Desafio ‘Poder Naval’ da WWII

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Qual era a classe do navio da imagem, qual o seu apelido na MB, quantas unidades e quais os nomes dos que foram operados pela Marinha do Brasil, na Segunda Guerra Mundial ?

 

Aprovada abertura de crédito para construção de submarinos

O Congresso aprovou nesta quarta-feira (30/9) projeto que abre crédito especial para a construção do primeiro submarino a propulsão nuclear da Marinha Brasileira. São R$ 2,1 bilhões, a serem investidos também na construção de quatro submarinos convencionais, além de estaleiro e base naval específicos para suporte a este tipo de equipamento.

O crédito viabilizará contratos, a serem firmados com a França, visando à transferência de tecnologia de construções de submarinos para o Brasil, inclusive treinamento de engenheiros brasileiros junto a fábricas francesas.

A sessão do Congresso foi presidida pela senadora Serys Slhessarenko (PT-MT). O projeto segue agora para sanção presidencial.

FONTE: Agência Senado

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A Esquadra comemora, no dia 5 de outubro, às 15h, na Base Naval do Rio de Janeiro, os 67 anos da Força Naval do Nordeste, criada para aumentar a capacidade de combate da Marinha do Brasil durante a 2ª Guerra Mundial.

A 2ª Guerra iniciou-se como um conflito Europeu e avançou para o mundo. Em fevereiro de 1942, navios mercantes brasileiros começaram a ser torpedeados e, em agosto do mesmo ano, um único submarino alemão afundou seis navios de bandeira brasileira, resultando na morte de 607 pessoas. Após este fato, o Presidente Getúlio Vargas declarou “Estado de Guerra” contra as nações do Eixo.

A missão da Marinha do Brasil foi a de patrulhar o Atlântico Sul e proteger os comboios de navios mercantes que trafegavam entre o Mar do Caribe e o litoral Sul brasileiro contra a ação dos submarinos e navios corsários germânicos e italianos. A criação da Força Naval do Nordeste foi parte do rápido e intenso processo de reorganização das forças navais para adequar-se à situação de conflito.

A cerimônia comemorativa será presidida pelo Comandante de Operações Navais, Almirante-de-Esquadra Alvaro Luiz Pinto, e contará com a presença de autoridades civis e militares. Após a oração, proferida pelo Capelão Naval do Comando-em-Chefe da Esquadra, será realizada uma aposição floral junto ao busto do Almirante Soares Dutra, primeiro e único Comandante da Força Naval do Nordeste, e o toque de silêncio em homenagem aos integrantes falecidos da Força. Componentes da Força Naval do Nordeste e representações de Segundos-Tenentes da Esquadra, Aspirantes da Escola Naval e Alunos da Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante também estarão presentes à cerimônia.

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USS ‘Long Beach’ (CGN-9)

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cgn9_1O USS Long Beach (CLGN-160/CGN-160/CGN-9) foi o primeiro cruzador de mísseis guiados da Marinha dos EUA, único da sua classe. O navio foi o primeiro projetado e construído no pós-guerra.

O Long Beach foi projetado como um navio armado somente com mísseis, mas teve que ser equipado depois com dois reparos 5″/38 singelos, remanescentes de destróieres desativados. Os velhos canhões foram colocados à meia-nau, por ordem do Presidente John F. Kennedy, após este ter assistido a uma demostração mal-sucedida dos mísseis antiaéreos a bordo.

O navio deveria originalmente ser equipado com mísseis nucleares de cruzeiro Regulus, à meia-nau, e depois 4 mísseis Polaris, mas tudo isso foi cancelado. No lugar, colocaram um lançador de ASROC.

A alta superestrutura em “box” (parecida com a ilha do NAe USS Enterprise) continha o sistema SCANFAR, com radares phased array AN/SPS-32 e AN/SPS-33. O sistema era experimental e foi o precursor do AN/SPY-1 do sistema Aegis.

Quando foi lançado, o Long Beach tinha o passadiço mais alto de todos os navios da US Navy.

O sistema de armas original do navio consistia de:

  • Mísseis superfície-ar  Talos de defesa de área, com alcance de 80 milhas (150 km).
  • Mísseis superfície-ar Terrier de defesa de área, com alcance de 30 milhas (48 km).
  • Sistema de foguetes antiisubmarino ASROC, capaz de lançar um torpedo ou carga de profundidade a 10.000 jardas (9.1 km).
  • Dois reparos triplos de torpedos anti-submarino Mark 46.
  • Dois canhões de 5″/38 de duplo emprego, com alcance de 18.000 jardas (16 km).

