem radar?

    Um abraço
    Rodrigo

  6. Lucas Urbanski disse:

    Ainda bem que o esquadrão esta voltando a operacionalidade aos poucos, ao invés de ver estes misseis ficando velhos nos hangares é sempre bom ver eles serem usados.
    Abraço.

  7. Primo disse:

    Desculpe discordar mas acredito sim na importância no lançamento de Sidewinders (além da evidente capacitação dos pilotos), estes A4 ainda não possuem capacidade BVR (só depois da modernização na Embraer é que vão poder operar BVR), além disso supor que o lançamento de AIM9 não é útil para uma defesa aérea de frota por causa do alcance do mesmo, não é um argumento convincente.

    Durante uma operação, a doutrina é que fique um número de aeronaves em QAP fazendo patrulha a uma certa distância da frota, esta distância dependerá evidentemente do vetor, mas no caso dos A-4 (autonomia carregado é de 450 Km) eles poderiam ficar a uns 40km do PA (ou seja, mais ou menos no horizonte radar do PA), mesmo com mísseis AIM9 (alcançe de 18KM) esta aeronave estaria capacitada a engajar alvos a 58 KM do PA, isso no cenário da Am. Sul é suficiente para dar um nível de proteção razoável.

    No cenário de um lançamento de míssil a partir de um navio inimigo contra a esquadra, estes aviões em QAP estariam em condições de abater o spotter inimigo, pois tais navios, mesmo no caso ultimamente alardeado onde uma Lupo Peruana acertou um alvo a mais de 100Km com um Otomat, necessitam de alguém que lhes forneça as coordenadas do alvo.

    Claro, se tivéssemos AMRAAM (só para exemplificar) nos nossos A4 a história seria bem diferente (50km (AIM-120C5), 75 km (AIM-120C7), 110km (AIM-120D)), seria possível dar proteção a frota com um número menor de aeronaves no ar, estas teriam um raio maior de engajamento e uma capacidade de sobrevivência maior, mas isso está longe de acontecer.

    Grande Abraço
    Primo

  8. Colt disse:

    AIM-9H.
    Produzido na década de 1970.
    Não é all aspect, só permite engajamento a partir do setor traseiro do alvo.
    Baixa performance em lançamentos contra alvos à baixa altitude.
    O sucessor dele, AIM-9L, foi usado pela Inglaterra na Guerra das Falklands em 1982, 27 anos atrás.

  9. Nimitz disse:

    EDurval;

    Será que você pensa que o Sidewinder é missil anti-missil? que vai derrubar o Exocet? ou que o inimigo, porque pode lançar o exocet a uns 50 km, está a salvo de ser interceptado por um A-4 com mísseis de curto alcance? O exocet vai dissuadir o A-4 de se aproximar?

    O objetivo dos AF-1 é abater vetores que possam ameaçar a Esquadra, antes que eles possam lançar seus mísseis contra nossos navios.

    Nossos Skyhawk (Falcões) podem abater com facilidade helicópteros e caças (como o Super Étendard, por exemplo), que estejam portando mísseis antinavio.

  10. Esdras disse:

    AIM-9H.
    Produzido na década de 1970.
    Não é all aspect, só permite engajamento a partir do setor traseiro do alvo.
    Baixa performance em lançamentos contra alvos à baixa altitude.
    O sucessor dele, AIM-9L, foi usado pela Inglaterra na Guerra das Falklands em 1982, 27 anos atrás.

    Que viagem no tempo que estamos hei!!!!

  11. Nimitz disse:

    A MB recebeu, juntamente com os 23 A-4KU Skyhawk, 217 mísseis AIM-9H.
    Os mísseis foram recondicionados pela MECTRON, fabricante do MAA-1 Piranha.

    A Marinha tem feito lançamentos de AIM-9H para testar os mísseis, treinar os pilotos e registrar parâmetros de lançamento.

    Temos muitos mísseis para gastar em treinamento e depois a Marinha certamente vai adquirir mísseis mais modernos para os Falcões.

    Aliás, a Marinha está disparando mais mísseis do que a FAB…

  12. Esdras disse:

    Já que tem em estoque e são antigos é uma boa usar mesmo para treinar. Mas qual foi o alvo?

  13. Papagaio disse:

    Na primeira campanha de lançamento, alguns anos atrás, os alvos eram flares lançados por helicópteros (Esquilos da FAB).
    Abraços,

  14. Salomon disse:

    É boa a notícia, mas dá uma dó….

  15. Sem saco disse:

    Deixem de reclamar, pelo menos estão treinando com armamento real e tem muito para gastar. Pior se nem isso estivessem fazendo. Arrego, aí meu saco…

  16. Jonas Rafael disse:

    Outro dia estávamos disuctindo sobre o AMX no Aéreo e alguém mencionou que o radar dos A-4 será o mesmo do AMX (Scipio). Se isso for verdade o A-4 terá mesmo capacidade BVR? Me parece que o radar não é muito adequando para essa função.

