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Grupo Aéreo

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Defesa antiaérea das escoltas

Defesa antiaérea das escoltas

ARTE: Planeman

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77 Comentários to “O NAe ‘São Paulo’ comparado a navios-aeródromo de outras Marinhas”

  1. nozes disse:

    desculpe meus amigos mais a Defesa antiaérea do SP pareceu piada comparando com os outros!

  2. caravlhomtts disse:

    Coitadinho do São Paulo tá mau na fita,cobertura de no maximo 15 km.

  3. Bosco disse:

    O São Paulo usa como defesa o fato de ser cercado de água por todos os lados como os antigos e inexpugnáveis castelos da Idade Média, como demonstra a terceira foto de cima para baixo.

  4. Bosco disse:

    Brincadeira! Na verdade foram instalados dois lançadores de mísseis Mistral para defesa de ponto.

  5. Fábio Mayer disse:

    Tudo bem! Se ele fosse operacional eu criticaria… mas como tá na garagem (eternamente) vou me abster de dizer que ele não serve para nada…ops..acabei escrevendo!

  6. nozes disse:

    achei um forum com o texto completo se alguem tiver interesse

    http://www.bf2brasil.com/forum/showthread.php?t=57788

  7. Fuzila disse:

    Muito bom os comparativos e gráficos gerados.

    Conclusões do autor e todos os gráficos aqui:
    http://forum.keypublishing.co.uk/showthread.php?s=c4443a82b218bc269f8f899c3861bb38&t=85539

  8. Mauricio R. disse:

    Pô humilhar o “Opalão” carro de fuga dessa maneira, já não tem mais graça.

  9. Fuzila disse:

    Ops ! O Nozes já postou um link.

  10. Ricardo disse:

    Temos que rever muitas coisas :(

    [ ]´s

  11. Lecen disse:

    Segundo o texto do link, ” Certainly the Rafale is comparable to the F-18E in every respect”.

    Nesse caso, baseando-se apenas na opinião deste comentarista amador, seria melhor comprarmos o F-18 super hornet. É tão bom quanto o Rafale e muito mais barato.

    Obviamente que em um mundo perfeito, teriamos um porta-aviões pelo menos semelhante ao De Gaulle e caças tal qual os Rafale ou F-18. Contudo, temos o A-1, que são aviões de papeis que ainda recebem algum apoio nos comentários deste blog sabe-se lá por que.

    E sim, I’m back!

  12. Felipe Cps disse:

    Bem, falar o que? As imagens das defesas antiaéreas parecem aquelas fotos que comparam o nosso Sol a Estrelas Gigantes Vermelhas… Uma lástima…

    Uma curiosidade: o Charles de Gaulle é menor (em comprimento) que o Chevetão?

    Sds.

  13. Felipe Cps disse:

    Lecen em 22 jan, 2010 às 19:49:

    “teriamos um porta-aviões pelo menos semelhante ao De Gaulle”

    Certeza? :)

    http://www.naval.com.br/blog/2009/04/05/problemas-tecnicos-do-charles-de-gaulle-sao-mais-serios-que-o-esperado/

    Sds.

  14. Danilo disse:

    Como todos ja sabem precisamos muito de escoltas novas capazes de prover de defesa aerea e defesa de ponto a esquadra e começar pensar urgentemente em um novo navio capitanea, pois o são paulo não tem condições de receber aeronaves maiores e prover de defesa e ataque a esquadra.

  15. Bosco disse:

    Pra mim os alcances do mísseis Standard MR e ER estão muito aumentados.
    166 quilômetros para a versão MR (medium range) e 370 quilômetros para a ER (extended range) acho muito. O que se sabe é que versão MR teria um alcance na faixa dos 75 km e a ER na faixa de 240 km.

  16. Dalton disse:

    Felipe…

    há uma diferença de cerca de 3,5 metros, 265m para o São Paulo
    contra 261,5m para o De Gaulle, mas se vc descontar o bridle
    catcher do São Paulo a diferença cai ainda mais, portanto não
    é significativa.

    O importante é a largura, muito maior no De Gaulle, e o fato do conves em angulo do De Gaulle, ter um comprimento muito maior
    esta sim, crucial.

    abraços

  17. Antonio M disse:

    De fato vergonhoso. E temos empresas e centros tecnológicos militares mas que a passo de tartaruga desenvolvem equipamento que poderiam ao menos minimizar essas disparidades. Não é sulpa, culpa de nosso planejamento.

    O CTEX e a empresa Remax desenvolveram uma torre estabilizada controlada dentro da viatura. Por quê já não desenvolveram uma versão naval com canhão de maior calibre para nosso navios de patrulha e até mesmo para o Nae São PAulo? Lançadores para mísseis Piranha? E modernização dos Skyhawks que poderia ter sido feita a tempos.