O navio recebeu diversas modificações ao longo da sua vida útil. A configuração final ficou assim:

  • Dois lançadores de mísseis Standard no lugar dos Terrier e Talos.
  • O lançador da popa de Talos foi substituído por dois lançadores em “box” de mísseis de cruzeiro BGM-109 Tomahawk. Cada lançador levava 4 mísseis.
  • Dois sistemas antimíssil Phalanx CIWS.
  • Dois lançadores quádruplos de mísseis antinavio RGM-84 Harpoon.

O navio era propulsado por dois reatores nucleares C1W, um para cada eixo, e era capaz de fazer 30 nós (56 km/h).

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Em maio de 1964, o Long Beach juntou-se ao navio-aeródromo USS Enterprise (CVN-65) e à fragata de mísseis guiados USS Bainbridge (DLGN-25), para compor a Força-Tarefa Nuclear 1. No final de julho, os três navios começaram a Operação Sea Orbit, num cruzeiro de dois meses ao redor do planeta. Foi a primeira formação de batalha totalmente nuclear da história do Poder Naval.

Em outubro de 1966, o Long Beach foi deslocado para o primeira das muitas comissões no Pacífico Ocidental. Durante esta missão inicial, a tarefa do cruzador foi atuar como PIRAZ (Positive Identification Radar Advisory Zone) ao norte do Golfo de Tonkin. A principal responsabilidade do navio era “sanear” as grupos aéreos americanos que voltavam das missões no Vietnã, garantindo que nenhuma aeronave inimiga tentasse se infiltrar entre os aviões amigos.

Adicionalmente, o navio dava apoio SAR para helicópteros. Durante essa comissão, o Long Beach ajudou a abater uma aeronave An-2 ‘Colt’ que estava tentando engajar unidades navais do Vietnã do Sul. O abate foi realizado por um F-4 Phantom II, vetorado pelo Air Intercept Controller (AIC) do Long Beach.

O cruzador retornou para os EUA em 1967 e voltou ao Vietnã no ano seguinte, quando abateu dois MiG com seus mísseis RIM-8 Talos no Golfo de Tonkin.

Depois do Vietnã, o navio cumpriu missões no Pacífico e Oceano Índico, ao longo dos anos 1980 e também atuou na Guerra do Golfo de 1991.

O USS Long Beach foi desativado em 2 de julho de 1994, na Estação Naval de Norfolk. Ele foi finalmente descomissionado em 1 de maio de 1995, depois de 33 anos de serviço. O casco do navio está no Estaleiro Puget Sound, em Bremerton, à espera da reciclagem do material nuclear.

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Características Gerais:

Contratado: 15 de outubro de 1956
Quilha batida: 2 de dezembro de 1957
Lançamento: 14 de julho de 1959
Comissionamento: 9 de setembro de 1961
Descomissionamento: 1 de maio de 1995
Construtor: Bethlehem Steel Company Shipyard, Quincy, Mass.
Propulsão: 2 reatores nucleares Westinghouse C1W, 2 turbinas a vapor, dois eixos
Comprimento: 219.8 metros
Boca: 22.3 metros
Calado: 9.4 metros
Deslocamento: 17.500t
Velocidade: 30 nós
Aeronave: nenhuma, mas possuía plataforma para helicópteros
Tripulação: 79 oficiais e 1.081 praças (depois da modernização: 55 oficiais e 770 praças

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INACE entrega AviPa ‘Dourado’

Com capacidade para desenvolver velocidades superiores a 25 nós (aproximadamente 45 Km/h) e autonomia para permanecer até três dias no mar sem necessidade de reabastecer, foi entregue no fim da tarde de ontem, à Marinha do Brasil, o Aviso de Patrulha (AviPa) “Dourado”. Esta é a terceira embarcação da classe “Marlin” e a segunda de cinco que serão entregues pela Indústria Naval do Ceará (Inace) até o final de 2010.

A fabricação do navio custou o montante de R$ 20 milhões e é fruto do contrato assinado com a Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron) em dezembro de 2007.

Construído no estaleiro do Inace e lançado ao mar em 20 de julho de 2009, a embarcação foi e desenvolvida primordialmente para atender às atividades subsidiárias da Marinha do Brasil. Segundo o diretor-geral do Material da Marinha, almirante-de-esquadra Marcus Vinicius Oliveira dos Santos, “o AviPa ´Dourado´ terá contribuição importante nas ações de patrulha e inspeção naval e prevenção de qualquer delito na costa onde estará atuando”, destacou.

A embarcação foi recebida, batizada e transferida para o setor operativo da Marinha do Brasil em solenidade realizada no Píer do Marina Park Hotel, na Praia de Iracema (Fortaleza) na presença de várias autoridades civis e militares tais como o comandante do 3º Distrito Naval, vice-almirante Edison Lawrence Mariath Dantas, o comandante do 2º Distrito Naval, vice-almirante Arnon Lima Barbosa, o diretor-técnico da Emgepron, contra-almirante Robério da Cunha Coutinho e do diretor presidente da Inace, Antônio Gil Fernandes Bezerra.

