QG Airsoft

Agora vai

Após aprovação dos EUA, Skyhawk neozelandeses serão vendidos finalmente

A ‘novela’ da venda dos 17 Skyhawk da Força Aérea da Nova Zelândia, desativados desde 2001, está perto de um final. A companhia privada ATAC, com sede nos EUA, vem negociando a aquisição destas aeronaves faz algum tempo. O negócio esbarrou no  governo dos EUA.

Três diferentes órgãos federais tiveram que avaliar a negociação e emitir um parecer favorável para a venda. O congresso norte-americano e a agência para a regularização de álcool, armas e tabaco já haviam emitido um parecer favorável. Faltava apenas o Departamento de Estado, que aprovou a venda na semana passada.

Juntamente com os Skyhawk serão adquiridos 17  jatos Aermacchi MB339 de treinamento avançado.

Segundo Wayne Mapp, Ministro da Defesa da Nova Zelândia, a conclusão da venda deve ocorrer nos próximos meses. O negócio está avaliado em 115 milhões de dólares.

Os novos donos arcarão com as despesas de inspeção e a Nova Zelândia deverá entregá-los em condições de voo. Para isso, os Skyhawks deverão receber apenas alguns reparos que, segundo o próprio ministro, não representará grandes custos.

Assista o vídeo da TV neozelandesa 3news  clicando na imagem abaixo

a-4k-video

Com informações do New Zealand Herald e do 3news.co.nz

NOTA DO BLOG: apenas para efeito comparativo, e com o propósito de gerar debate, seria melhor a Marinha do Brasil ter adquirido os aviões da Nova Zelândia ao invés de modernizar 12 aeronaves A-4KU?

LEIA TAMBÉM:

Tagged with:
 

tupi-ml-050409-7

Marinhas do Brasil e Venezuela realizam planejamento para a Operação “VENBRAS-2009″

A Marinha do Brasil e a Armada Bolivariana realizaram, no período de 22 a 25 de setembro, no Rio de Janeiro, a Reunião de Planejamento para a execução da Operação “VENBRAS-2009″, a ser conduzida em Águas Jurisdicionais Brasileiras, no mês de outubro, entre os portos de Fortaleza (CE) e Rio de Janeiro (RJ).

a-independencia-ml-2004

AF-1A DCTA

O Grupo-Tarefa brasileiro será comandando pelo Comandante do 1º Esquadrão de Escolta e será formado pelas Fragatas “Liberal” (F43) e “Independência” (F44); pelo Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta” (G23); Submarino “Tupi” (S30); Aeronaves AF-1, SH-3A, AH-11A Super Lynx; e contará com o apoio dos Navios-Patrulha dos Comandos dos 1º, 2º e 3º Distritos Navais, para atuarem como Figurativo Inimigo.

f-21-mariscal-sucre-imagem-armada-bolivariana

A Marinha da Venezuela será representada pelas Fragata “Mariscal Sucre” (F21), com um helicóptero orgânico e o Navio Transporte de Apoio e Reabastecimento “AB Esequibo” (T62).

 Durante a Fase de Execução no mar, que será conduzida no período de 19 a 25 de outubro, estão programados diversos exercícios operativos, tais como: Ações de Defesa Antiaérea; Ações de Superfície e de Submarino; Ataques Coordenados; Guerra Eletrônica; Tiro Anti-Aéreo; Transferência de Carga Leve no Mar; Transferência de Óleo no Mar; Manobras Táticas; e Operações Aéreas e Trânsito sob Ameaças Múltiplas.

Ao final do planejamento os Comandantes dos Grupamentos-Tarefa brasileiro e venezuelano assinaram o Memorando de Entendimentos para a “VENBRAS-2009″.

planejamento-vembras-2009-foto-mb

FONTE E FOTO (última de cima para baixo): Marinha do Brasil

DEMAIS FOTOS: Poder Naval (Marcelo Lopes e Nunão) e Armada Bolivariana

NOTA DO BLOG 1: em muitas discussões sobre Defesa, costuma-se debater sobre rivalidades / conflitos latentes entre Brasil e Venezuela. Mas não se pode esquecer que, no dia-a-dia das relações das Forças Armadas dos dois países, o planejamento e a realização de exercícios conjuntos são uma constante.

NOTA DO BLOG 2: é com muita satisfação que vemos aeronaves AF-1 incluídas entre os meios que participarão da VENBRAS 2009, conforme citado no texto do informe da MB.

