O navio que a Itália vai enviar ao Brasil e depois ao Haiti é o “navio-aeródromo de propósitos múltiplos” Cavour.
O Cavour fará escala no País para levar equipamentos e equipe médica brasileira.
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O navio que a Itália vai enviar ao Brasil e depois ao Haiti é o “navio-aeródromo de propósitos múltiplos” Cavour.
O Cavour fará escala no País para levar equipamentos e equipe médica brasileira.
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Nessa hora de crise: O velho Migão faz muita falta, sem dúvida foi um precipitação desativar o saudoso Minais Gerais.
Não era mais fácil a equipe brasileira ir de encontro ao navio de avião em alguma cidade que fique no meio do caminho ?
Rodrigo,
Concordo, tem coisa mal explicada ai, a noticia como divulgada nao faz sentido…
Esse não era o nome de um dos navios torpedeados na Noti di Taranto?
Oba olha aí os italianos colocando o molho bolognesa nas pretenções francesas!!!
Não sei o que os nossos almirantes têm na cabeça que ainda não reativaram a base naval em Pernambuco, durante a 2 GM, Recife foi a principal base para os Navios Aliando no Brasil, durante as Guerra da Lagosta mais uma vez a frota ficou baseada em Recife, e durante as operações de resgate do Vôo 477 o comandante do 3° DN foi obrigado a se deslocar para o Recife para junto com a Força Aérea traçar detalhe para realização da tarefa de resgate dos corpo e destroços do acidente aéreo, uma cidade região bem localizada, muito estratégica, com 2 grandes portos, um grande estaleiro (o Maior do Atlântico Sul) um hospital naval, uma vila naval, uma escola de aprendiz de marinheiro, também existe uma (desativada) pre-construção de uma base naval que dispõem de um dique seco situada entre Recife a lendária cidade de Olinda, O que os almirantes estão esperando?
Em assim sendo, parece-me que a Itália assim o fez para não causar melindres com a diplomacia brasileira, certamente teriam equipe médica completa, mas o fizeram apenas para ter a chancela, digamos assim, do país que “comanda” a MINUTASH…
Ajuda bem vinda por certo, o desastre no Haiti deve ficar ao largo de considerações políticas, diplomáticas, e de qualquer outra ordem que não seja humanitária, mas, para quem tem vergonha na cara, algo que a elite política brasileira parece não ter, é assustador precisarmos da capacidade expedicionária de um país do outro lado do atlântico para uma missão no prolongamento norte de nosso mar terrritorial.
Agora, nosso presidente, ciente do descontrole da situação, liga para o presidente Obama e diz que “a ONU não pode fazer tudo, e os EEUU precisam ajudar na distribuição de alimentos para que as tropas da MINUTASH cuidem da segurança…” É a inversão dos fatos, quem dava sinais de que estava tudo sob controle da ONU, leia-se Brasil, era o próprio Brasil, que, com seus braços estendidos, viu que não chegaria na cintura do gigante…
Sem outra alternativa, pede ajuda das tropas dos EEUU, da Marinha Italiana, e ainda arrota (perdoem-me a expressão), liderança…
Certamente o A 11 – Minas Gerais poderia estar funcionando, pois foi todo reformado em 1998, para durar mais dez anos, o “detalhe” é que estaria funcionando!!!
Seria uma excelente plataforma LPH.
Hoje acredito que não valeu a pena ter o Sampa.
Todos estes eventos mostram que improvisar uma Marinha NÃO DÁ CERTO!.
A uns 3 desses na minha Ilha das Cobras…..ehehehehehehe
Abraços…
Acredito que as grandes maiorias dos visitantes do blog sonham com uma Marinha de Água Azul, uma Armada Poderosa de fazer os ermanos nos Argentinos e venezuelanos babarem, mas para construirmos uma marinha com capacidade global, não devermos apenas construindo alguns submarinos e fragatas, mas se queremos realmente ter uma verdadeira esquadra, teremos que mudar os princípios básicos da formação naval, devermos mudar a forma de ensino na escola de aprendiz de marinheiro e no colégio naval, criar uma nova doutrina, devemos ter uma marinha civil e outra militar:
Marinha Civil:
Deveríamos criar a guarda naval, subordinada diretamente ao comando da marinha, teria como atribuições policiamento marítimo costeiro, fiscalização de esportes náuticos, fiscalização em portos, e via marítimas e fluviais, combate ao contrabando e trafico de drogas. Guarda das instalações da Marinha como Hospitais, Vila Navais, estabelecimento de ensino.
