‘Prince of Wales’ para a Índia?

Depois do anúncio pelo MoD Britânico do “downgrade” do segundo navio-aeródromo da classe “Queen Elizabeth” para baratear os custos, foi ventilado desta vez que para fazer dinheiro o Ministério da Defesa britânico estaria pensando em vender o Prince of Wales para a Índia.

A Índia teria se mostrado bastante interessada no negócio. Resta saber agora, se a informação for verdadeira, que aeronaves os indianos colocariam no navio.

FONTE: The Observer, The Guardian, via ADIT

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Hellenic_Shipyards_Aerial

Os estaleiros gregos Hellenic Shipyards estão numa situação difícil, sem dinheiro e sem trabalho, após o cancelamento do contrato entre o Governo Grego e a TKMS (ThyssenKrupp Marine Systems) alemã, proprietária das instalações gregas.

Embora a TKMS afirme que não pensa em fechar a subsidiária, diz no entanto que as dificuldades financeiras são enormes.

Em setembro deste ano foi anunciado que a TKMS cancelou os contratos para a construção de quatro submarinos classe “Papanikolis”  – Type 214 (Programa Archimedes) e  a modernização de três submarinos Type 209 para a Marinha Helênica (Programa Neptune II), depois de dois anos de discussões.

A TKMS diz que os pagamentos de € 524 milhões (US$ 780 milhões), sendo € 300 milhões para o Hellenic Shipyards, ainda não foram feitos pelo Governo Grego.

A HDW, subsidiária da TKMS, construiu o primeiro submarino da classe, o Papanikolis, que foi recusado pela Marinha Grega em 2006, sob a alegação de que o mesmo não cumpriu os requisitos operacionais. O Papanikolis foi posteriormente certificado pelo Ministério da Defesa Alemão, mas mesmo assim foi recusado novamente pelos gregos. Os outros três submarinos Type 214 foram construídos no Hellenic Shipyards, em Skaramangas e não apresentaram problemas.

Em 2002 os gregos fecharam um contrato para a modernização de meia-vida de 3 submarinos Type 209, para a inserção de um “plug” no casco com propulsão AIP.

No início de 2009, entretanto, o Ministério da Defesa da Grécia estava considerando abortar o Programa Neptune II e adquirir dois novos submarinos Type 209, com AIP já incluso.

Hellenic Shipyards

Hellenic Shipyards 3

FONTE: Jane’s Information Group

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SSK Alrosa Kilo Class Pump-Jet Propulsion

Um submarino diesel-elétrico russo da Frota do Mar Negro está sendo rebocado para o porto de Novorossiisk após sofrer uma pane no sistema de propulsão durante exercícios no mar.

O Alrosa, um submarino da classe “Kilo”, estava em treinamento no Mar Negro no sábado e reportou problemas no sistema de propulsão “pump-jet” (ver fotos do Alrosa no dique).

O Alrosa, comissionado em 1990, é o único submarino em serviço ativo na Frota do Mar Negro. É baseado em Sevastopol, na Península Crimeana da Ucrânia.

SSK Alrosa Kilo Class Pump-Jet Propulsion

FONTE: RIA Novosti

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Jaqueta Plataforma PMXL-1

vinheta-destaqueA Jaqueta da plataforma de Mexilhão (PMXL-1), construída pelo estaleiro Mauá, começou a ser transportada dia 19 em direção à Bacia de Campos. A estrutura possui 182 metros de altura e, depois de instalada, receberá dois grandes módulos de 7 mil toneladas cada. Os módulos estão em fase final de “load-out” na unidade de Caximbau do estaleiro Mauá e deverão seguir para o campo de Mexilhão, na Bacia de Santos, nos próximos dias. A unidade terá capacidade de produção de 15 milhões de metros cúbicos de gás natural. De acordo com o presidente do estaleiro Mauá, Domingos D’Arco, a Mexilhão é a maior estrutura de aço já montada no Brasil para a indústria offshore.

