AMX Naval

Volta e meia recebemos e-mails e comentários de leitores perguntando sobre o desenvolvimento de uma versão naval do AMX para emprego embarcado em navio-aeródromo.

Por mais que tenhamos esclarecido a questão em vários posts ela renasce. Pedimos então a ajuda dos leitores mais antigos, para darem sua opinião sobre a questão e esclarecerem os neófitos nesta dúvida que sempre renasce.

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28 Comentários to “AMX Naval”

  1. CorsarioDF disse:

    AMX Naval??? É Brincadeira né???

    Por quê nós não fazemos o Bandeirante Naval ou o Brasília Naval…

    Simplesmente são opções que ficaram perdidas no passado, e se o próprio AMX tem uma vida útil prevista nas melhores das hipóteses até 2020, para quê fazê-lo navalizado?

    O AMX foi um excelente caça bombardeiro, porém ficou no tempo na década de 80/90, para os dias de hoje é apenas um alvo fácil para os grandes caças modernos…

    Sds.

  2. buldog disse:

    precisamos é de um caça naval atualizado, com tecnologia de ponta e acima de tudo supersônico pelas dimensões brasileiras.

  3. Giordani RS disse:

    Eu lembro prefeitamente de uma revista dos Anos 80, que era a Tecnologia & Defesa. Eu ainda tenho uma, de 1989…aonde tem uma matéria dos EUA negando a venda de Sidewinders mais modernos para os F-5´s…hehehe…pois bem, numa edição foi abordado o AMX Supersônico(tinha até uma concepção artística, lembrando muito o Mirage F-1) e essa monstruosidade naval…sem me alongar, um trecho da materia falava(já naquela época) sobre a repotencialização do caça…ou seja, sem trocar o motor, nem pensar em versão naval…mas seria algo interessante(pelo ponto de vista do ganho tecnologico e experiência), mas com toda a certeza, resultaria muito inferior a qualquer projeto hoje existente e daquela saudosa época…

    PS.: A vista em corte acima, bem que poderia ser da versão brasileira, né?

  4. Athos disse:

    Corsário, mas você quer que ele tenha funções para as quais não foi projetado? Ele não foi posto no ar para brigar contra outros caças. Não tem função se superioridade aérea.

    Alguns AMXs navais com alguns Rafales para proteje-los seria uma boa solução até médio prazo.

  5. Andre de POA disse:

    AMX naval não seria possivel, pelo menos nos anos dourados da industria nacional. A parte do projeto que cabia a EMBRAER era bem restrita: asas, radome,etc algo como 30 por cento da estrutura (fora aviônicos). Naqueles tempos o desenvolvimento da estrutura reforçada estava alem da capacidade nacional e a contraparte italiana não tinha interesse neste desenvolvimento especifico. Na época que o AMX foi “pensado” era para ele decolar passar a cortina de ferro despejar suas bombas e retornar. Me lembro de ter visto na AEL uma arte com os objetivos do AMX e todos eles partiam do solo, inclusive para atacar navios.
    quanto ao fato de não ser supersônico lembro aos colegas as inumeras aeronaves de asa fixa ou rotativa que operam em velocidades subsônicas, essa mania dos supersônicos surgiu com a idéia do tempo da guerra fria de que ganha quem chega (ou foge) primeiro. Hoje ganha quem “vê” primeiro.

  6. ABlanco disse:

    O AMX foi um projeto que trouxe avanços tecnológicos ao Brasil na época de sua concepção e introdução em operação. Acredito que o Brasil poderia desenvolver um novo caça totalmente novo, com a atual tecnologia incorporada, instrumentos de última geração e com desempenho supersônico e autonomia condizente com as dimensões continentais do Brasil. Posteriormente a este caça poderia se desenvolver a versão naval, a qual requer diversas alterações de um caça não embarcado, tais como reforço no trem de pouso, asas com sistema de dobramento para ser hangrado nos porta-aviões, sistemas e motores com proteção adicional a corrosão etc.