Lince 09_USS Cole

Foto divulgada pela US Navy, mostra o AH-11A Super Lynx N-4009 (Lince 09) se aproximando para realizar “Fast Rope” no exercício de VBSS (Visit, Board, Search and Seizure) durante a Joint Warrior 09-2, ao fundo o USS Cole.

SAIBA MAIS:

 

Modernização dos IKL 209 na América do Sul

Peru estuda modernizar seus submarinos na Argentina

090617-N-8607B-006

vinheta-especialO governo do Peru está analisando a viabilidade de realizar serviços de manutenção e modernização de meia-vida dos seus submarinos classe 209 na Argentina.

Entendimentos entre os dois países já começaram e no dia 2 de outubro a ministra da Defesa argentina, Nilda Garré, e o vice-ministro da Defesa peruano, Rafael Aíta Campadónico oficializaram o estabelecimento de negociações e a formação de uma comissão técnica bi-nacional. Caso a proposta argentina seja aceita, os serviços ocorrerão no estaleiro estatal argentino CINAR (Complexo Industrial Naval Argentino).

A Marinha Peruana possui uma frota de seis submarinos da Classe U209, sendo duas unidades do modelo 209/1100 e quatro do modelo 209/1200.

Colômbia modernizará dois submarinos com a ajuda da HDW

Os submarinos colombianos Pijao (S-28) e Tayrona (S-29), construídos pela HDW em 1970 e entregues à Marinha daquele país cinco anos depois,serão modernizados no próprio país.

A empresa alemã Howaldtswerke-Deutsche Werft GmbH (HDW), do grupo ThyssenKrupp Marine Systems AG, e a empresa britânica Marine Force International LLP (MFI) foram contratadas para a modernização desses dois submarinos.

Os trabalhos ocorrerão nos estaleiros públicos de COTEMAR (Corporación de Ciencia y Tecnología para el Desarrollo de la Industria Naval, Marítima y Fluvial) e serão concluídos em 2011.

Chile moderniza submarinos equatorianos

Em dezembro de 2008 o estaleiro Asmar da Base Naval chilena de Talcahuano iniciaram os trabalhos para a modernização do submarino Shyri (SS-101) da Marinha do Equador. A modernização também se estenderá para o Huancavilca(SS-102). O Chile venceu uma licitação internacional, avaliada em 120 milhões de dólares,

O Shyri deve ser entregue em maio de 2011 e o término dos trabalhos no Huancavilca está previsto para 2012

LEIA TAMBÉM:

Tagged with:
 

capitao-de-cabotagem-hildelene-e-comandante-mb-foto-marinha-do-brasil

O dia 28 de setembro de 2009 entrou para a história da Marinha Mercante. Foi neste dia que a ex-aluna do Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA), do curso de Aperfeiçoamento para Oficiais de Náutica (APNT), a Capitão-de-Cabotagem Hildelene Lobato Bahia tornou-se a primeira mulher a comandar um navio. Ela comandará o navio petroleiro Carangola, da Transpetro.

A cerimônia realizada no Rio de Janeiro contou com a presença da Ministra-Chefe da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres, Sra. Nilcéia Freire; do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto; do Presidente da Transpetro, Sr. Sergio Machado; do Presidente do Centro de Capitães da Marinha Mercante, Capitão de Longo Curso Álvaro José de Almeida Junio; do Presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Aquaviário e Aéreo, na Pesca e nos Portos (CONTTMAF), Sr. Severino Almeida Filho; do Presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval (SINAVAL), Sr. Ariovaldo Santana da Rocha; da Diretora do Fundo da Marinha Mercante, Sra. Débora Teixeira, além de outras autoridades e demais integrantes da Comunidade Marítima.

Demonstrando muito emoção, Hildelene iniciou o seu discurso com a frase: “Conheça o mundo”, que estava em um folheto que anunciava o concurso para a Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante, no Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (CIABA). “Faz 12 anos que li esta frase dentro de um ônibus em Belém. Hoje, aqui já comandante, posso afirmar que conheci o mundo. Um mundo que inicialmente estava restrito a mapas, e à imaginação, tomou forma durante as muitas viagens que fiz no Brasil, Oriente Médio, Ásia, Europa e Caribe. A bordo dos navios, conheci o mundo que era quase totalmente masculino e ajudei a construir um novo mundo, onde a equidade de gêneros é um fato(…).”

O Presidente da Transpetro destacou a participação das mulheres na companhia, que hoje conta com cento e sessenta e quatro marítimas contratadas em seu quadro funcional. O Comandante da Marinha ressaltou o simbolismo daquela cerimônia:”Para nós, marinheiros e marinheiras, assumir o comando no mar é a razão de ser da nossa formação. Nós nos preparamos, e não foi diferente com a Hildelene, para um dia podermos estar comandando um navio. Mas estamos em algo mais, e há um segundo aspecto que toca a todos. Quem está assumindo o comando é uma mulher. E isso mostra exatamente como as nossas mulheres estão assumindo a sua posição merecida e relevante na sociedade brasileira.”

