Agora vai

Após aprovação dos EUA, Skyhawk neozelandeses serão vendidos finalmente

A ‘novela’ da venda dos 17 Skyhawk da Força Aérea da Nova Zelândia, desativados desde 2001, está perto de um final. A companhia privada ATAC, com sede nos EUA, vem negociando a aquisição destas aeronaves faz algum tempo. O negócio esbarrou no  governo dos EUA.

Três diferentes órgãos federais tiveram que avaliar a negociação e emitir um parecer favorável para a venda. O congresso norte-americano e a agência para a regularização de álcool, armas e tabaco já haviam emitido um parecer favorável. Faltava apenas o Departamento de Estado, que aprovou a venda na semana passada.

Juntamente com os Skyhawk serão adquiridos 17  jatos Aermacchi MB339 de treinamento avançado.

Segundo Wayne Mapp, Ministro da Defesa da Nova Zelândia, a conclusão da venda deve ocorrer nos próximos meses. O negócio está avaliado em 115 milhões de dólares.

Os novos donos arcarão com as despesas de inspeção e a Nova Zelândia deverá entregá-los em condições de voo. Para isso, os Skyhawks deverão receber apenas alguns reparos que, segundo o próprio ministro, não representará grandes custos.

Assista o vídeo da TV neozelandesa 3news  clicando na imagem abaixo

a-4k-video

Com informações do New Zealand Herald e do 3news.co.nz

NOTA DO BLOG: apenas para efeito comparativo, e com o propósito de gerar debate, seria melhor a Marinha do Brasil ter adquirido os aviões da Nova Zelândia ao invés de modernizar 12 aeronaves A-4KU?

LEIA TAMBÉM:

Tagged with:
 

52 Comentários to “Agora vai”

  1. [...] Veja outras informações no blog do Poder Naval. [...]

  2. Baschera disse:

    Não sei responder a pergunta do Blog, mas estes A-4 tem o motor levemente inferior ao dos AF-1 da MB, última série de construção. Não lembro dos aviônicos destes A-4 da N. Zelândia, que não tem mais vetores e nem terá. Renunciaram a ter.

    O que acho é que pelo preço pago, os A-4 viriam muito barato, pois neste pacote os Aermacchi MB339, com 17 unidades, dariam um bom caldo ao substituírem os Xavante/Impala da FAB. Ou seja, talvez poderia se dividir a conta entre a MB e a FAB, o que daria pouco mais do valor de um EC-725 para cada uma das forças.
    Mas, o NJ já disse : Não compraremos mais material militar usado, então……que venham os NOVOS. Papel e display de computador aceita tudo……..

    Sds.

  3. joel disse:

    Compramos um lote de 23 aviões por 73 milhões de dolares, na época, creio que em 98, relevante lembrar que estes aviões foram oferecidos à Argentina anteriormente e recusadosm só pelo custo de aquisição ja se percebe que a compra dos aviões da nova zelandia é mais interessante.

    http://veja.abril.com.br/vejarj/100304/capa.html

    A vantagem da modernização dos 12 KU é que terão uma avionica similar ao dos a29 e f5br e também privilegiara uma empresa nacional a embraer.

    Mas no meu ponto de vista seria mais interessante a compra de prateleira, ainda mais porque os MB 339, poderiam aposentar os xavantes do esquadrão pacau.

    Abraços

  4. Rodrigo disse:

    Se já não consegue manter voando os que tem aqui, agregar mais a frota, vai precisar construir mais um hangar para armazenar estes A4, mas o MB339 seriam ótimos para treinamento.

  5. The Captain disse:

    A modernização dos nossos A-4 custará unitariamente quanto e os deixará no mesmo nível dos argentinos?

