
O USS Freedom (LCS 1), primeiro LCS da US Navy, esta realizando treinamento de combate a ilícitos (Counter-illicit trafficking – CIT), controle de danos e dos seus sistemas operacionais com o USS Carl Vinson e USS Bunker Hill (que retornaram da operação de ajuda humanitária ao Haiti e se preparam para participar da operação Southern Seas 2010), para ser integrado ao U.S. Southern Command (SOUTHCOM).

Os treinamentos se iniciaram em 25 de janeiro, quando o navio chegou a Base Naval de Mayport.


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Parece que ele foi construído com titânio, alguém confirma?
Os ships da US NAVY estão cada vez mais feios!!!
Bons tempos dos Fletchers, Gearings, Allen Summers, Coonts, Charles F Adams, Spruance…
Interessante o detalhe da proa, sem amurada.
A MB tem direito de copyright sobre o design da Vosper MK-10???
Como é reputado ser uma classe da fragatas c/ boas qualidades marinheiras, seria interessante fazer em cima do casco das “Niterói”, o nosso NCL ou Navio de Combate Litorâneo.
Deixa ver se entendi! Esse navio modernissimo vai ser usado pelo Comando da 4 Frota Americana? Aquele que tem como alvo o Pré Sal Brasileiro?
Nem pra ser o Brasil… rsrs
Claudio Alfonso, quando o pré sal estiver produzindo prá valer, daqui uns 20 ou 25 anos, os Rafale que o Lula vai comprar (e faturar a maior comi$$ão da história), afundarão rápidamente qualquer nave do “Império Yankee”.
Até os submarinos da classe Virgínia, não é mesmo?
É impressionante o desenpenho dos dois LCS… possuem grande autonomia, alta velocidade e podem ser bem armadas!
Particularmente gosto do USS Indepêndence, pela capacidade de transportar mais helicópteros, o que pode ser melhor na funação Anti-Submarino!
Seria uma boa opção para a MB se estivesse disponível no mercado?
Uma pergunta, a classe Freedom e classe Independence serão construidas ao mesmo tempo? Ou haverá uma vencedora?
{]s
Leônidas.
Se continuarmos a ignorar o perigo explicito que um navio como esse representa, jamais estaremos prontos, nem em um século. Qualquer estrategista deve levar em consideração situações como esta, mesmo os estrategistas de mesa de bar.
Rogério…
Haverá um vencedor, mas pela modularidade do projeto, possivelmente vários estaleiros serão contratados para construir os módulos sobre a liderânça do vencedor.
“Parece que ele foi construído com titânio, alguém confirma?”
Ele foi construido com o bom e velho aço. O outro modelo utiliza
aluminio e claro a concorrente está tentando utilizar este fato-maior risco a incendio- para vencer, mas ambos os modelos tem vantagens e desvantagens.
A marinha americana precisa decidir-se logo sobre qual o modelo vencedor e iniciar a construção em grande escala, pois as fragatas
classe Perry em breve começarão a ser descomissionadas.
O LCS será inovador sob dois aspectos: os modulos de missão, que poderão ser mudados com relativa facilidade sendo transportados via aerea para onde o LCS encontra-se e o fato de possuirem duas tripulações, que permitirá que o LCS permaneça estacionado na area
de operações por até vários anos, a tripulação sendo trocada após
alguns poucos meses e o LCS recebendo manutenção localmente.
No mais, continuarão atuando contra o narco-trafico principalmente na região do Caribe, como as fragatas classe Perry tem feito há muitos anos mas a maior parte será baseada no Pacifico.
Aos que estão apreensivos quanto ao LCS ser utilizado contra o Brasil, fiquem tranquilos, o LCS encaixa-se melhor em locais confinados como o Golfo Persico, ou caçando piratas no Golfo de
Aden…custo beneficio melhor do que despachar para lá um destroyer
armado com SM2 e tomahawks…estes sim, seriam um perigo bem maior para nós…mas…como as forças americanas não dependem de apenas um ou outro meio em caso de conflito o LCS seria apenas mais um
das inumeras possibilidades do arsenal deles.
sds
abraços
Dalton
Eu pensava que depois da construção do LCS 1 e do LCS 2; a USN iria se decidir por um dos dois projetos; depois de testar bastante os dois modelos.
Mas agora, antes mesmo da decisão ter sido tomada; eles já encomendaram mais dois…meio estranho não??
Quem você acha que leva a encomenda? Eu creio que será o LCS 1….
Também pensava o mesmo Franz…mas ainda é possivel que a médio prazo decidam-se finalmente por um dos modelos.
No caso de haver um vencedor…também acho que o LCS 1 leva, mas
será que não é excesso de conservadorismo de nossa parte ? (rs)
abraços
Mauricio R.,
Navios de combate litorâneos são meios que cumprem a mesma função dos NaPas, mas são um pouco mais bem armados que os navios de patrulha distritais pois atuam mais distantes da costa sem a cobertura de outros meios. Assim, pela doutrina de utilização já pensada para os próximos anos de defesa litorânea contra ataques às plataformas de petróleo e defesa das rotas marítimas comerciais, além de ação de contra-terrorismo (incluindo aí as ações anti-pirataria), é desejável que ele tenha autonomia de auto-defesa.
Em outras palavras, não é sub-armado como um patrulha de deslocamento inferior, nem tão bem armado como as corvetas e fragatas. O mesmo em relação aos sensores e contra-medidas embarcadas.
Mas a grande e visível diferença entre os NaPa e os NaPaOc será mesmo o deslocamento, visto que o segundo atuará mais distante da costa, em mar aberto.
Então, foi pensado um navio de, no máximo, 1800 ton, com tripulação de cerca de 60 homens.
O projeto das Niterói prevê deslocamento na casa das 3500 ton e com tripulação de cerca de 215 homens.
Ou seja, mesmo que tenha boas características marinheiras, usar o projeto das Niterói para o NaPaOc é um imenso desperdício de recursos e seria um tremendo esforço orçamentário de manutenção e formação de tripulações, hoje um dos grandes problemas da MB.
Outro ponto desejável é que os patrulha oceânicos reúnam três características básicas: manter velocidades altas por longos períodos; associar essa característica a uma autonomia de pelo menos 2000 mn (ou 20 dias à velocidade de cruzeiro); e terem características furtivas.
Embora possua uma velocidade de cruzeiro de 17/18 nós, o que é respeitável, o casco das Niterói é um projeto da década de 70 que não reúne todas essas características, especialmente as de furtividade e de manutenção de grandes velocidades por longos períodos sem gasto excessivo de combustível com o uso intenso das turbinas a gás e do gasto proibitivo da manutenção desses meios (mesmo problema observado nas Type 22, por exemplo).