    Pelo menos não fariamos tanta vergonha nas comparações

  18. ۞ ۩ _FLY_ ۩ ۞ disse:

    Depois do marmacda que foi pensar em por laser nos F-35, já se cogita colocar lasers nos porta aviões para se protegerem de foguetes e mísseis.

  19. ۞ ۩ _FLY_ ۩ ۞ disse:

    Pelo amor de Deus!

    Vejam quanta comparação entre Brasil, Rússia, EUA e França.

    Poderiam ter escolhido Japão, ou sei la, mas logo o Brasil. Não estava preparado para passar essa vergonha toda. Mas em fim, é bom que veja isso e tentem melhorar a situação.

  20. Danilo disse:

    Verdade !

  21. Luan disse:

    Interessante ver que a formação tem uma “brexa” a estibordo,onde apenas é protegido por uma Niterói,talvez a area mais propicia a uma penetração aérea,não seria mais interessante mais uma escolta ali?

    []‘s

  22. OTV disse:

    ta na hora do governo terminar o sub nuclear, e começar a produzir nossas corvetas, depois fragatas..um modelo de cada…TEM-SE QUE TER TOLERÂNCIA AO ERRO, MAS ISTO NÃO QUER DIZER COMPLACÊNCIA COM A INCOMPETÊNCIA. Este é o mal do nosso povo, mentalidade atrasada. Só aprender que erra, e só erra quem faz.

  23. Bronco disse:

    Triste, mas é verdade.

    Quando a MB entrar na era dos CIWS eu já ficarei feliz.

    Quando entrar na era dos mísseis de longo alcance da classe dos Aster 30, eu soltatei foguetes, se a idade me permitir.

    E quando a MA começar a operar armar stand off, lá do túmulo eu vou bater palmas.

  24. Yluss disse:

    A conclusão do cara que fez a análise no site americano:
    “Air wings: Conclusion
    Overall, the US carriers with their Super-Hornets/Hornets have a clear advantage, both in technology and numbers. Rafale is an excellent aircraft but France is holding back on fully utilizing its capabilities. A modernization of the Su-33 could certainly close the gap but for now the Russian carrier air-wing is a bit dated, and small. If Russia increased the Flankers carried they soon run out of airframes. Brazil is impotent.”

    Saudações…

  25. OTV disse:

    Yluss da pra traduzir?

  26. Marine disse:

    O Brasil e impotente e foda de engolir, seria comico se nao fosse tragico

  27. Felipe Cps disse:

    Põe foda nisso Marine… Totalmente trágico. Esse chevetão é uma vergonha nacional que só atrasa a MB, que precisa mesmo é de subs, conforme preceitua a END.

  28. Luan disse:

    O pior em ser impotente é querer ter alguma voz.Grande cachorro banguela nós somos.

  29. Paulo disse:

    Senhores, se o Brasil quer uma cadeira no CS-ONU então tem que começar a comparar com essa turma mesmo. Não vai ser com tucaninho, fal, teco-teco amx, “escolta desarmada” e urutu da vovó que vamos projetar poder se requisitados pelo Conselho de Segurança para tanto…..
    Temos que ir às compras já!
    O problema não é o opalão em si, que assim como pode operar 16 AF1, também pode operar também 12-14 Rafales M. (Ok, fica a questão do peso, mas é inegável que já vimos Rafales pousando e decolando deste convoo em tempos passados; e modestamente falando, para nossas pretensões mais urgentes, se operássemos 16 Phantons F4 estaríamos muito melhor servidos em relação aos AF1 com um custo não tão diferente e não precisaríamos trocar tão para agora)
    Ademais não vejo problemas na instalação de mais um sistema de defesa de ponto no Opalão, afinal esses meios são “modulares”.
    Nosso problema está na debilidade das escoltas elencadas para o “grupo de batalha brasileiro”.
    Precisamos definir pra ontem nossas escoltas (partcularmente preferiria 2 classe horizon acompanhada de 2 FREMM e 1 KDX III nas mesmas posições de nossas atuais escoltas), mas convenhamos, qualquer coisa que fosse armada com standarts ou Moskits já nos daria razoável poder de resposta, mesmo com essas escoltas mais ” experientes” que temos….