  6. Mauricio R. disse:

    Nossa somente a imbecilidade, atualmente ocupando o MD p/ não aproveitar uma barbada desse porte!!!
    Já vem c/ radar (AN/APG-66), rwr(ALR-66), ins(LN-93), chaff/flare(ALR-39) e o mesmo data bus do A-1/AMX(1553B); glass cockpit c/ 2 CRT, HOTAS e hud Ferranti 4150, célula zerada.
    Capacidade de ser armado c/ AIM-9L Sidewinder (aquele das Falklands), AGM-65 Maverick e GBU-16!!!
    Mas estamos nadando em dinheiro e podemos nos dar ao luxo de esperar pela incompetente da Embraer, levar 5 anos ou 60 meses p/ modernizar somente 12 células e que não são novos não, mas de 2ª mão, contrariando mais uma das mtas asneiras emanadas do MD.
    Com as aeronaves da RNAF, a MB teria quase que imediatamente mto das capacidades do upgrade proposto e um pool de células p/ poder usar e não teria de esperar 60 meses p/ tanto.
    Qnto aos MB-339C na FAB, show de bola total!!!

  7. Ricardo disse:

    Mas a questão é, a MB teria interesse nestas células ?

    Eis o “X” da questão…

    [ ]´s

  8. Vilas Nobre disse:

    Será que os EUA aprovariam esta venda ao Brasil, sendo que só agora a N. Zelândia conseguiu autorização para vendê-los e para uma empresa N. americana ?

  9. Baschera disse:

    Senhores.

    Repito….para quem esqueceu o que NJ já disse : Não compraremos mais material militar usado ou de segunda mão.

    Tem mais, o orçamento para custeio e manutenção da MB em 2010 será menor do que em 2009.pelo menos na FAB será. Tá respondida a questão.

    Sds.

  10. Challenger disse:

    Se estes aviões estivessem em condições de voar imediatamente, sem a necessidade de revisões ou manuteções demoradas, talvez fosse uma boa pois assim teriamos aviões disponiveis, e não degradaria o treinamento das tripulações, com a falta dos A-4 que temos.

    Sem a definição de um futuro Porta Aviões no medio prazo, e consequentimente um futuro Caça Naval, vão vejo outra solução se não modernizar alguns AF-1, só acho pouco, o número de aviões que serão modernizados, deveriam ser pelo menos 16, ao invés de 12.

  11. Challenger disse:

    Baschera

    O Jobim sai ano que vem então não de muito ouvidos pra tudo que ele diz.

    Na falta dos A-4KU, a compra de alguns treinadores Avançados de segunda mão, para manter o adestramento de combate dos Aviadores seria uma solução paliativa. Acho que é possivel, encontrar celulas de BAe Hawk usados por um preço economicamente viavel.

    E não precisariam buscar vagas em esquadrões da FAB, para manter os pilotos voando.

  12. claudio alfonso disse:

    Sim e ficariamos até hoje esperando a entrega? de 2001 até 2009? Para depois criarmos a doutrina de uso, etc… Ainda bem que não adiquirimos

  13. Rodrigo disse:

    O NJ como sempre não perde a chance de ficar calado, principalmente no caso da MB não comprar nada usado. Vamos ter navios fabricados aqui quando ?

  14. daniel disse:

    Só posso concordar com a opiniao de todos aqui, perdemos uma excelente oportunide! ‘tanto para FAB quanto para MB.

  15. Rodrigo Rauta disse:

    Olha, eu ia escrever extamente o q o Mauricio escreveu, mas ele se antecipou em algumas horas…ehehehe
    O q vamos modernizar, irimaos comprar agora e em maior quantidade, fora que, pelas informaçoes que temos, mesmo com a modernização, nossos A-4 iam ficar inferiores a estes!So pelo radar ja tava valendo a pena! Realmente uma pechincha!!!
    E ainda viria de “brinde” os MB339, que ia dar uma melhra sbstancial no lugar dos nossos Xavantes!! Essa sim era uma compra de oportunidade e que oportunidade!!!!

    Abraços!!!

  16. Rodrigo Rauta disse:

    Challenger

    mesmo com essa revisão e pequenos concerto(pagos por eles!!!!!!) , não ia demorar mais que uns 6 meses pra coloca-los em condição de voo!

