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pesqueiro-africano-1vinheta-clipping-navalUm navio africano encalhou em plena areia da praia de Buzios, no Rio Grande do Norte. A imagem inusitada chamou a atenção no litoral sul do estado, neste domingo. A embarcação pertencente a uma empresa de pesca da Nigéria e foi arrastada para a praia na maré alta. Sete tripulantes africanos estavam a bordo e dois se feriram. Eles foram internados, mas já foram liberados.

A capitania dos portos abruiu inquérito para apurar os motivos do encalhe. Será feita uma perícia na embarcação e todos os tripulantes serão ouvidos, por meio de um intérprete, já que nenhum fala português, apenas inglês e línguas locais como haussá, ibô e iorubá.

pesqueiro-africano-2A marinha vai verificar a documentação, saber o motivo pelo qual eles estavam na costa brasileira e o que teria acontecido com o barco para que chegasse a encalhar. As investigações podem durar até três meses, mas o capitão dos portos, Francisco Vasconcelos, acredita que dentro de duas ou três semanas já terá concluído o trabalho. A Polícia Federal, a quem cabe a fiscalização da permanência de estrangeiros no país, ainda não tinha conhecimento oficial do caso.

O fato levanta suspeita porque segundo especialistas, uma travessia do atlântico com motor em funcionamento perfeito e a plena velocidade levaria em torno de oito dias. A tripulação disse que levou sete dias com o motor em pane.

FONTE: O Globo / IMAGENS: InterTV

NOTA DO BLOG: Como um navio estrangeiro vem parar numa praia brasileira sem ser visto por nossa Marinha ou Força Aérea?

 

vinheta-clipping-navalCom R$ 57,62 bilhões previstos para 2010, o orçamento do Ministério da Defesa é o terceiro em tamanho. Só está atrás dos orçamentos da Previdência (R$ 254 bilhões) e da Saúde (R$ 62,47 bilhões). O valor para o próximo ano registra um aumento de 10,55% em relação ao que foi autorizado até agora para 2009, incluindo não só a lei orçamentária como também os créditos especiais e suplementares aprovados.

Nessa comparação, todas as Forças apresentam crescimento de recursos: 13,53% para a Marinha, 11,67% para a Aeronáutica e 8,98% para o Exército, conforme nota técnica dos consultores de Orçamento da Câmara e do Senado. Mas o peso dos gastos com pessoal, especialmente com os inativos e os pensionistas, distorce o orçamento da Defesa. A parte de pessoal consome 71,52% do total das verbas orçadas. Dentro disso, os aposentados e pensionistas levam R$ 26,5 bilhões.

O responsável pelo orçamento do Exército, Gerson Forini, lembra que os militares são os únicos com os gastos previdenciários dentro dos seus próprios orçamentos. Os civis estão na Previdência. Com efetivo de 192 mil pessoas, o maior das três Armas, o Exército gastará R$ 14,01 bilhões com os inativos, dos R$ 25,2 bilhões orçados para 2010. A extinção da pensão para filhas de oficiais (MP 215/01) só terá seu impacto na folha do Exército reduzido drasticamente a partir de 2036.

FONTE: Jornal do Senado

 

Região do pré-sal corre o risco de ficar sem fiscalização

vinheta-clipping-navalO principal programa de investimentos da Marinha, com a construção de cinco submarinos – um deles movido a propulsão nuclear –, já conta com a abertura de crédito especial de R$ 2,1 bilhões, aprovado pelo Congresso na semana passada (PLN 50/09). Desse total, a área econômica prometeu liberar R$ 608 milhões até novembro, segundo o coordenador de Orçamento da Marinha, almirante Anatalicio Risden. O planejamento é lançar em 20 de janeiro, acrescentou, a pedra fundamental do estaleiro e da base naval em Itaguaí (RJ), onde serão construídos os submarinos. A parcela restante de R$ 1,5 bilhão será liberada em 2010, reforçando os investimentos no Prosub, orçados em R$ 2,314 bilhões.