  30. Ricardo disse:

    O Nimitz sabe onde esta o São Paulo, antes do São Paulo. É triste…

  31. Valter Jr disse:

    Calma pessoal,isso é só a ponta do iceberg…

  32. 2demaio disse:

    Não ha muitas opções para emprego do A-12 atualmente. Mesmo no cenario Latino Americano seria um alvo fácil contra F-16, SU-30 MK2, etc. Deveriamos pensar em novas escoltas, mais capacitadas na defesa anti aérea, em novos caças embarcados, talvez em um grande navio multiproposito. É lastimavel que com o problema do Haiti, o A-12 não esteja disponível para dar suporte às nossas tropas.

  33. 2demaio disse:

    Alias, me esqueci de mencionar, e inclusive não sei qual poderia ser a razão. A verdade é que carecemos de verdadeira proteção anti aérea, tanto no mar como em terra. Sera que deixamos essa tarefa somente para a FAB ?

  34. Nick disse:

    Brasil é impotente… é duro de ler isso mas é verdade. Dizem que há planos para um novo PA.. tem que ser no mínimo 3 para se ter sempre um operacional.

    Com relação aos Nimitz, estão bem protegidos por cima, problema é por baixo…. :D

    []‘s

  35. Nick disse:

    2 de maio,

    Eu apóio (como se minha opinião valesse muito :D ) a operação de PAs mesmo restrigindo seu uso ao TO do Atlantico SUL e Central.

    Imagine 3 Batlle Groups Brazucas capitaneados por PAs se aproximando de Caracas ….

    Ou é claro participando de missões humanitárias como esse no Haiti ou na África.

    []‘s

  36. Jacubão disse:

    Senhores
    Eu sempre falei aqui no blog, “o brasil é um gigante anão, desdentado e metido a besta” e a culpa não é das autoridades navais, é da nossa politicada que não tem o menor interesse em investir nas FAs, e o povo tmb tem a sua parcela de culpa, pois o que eu mais escuto nas ruas é aquela conhecidíssima frase, ” pra quê comprar armas para o Brasil se não temos inimigos? “. Toda essa gente vai lembrar disso quando o bicho pegar por aqui, e os políticos safados certamente irão pegar os jatinhos da FAB para fugir do país e deixar o povo na m…

  37. Fábio Mayer disse:

    Tentando tratar desse assunto de modo sério:

    Para quê um porta aviões?

    Já que não há verbas para operá-los, o dinheiro seria melhor usado para:

    a) Aumentar drasticamente a frota de aviões de patrulha marítima como o P3M;

    b) Ter uma frota de NaPaOc(s) condizente com o tamanho do seu litoral, portanto, não menos de 15;

    No Brasil só se justifica porta-aviões em um número de 3 (um para o litoral norte/nordeste, um para o litoral sul/sudeste e 1 para cobrir as manutenções dos demais. Apenas um não serve para nada, sem contar que drena recursos importantes. Não adianta ter um porta-aviões eternamente docado, como não adianta ter um porta-aviões sem função nenhuma, eles devem estar no mar…

  38. Garreau disse:

    “The obvious loser though is Sao Paulo; so much potential, such an inadequate fit and no worthwhile air-defence escorts.”

    Pode não ser tão óbvio, mas merece pelo menos discussão séria: o modelo de esquadra centrada em PA não estaria fora da nossa realidade face o baixo “retorno sobre investimento”?

  39. Parthenon disse:

    Bom em relação a Porta Aviões pro Brasil, cheguei a uma conclusão final:

    Tem que ser NUCLEAR, de agora em diante. (ponto)

    Se vae ser USADO ou NOVO… é outra questão.

    Se NÃO pode ser um NUCLEAR, melhor a MB esqueçer de possuir/adquirir novos PAs.

  40. marcos adriano disse:

    brasil precisa mais dois portao avioes!!americanos tem desativados e oferecerao ao brasil!!a´frota area rafale m!!!mas claro que porta avioes sao provisorios!!como sao paulo esta no conserto!!temos dois para qualquer coisa!!e fazer parceria com frança para construir futurante no brasil porta avioes!!!gerando emprego e tecnologia de construçao no brasil!!poderia colocar nomes dos nossos presidentes:jk,getulio etc..

  41. Dr Ryan disse:

    Como o Brasil ira manter 3 porta-avioes? Só há um local no Brasil para docá-lo. Ira fazer fila de espera de porta-avioes?
    Nao tem dinheiro para manter 1 porta-avioes direito, com defesa aerea, escolta, etc… Como iriamos manter 3?

    Ok que devemos pensar grande, mas acho que essa comparacao entre porta-avioes foi desnivelada. O coerente seria trocar a MB pela Royal NAvy. Se comparacem o SP com a da Marinha Indiana, aí, concordaria. Mas comparar a MB com as marinhas da Franca, EUA e Russia, é um tanto injusto.

    Um fato que temos que aceitar é que a projecao de poder da MB é nula. Pronto! Falei.