Para a Ministra Nilcéia Freire, a assunção do comando de um navio pela Hildelene marca de maneira muito importante a história do Brasil, porque estamos marcando não somente a incorporação, a promoção, mas a não exclusão.

Após os discursos, a Capitão-de-Cabotagem Hildelene recebeu das mãos do Presidente da Transpetro, Sr. Sergio Machado, a Estrela de Comando.

carangola-e-hildelene-foto-epoca

FONTE e FOTO (do alto): Marinha do Brasil

FOTO de BAIXO: Revista Época

SAIBA MAIS:

Tagged with:
 

estaleiro-maua-panoramica-foto-estaleiro-maua

Acordo vem sendo costurado para impedir que estaleiro fique sem obras

vinheta-clipping-navalUm acordo está sendo alinhavado nos bastidores da indústria naval do Rio para evitar que o estaleiro Mauá, o mais antigo do País, fique sem encomendas a partir da suspensão de licitações da Petrobrás. O Mauá pode ser punido pela estatal por ter alguns de seus dirigentes apontados em negociações fraudulentas na Operação Águas Profundas, da Polícia Federal. Mesmo antes da conclusão da comissão interna que analisa o caso, a Petrobrás decidiu não convidar o estaleiro para a megalicitação de 28 sondas de perfuração no Brasil, em valor estimado pelo mercado em US$ 20 bilhões.

A questão mobiliza o governo do Estado, que vem pressionando para a manutenção de encomendas para o Mauá, que emprega 4 mil pessoas. Nas últimas semanas, o governador Sérgio Cabral vem se manifestando repetidamente sobre o assunto. Na quinta-feira, por exemplo, classificou como “covardia” o ato da Petrobrás. A estatal já teria até admitido impedir subcontratação do Mauá por empresas vencedoras em suas licitações.

A proposta, agora, é que o Estaleiro Ilha S/A (Eisa) dispute a construção de sondas e contrate o Mauá. As duas empresas pertencem ao mesmo grupo, Synergy, controlado pelo empresário German Efromovich. Segundo uma fonte, o Eisa assumiria todos os riscos envolvidos com a subcontratação do Mauá.

Não é a primeira vez que as relações entre Petrobrás e uma empresa de Efromovich ficam estremecidos. Três das plataformas cujas obras tiveram intermediação do empresário – a P-36, que afundou em 2001, na Bacia de Campos, a P-38 e a P-40 – foram entregues incompletas, com custos superiores ao previsto inicialmente. Além disso, as empresas entraram em conflito por conta de um contrato de construção de seis plataformas de perfuração.

As duas questões se tornaram bilionários processos judiciais, alguns deles correndo até hoje. Efromovich chegou a ser retirado da lista de fornecedores da estatal, voltando somente após parceria com o grupo Jurong, de Cingapura. Em um round mais recente da briga, o grupo Marítima, também do empresário, obteve liminar judicial contestando a forma de licitações da Petrobrás, que não segue a Lei 8666, forçando a estatal a alterar sua política de contratações.

FONTE: O Estado de São Paulo, via Sinopse Diária da MB

FOTO: Estaleiro Mauá

Tagged with:
 

LST malaio pega fogo

O LSTKD Sri Inderapura na Marinha Real da Malásia foi tomado pelo fogo no último dia 8 de outubro. O acidente aconteceu após um curto circuito. O fogo estava parcialmente controlado, mas 16 horas depois uma espessa nuvem de fumaça pôde ser vista saindo novamente do navio.

O LST foi rebocado para fora da base naval de Lumut após o início do segundo incêndio.

Em 2002 o mesmo navio já havia passado por um incêndio. Acredita-se que os custos para recuperá-lo desta vez sejam superiores aos gastos naquela época. O KD Sri Inderapura já está próximo dos 40 anos de atividade e muito provavelmente será substituído por uma outra unidade.

O KD Sri Inderapura é um LST da classe County e foi construído em 1970 para a US Navy como USS Spartanburg County. Em 1994 ele foi transferido para a Marinha da Malásia. Este navio e da mesma classe no NDCC Mattoso Maia da Marinha do Brasil.