  17. Walderson disse:

    Galera,

    não é o estado da arte, mas estão treinando. Isso já é alguma coisa. Como o Sem saco falou, pior seria se não estivessem fazendo nem isso. Somos um país de 3º mundo. Não adianta sonhar com vetores como os estadunidenses.

    Um abraço a todos.

  18. RODRIGO disse:

    Esses mísseis vieram junto no pacote comprado do Kuwait,e estão servindo ao seu propósito,que é colocar o esquadrão operacional novamente.Enquanto os aviões não forem modernizados,não hà razão para se comprar nada mais moderno,ou acham que a MB iria usar um BVR
    em um avião que nem radar possui…..!!!!

  19. Ronaldo de souza gonçalves disse:

    E muito bom os pilotos dispararem misseis qualificam eles neste universo. Claro que a Marinha comprará misseis mais modernos . Se os americanos deixarem poderam adquirir os AIM-9x ar-ar.Se vetarem poderia se adquirir o fanton4 em pequenas quantidades ,e mesmo o Piranha MAA-1b para combater aereos de curto alcamce e claro o Darter para longo alcance BRV. Gostaria de ver um missel antinavio poderia ser o matador da avibrás, ou Gabriel que e compativel com ele. Seria o A-4 efetivo mesmo ao lado do Rafaele naval.

  20. Vassili disse:

    Questão:

    Se os Falcões estão sem radar, como foi executado a detecção do Esquilo??????????

    Apenas pela cabeça de busca do míssil??????

    podemos imaginar que sim………

    Quanto ao alcance do AIM-9H, duvido que o mesmo alcance os 18km, como falaram lá em cima. Creio que 10km é mais realista…….

    Agora, vamos combinar que os pilotos de Esquilo da FAB são bem corajosos………….

    Será que custa muito caro alguns drones fabricados localmente???????

    Abraços.

  21. Baschera disse:

    Olá Vassili,

    Sim…. usa-se somente a cabeça de detecção do AIM-9L.
    Bom, para quem nem voando estava, a notícia é boa.
    Vou apelidar estes 9L de “caramurú”……

    Ôoooo Molusco, libera a grana da MB aí….. que já estou como o colega aí em cima, sem saco…..

    Sds.

  22. Wolfpack disse:

    Primo,
    CAP = Combat Air Patrol e não QAP…
    Abs

  23. Colt disse:

    É verdade Esdras.
    Nossas FAs estão saindo da década de 70, somente nos últimos anos.
    O míssil Aspide que hoje equipa as fragatas da MB, foi baseado no RIM-7 Sea Sparrow o qual entrou em serviço na NATO em 1976.
    Como comparação, o Aspide entrou em serviço na MB somente depois de 2005.
    Na minha opinião uma defasagem tão grande nunca poderia ter acontecido. Vamos ver se agora as coisas andam.
    ver https://www.mar.mil.br/menu_h/noticias/dgmm/modfrag.htm

  24. Ferrazfa disse:

    QAP = Código usado para PX que significa “Permaneca na escuta” ou “fique atento”

  25. Mauricio R. disse:

    Tb não vejo nada em especial digno de comemoração, seria se a MB tivessa a condição de dispor de tda a dotação de A-4 Skyhawk que possui.
    Então c/ somente 2 aeronaves engajando flares, me perece mto simplório p/ poder se chamar de qualificação, qq que seja o nivel pretendido.

  26. Francisco AMX disse:

    Dae Walderson! beleza?

    entendo o que o amigo fala, mas modernizar os A-4, na minha opinião não é dinheiro bem gasto, e se for nos moldes do AMX vai custar uma babilonia! não seria melhor a MB buscar uns F-18C/D com a USNAVY, dos estoques, reformá-los brandamente, e modernizar as células na boeing? será que ela não teria interesse de modernizar umas 24 unidades de F-18C/D? e os Israelenses? eu penso que se o governo Brasileiro tivesse requisitado isso a uns 3 anos, junto aos USA, hoje teríamos F-18 operando no opalão, mesmo que não podendo decolar com carga máxima, mas com todos os mísseis ar-ar em seus cabides, se não me engano daria para levar 4BVRs e 2 Sidewinders… seria um vetor mach1,5, bimotor, com radar e sistemas equivalentes aos F-5M, talvez um radar melhor, pois há mais espaço para tal… e gastaríamos uns 20 milhões por célula, já modernizados! 480 milhas!
    quanto sairá a modernização dos A-4? 250 milhões?
    mas já que estão fazendo… sigam com o baile! melhor que nada!

    Abraços

  27. Jacubão disse:

    Só uma pequena correção do texto.
    Pelas fotos, são AF-1B pois são biplaces.

  28. Rodrigo Botelho Campos disse:

    Prezados (as),

    eu suponho que não serão os 23 A-4 modernizados por várias razões:
    01) restrição orçamentária;
    02) expectativa de aquisição de nova aeronave (padronizada com a FAB);
    03) convivência da aeronave de ataque (A-4 modernizado), com o novo vetor de defesa da frota durante algum tempo;
    04) esgotamento de suprimento de peças do A-4 no mercado e necessidade de canibalização.