  42. Dalton disse:

    Marcos…

    Que tal A13 “Lula”…combina até com o nr do Partido (rs)

    Mas falando sério, os EUA não tem porta-avioes desativados
    para nos oferecer.

    Os ultimos descomissionados são:

    USS Constelation em 2003, encontra-se na reserva porém na categoria X que significa que ele não está sendo devidamente preservado, e embora teoricamente fosse possivel reativa-lo, seria grande demais para nossas necessidades atuais e exigiria uma soma enorme de dinheiro, que atualmente não temos.

    USS John Kennedy, descomissionado em 2007, mas já era considerado inefetivo antes disso e na época ao menos 1,5 bilhão de dolares foi
    considerado necessário para sua modernização para um periodo de serviço de mais 10 anos. A Marinha americana não quis pagar o preço
    e hoje querem transforma-lo em um museu.

    USS Kitty Hawk, descomissionado ano passado, a propria India mostrou algum interesse mas talvez mais para pressionar os russos no termino da reconstrução do porta-avioes Gorshkov. Os EUA por
    lei precisam mante-lo na reserva até 2015, mas sua reativação , seja por qualquer marinha, exigiria muito dinheiro.

    sds

  43. Alecsander disse:

    Vou repetir o que disse no Forças Terrestres, o brasileiro sofre da síndrome do papagaio, sem querer faltar com o respeito, mais se eu ganhasse R$:0,50 por toda vez que alguém diz que esse país não e serio, o Brasil é uma vergonha, esse é o Brasil e estou indignado blá blá blá, eu já estaria rico rsrsrsrsrsrsrsrsrs…

    Um grande abraço a todos.

  44. Fábio Mayer disse:

    O que escrevi é que no Brasil Porta-Aviões só se justifica em número de 3. E se não é possível ter 3, melhor investir as verbas em patrulha aérea e navios oceânicos de menor porte.

  45. Nick disse:

    O Brasil quer ser uma potencia algum dia? Não diria ao nível de um EUA, mas pelo menos capaz de dissuadir qualquer ação de um potencia média como FRANÇA, ESPANHA, ou INGLATERRA. e FUTURAMENTE CHINESES e INDIANOS. Para não falar da RUSSIA. Nesse caso tem de pensar GRANDE SIM. Investimentos PESADOS em EDUCAÇÂO, PESQUISA e DESENVOLVIMENTO.
    Orçamentos ADEQUADOS à operação de um Marinha capaz de Dissuadir, e por que não PROJETAR PODER também.
    É sonho?? pode ser. Também seria um enorme desafio. Esse Atlântico Sul é nossa casa. Devemos protege-la.

    Temos de ter sim 3 PAs , 3 LPDs de grande porte e tambem no mínimo uns 3 SUBNUCs, fora os Subs convencionais. Escoltas e Patrulhas adequadas ao no “território marítimo”.

    []‘s

  46. Nick disse:

    errata : onde se ler “ao no” = “ao nosso” desculpem.

  47. WDias disse:

    Francamente, US$ 30 MILHÕES !!! 1/10 disso não seria suficiente para se concluir a reforma do São Paulo e de seu único tanqueiro o Marajó, aí sim, comissioná-los em uma ajuda efetiva de apoio ao Haiti, com fuzileiros, materiais, helos, médicos… Se querem, em mesmo plano, ajudar, mostrar bandeira e demonstrar capacidade de assento no Conselho de Segurança da ONU ?

    * * *

    “Por BBC, BBC Brasil, Atualizado: 23/1/2010 14:16 – Governo brasileiro acena com mais US$ 15 milhões ao Haiti:

    Em visita ao Haiti neste sábado, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse que o Brasil vai oferecer mais US$ 15 milhões para ajudar na reconstrução do país caribenho.

    O governo brasileiro já havia aprovado um auxílio financeiro de US$ 15 milhões, poucos dias após o terremoto. Desse montante, US$ 5 milhões já estão com as Nações Unidas.

    Segundo Amorim, o restante da ajuda “está em processo” e deve ser liberada “muito rapidamente”. (…)

  48. Tecde disse:

    Da medo servir no São Paulo…

  49. Antonio M disse:

    Segundo vi no site http://www.naviosdeguerrabrasileiros.hpg.ig.com.br, O NDCC Mattoso Maia/G28 possi um 1 CIWS Vulcan-Phalanx Mk 15.

    Estaria ele operacional? Por que não o transferem para o Nae São Paulo ?!?!!? Com todo respeito ao G28, poderia receber um outro tipo de artilharia no lugar o Vulcan já que um navio desses deve operar com outros meios adicionais para sua proteção.