A soma dessas quantias irá garantir R$ 3,8 bilhões para os submarinos em 2010. No entanto, sem o Prosub, o orçamento da Marinha continua revelando a situação de penúria pela qual a Força passa há anos. A sua capacidade de fiscalizar os 4,5 milhões de quilômetros quadrados da costa brasileira, denominada de Amazônia Azul, é tão reduzida que a Força restringe a fiscalização a demandas específicas. Para se ter ideia, dos 23 aviões pertencentes à Marinha, apenas dois estão em operação. Se forem mantidos os R$ 2 bilhões em 2010 para gastos de custeio, o navio patrulha Gurupi só terá condições de fiscalizar as bacias de Campos (RJ) e de Santos (SP) durante 15 dias a cada mês, como disse Nelson Jobim aos senadores da CRE.

Por essa razão, conforme Risden, a Marinha está negociando com os parlamentares a apresentação de emendas para reforçar em mais R$ 800 milhões o seu orçamento de 2010. Desse total, o pleito emergencial da Força é de, pelo menos, mais R$ 400 milhões para assegurar o seu funcionamento mínimo. Se isso não for obtido, não apenas a região do pré-sal deixará de ser fiscalizada durante 15 dias. Documento entregue ao Planejamento mostra que a capacidade de vigiar a foz do Amazonas contra ilícitos, degradação do meio ambiente e pesca predatória seria reduzida em 80% na fronteira com o Paraguai, em 75% com a Bolívia, e em 40% na fronteira com a Colômbia e a Venezuela.

FONTE: Jornal do Senado

 

Pégasus_Garcia_D'Avilla_1

No dia 16 de setembro o UH-14 Super Puma N-7074 (Pégasus 74) do 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2) realizou, pela primeira vez, um pouso a bordo do NDCC Garcia D`Avilla, qualificando 02 Aviadores Navais.

A disponibilização de mais uma plataforma de pouso para o UH-14 gera um incremento significativo na capacidade operativa da Esquadra, no tocante às possibilidades de emprego de aeronave embarcada.

FONTE e FOTO: ComForAerNav

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Espantando o fantasma da IV Frota

José Meirelles Passos

vinheta-clipping-naval Quando a IV Frota Naval dos Estados Unidos, desativada em 1950, foi restabelecida subitamente em meados do ano passado, com a missão de monitorar o litoral de toda a América Latina, vários países da região – em especial Brasil, Argentina, Bolívia e Venezuela – manifestaram desconfiança e suspeitas. Agora, 14 meses mais tarde, voltou a surgir com mais frequência entre os brasileiros – em especial devido ao início da exploração de gigantescas reservas de petróleo descobertas no fundo do oceano – o receio de que, em algum momento, aquela força poderia ser utilizada pelos EUA para se apossar dessa riqueza.

Tal cenário seria um absurdo, segundo o contra-almirante Victor G. Guillory, 54 anos, que há três meses assumiu a chefia das Forças Navais do Comando Sul e também o comando da IV Frota Naval:

- Embora eu creia que já tenhamos explicado isso várias vezes, acho que essa suspeita jamais será completamente afastada através de uma reunião ou de uma entrevista. Vai demorar um pouco. E, como o novo comandante, estou preparado para dedicar todo o tempo necessário para desfazer as suspeitas toda vez que me perguntarem a respeito – disse Guillory em entrevista exclusiva ao GLOBO sexta-feira passada, ao fim de uma visita de cinco dias ao Brasil.

Na patente, diretor de guerra de superfície

O problema é que a própria ficha profissional de Guillory reforça as teses conspiratórias. Antes de assumir a frota, ele trabalhou três anos em Washington como diretor de guerra de superfície, da Marinha, com a responsabilidade de cuidar das necessidades para combates navais e recursos materiais para todos os navios de guerra e sistemas de combate dos EUA.

- Eu continuo sendo um oficial de guerra de superfície, mas estou muito grato aos meus superiores pelo fato de terem me nomeado para esse novo trabalho que inclui missões humanitárias, e considerar o que temos em comum com nossos parceiros na região, além de melhorar a parceria com os países com os quais enfrentamos ameaças em comum – disse o contra-almirante.

