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vinheta-destaqueA República da África do Sul precisa ter 300 navios registrados para garantir fornecimento de bens e desenvolver a capacidade de competências para o transporte marítimo.

A Autoridade Sul-Africana de Segurança Marítima (Samsa), declarou que gostaria de atingir cerca de 20% deste número até o final do ano financeiro 2010/11, através de alterações legislativas que já estavam em curso.

As mudanças, que incluem a introdução do imposto de tonelagem, a revisão da política de transporte marítimo e do registro de navios sul-africanos, deverão ser ratificados e aplicados no próximo ano.

Uma marinha mercante de 300 navios iria criar 30.000 postos de trabalho no mar. Atualmente apenas um navio está registado com bandeira da África do Sul e será vendido para demanche, as outras embarcações estão registradas todas sob bandeiras de conveniência.

Tsietsi Mokhele, Chefe Executivo da SAMSA disse que era arriscado para um país depender fortemente de navios de comércio afretados ou de terceiros: “O primeiro problema é a segurança do abastecimento, porque 98% das importações e exportações são transportadas por via marítima e temos uma economia dependente do comércio em 50% do PIB e se houver alguma ação que possa comprometer a garantia com o resto do mundo, a economia seria seriamente afetada.

Segundo o Porta-voz do Tesouro Nacional , as empresas de transporte marítimo seriam tributados com uma taxa fixa de acordo com o tamanho de seus navios e não de acordo com a renda, tornando o ambiente fiscal da África do Sul mais competitivo.

A título de exemplo, a Safmarine, maior armador sul-africano, dos seus 20 navios, apenas um está registrado na África do Sul, quatro são do registro internacional belga e 15 em registro internacional inglês. A Safmarine pertence ao grupo dinamarquês A P Moller (Maersk).

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A Marinha Mercante brasileira encontra-se em uma situação não muito distante dos sul-africanos, sendo que a maioria disparada de nossas exportações e importações são feitas sob bandeira estrangeira. Apenas para efeitos comparativos, somos grandes produtores e exportadores de carnes congeladas e no entanto, 100 % destas exportações  são efetuados em navios estrangeiros, pois nossa Marinha Mercante não possui nenhum navio frigorifíco de bandeira.

Desnecessário dizer que uma Marinha Mercante forte, capacitada e equipada é fator primordial para mobilização e projeção de poder, seja econômico, seja estratégico.

NOTA: Comparativamente falando, a situação do Brasil não é muito diferente, poucos navios de bandeira brasileira, a maioria disparada em rotas de cabotagem pertencem a armadores estrangeiros, mas são operados por suas subsidiárias nacionais, contribuindo com o desaparecimento da “mostra de bandeira” brasileira ao redor do mundo.

NOTA 2: Existem também navios brasileiros registrados com bandeira de conveniência estrangeira e com guarnição totalmente estrangeira.

FOTOS: Rogerio Cordeiro, Santos Shiplovers (notar a bandeira inglesa e o porto de registro em Burntisland, Escócia, pois os navios escoceses arvoram o pavilhão inglês)

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NAsH Carlos Chagas chega a Porto Velho

 

A partir do dia 22 de novembro de 2009 o Navio de Assistência Hospitalar “Carlos Chagas” – U-19, estará atracado no cais da Marinha do Brasil – Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, após cumprir ciclo de atendimento médico e odontológico às populações ribeirinhas na calha do Rio Madeira, bem como potencializar a presença da Marinha do Brasil na região amazônica. A população do Estado de Rondônia está convidada para Visitação Pública às instalações do famoso “Navio da Esperança”.

PROGRAMAÇÃO:

Chegada: dia 22/11 – domingo – atracação prevista – 09:00 horas.
Visitação Pública – Horário de 10:00h às 17:00h:
dia 22/11 – domingo
dia 23/11 – segunda-feira
dia 27/11 – sexta-feira
dia 28/11 – sábado
dia 29/11 – domingo
Local de Atracação: Cais da Marinha do Brasil – Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.

FONTE/FOTO: O NORTÃO/NGB

LEIA TAMBEM:

Navios de Guerra Brasileiros – NAsH Carlos Chagas – U 19

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Primeiro voo do Lynx Wildcat

AW 159_First Flight

A AgustaWestland realizou com sucesso em 12.11.09, o primeiro voo do AW159 Lynx Wildcat , nas suas instalações em Yeovil, tendo o chefe dos pilotos de teste da Westland, Donald Maclaine, nos controles.