  50. Tecde disse:

    “Luan em 23 jan, 2010 às 0:25

    O pior em ser impotente é querer ter alguma voz.Grande cachorro banguela nós somos.”

    rsrsrsrsrsrsrsrsrsrs

  51. MA disse:

    Se tivesse espaço seria muito legal colocar a matéria completa. O cara faz um bom artigo comentando a situação e doutrina de cada marinha, muito bom.

    Eu ri muito foi com a conclusão, “Brazil is impotent!”

  52. MO disse:

    o phalanx no mattoso maia eh enfeite

    salvo engano, a MB nunca disparou

    mas, do mesmo jeito, depender no phalanx no SP, so se o AT for o Santo Expedito ….

    MO

  53. Bronco disse:

    O Phalanx do Mattoso Maia, salvo engano, já veio inoperante.

    Na MB nunca funcionou.

    Aliás, não entendi porque ele ATÉ HOJE não foi alvo de engenharia reversa, como fazem os chineses.

    Aprenderíamos o conceito modular do canhão, o sistema de alimentação e dipensa de cápsulas de um canhão de 6 canos, o funcionamento do sistema elétrico de giro dos canhões, o sistema de arrefecimento e escape dos gases dos disparos e, especialmente, os sistemas elétricos de giro (que estamos aprendendo do zero a duas penas para emprego em viaturas blindadas) e o sistema radar de busca + sistema diretor de tiro que estão entre os melhores do mundo na categoria de curto alcance.

    Daí é só colocar nas mãos de empresas competentes e replicar tudo. Além de melhorar os projetos nacionais de armas de cano com as soluções de um sistema de 20 mm com uma cadência de tiro impressionante.

    Mas…….. não está mais aqui quem falou.

  54. vassili disse:

    Bronco,

    Tb não entendo pq a MB nunca retirou o inoperante phalanx do G-28 Matoso Maia.

    Abraços.

  55. vassili disse:

    Agora,

    Lá em cima falaram que quando a MB entrasse no mundo dos operadores de CIWS, dariam vivas………….

    O Trinity num é algo neste sentido?????????

    Eu imaginava que sim…………….

    abraços.

    Mesmo que num seja, é bem melhor que os Bofors 40/L60 “zóião” do EB.

    abraços.

  56. Baschera disse:

    CPS,

    Não é chevetão e sim opalão 6cc…. :)

    Na MB quem faz AA do A-12 são as escoltas (ou deveriam….) mas a MB está estudando novos SAM que deverão vir com as novas escoltas.

    Estuda-se inclusive investir em um projeto de SAM IR e R de médio e longo alcançe, nos moldes da parceria FAB/Denel (A-Darter).

    Quanto a um Phalanx nacional, falta muito…. e não acredito que teria escala industrial. Poderia custar os tubos….. melhor, neste caso, comprar um de verdade.

    Sds.

  57. vassili disse:

    Baschera,

    E qual modelo estaria disponível para venda para o Brasil??????

    O AK-630??????? ou o Goalkeeper???????? Os EUA, ao que parece, liberaram a venda do M61 Vulcan no pacote do F-18E para a FAB.

    Ou poderia ser o esquisito SPG Meroka espanhol????????? esse para mim, entra para a lista dos mais feios ja construidos………

    abraços.

  58. Bronco disse:

    Vassili, fui eu quem falou.

    Na realidade me referia a um sistema de tubo de curto alcance com real capacidade anti-missil, especialmente os de perfil sea skimming. O Trinity, por melhor que seja, não oferece a proteção que um Phalanx oferece.

    Principalmente porque um é um sistema dependente de um operador, e o outro é completamente autônomo.

    Se você me perguntasse, eu preferiria disparado dois Phalanx (ou Goalkeeper) no lugar dos Trinity.

    Infelizmente não parece haver na MB uma doutrina de emprego anti-missil, apenas uma doutrina de emprego contra ameaça aérea de baixa intensidade.

    A dupla Trynity/Aspide ou o emprego so Sea Wolf sozinho ou em comunhão com os demais meios é melhor do que qualquer coisa que já tivemos na história da MB, mas é muito aquém do que seria ideal, como nas marinhas européias, e ainda mais abaixo se comparado aos americanos. Hoje o que temos é apenas uma proteção de última instância.

    Aliás, é o que nossas FAs se tornaram: proteção de última instância. Nada mais.

  59. Baschera disse:

    vassili em 23 jan, 2010 às 18:24

    Não sei te responder… mas pergunto a MB já quis comprar algum ???

    Bronco em 23 jan, 2010 às 18:25

    Concordo….. faltam muitas coisas a MB.

    Sds.