  7. Marcelo disse:

    Bem, se levarmos em conta que o projeto foi de 20 anos atrás, pelo menos, o argumento de que agora ele está com pouco tempo de vida útil acaba perdendo força. Se fosse em frente, ele hoje seria uma realidade.
    O desenvolvimento desta versão esbarrou na falta de capacidade da EMBRAER de produzir as mudanças necessárias devido ao pequeno mercado que ele conseguiria. A aquição de um PA maior sempre foi cogitado pela MB, inclusive o primeiro françês mencionado foi o irmão do Foch, o Clemenceau, além da volta e meia menção de um dos grandes não Nucleares Americanos, Como o COral Sea, América, Saratoga, entre outros sonhos que não seguiram em frente. A pequena quantidade para apenas operar no Minas era inviável, nã viabilizava os custos.
    O projeto AMX, nascido em fins dos anos 70, enfrentou na década seguinte o forte lobby de modernização das aeronaves mais antigas, tais como MiG-21, A-4 e F-5, que as transformaram em verdadeiras multifunções, fazendo um caça bombardeiro “de origem” perder terreno, em face também dos constantes custos de operação do aviões militares. Lembro bem de um comentário deste período que ele chegava a custar o mesmo que um F-16A, que obviamente estava calcado na grande produção que tinha para diminuir o seu preço unitário.
    Então voltando ao tema, acho que seria uma aeronave soberba, se hoje tivéssemos uns 20 operando no São Paulo, não seria nada mau, mas o projeto chegou “atrasado”, em um mercado onde não há segundos colocados.
    abçs
    MM

  8. Antonio Carlos disse:

    Nossa … saiu tanta coisa esquisista nas revistas (Tecnologia & Defesa, Defesa Latina, etc.) dos anos 80. Algumas delas são:

    a) Esquilo Naval biturbina armado com torpedos;
    b) Tucano Naval;
    c) ACX – seria um caça supersônico, similiar ao F-16, a ser produzido pela Embraer.

    Enfim … pelo menos nos anos 80 o pessoal sonhava em fazer aqui mesmo no Brasil algo diferente e que nos trouxesse um certo “plus”.

    Aqui no Brasil, hoje em dia, tudo foi desmantelado e não nos resta outra opção a não ser ir às compras lá fora (quantas malas pretas cheias de dólar não rolam de lá para cá nessas negociatas internacionais?).

    Lembrem-se que Israel começou assim: inovando, adaptando, arriscando e usando de inventividade – nunca compraram equipamentos de ponta nos anos de consolidação do Estado israelense. Hoje em dia eles são a potência militar que são e vendem equipamentos militares para os EUA, Europa, OTAN, etc.

  9. tyrion disse:

    Tai um assunto que me recuso a debater…o velho amx como projeto ficou no limbo…a embraer nao criou outros projetos de caça baseado nele…deixa pra la!!!

    abracos a todos….

  10. vassili disse:

    Pessoal, vcs esqueceram de mencionar um fato tb muito importante em uma empreitada como esta: O custo financeiro para tocar adiante um projeto como este.

    À alguns anos atrás, a MB “teria” solicitado junto à Embraer a viabilidade de que a mesma empresa aeronautica desenvolvesse uma versão naval do AMX. A Embraer teria informado que o custo somente com desenvolvimento custaria 200 milhões de dólaers. Quando fossem contabilizados os custos de ensaios, testes e adequações, o custo sairia proibitivo. Alem do mais, na época, o A-11 “Mingão” estava prestes à ser desativado, sem um substituto à vista.

    Lembrando que o “Opalão” foi comprado depois…..

    Abraços.

  11. OTV disse:

    Eu to por fora dos detalhes técnicos. Mas quanto levaria para projetar as modificações no AMX para um versão naval? Se a vida útil do mesmo vai até 2020, estamos em 2010, uns 3 ou 4 anos para “fazer” a versão naval…acho que seria um natimorto.
    AMX, Osório, Tamoyo, e assim outros projetos nacionais jogados de lado, tudo para inglês ver, e hoje temos que ir a feira no exterior.
    Eu vou procurar em um lugar uma materia onde o cidadão lá apontrava alguns erros em todo o projeto do AMX (não avião, mas tudo que envolveu o AMX). SE…digo..SE eu achar posto aqui.