De acordo com a Estratégia Cooperativa para a Força Naval do Século XXI, dos EUA, a sua Marinha enfrenta “muitos desafios na capacidade de exercitar o controle dos mares. Talvez nenhum deles seja tão significativo quanto o crescente número de nações operando submarinos, tanto convencionais quanto a propulsão nuclear”, diz um trecho. Mais adiante ela registra um alerta significativo: “Nós devemos ter a capacidade de impor controle local do mar onde quer que seja necessário, idealmente com a concordância de amigos e aliados, mas por nossa própria conta, se formos obrigados a isso.”

No entanto, no espírito de afastar suspeitas e desconfianças, Guillory insistiu em repetir um conceito utilizado pela chefia das forças navais do Comando Sul, baseado na Flórida, desde a reativação da IV Frota, 14 meses atrás:

- Eu não tenho navio algum designado permanentemente a nós. E tampouco disponho de aviões ou submarinos permanentes. Conto apenas com um grupo de aproximadamente 140 homens e mulheres.

Tal situação, no entanto, engloba um segundo conceito: o de que a IV Frota pode, a qualquer momento, requisitar quaisquer tipos de embarcações que achar necessárias para uma determinada missão – reconheceu Guillory, ponderando a seguir:

- Eu posso obter os navios adequados (a uma determinada situação). Para outras frotas talvez seja mais apropriado o uso de um porta-aviões. Mas acredito que os tipos de desafios que enfrentamos juntos aqui na região demandem outro tipo de embarcações – disse ele, citando como exemplo os navios-hospitais que têm atendido à população mais pobre na América Central, e embarcações de pequeno porte que têm sido utilizadas para conter o tráfico de cocaína através do Caribe.

O narcotráfico, segundo Guillory, é hoje a maior preocupação da Marinha americana na região. Por isso, durante a sua viagem ao Brasil – o único país até agora visitado por ele – conversou com os oficiais locais sobre a necessidade de os países da região abraçarem o conceito de “consciência de domínio marítimo” que, segundo Guillory, se tornou uma alta prioridade para os EUA.

Visita às instalações da Marinha brasileira

Semana que vem em Newport, estado de Rhode Island, haverá um simpósio específico sobre isso. O almirante Julio Soares de Moura Neto, comandante da Marinha do Brasil, estará presente, segundo Guillory:

- Vamos tratar de ampliar a nossa capacidade de monitorar o tráfego de navios em nossa região, atentos à atividades suspeitas. Notar, por exemplo, embarcações pescando em áreas onde não há peixes; ou transitando onde normalmente não é rota de embarcações. Captando, enfim, sinais de navios realizando operações ilícitas – disse ele.

Guillory contou ter vindo ao Brasil por recomendação de vários de seus superiores, que lhe disseram que além de oferecer uma visão clara sobre a Marinha nacional, o governo brasileiro lhe ofereceria perspectivas sobre a região.

- Apreciamos nossa tremenda comunicação com a Marinha brasileira, que foi generosa em nos dar a oportunidade de visitar as suas instalações – disse ele, acrescentando, de forma a mostrar que não existem desconfianças, que também teve acesso aos planos de defesa do Brasil.

FONTE: O Globo

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Índia apresenta o reator nuclear de seu submarino

A rede de TV indiana NDTV apresentou o que seriam as primeiras imagens das instalações que desenvolveram o reator nuclear do submarino INS Arihant. Recentemente o INS Arihant foi lançado ao mar. Porém, informações não confirmadas por agências oficiais dão conta de que o submarino não está com o seu reator instalado.

Clique na imagem abaixo para assitir ao vídeo.

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COLABOROU: Leosg

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Desembarque durante a Operação Laguna

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Os onze navios, três helicópteros e cerca de quinhentos Fuzileiros Navais da Força Combinada Ladário desembarcaram hoje (03/10) pela manhã, nas proximidades do forte Coimbra. As embarcações se deslocaram até o local pelo Rio Paraguai.