  60. Bronco disse:

    Baschera,

    Um sistema como estes custa em torno de US$ 25 milhões. No caso dos Goalkeeper, especula-se que ele custe pouco mais de EU$ 20 milhões. Em dólares isso vai nas alturas.

    Não precisaríamos contar um um sistema diretor de tiro de alto nível, apenas modernizar os FILA da Avibrás que foram um requisito das FAs na década de 80 e nunca obtiveram encomentas que justificassem a fabricação. Sobre o radar autônomo, ele poderia ser perfeitamente descartado em detrimento da associação do canhão com o radar do navio. A maioria dos radares atuais consegue detectar cerca de 40 ameaças e definir e seguir pelo menos 10 alvos prioritários.

    Gastou-se pouco mais de US$ 1 milhão no desenvolvimento do reparo de metralhadora automatizado. Imagino que o desenvolvimento de um sistema como estes poderia custar algo em torno de R$ 50 milhões, ou o valor de uma unidade de um sistema CIWS no mercado internacional.

    Um produto desse tipo e de baixo custo certamente seria exportado.

    E outro detalhe: hoje poucas são as proteções efetivas de alvos fixos contra mísseis de cruzeiro. O emprego de armamento de tubo em substituição às baterias de curto alcance é uma solução de mais baixo custo e igualmente eficiente.

    O emprego de sistemas automatizados em veículos blindados também seria ideal para a proteção de tropas em deslocamento no campo de combate. Há veículos blindados que empregam canhões do tipo em na rússia e em diversos países da europa ocidental.

    Todas as três forças seriam beneficiadas com o desenvolvimento de uma arma do tipo.

    Mas preferimos ficar pensando em transferência de tecnologias críticas quando sequer temos massa crítica para absorvê-las.

  61. Dalton disse:

    A US Navy está abandonando seus Vulcan Phalanx, pelo
    SeaRAM utilizando os excelentes sensores do Phalanx Block1B
    só que ao invés do canhão, um lançador com 11 misseis, muito mais eficiente contra misseis anti-navio.

    sds

  62. Baschera disse:

    Bronco,
    ´
    Um sistema destes é muito caro. Talvez a MB vá para outro lado.
    Acabei de colocar uma matéria (falta o Galante ou o Poggio darem o OK para ir ao ar) sobre assunto semelhante. Aguarde !!

    Sds.

  63. Bronco disse:

    Mesmo com o atual estágio de desenvolvimento do RAM, ainda continuo confiando nos armamentos de tubo.

    Mesmo porque qualquer míssil nacional nos próximos anos não chegará aos pés dos mísseis IR de curto alcance empregado nos EUA.

    Basta ver o desenvolvimento dos Piranha I e II.

    Mesmo o Umkhonto IR, embora tenham suprimido as aletas e tenham alta manobrabilidade, não possuem sensores IR que reúnem condições para emprego no grau de eficiência dos sensores de imageamento térmico que serão empregados na próxima geração de mísseis IR americano.

    As marinhas que não puderem utilizar o RAM, provavelmente empregarão armamentos de tubo associados a sistemas de busca e acompanhamento com alto grau de sofisticação.

  64. Bronco disse:

    Baschera,

    Certamente a MB se beneficiará do desenvolvimento dos Umkhonto. Mas não sei se ele estará disponível em versão naval, visto que seu desenvolvimento para emprego aéreo ainda não vingou, nem mesmo se sabe se ele será empregado em plataformas terrestes de lançamento.

    Por via das dúvidas, vou esperar mais 20 anos pra ver um míssil desse tipo em uso pela MB. E quando isso acontecer, ainda estaremos 2 passos atrás das principais marinhas do mundo.

    Vou aguardar para ler sua matéria. Desde já parabéns, esse é um assunto importante e pouco discutido.

  65. Bronco disse:

    Perdão, onde se lê “Umkhonto”, na realidade lê-se A-darter.

    Estava falando do A-darter e pensando no desenvolvimento do Umkhonto que já possui lançador vertinal navalizado.

  66. Baschera disse:

    Bronco em 23 jan, 2010 às 19:21

    A matéria que falei é justamente sobre isto, o Umkhonto e uma possível nova versão na MB.

    Sds.

  67. Bosco disse:

    Dalton,
    sem falar na grande capacidade do ESSM na defesa anti-míssil.