FONTE: The Star/Bernama.com/StraitsTimes

 

‘Brasil’ em Lisboa no dia 19

Navio-Escola estará aberto a visitas nos dias 21, 22 e 23 com a exposição sobre o cinquentenário de Brasília

brasil-rc

vinheta-clipping-navalA capital portuguesa será um porto de destaque na 23ª Viagem de Instrução do Navio-Escola Brasil, da Marinha brasileira. A bordo, além dos futuros oficiais em sua mais importante viagem profissional, o navio leva a história da saga da construção e fundação de Brasília. É a exposição fotográfica “Brasília- 50 Anos”, que estará na recepção para convidados no dia 19 de outubro a bordo do navio atracado no porto de Lisboa.

A exposição, que recentemente foi lançada no Aeroporto Internacional Juscelino Kubistchek, em Brasília, é composta de painéis fotográficos com 48 fotos. Entre elas estão registros históricos feitos quando a capital ainda estava em construção pelos fotógrafos Ake Borglund, Mario Fontenelle, Marcel Gautherot e outras fotografias cedidas pelo Arquivo Público do Distrito Federal e Memorial JK.

A exposição mostra também imagens da inauguração da capital em 1960, que irá comemorar o seu cinquentenário em 2010. As fotos da Brasília actual com os novos monumentos de Oscar Niemeyer, que constam da exposição, foram tiradas por Rui Faquini.
São esses painéis que viajam pelo mundo a bordo do Navio-Escola Brasil.

Trata-se de um projecto que a curadora Mercedes Urquiza vem desenvolvendo desde 2007 com a Marinha do Brasil que leva a história de Brasília pelo mundo fora com o apoio da Eletrobrás e Petrobras. Em Lisboa, o Hotel Sheraton Lisboa também aderiu à iniciativa.

Segundo a curadora da exposição, pioneira Mercedes Urquiza, mais de 40 mil pessoas já visitaram as exposições anteriores levadas, por mar, nos anos de 2007 e 2008. “Levar a história da fundação da capital federal para as nações amigas é uma forma de agradecer por tudo que Brasília me proporcionou”, afirma a argentina Mercedes, que chegou à capital federal em 1957 e foi testemunha ocular da construção dessa capital erguida no centro do planalto central do Brasil.

FONTE: Portugal Digital

LEIA TAMBÉM:

Tagged with:
 

hms-cornwall-nas-seychelles-foto-royal-navy

Na foto, a fragata HMS Cornwall “descansa” nas ilhas Seychelles, após navegar mais de 8.000 milhas, em um só mês, em ações antipirataria

Segundo a Marinha Real, no último mês de setembro a fragata Type 22 Batch 3 HMS Cornwall quebrou seu recorde de distância percorrida em um só mês: 8.186 milhas náuticas. O recorde, que ultrapassa marcas anteriores da folha de 21 anos de serviço do navio, foi batido em operações de patrulha antipirataria.

Nos últimos tempos, as Type 22 Batch 3 têm aparecido constantemente nos informes da Royal Navy sobre operações navais, principalmente atuando como navios-capitânia (missão para a qual dispõem de espaço e instalações adequadas) demonstrando o uso extensivo desses navios pela Marinha Real.

FOTO: Royal Navy

NOTA DO BLOG: clique aqui para acessar um extenso dossiê elaborado pelo editor Guilherme Poggio, do Poder Naval, sobre as Type 22.

SAIBA MAIS:

Tagged with:
 

JTFEX_01

A Fragata “Liberal” (F43) participou da comissão “JOINT TASK FORCE EXERCISE 2009” (JTFEX-09), no período de 14 a 22 de setembro, com a Marinha dos Estados Unidos da América, na costa norte-americana. Além da Fragata brasileira, participaram da operação meios das marinhas do Canadá, Holanda, Itália e França.

A JTFEX-09 constituiu-se de um conjunto de exercícios táticos, com o intuito de avaliar o desempenho do Estado-Maior do “Strike Group” (Grupo de Ataque) do Porta-aviões de propulsão nuclear da Classe Nimitz, USS “Harry S. Truman”, na coordenação e controle de missões que envolvam forças multinacionais.

Durante essa comissão, foram abordados os mais variados ambientes da guerra, com ênfase na Guerra Assimétrica, em que pequenas embarcações são empregadas por grupos inimigos, muitas vezes terroristas, para causarem danos a navios da coalizão que navegam próximo à costa.

Além de estreitar os laços de amizade entre os países envolvidos, a realização da JTFEX-09 foi uma ótima oportunidade para elevar o nível de adestramento da tripulação da F43 no que tange às peculiaridades de uma operação com um porta-aviões, uma vez que a principal tarefa da Fragata “Liberal” foi escoltar o porta-aviões “Harry S. Truman”, tendo participado ativamente da defesa antiaérea e contra submarinos, além de se interpor contra as ameaças de superfície.