  12. sr.ricardo disse:

    Pelo que soube a EMBRAER detonou o projeto.

    Como comentou o vassili a MB questionou a EMB sobre a viabilização – só que com vias de bancar o projeto, mas a EX-empresa pública estava vendendo seus jatinhos montados aqui com peças IMPORTADAS(como é até hoje) e ganhando uma fortuna, por isso desprezou e dificultou um contrato militar. Ao contrário de agora que com a crise internacional e com um baita corte nas vendas veio “oferecer” (são cínicos mesmo) o KC-390 para a FAB e a modernização dos Skyhawk p/MB. O pior que tem gente que acha que temos que ouvir a opinião de uma empresa dessas para a escolha do F-X2

    ENFIM:
    A EMBRAER NÃO QUIZ E PRONTO! É A VERDADE PURA E CRUA QUE NIMGUÉM FALA !

  13. Bernardo disse:

    Falam muito sobre o programa AMX e seus desdobramentos.
    A EMBRAER e a FAB muito aprenderam com o programa.
    Não tinhamos nenhum conhecimento para uma desenvolver um sistema de armas e fornecer uma logística compativel a uma aeronave padrão OTAN.
    Gostaria de esclarecer,primeiramente, que o AMX não foi desenvolvido para ser um caça e sim uma aeronave de ataque, como o JU 87 stuka.
    Portanto, os esquadrões da FAB que empregam o avião deveriam ser chamados de esquadrões de ataque, extensivo aos esquadrões que operam os A 29. Hoje, inclusive na FAB, os esquadrões são erroneamente chamados de caça.
    Informo, tb, que não houve estudos para desenvolver um AMX naval.
    Falam muito sobre o preço do AMX. É porque está embutido os valores de desenvolvimento.Caso a aeronave tivesse sido vendida a outros operadores o preço fatalmente cairia e a FAB e AMI receberiam “royaltes” pelas vendas. Mas, com a dissolução da URSS tais vendas não ocorreram.
    A pouco tempo li em uma revista especializada que queriam renascer a linha de produção da aeronave.
    Eu concordo com a ideia, pois, com a troca de motor e instalação de uma aviônica modernizada teríamos uma excelente aeronave, muito superior ao A

  14. Bernardo disse:

    Falam muito sobre o programa AMX e seus desdobramentos.
    A EMBRAER e a FAB muito aprenderam com o programa.
    Não tinhamos nenhum conhecimento para uma desenvolver um sistema de armas e fornecer uma logística compativel a uma aeronave padrão OTAN.
    Gostaria de esclarecer,primeiramente, que o AMX não foi desenvolvido para ser um caça e sim uma aeronave de ataque, como o JU 87 stuka.
    Portanto, os esquadrões da FAB que empregam o avião deveriam ser chamados de esquadrões de ataque, extensivo aos esquadrões que operam os A 29. Hoje, inclusive na FAB, os esquadrões são erroneamente chamados de caça.
    Informo, tb, que não houve estudos para desenvolver um AMX naval.
    Falam muito sobre o preço do AMX. É porque está embutido os valores de desenvolvimento.Caso a aeronave tivesse sido vendida a outros operadores o preço fatalmente cairia e a FAB e AMI receberiam “royaltes” pelas vendas. Mas, com a dissolução da URSS tais vendas não ocorreram.
    A pouco tempo li em uma revista especializada que queriam renascer a linha de produção da aeronave.
    Eu concordo com a ideia, pois, com a troca de motor e instalação de uma aviônica modernizada teríamos uma excelente aeronave, muito superior ao A 29. A FAB fala, hoje, em ter uma aeronave de transição entre A29 e os jatos. Nada mais justo utilizar o AMX T.
    Lembrem-se que o AMX é nossa espinha dorsal quanto a bombardeamento e ataque. Com essa aeronave temos condições de alcançar qualquer capital latino americana.
    É um bom fator de dissuação.
    O que precisamos é desenvolver periféricos mais letais como mísseis, bombas planadoras e inteligentes, contra medidas, etc…etc.