Para fiscalização

A embarcação tem capacidade para 10 pessoas e sua função principal é realizar ações de patrulha naval, fiscalização do tráfego aquaviário e ações de busca e salvamento e prevenção da poluição hídrica ao longo do litoral. O AviPa “Dourado” ficará subordinado ao 2º Distrito Naval, com sede em Salvador (BA) e sob a responsabilidade direta do Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Leste. O AviPa entregue possui casco e superestrutura construído em alumínio e comprimento total de 22,80 metros. O nome é uma homenagem ao peixe peculiar, tanto pelo seu forte colorido quanto pela forma alongada e comprimida de seu corpo, a qual afina em direção à cauda, fato que o transforma em um peixe marinho rápido e aguerrido, características que devem acompanhar o navio, segundo os idealizadores.

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FONTE: Diário do Nordeste / FOTO: José Leomar / MB

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O Exercício de Adestramento Combinado Operação Laguna é uma manobra conjunta que envolve a Marinha, o Exército e a Força Aérea, sob a coordenação do Ministério da Defesa. Será executada no período de 28 de setembro a 09 de outubro de 2009 no estado do Mato Grosso do Sul.

Esse tipo de exercício é desenvolvido todos os anos e tem como foco principal promover o treinamento das Forças Armadas Brasileiras a partir da simulação de um conflito. O local da operação é definido em sistema de rodízio entre as regiões do Brasil. Os principais objetivos da Operação Laguna são:

  • Aperfeiçoar a logística conjunta das Forças Armadas;
  • Treinar ações humanitárias e de apoio a evacuados em uma situação de conflito simulado;
  • Difundir o sentimento de patriotismo junto à população;
  • Realizar ações de apoio à população das localidades da área do exercício.

Efetivos Empregados na Operação

  • Marinha: 907
  • Exército: 1.438
  • Força Aérea: 411
  • Total: 2.756

Principais Localidades

  • Campo grande
  • Ponta Porã
  • Aquidauana
  • Jardim
  • Coimbra
  • Corumbá
  • Ladário
  • Guia Lopes da Laguna
  • Albuquerque

Meios empregados pela Marinha do Brasil

  • Monitor Parnaíba
  • Navios-Patrulha Poti, Pirajá e Penedo
  • Navio-Transporte Fluvial Paraguassu
  • Aviso de Transporte Fluvial Piraim
  • Navio de Apoio Log. Fluvial Potengí
  • 2 LAEP
  • 3 Aeronaves IH-6B
  • 1 Aeronave UH-14
  • 1 Elemeneto Anfíbio
  • 1 Companhia de Fuzileiro Navais
  • 1 Destacamento Mecanizado
  • 2 Navios-Patrulhas
  • 12 LAEP
  • 30 Fuzileiros Navais Posicionados em Coimbra

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F-41 em Las Palmas

vinheta-clipping-navalA Fragata “Defensora” (F41) atracou em Las Palmas, nas Ilhas Canárias, no dia 19 de setembro, para uma escala técnica de dois dias, a caminho da Escócia, para participar da Comissão “Joint Warrior 092”.

Naquela cidade, o navio ficou atracado no “Arsenal da Armada Espanhola nas Canárias”, tendo sido recepcionado pelo Adjunto do Adido Naval do Brasil na Espanha, Tenente-Coronel (Av) João Luiz Ribeiro, e pelo Cônsul Honorário do Brasil, Sr. Pedro Afonso Yúfera Heras.

Durante a travessia de Recife para Las Palmas, ocorrida de 9 a 19 de setembro, o navio realizou diversos adestramentos com vistas à sua participação na operação, entre os quais destacam-se: realização de “Fast Rope”, com aeronave AH-11A Super Lynx N-4009, pelo Destacamento de Mergulhadores de Combate; e o uso de lancha pelo Grupo de Visita e Inspeção (GVI) do navio, que serão empregados nos exercícios de MIO (Maritime Interdiction Operation) e de defesa contra ameaças assimétricas.

GIV

Lince 09_Fast Rope

FONTE e FOTOS: MB

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Marinheiros: protagonistas de revolta se reencontram

vinheta-clipping-navalO lançamento da reedição ampliada do livro “A Luta dos Marinheiros” – sobre o movimento por melhores condições de trabalho na Marinha do Brasil, iniciado em 1962, e que precipitou o golpe militar de 1964- reuniu, na noite de segunda, protagonistas do episódio que não se viam havia mais de 40 anos. Ex-dirigentes da Associação dos Marinheiros e Fuzileiros Navais vieram de vários Estados para o evento, no Rio.

O autor do livro é o antropólogo e ex-marinheiro Antônio Duarte, exilado na Suécia de 1971 a 1980.

FONTE: Folha de São Paulo, via Notimp