O navio participou, também, de um exercício de interdição de área marítima, tendo a tarefa de realizar uma abordagem, com o seu Grupo de Visita e Inspeção (GVI), em um contato crítico de interesse, representado pelo “USN Prevail”.

A Fragata “Liberal” e a sua aeronave orgânica AH-11A Super Lynx N-4006 (Lince 06) foram bastante elogiadas pela atuação dinâmica e pró-ativa, cumprindo todas as tarefas com sucesso e integrando-se perfeitamente à força multinacional de coalizão, contribuindo, assim, para o êxito da missão do “Strike Group Commander“.

A data prevista para o navio regressar para o porto do Rio de Janeiro é 25 de outubro, quando terá completado 68 dias de comissão, sendo 45 no mar.

Antes disso, o navio participará da comissão VENBRAS-09 com a Marinha Bolivariana da Venezuela, que será iniciada após a atracação do navio no Porto de Fortaleza. A comissão será capitaneada pelo Comandante do 1º Esquadrão de Escolta, como Comandante do Grupo-Tarefa.

JTFEX_02

lince06_jtfex

FONTE e FOTOS: MB

 

fremm-3

Com a adição das três unidades ao contrato original, agora serão 11 embarcações do tipo para a Marinha Francesa, com entregas entre 2010 e 2022

Nesta quinta-feira, 8 de outubro de 2009, o Ministro da Defesa da França, Hervé Morin, confirmou o suplemento de três navios ao contrato original de oito fragatas FREMM para a Marinha Francesa. A confirmação foi feita na cerimônia de “início de produção” (production launch) da segunda embarcação da série, a Normandie.

Dos três navios adicionais, dois deverão ser completados na configuração de defesa aérea. A previsão é entregar um navio a cada 10 meses, o que representará um aumento significativo da carga de trabalho para a DCNS e seus parceiros industriais. Segundo a DCNS, trata-se do mais ambicioso programa europeu de construção e aquisição de navios de guerra da atualidade.

Ainda segundo a empresa, quando em serviço, os navios deverão mostrar grande versatilidade, respondendo a todos os tipos de ameaça e a necessidades da maioria dos clientes da DCNS no mundo, como demonstrado pelo sucesso recente no Marrocos. Representarão também o estado da arte em tecnologia, equipados com radares multifunção Herakles, mísseis Aster, torpedos MU90 e mísseis Exocet MM40 e com automatização dos sistemas elevada, permitindo a operação com tripulações reduzidas.

FONTE E IMAGEM: DCNS

SAIBA MAIS:

Tagged with:
 

Jobim: Brasil não comprará mais material bélico usado

g29

g25

João Naves de Oliveira

vinheta-clipping-navalO Brasil não comprará mais materiais de defesa descartados, afirmou hoje Nelson Jobim, ministro da Defesa. Segundo ele, “compramos usados a troco de banana, e foi um enorme problema”. A declaração foi feita para justificar a compra de novos caças para a Força Aérea Brasileira (FAB). “O Brasil não é um comprador. É um parceiro e precisa de transferência de tecnologia”.

O montante de investimentos no setor, de acordo com Jobim, pode ultrapassar 6,7 bilhões de euros até 2020. O valor deve ser destinado a helicópteros, caças, submarinos, blindados e até dois satélites brasileiros.

O ministro da Defesa prevê que o salto tecnológico vai exigir pessoal capacitado, e que isso repercutirá nas escolas de engenharia. “No estaleiro destinado à montagem de submarinos nucleares, a ser instalado em Itaguaí (RJ), serão empregados 14 mil pessoas altamente especializadas”, disse Jobim.

O ministro esteve em Campo Grande (MS) para participar da Operação Laguna, simulação de resgate e evacuação em estado de guerra, com a participação de 10 mil militares do Exército, Marinha e Aeronáutica. Ele explicou que a operação não está relacionada a nenhum conflito no exterior. É uma operação mostrando a real situação num estado de guerra.

Como exemplo mais recente de preparo, ele lembrou a busca dos corpos das vítimas do Air Bus A330 da Air France, afirmando ter sido “extraordinária a capacidade das operações de resgate”.

FONTE: O Estado de São Paulo, via Notimp

NOTA (fotográfica) DO BLOG: duas das recentes aquisições, realizadas pela Marinha do Brasil, de navios usados.

Tagged with:
 
Página 6 of 9« Primeira...45678...Última »