Há maioria dos navios de apoios deveria ser guarnecidas por profissionais civis voluntários oriundos de outros setores do serviço publico federal, estadual e municipal como também pessoal na iniciativa privada em escala de rodízio.
Marinha Militar:
Os militares deveriam deixar os serviços de apoio e borocrartico com os civis e os milicos seriam distribuídos em todo frotas de navios de combate, tendo em vista adestrar de maneira eficiente a tropa poderia criar uma grande Esquadra.
Marine e Rodrigo,
ao que parece, o Cavour necessita fazer a escala no Brasil para embarcar brasileiros e demais equipamentos e provisões aqui do Brasil.
“Segundo a nota o Navio deve fazer uma escala no Brasil, onde serão embarcados efetivos e equipamentos para a operação de ajuda aos sobreviventes do terremoto do Haiti.”
http://pbrasil.wordpress.com/
O que não quer dizer que não se pudesse, teoricamente, fazer isso em alto mar também…Mas como não sabemos que tipo de equipamentos e nem quantos “efetivos” brasileiros serão embarcados, então não dá pra afirmar muita coisa no momento. Vamos aguardar.
abração prôceis
para quem quiser mais informações sobre este tópico:
http://moraisvinna.blogspot.com/2010/01/operacao-conjunta-brasil-enviara-porta.html
abraços a todos
Será que toda essa situação não fará com que a classe política e em especial o poder executivo mudar sua postura sobre as FAs?
Digo isso, pois essa situação está mostrando o quão frágil o Brasil é em matéria de defesa e de logística e isso é muito grave para um país que quer um assento no conselho de segurança.
Não ter a capacidade de mandar dois ou três navios prontamente para a região, assim como não dispor de tropas ou de material para transladar até o local é algo muito complicado para uma nação que quer ser vista como uma potência.
Essa seria uma grande oportunidade para o Brasil mostrar para o mundo que é capaz de cuidar e de proteger o Haiti.
Mas no final das contas fico com a impressão de que nosso pais passou mais tempo planejando, competindo e se desgastando do que ajudando de fato (não me refiro aos militares no Haiti nem ao pessoal que foi ajudar).
Como país somos iniciantes na política internacional de peso, acho que temos que aprender mais uma lição e não deixar ela se repetir.
O mais importante no fim das contas é a ajuda que o povo do Haiti está recebendo.
PS: Desculpem pelo comentário fora de foco.
Agora ,talvez os governantes acordem,para a necessidadde da marinha e comprem de vez essa ,barganha do invencible ,que esta desativado sem os motores e tem poucas horas de mar,não seria uma ma acisição
Rapaziada, vamos pegar esse NA e não devolver mais!!!
Dois PA tipo Cavour para a MB não fariam mal nenhum. Prefiro duas uniades menores e polivalentes como este do que uma grande e fantasiona unidade de 40 mil toneladas.
Quem sabe o desativado Invencible inglês ainda dá algum caldo por essas bandas. Seria uma melhor opção que o J.D’Arc, opão defendida no blog por alguns.
Provavelmente o Brasil deve enviar helicópteros para o Haiti. Cadê o São Paulo quando nós precisamos
Como se vê todo mundo vai querer mostrar sua bandeira no Haiti. Vai ser um desfile de porta aviões. Logo ira o francês, o inglês, etc.
Eu penso que não se trata apenas de ajuda humanitária, mas o dia de amanhã do Haiti.
Os americanos já tem sua estratégia no Atlântico Sul gerida pelo Comando Sul da Marinha. Já botaram o Brasil para correr de Honduras, fincaram os pés na Colombia. Mas é preciso dizer que eles também são generosos, quando resolvem ajudar, ajudam mesmo, do modo deles é claro. De cara 100 milhões de dólares, 10.000 soldados que poderão chegar aos 80mil. Para eles, militares é apenas um treino, um deslocamento de tropas que se preparam para a guerra, seja no Afeganistão, na África próximo lugar provável do envio deste contingente que está no Haiti.
O Cavour está com cheirinho de tinta fresca ainda , ele entrou em serviço em 27 março de 2009 , esta será a primeira missão dele.
O Cavour está com cheirinho de tinta fresca ainda , ele entrou em serviço em 10 Junho de 2009 , esta será a primeira missão dele.
Cabral em 18 jan, 2010 às 21:41
“… que os almirantes estão esperando?”
deve ser dinheiro (verba) creio eu :p
É a estratégia do Comando Sul americano, que inclui o Atlântico Sul, Caribe, Brasil e Africa.