  17. Rodrigo Rauta disse:

    Claudio, na verdade, 2001 foi o ano da desativação e não da tentativa de compra deles. A doutrina não seria muito diferente, ja que o avião é o mesmo, os procedimentos muito iguais, so mesmo na questão dos pilotos se habituarem a novos equipamentos (radar, avionica, etc, etc..)
    Abraços

  18. Vinícius D. Cavalcante disse:

    As nossas células são muitíssimo mais novas e bem menos voadas do que a dos jatos neozelandeses. Contudo eles gastaram um bocado na componente aviônica, radar, ECM e dizia-se na época do extenso upgrade que seus aviões comparavm-se favoravelmente aos F-16A.
    Como eu acredito que ao invés de termos gasto uma grana nesses Mirage 2000 “meia-boca” deveríamos ter investido maciçamente em nos tornar o maior operador mundial de F-5E modificados ao padrão F-5M, penso que esses Skyhawk poderiam se somar favoravelmente aos nossos A-4KU, que merecem ser modernizados. Aliás, pra comprar esses “novos” Skyhawks é só deixar de transferir a verba milionária que o Governo brasileiro destina especificamente a rede de entidades de fachada que recebem as subvenções pelo MST!
    No Brasil, a verdade é que dinheiro tem!

  19. emerson disse:

    A vantagem da modernização dos A4 da MB é sua integração ao datalink da FAB e a possibilidade de atuar em parceria com os F5M, A1M, A29 e E/R99, sem falar na possibilidade de unificar o treinamento dos pilotos da FAB e da MB, o que em médio prazo ajudará a integrar as duas forças, a aérea e naval.

    Melhor a MB esperar o FX2 e unificar com a FAB o tipo de aeronave usada. Se der rafale ou F18, a MB poderá usar o mesmo vetor.

  20. Almeida disse:

    Re: Baschera em 13 Out, 2009 às 21:35

    Re: Mauricio R. em 13 Out, 2009 às 22:22

    A informação que tenho, tanto da Air Forces Monthly (tenho a edição com a reportagem sobre o histórico e a desativação deles na NZ) quanto do Jane’s 2001 são de que, além do radar APG-66, eles foram remotorizados com uma versão sem pós-combustão do F-404 (que equipa os Hornets C/D). Estes são os Skyhawks mais modernos do Mundo. Mas não, obrigado, não os quero na MB.

  21. Mauricio R. disse:

    Almeida,

    Então estão melhores que os nossos Skyhawks ex-Kuwiat, em se confirmando essa remotorização.

    Emerson,

    Nada impediria a integração do data-link padrão da FAB nessas aeronaves ex-RNZAF.
    Qnto ao treinamento conjunto , somente parte deste poderia ser consolidada, devido as necessidades especificas da aviação naval.

  22. Sem saco disse:

    Como é enteressante !! a maioria aqui defendendo a compra desses aviões, mais é só comprar que vai aparecer os críticos de plantão dizendo que o Brasil só compra sucata e blá,blá,blá…

  23. Angelo Nicolaci disse:

    Eu acredito que esta seria uma excelente compra de oportunidade, seria um remendo enquanto não decidimos quais os novos vetores, e ainda manteria a capacidade operacional da MB. Outro fator importante seria a aquisição dos 339, excelentes jatos de treinamento que substituiria nosso xavantes que se encontram em estado deplorável de conservação, um verdadeiro perigo a nossos pilotos.

  24. Angelo Nicolaci disse:

    Eu apoio o NJ quando se fala em buscar comprar meios novos e não mais material usado, mas na nossa atual situação, temos que fazer uma transição de uma filosofia a outra sem comprometer a operacionalidade de nossas FAs, pois sabemos que o GAP entre a escolha e a real entrada em operação de um meio militar é grande, como exemplo o FX-2 só deve começar a voar apartir de 2014/2015, isso se não ocorrer atrasos, então eu adotaria uma politica de transição de filosofia, esta oferta é muito atraente e diminuiria o GAP até que pudessemos ter meios condizentes em estado novo

  25. Marcelo Tadeu disse:

    Nào defendo a Compra. Serão aviões com outro padrão, ademais, a MB já pensa em um substituto para os AF-1. RAFALE NA CABEÇA DE NOVO!!!!

  26. Henrique Sousa disse:

    Uma coisa, os Xavantes não se encontram em estado deplorável de conservação.

    Estão muito desgastados mas pelo uso intenso e não por uma conservação/manutenção negligente.

    Sei que não deve ter sido isto que o Angelo quis dizer (manutenção deplorável) mas para mim ficou parecendo.