    Só lembrando a todos que a capacidade sea skimming foi durante muitos anos a maneira mais apropriada de fazer um míssil anti-navio passar pelas defesas de um navio e mesmo de um grupo tarefa, mas hoje em dia só essa capacidade não é mais tão eficiente tendo em vista que praticamente todos os navios de guerra possuem radares dotados da capacidade de detectar alvos em baixa altitude tendo ao fundo a superfície do mar. Até mesmo radares de busca de superfície cobrem também a tarefa de detectar ameaças “rasantes”.
    Hoje se faz necessário que os mísseis incorporem um alto grau de furtividade e/ou velocidade supersônica.
    A velocidade supersônica pode retardar detecção em relação a um navio mas é menos eficiente se o grupo tarefa está sob a cobertura de um NAe com aeronaves AEW e caças. Portanto, a tecnologia “stealth” parece ser a mais apropriada ou então uma combinação de “furtividade com velocidade” na medida em que for possível.
    Sendo “stealth” não é mais necessário o perfil “sea skimming” havendo de imediato um ganho no alcance (Ex: Harpoon com 130 km e SLAM-ER com 270 km), dentre outros benefícios.

    Um abraço a todos.

  68. Bosco disse:

    “A velocidade supersônica pode retardar a detecção em relação a um navio mas é menos eficiente se o grupo tarefa está sob a cobertura de um NAe com aeronaves AEW e caças.”
    Correção:
    Na verdade eu quis dizer que a velocidade supersônica pode “reduzir o tempo de reação” e não “retardar a detecção”.

    Complementando:
    Hoje, tendo em vista a relativa facilidade de detecção de mísseis “sea skimming” e a generalização dos meios de defesas anti-mísseis disponíveis, muitas marinhas estão dotando seus navios de um maior número de mísseis anti-navios para que possam efetuar ataques múltiplos simultâneos a fim de saturar as defesas.
    Por outro lado as defesas também se adequam a esse nível de ameaça fazendo uso de sistemas anti-mísseis de maior alcance e aptos a enfrentarem alvos múltiplos. Daí, os canhões CIWS estarem sendo relegados a segundo plano ou mesmo inteiramente substituídos.
    Quanto aos mísseis, ganham força os sistemas de lançamento multíplos (como o RAM) ou os sistemas de lançamento vertical, além de mísseis dotados de sistemas de orientação autônomo (IIR e radar ativo) ou com múltiplos canais de “iluminação” (ESSM), imunes a tática de saturação.

  69. Bronco disse:

    Bosco,

    Eu baseei minha suposição na importância do sistema CIWS pois pensei no seguinte: supondo a velocidade média de grande parte dos misseis sea-skimming atuais em torno de 850 Km/h (algo em torno de 236 m/s), pensemos num sistema IR de curto alcance dedicado à destruição de mísseis anti-navio.

    Os RAm, por exemplo, tem alcance de 7,5 Km, o que dá um tempo de resposta de cerca de 30 segundos ao navio. Apenas suficiente, mas a destruição é quase certa dado o avanço do sistema IR dos RAM e do fato de que mais de um míssel poderá ser disparado para garantir a destruição do míssil anti-navio.

    Agora pegue um míssil equivalente, como o Umkontho IR, cujo alcance gira em torno de 10 a 15 km e que dá um tempo de resposta de 60 segundos, quase o dobro do RAM. No entanto, o seeker IR do Umkhonto não possui a mesma capacidade do RAM. Mas o alcance compensa, pois outros mísseis podem ser disparados caso o primeiro não atinja o alvo.

    Então se a próxima geração de mísseis anti-navio for furtiva (o que inicialmente invalida a primeira linha de defesa de médio/longo alcance dos navios baseado em mísseis guiados por radar) ou, comos os russos, optar por velocidades supersônicas, há duas possibilidades para os sistemas de defesa de ponto: ou os mísseis com seeker IR evoluem na capacidade de detecção por imageamento térmico e mesmo assim correm o risco de não atingirem o alvo dada a evolução dos mísseis anti-navio nos próximos anos; ou, ao mesmo tempo, têm seu alcance aumentado para permitir que mais de um míssil seja disparado garantindo uma zona de 100% kill.

    Os Sea RAM evoluíram na capacidade de detecção, visto que reuniram o ótimo seeker IR do RAM com o sistema de detecção e tiro dos Phalanx.

    Mas e os equivalentes?

    E aí eu chego à conclusão de que, para quem não optar pelo RAM seja lá por qual motivo for, a melhor pedida é a combinação de um sistema de defesa baseada em mísseis de lançamento vertical, como os MICA ou Umkhonto, ambos com guiagem radar ou IR, associados a defesa de tubo de última instância, os CIWS, cujo alcance é de 3,5 km e cuja zona de 100% de eficiência, embora esteja a cerca de 300 metros do navio, garante a destruição do míssel e também pode ser utilizada contra bombas lançadas de grandes altitudes.