Por isso eles (marinha americana) tenta vender o Super Hornet para a FAB, porque foram os únicos enxergarem o seu papel e o nosso no Atlantico Sul.
É de boa estratégia fazer parceria vendendo equipamentos militares ao Brasil e ficando perto de suas ações. Enquanto eles forem potência, as alianças serão inevitáveis.
Os romanos antigos dominaram por 1.000 anos.
Os americanos são potência há mais de 65 anos e não há nada que indique que eles não serão nos próximos 65 anos. Todos os países dependem deles para sobreviver nesta geração, nesta época. Estamos no mandato global deles. Eles possuem mais de 3.000 bases espalhadas pelo mundo, seja por conquista de territórios, por concessões, acordos de vencedores em guerra (Japão e Alemanha, Espanha (Cuba), etc).
Nós ficamos no Haiti até agora e não sabemos o que dalí tiramos para nossa estratégia geopolítica.
Os americanos vão ajudar o Haiti e bem provavemente ficarão com uma concessão por 100 anos para uso de base, etc.
Chamar o Cavour de Porta-aviões é meio forçado, não? Deve cumprir muito bem a missão de navio de assalto anfíbio e apoio logístico multi-propósito.
Se esta “visita” for pra fazer propaganda e fazer os governantes babarem, que seja muito bem vindo o Cavour!!!! E que consiga alcançar os seus objetivos!!!! Este aí ou a classe mistral francesa cairiam bem na MB!!!!!!
Alguns poderão dizer, porque a Africa? Pelo fato da Al Qaeda estar no Iêmen? Tudo indica que sim, mas o que se vislumbra naquelas paragens é o avanço chinês, comprando e construindo tudo por lá, conquistando mercados presentes e futuros. creio
Creio que a Africa é o novo campo de batalha por mercados consumidores, minérios, energia, como tem ocorrido na história.
O avanço chinês na construção civil por aquelas paragens mostra que eles pretendem fincar pé por lá. Em troca levam os minérios, energia, tudo para mover sua maquina industrial neste seculo XXI.
Como nós nunca tivemos projeto para a Africa apesar das origens de nosso povo, estamos sendo ultrapassados inclusive em países de lingua portuguesa, pelos concorrentes globais.
Lendo e pensando, fica claro que os italianos não possuem conhecimento logistico sobre o Haiti. Ao embarcarem uma tropa brasileira, podemos entender a lógica da operação.
1) A situação no Haiti é caótica e o esforço internacional é realmente necessário. Assim, a Itália cumpre seu papel humanitário tradicional e seu governo responde à uma demanda política interna.
2) Ao enviar seu novissimo navio para uma missão dessas, eles aproveitam para similar uma missão militar e aproveitam para testar o barco, treinar a tripulãção e provavelmente, corrigir defeitos de projeto da embarcação. A vantagem é que o navio não corre o risco de ser torpedeado, então a tripulação pode ser treinada em ambiente real sem risco real.
3) Para o Brasil, será excelente ter um barco para levar material pesado e pessoal especializado. Mas a grande vantagem é que o pessoal brasileiro conhece muito bem o Haiti e as necessidades imediatas. Assim, durante o período de viagem entre o Brasil e Haiti, será possivel a troca de informação e o detalhamento da missão italiana. Acho que essa é o grande objetivo da missão.
4) pode ser tambem a oportunidade de demostrar o equipamento para a MB objetivando um futuro contrato de compra de um navio de projeção estrategica. Será ótimo para a MB avaliar o projeto.
O Cavour operam harrier certo? eles utilizam o skyjump para decolagem?
Sim, os Harrier utilizam o “ski-jump”. Futuramente serão os F-35.
Celso Cruz
Cara amigo,
Verba é muito importante, mas sem vontade administrativa não adianta ter verba, a MB erroneamente está concentrada no Rio de Janeiro, concordo que a defesa do Sudeste e Sul é importante, mas canalizar todos os meios da esquadra nessa região é no mínimo perigo, falta de visão estratégica, os vasos que estão a nossa disposição hoje deveria está distribuído pelo menos e três base navais (uma na Baia de Guanabara, uma na plataforma continental do Nordeste e outra na entrada da região amazônica entre o Estado do Pára e Ceará, sendo assim poderíamos atender de forma mais rápida alguma situação de emergência em qualquer parte da Amazônia Azul.
Correção: Estado do Pará
Prá quem tem “Cavour”, “Mistral” não faz falta.
Os italianos estão fazendo propaganda de seu produto.
Certo eles.