    Enfim, a Marinha está sendo sensata (desculpe-me pela pretensão, pois confio nas Forças Armadas brasileiras), pois está com visão processual, com os seguintes passos:

    01) modernização do A-4;
    02) aquisiçãlo do novo vetor;
    03) convivência dos dois vetore (A-4 para ataque; novo vetor, para defesa da frota);
    04) padronização com o novo vetor (ataque e defesa da frota)

    já defendi há algum tempo neste blog que o A-4 modernizado seja usado para defesa da frota e para apoio ao desembarque anfíbio, protegendo os navios, barcaças de desembarque, CLANF e outros, fazendo supressão de fogo inimigo, etc. Caberia ao Rafale naval ou outro que ganhar o F-X2 (suponho que haverá uma padronização), a cobertura aérea e a defesa da esquadra, ficando com o A-4 fundamentalmente o apoio ao desembarque anfíbio.

    Tendo uma visão de processo, enquanto a Marinha não tiver outra aeronave o A-4 cumprirá todos os tipos de missão. Chegando a outra aeronave haverá como que uma corrida de bastão, uma transição para a outra aeronave. Em algum momento conviveremos com os dois tipos adotando a doutrina que expus no início. E havendo os dois porta-aviões planejados nas duas esquadras suponho que serão todos equipados com o novo avião pois, até lá, mesmo o A-4 modernizado não existirá mais. Até lá também teremos o A-Darter desenvolvido.

    Sou otimista, e mais do que isto, tenho visão sistêmica e processual. Se não olharmos assim ficaremos apenas reclamando infantilmente, como muitos fazem nos blogs de assuntos militares.

    Vamos adiante!

    Rodrigo B. Campos

  29. Colt disse:

    Entendo seu ponto de vista Rodrigo, ocorre que, quando os que aqui estão reclamam, via de regra, não o fazem como crítica às nossas FAs.
    Reclamam por uma melhor estrutura para elas.
    Reclamam pois possuem a consciência que há necessidade de FAs fortes para defender nosso país.
    Reclamar : Fazer impugnação ou protesto, queixar-se, lamentar-se, apontar faltas, manifestar descontentamento, fazer reclamação ou reclamações, queixar-se, exigir, reivindicar.
    Então, quando um post noticia que nossa MB está treinando com mísseis produzidos há mais de 27 anos atrás, e sabemos que na verdade, a MB não tem outros mais modernos, eficazes na arena dos dias de hoje, eu entendo que os reclamos não são infantis.
    Reclama-se sim por uma aporte maior de recursos para a frota, melhor pagamento aos marinheiros, reclama-se por uma estrutura mais moderna, inclusive administrativa.
    Tenho certeza que quando um Gen da Força aérea americana vem a público reclamar que os F-15 não são páreo para os novos Flanker russos ele o faz com a intenção chamar a atenção para a necessidade de sua Força.

  30. Erikson disse:

    Rodrigo, já foi assinado o contrato de modernização, serão 12 células.

  31. Mauricio R. disse:

    E o pior,serão 5 anos p/ moderniza-las.
    O mesmo tempo, em que a mesma empresa pretende modernizar 43 A-1.
    Seria mto melhor p/ a MB, p/ nós os contribuintes e p/ o restante da industria aeroespacial brasileira, que este contrato fosse cancelado e repassado a uma outra empresa do segmento de MRO.

  32. EDurval disse:

    Nimitz em 25 Set, 2009 às 14:22
    <>

    Eu sei que o AIM e Ar-Ar Nimitz eu comentei que acho o raio de ação do missel pequeno para uma efetiva cobertura para a Frota.

    O caso é que o MM39 é um anti-navio disparado de Aviões o MM40 é o que é disparado pelo Helicopteros.

    Minha duvida foi melhor exclarecida pelo amigo “Primo” que colocou o A4 em uma distancia de proteção de Frota de 50Km + 18Km(Raio de Ação do AIM) essa distancia já é suficiente para proteger a frota do MM39 pois o seu raio de ação é de 70Km sendo assim o A4 poderia ser avisado e se colocaria mais proximo do inimigo e abatendo-o e com isso protegendo a Frota.

    Existe algum abastecedor embarcado na nosa MB? Isso tb seria muito util afinal manterias os A4 em patrulha por um tempo maior, alguem sabe me informar isso ?

  33. Marcelo Ostra disse:

    Nao tem nao, e nao seria AM 39 naum ?

    SO

  34. EDurval disse:

    Correto MO eu fiz confusão com as siglas.

    AM39 Block 2 (Ar-Mar)
    MM40 Block 3 (Mar-Mar)
    SM39 (Submarino-Mar)

    A MB usa as versões AM39 e MM38.

    Interessante e o alcance do MM40 Block 3 que é de 180 Km

    Fonte: Revista Força Aérea No.59

    Off Topic: Na revista tem um artigo sobre os NAE da França com fotos do São Paulo na época que estava na Ativa na Marinha da França.

  35. Marcelo Ostra disse:

    MM 40 tbm

    abs
    mod MO

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