  70. Bosco disse:

    Bronco,
    e você pensou certinho. Meu comentário foi só pra agregar no debate.
    Vale salientar que o Umkhonto também terá uma versão radar ativa (e de maior alcance) e que o RAM block II terá um alcance de 15 km.
    Também para o caso de mísseis anti-mísseis, um buscador de calor de qualidade, mas sem formação de imagem, parece ser suficiente tendo em vista que mísseis anti-navios não costumam usar nenhum tipo de IRCM e os atuais buscadores térmicos com capacidade “all aspect” e de duas cores (IR/UV) dão conta do recado. Claro que na medida que os seekers com formação de imagem forem evoluíndo e ficando mais baratos eles irão substituir todos os “buscadores térmicos” com poucos elementos sensores, mas não parece ser por enquanto essencial.
    Quanto a sua visão que no futuro os mísseis furtivos irão invalidar a primeira linha de defesa concordo plenamente. Até mesmo a defesa feita por AEW e caças estará seriamente comprometida, mesmo com a tecnologia AESA e a integração via data-link num sistema de armas cooperativo.
    Só de curiosidade o Standard SM-6 e o SLAMRAAM-ER (radar do Amraam na célula do ESSM) deverão no futuro próximo fazer parte do sistema de defesa dos navios americanos, os dois lançados verticalmente e com radar ativo. Na verdade o SM-6 com alcance de 240 km já começou a ser fabricado e ele poderá ser designado para um alvo OTH por um E-2D.
    Mísseis furtivos hoje em dia como o SLAM-ER e o NSM sem dúvida irão criar sérios problemas para a defesa. Também mísseis como o ASM-3 japonês e o Brahmos/SS-N-26 parecem ser furtivos (?), além de serem supersônicos.
    Um novo míssil antinavio de longo alcance americano (LRASM) será anunciado este ano e vamos ver qual a configuração adotada.
    Vai ser interessante assistir o desenrolar dos acontecimentos de camarote.
    Um abraço meu amigo.

  71. Bosco disse:

    Complementado:
    Eu também sou fã da combinação míssil anti-míssil/CIWS. Acho que independente de se ter condição de se defender a partir de uma distância maior, de modo a tentar neutralizar a tática de “saturação”, é interessante ter uma última linha de defesa.

  72. Wilhelm disse:

    NAe São Paulo a.k.a “O maior alvo do atlântico sul”

  73. Dunga disse:

    A situação da marinha e muito preocupante:

    Todos os navios representativos da ESQUADRA, estão em fim de carreira…( LIMITE DE VIDA DE CASCO)

    Neste ultimos 30 anos NÃO HOUVE nenhum projeto de reposição deste meios…

    Somado agora às poucas opções de venda na europa…

    Para se projetar e definir uma nova esquadra ( e construí-la)deverão ser necessários uns 20 anos…

    Com verbas que não sejam contigenciadas…

  74. Ricardo dos Santos disse:

    Senhores,

    Quem pode me responder? Quando o A-12 volta a ser “operacional”? Quanto custou aos nossos cofres está reforma? Este valor gasto na reforma daria para iniciar a construção de um PA aqui no Brasil?

    Abraços

  75. Max disse:

    Dunga,
    Não é só aqui que estão faltando investimentos.
    Dêem uma olhada nessas fotos dos outrora gloriosos Typhoons Russos.
    Eu tenho um livro antigo que especulava sobre como poderiam ser os “novos” super submarinos da então União Sovietica.
    Como tô ficando velho!!! agora só tem 3 deles intactos e o resto … bem confere o link, tem um bocado de fotos, lá no meio delas tem de uma privadinha que é um encanto! He He!

    http://www.englishrussia.com/?p=2525

    Abraço a todos

  76. jsilva disse:

    Deixa eu dá meu pitaco aqui.
    No END está bem claro, o Brasil deve preferir os LPD’s para substituir o Nae São Paulo, numa visão de país emergente, entendo que dois LPD’S novos construídos com um parceiro já seria ótimo e dentro de nossa realidade, não a de hoje mais a daqui a uns 10 anos.
    Como adotamos a política da dissuasão, acho que o LPD se encaixa melhor nessa política, como uma arma a princípio para participarmos de operações conjuntas com apoio do conselho de segurança da ONU, como a do Haiti. Sempre tendo um disponível e outro na reserva.
    Mas como o dinheiro é pouco, é melhor focar e atingir nosso primeiro objetivo que é a negação do mar, 15 submarinos é o número mínimo e pra mim suficiente, 10 convencionais e 5 nucleares, seríamos muito respeitados, em toda a América do Sul e Atlântico Sul, com uma frota dessas e com 120 caças de 4,5 geração na FAB.

  77. Rodrigo disse:

    100% defendido contra infantaria…

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