Características da Plataforma PMXL-1 (Tipo Fixa)

Dimensões:

  • Plataforma: Altura total 227 metros

Jaqueta:

  • Altura total : 182 metros
  • Dimensões da base: 70 m x 70 m
  • Dimensões do topo 40 m x 40 m
  • Lâmina d’água : 172 metros

Geradores

  • Principal: 3 x 3,5 MW (gás dual fuel)
  • Auxiliar: 1 x 1,25 MW (diesel)
  • Emergência: 1 x 1,25 MW (diesel)

Capacidade dos tanques de óleo diesel

  • 283,5 m3 (mezanino)
  • 34 m3 (terceiro deck)
  • 6,3 m3 (cellar deck)
  • Volume total: 323,8 m3

Outros:

  • Guindastes 2 do tipo diesel-hidráulico, com capacidade de 25 toneladas
  • Heliporto Projetado para operar com helicópteros do tipo Sikorsky S- 61N
  • Alojamento Acomodações para 100 pessoas

Jaqueta Plataforma PMXL-1

51798Real

COLABOROU: Sergio Maneschy

Fighter Fling 2004

A série “Fighter Fling” é composta de vídeos comemorativos anuais da US Navy, produzidos pelas próprias tripulações dos esquadrões do F-14. Começaram em 1989, e 2004 foi a última edição.

Neste vídeo, em particular por ser o último, há muitas referências bem-humoradas sobre o que os pilotos de Tomcat acham dos Hornets.

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vinheta-clipping-navalAs dificuldades que o governo está enfrentando para aprovação dos quatro projetos do marco regulatório do pré-sal na Câmara podem se multiplicar quando o tema for apreciado pelo Senado. Para senadores da base governista e da oposição, será preciso atenção redobrada e um ofensiva mais agressiva do Planalto. Só assim, dizem, será possível manter nos projetos o que a comissão interministerial que estudou as novas regras desejava e dentro do prazo: abril de 2010.

Com 81 parlamentares, três por Estado, o Senado será um campo fértil para polemizar. Ali, o governo não poderá fazer quatro comissões especiais, uma para cada projeto.

Todos terão de passar por quatro comissões (Constituição e Justiça, Meio Ambiente, Infraestrutura e Assuntos Econômicos), antes do plenário.

O lóbi pretende aumentar a pressão na casa. O mais evidente deles é o do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), das empresas do setor, e que quer alterar impedir a instituição da Petrobras como operadora única do pré-sal, e o poder de veto da Petro-Sal, nova estatal do setor.

A posição do setor encontra eco no discurso de Delcídio Amaral (PT-MS): “Nem a Petrobras quer ter tanta atuação, nem faz sentido um ente que não aporta nada no negócio ter tanto.”

Para ele, o Senado forçará o governo a lançar mão da parcela de que dispõe dos royalties (ficou em 19% na Câmara, excluídos os 3% para a área ambiental) como munição para acertar interesses locais.

O Palácio do Planalto trabalha com o possíveis mudanças no texto. A estratégia é recuperar o texto original quanto a matéria voltar à Câmara.

“O que for mudado no Senado, nós vamos recuperar na Câmara”, avisa o relator da partilha na Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

Diferentemente da Câmara, a oposição vai estar unida no Senado para dificultar a aprovação do marco regulatório.

“Na Câmara, estamos com algumas divergências. Mas, no Senado, o PSDB terá uma posição única, pela manutenção do modelo de concessão”, disse o presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE).

“Vamos discutir com tranquilidade, aqui a correlação de forças é diferente, oposição e partidos são mais fortes”, disse José Agripino Maia (DEM-RN).

Para Ideli Salvati (PT-SC) só com a institução do regime de urgência constitucional, que impõe a tramitação em até 45 dias, o projeto poderá ser aprovado até abril, como quer o governo.

Para o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), a ideia é estabelecer, como na Câmara, uma data para encerrar a votação, sem a “camisa de força” da urgência constitucional. “Pode ser 45 ou 60 dias. Não podemos é deixar para as calendas gregas.”

FONTE: Portos e Navios

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