A aeronave completou uma série de verificações durante o voo e que foi executado conforme o esperado pelo fabricante.

Mais dois AW159 irão completar os testes de voo em 2010 e testar a vasta gama de equipamentos que a nova aeronave irá transportar.

O voo inaugural do AW159, que será conhecido como o Lynx Wildcat pelos militares do Reino Unido, é um marco importante no desenvolvimento deste novo helicóptero militar, dos quais 62 unidades já foram encomendadas pelo Ministério da Defesa britânico para equipar o Exército e a Marinha Real, executando missões terrestres e marítimas.

A primeira aeronave será entregue em 2011 e vai se tornar plenamente operacional no Exército em 2014 e na Royal Navy em 2015.

Os AW159 Lynx Wildcat, do Exército britânico, irão realizar uma amplo leque de tarefas no campo de batalha, incluindo reconhecimento, comando e controle, transporte de tropas e material  e proteção das forças terrestres.

AW 159_Deeping SonarA variante naval irá fornecer uma capacidade de transporte marítimo ágil, proporcionando capacidade de guerra anti-superfície (ASuW), anti-submarino (ASW), proteção da Esquadra e ainda irá operar no apoio às operações anfíbias e ser um elemento importante na defesa contra ameaças de navios de superfície.

Em ambas as versões, haverá um alto grau de comunalidade, o que vai significar que a aeronave poderá alternar os papéis com facilidade além de proporcionar uma redução nos custos de manutenção.

O AW159 é alimentado por dois motores de nova geração CTS800, cada uma capaz de produzir continuamente 1.281 shp, dando a aeronave uma excepcional reserva de potência, aliada a uma alta performance, característica da família deste felino.

AW 159 Lynx Wildcat_01

A cabine inclui um sistema totalmente integrado, utilizando quatro display’s 10×8″, sensores montados no nariz incluem IR/gerador de imagens de TV com designador laser e na variante naval, montado sob o nariz o radar de varredura ativa da Galileo Selex 7400E de 360°.

O AW159 também possui um abrangente conjunto integrado de defesa,  composto por um sistema de alerta de mísseis, receptores de aviso de radar e um sistema de contramedidas eletrônicas. Além disso, o AW159 será capaz de carregar uma variedade de armas, que inclui desde metralhadoras, torpedos e cargas de profundidades até o Future Anti-Surface Guided Weapon (FASGW), que substituirá o MAS Sea Skua como armamento ASuW.

AW 159 Lynx Wildcat_02AW 159_Lynx Wildcat_03Aw 159 Lynx Wildcat_04

Assista ao vídeo do primeiro voo AQUI.

SAIBA MAIS:

FONTE, FOTOS e VÍDEO: AgustaWestland

 

Esquadra_Operação Laçador

A Esquadra Brasileira e a Força de Fuzileiros da Esquadra iniciaram, no dia 15 de novembro, o deslocamento de diversos meios para participar da Operação Combinada “Laçador”, que está sendo realizada na região sul do Brasil.

A operação é um exercício de adestramento conjunto que testa a interoperabilidade e a integração de atuação do Ministério da Defesa e das Forças Armadas. Aproximadamente 8 mil militares da Marinha, Exército e Aeronáutica estarão envolvidos na operação, que se desenvolverá nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Os seguintes meios navais participarão da operação: Navio de Desembarque de Carros de Combate “Garcia D’Avila”; Navio de Desembarque-Doca “Rio de Janeiro”; Fragatas “Bosísio”, “Constituição” e “Independência”; Navio-Tanque “Gastão Motta”; SubmarinoS “Timbira” e “Tikuna”; Corveta “Jaceguai”; Navios-Patrulha “Babitonga” e “Benevente”; Navio-Balizador Faroleiro “Mario Seixas”; Navio-Balizador “Comandante Varella”; Navios Varredores “Abrolhos” e “Albardão”; Rebocador de Alto-Mar “Tritão”; 1 helicóptero UH-14 “Super Puma”; 2 AH-11A “Super Lynx”; 1 SH-3A/B “Sea King”; e 2 UH-12 “Esquilo”.

Serão realizados adestramentos de controle de área marítima, de controle naval do tráfego marítimo, além de exercícios de projetar poder sobre terra, com incursão anfíbia de Fuzileiros Navais e participação de Mergulhadores de Combate.

No Grupo-Tarefa constituído pelos meios da Esquadra estão embarcados 1.864 militares da Marinha do Brasil e 109 pára-quedistas do Exército Brasileiro.

SH-3A/B

FONTE: MB

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