  27. Marcelo Tadeu disse:

    Henrique,

    Os AT-26 serão substituídos em no 1º/4º pelos F-5M modernizados da Jordânia.

  28. Cristovan disse:

    Segundo nosso dignissimo ministro…
    Brasil ñ vai comprar + material d segunda.
    Agora nosso pais será parceiro e produtor d equipamento d alta tecnologia.

  29. marujo disse:

    Skyhawk por Skyhawk já temos os nossos, que passarão por um up grade para ficar no nível dos A-1M, AT-29 e F-5M, da FAB. O dinheiro gasto com a modernizações dos AF-1 cpacitam a indústria nacional e criam empregos. Pensar nos A-4 neozelandeses é raciocin ar com os olhos no passado, quando devemos nos voltar para o futuro. Já a compra de MB-339 para substituir os Xavantes, por um preço barato, seria muito vantajosa. Mas, não me lembro da FAB ter definido se tem que haver um avião intermediário entre os AT-29 e o F-5M.

  30. PC disse:

    Acho que cabe a pergunta:
    O que quer/vai fazer uma empresa privada com 17 Skyhawk em condições de vôo + 17 MB339 para treinamento?
    Que missões serão cumpridas por essas aeronaves?
    Sds

  31. PerSan disse:

    Quebra Gelo

    Vocês não entenderam: A imprensa apenas publicou a frase do MD de maneira errada, na verdade ele quiz dizer:

    “Nós compraremos mais material militar usado ou de segunda mão, Não?!!!”
    ao contrário de :
    “Não compraremos mais material militar usado ou de segunda mão”

    Depende do seu ponto de vista. ( a imprensa é $#%*&@#!%).

  32. Fábio Mayer disse:

    Bem…Nersão já avisou que não compra mais material usado.

  33. corsario01 disse:

    Só para clarear. Os A4 com a 404 sem pós, se por um lado agregou desempenho ao A4, tb trouxe para ele sérios problemas estruturais. As células precisaram ter uma manutenção preventiva muito mais rigorosa depois que algumas rachaduras começaram a aparecer.
    Ou seja, se optassemos, estariamos comprando mais dor de cabeça para por debaixo do nosso cobertor que já curto demais.

    Ninguém sabe o estados destes 339 e a FAB já fez uma caca quando pegou os Impalas.
    Chega de Refugo dos outros. Está na hora lermos estas notícias e não perdemos nosso foco.

    O foco do governo é para que as compras sejam feitas por uma comissão do MD e assim será de agora em diante. Logo, se o MD diz:
    Chega de lata velha!

    Eu assino embaixo, mesmo que demore, será melhor termos equipamentos novos do que refugos.

    Minha opinião!

  34. Celio disse:

    Corsário,

    mas os Impalas não estavam melhores que os Xavantes?

  35. Celio disse:

    Nisso tudo acho melhor pegar pelo menos 6 Rafales da frança – usados para adestramento do que comprar esses então..

  36. R_Cordeiro disse:

    PC em 14 Out, 2009 às 10:56

    Acho que cabe a pergunta:
    O que quer/vai fazer uma empresa privada com 17 Skyhawk em condições de vôo + 17 MB339 para treinamento?
    Que missões serão cumpridas por essas aeronaves?

    ____________________________________________

    tô com a mesma duvida do sr. Pc

    alguem pode responder esta pergunta?

  37. gerson (fronteira sul) disse:

    tbem acho!!! chega de refugo.
    agora só zero bala.

  38. corsario01 disse:

    Nem tanto que valesse a pena. Verifique se eles estão voando.

  39. william disse:

    quem vive de passado é museu.

  40. Getulio - São Paulo disse:

    Se estes fosse tão bons assim, já teriam sido comprados por alguém. Estao pedindo muito dinheiro por pouca coisa.

  41. Leandro disse:

    Sou mais os AT-63 Pampa no lugar dos Xavantes…fariamos um jogo com a Argentina: “Olha, eu compro 20 Pampas zero bala de vocês, em troca vocês substituem todos os seus Pucarás por Super Tucanos e encomendam do Brasil uns caças do FX-2 para substituirem os seus principais vetores”

  42. Marcelo Tadeu disse:

    Atenção: Os Impalas já foram retirados de serviço por problemas nos motores. Na época a FAB comprou como estoque de peças para os AT-26, só que as células estavam em tão boas condições que eles foram para a ativa (12 modelos), mas os motores começaram a dar muitos problemas e ficaram anti-econômicos.