O objetivo agora dos marinheiros no exercício simulado é o estabelecimento do Centro de Controle de Evacuados nas proximidades do morro do Azeite, com o objetivo de receber pessoas refugiadas e realizar ações comunitárias.

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Veja outras fotos no site da operação.

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NE ‘Brasil’ em Hamburgo

NE Brasil

Navio-Escola Brasil, fotografado no sábado passado em Hamburgo, Alemanha.

COLABOROU: Franz Neeracher

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Pesqueiro espanhol sequestrado na Somália

vinheta-clipping Um navio espanhol pesqueiro foi capturado ontem por piratas na costa da Somália com 36 pessoas a bordo. Aviões de Luxemburgo a serviço do programa de vigilância marítima da União Europeia sobrevoaram o local e confirmaram haver pessoas armadas dentro da embarcação. Tripulantes chegaram a enviar um alerta de sequestro, mas logo depois suspenderam o contato.

FONTE: O Globo, via sinopse diária

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A França confirmou a possibilidade de vender a Moscou um navio anfíbio que permitiria aos russos adicionar capacidade ofensiva sobre o mar.

O chanceler francês Bernard Kouchner e o ministro da Defesa, Hervé Morin, confirmaram os rumores de que a França está estudando a venda de um navio anfíbio à Russia. Ambos os lados, no entanto, observaram os franceses, não acordaram nada oficialmente até o momento.

Kouchner disse que há, na França, alguns princípios e regras rígidas para a venda de armas, especialmente em se tratando de um navio tão caro. O ministro da Defesa russo, Anatoly Serdyukov, indicou que no momento os dois países estão fazendo consultas mútuas.

O chefe da Defesa russo disse que seu país apresentou todo um conjunto de questões ao seu par francês e que está esperando por respostas, antes da tomada de decisões específicas de seu governo. Serdyukov disse que a Rússia não está interessada em um navio, mas em vários.

O navio em causa pertence à chamada Classe Mistral de assalto anfíbio, projeção e comando. Possui 199 metros de comprimentoe também tem a função de porta-helicópteros, podendo transportar até 16 unidades, além de 450 soldados por até seis meses ou cerca de 700 por períodos de tempo mais curtos.

Segundo a imprensa russa, o Almirante Vladimir Vysotsky afirmou que o navio de guerra francês iria aumentar muito a velocidade das operações russas. Ele teria dito que o navio da Classe Mistral realizaria algumas tarefas em 40 minutos, quando tarefas semelhantes realizadas por navios russos na Frota do Mar Negro levaram 26 horas, durante o recente conflito no ano passado contra a Geórgia.

O analista militar russo independente, Pavel Felgenhauer disse à VOA que a França, provavelmente, terá que consultar seus aliados para ir adiante com a venda. O analista diz que quase todos os países que produzem armas modernas usam algumas patentes ou know-how dos Estados Unidos. Diz ele que, portanto, a França deverá consultar a OTAN e acima de tudo Washington para vender ou não o navio à Rússia.

Moscou sinalizou que pode comprar um porta-helicópteros e adquirir licença para construir vários outros em estaleiros russos. Cada navio do tipo Mistral tem custo estimado em até Us$ 1 bilhão.

NOTA: a companhia Navantia, espanhola, também foi convidada a participar, no que cita como “concurso internacional” à armada russa, além da DCNS francesa com seu Classe Mistral. A Navantia cita o interesse russo por até quatro unidades de seu LHD Classe Juan Carlos I.

FONTE: VOA – Voice of America News     FOTO: Wikipédia

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af-1a

O VF-1 realizou no dia 01/10 (aniversário de 11 anos do Esquadrão) um voo com 4 aeronaves (1021,1022,1011 e 1013), evento que não ocorria desde 2003.

O feito foi conseguido com trabalho árduo e dedicação da unidade. O VF-1, que disparou recentemente 4 mísseis AIM-9H Sidewinder em Natal, está retornando ao patamar operacional desejado.

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