  43. Getulio - São Paulo disse:

    Entre esses a-4 sou pela solução caseira de adquirir os AMX da Italia que serão baixados logo, para completar uma força com mais de 100 AMX.

  44. Getulio - São Paulo disse:

    vide materia AMX italianos: http://www.aereo.jor.br/?p=5667

  45. Wallacy Teles disse:

    Seria uma compra perfeita para a ARGENTINA se eles resolvessem tirar o escorpião do bolso.

  46. marujo disse:

    Só se for AMX biplace, a preços módicos, para funcionar como treinador avançado ou dotar uma unidade especializada em ataque naval.

  47. Gustavo disse:

    Graças a deus o Jobim não tá comprando jossa usada, tem gente que acha oportunidade comprar 17 A4 da década de 60? Pra que colocar em museu? Para com isso galera, estamos precisando é de aviões novos e não de mais porcaria!! Se for pra comprar usado que seja aviões da década de 8o-90! É por estas soluções “quebra galhos”, que o país vai empurrando com a barriga a compra de materiais novos. Já pensaram no preço da manutenção destas carroças? Fala sério, prefiro fazer colocar supertucano 0KM no São Paulo, por mais absurdo isso que estou escrevendo, do que mais sucatas usadas, quanto tempo de uso tem estas aeronaves? Quanto tempo vcs acham que ainda duram estas coisas? Gente pare e pense direito nisto que vc estão escrevendo.

  48. Carlos disse:

    Valeu Marcelo Tadeu e o Corsário1,
    pois moro em Natal, próximo a BANT e a um bom tempo que não vemos os “Xavantes de um lugar só” decolando ou pousando.
    Nesse sentido podemos dizer que estes Impalas voltaram a condição original para a qual eles foram adquiridos;a de fornecedores de peças.

  49. José Bonifácio disse:

    Em primeiro lugar há de ser considerado o fato de que esses A-4 Neo-zelandeses não operavam embarcados, portanto além das despesas para colocá-los em condições de uso provavelmente também seria necessário adequá-los para o uso embarcado demandando nesse caso uma série de alterações estruturais no avião dessa forma não sei se o negócio compensaria, contudo haveria ainda a possibilidade de utilizá-los como fonte de peças para os nosso A-4 KU, além disso poderíamos verificar a possibilidade de utilizar a sua aviônica e sensores no processo de modernização das nossas células as quais segundo alguns são as melhores conservadas do mundo. Quanto aos MB339 entendo que seriam os substitutos ideais aos AT-26 Xavante do esquadrão PACAU, haja vista que a FAB já começa a admitir a impossibilidade de realizar a transição direta dos cadetes do AT-29 para os caças de propulsão a jato da 1ª linha, contudo há de se saber o seu atual estado de conservação.

  50. José Bonifácio disse:

    PS.: parece que esses MB339 da NZ eram bastante modernos podendo inclusive utilizar armas guiadas e misseis ar-terra, pois além do treinamento avançado também desempenhavam uma função complementar aos A-4, sobretudo nas funções de ataque ao solo.

  51. carlos argus disse:

    Pô , pelo menos teremos onde buscar peças de reposição..canibalismo…até termos nossos caças,+ cade capacidade e coragem…?

  52. Bittencourt disse:

    Quer apostar????……a Argentina vai comprar…..

Comente

Você precisa estar logado para postar comentários.

Saiu o número 4 da nossa revista impressa Forças de Defesa, com 96 páginas. Garanta já o seu exemplar, por apenas R$18,00. O preço inclui o envio registrado pelos Correios e a embalagem protetora. Para adquirir o seu exemplar, clique num dos botões abaixo. Use o PagSeguro para gerar um boleto pagável em qualquer banco e o PayPal para pagar com cartão de crédito. Para dúvidas sobre outras formas de pagamento e demais informações, envie um e-mail para revista@fordefesa.com.br. Ao comprar a revista, o leitor torna-se assinante dos sites das Forças de Defesa, podendo postar comentários após o seu cadastramento.