  15. kwhvelasco disse:

    Mas olhar on passado com o conforto do presente dá nisso: anacronismo. O mundo dos anos 1980 era ainda mucho doido! A gente ganhava rios de dinheiro vendendo armas a Saddam Hussein, a EMbraer entrou na do AMX porque mesmo, ninguém mais entraria. O AMX foi pensado, concebido e é eficiente no ataque ar-solo, visto que na época de projeto, a URSS tinha uma máquina com características similares (Sukhoi SU-25). Os EUA never venderiam nada parecido com o A-10 para ninguém que não fosse “chegado”. Nossa doutrina de controle territorial exigia que tivéssemos uma aeronave de ataque ao solo (xavante não daria… e a Calha Norte por natureza demandaria outro tipo de avião mais capaz). Daí que o Tucano/ST e o AMX se adequaram a nosso momento.
    Dizer que a Embraer é aproveitadora? óbvio! ela não é estatal. Tem de gerar lucro. Mas se ela hoje importa 60% de seus insumos, entenda-se que o Estado brasileiro não pensou no futuro. Não temos ainda hoje tecnologias sensíveis como por exemplo, a fabricação de motores turbofan. Não temos escolas de engenharia especializadas nem planos de absorção de mão de obra. Quer trabalhar com aeronáutica? É Embraer ou nada. Assim, falar mal da Embraer AGORA é fácil.
    Ah, sim: Um AMX navalizado? tratamento anticorrosão na estrutura toda, trens de pouso reforçados, asas dobráveis, mais combustível, motor mais potente, radar com instrumental para STOL, predisposição para pelo menos usar o famigerado Exocet… complicado, não?
    Abraços.

  16. Ivan 2 disse:

    Nossa… eu sei que o AMX, tem um valor sentimental muito grande na menste de nós entusiasta brasileiros, pois junto com o Xavante, são reflexo da busca de independência tecnológica no campo militar do Brasil.

    Além da versão naval do AMX, também já foi proposto uma versão de treinamento avançado. Porém quero lembrar que o AMX é uma aeronave de projeto da década de 80, e que apesar de ter seus aviônicos modernizados, possui aerodinâmica da década de 80.

    Hoje, 2010, são inúmeras as evoluções do campo aeronautico e de materiais se comparado a 20 anos atrás e se levarmos em conta a perspectiva de no mínimo 20 anos operacioanal, a distância tecnológica entre o projeto do AMX e os aviões de alto desenpenho que estará disponíveis será um verdadeiro abismo.

    Então a melhor pergunta, não é se é possível desenvolver um AMX naval, mas se o custo/benefício o torna um projeto viável.

    Outro fator primordial é se com o que aprendemos no projeto do AMX, é possível desenvolver um caça/naval/treinador com melhores níveis de desempenho que o AMX.

    Saudações,

  17. Paiva disse:

    Olha acho que seria mais interessante no momento uma versão navalizada do a-29 super tucano. Como aeronave de treinamento e ataque leve, e pra Embraer “aprender” sobre aeronaves embarcadas… Talvez até vencesse aquela concorrência do “marines” com essa versão, afinal, não tinham se “impressionado” com desempenho dos Super Tucanos Colombianos…

  18. Andre de POA disse:

    ivan2:
    “possui aerodinâmica da década de 80.”
    Caro Ivan, o que significa “possui aerodinâmica da década de 80.”?

  19. DV disse:

    kwhvelasco falou muito bem sobre a questão do anacronismo. Qualquer juízo sobre o AMX tem que levar em conta o momento em que as decisões foram tomadas. É muito fácil ser profeta do passado.

    Foi um projeto muito válido. Só que comercialmente deu azar com os rumos da Geopolítica (não vamos também lamentar a queda do Muro de Berlim). Aprendemos muito com ele e ainda é um valoroso instrumento de dissuasão que cumpre muito bem o papel para o qual foi projetado.

    Isso não significa que valha a pena ressuscitá-lo. Não sou engenheiro de aviação, mas certamente só a reativação da linha de produção já custaria mais do que o justificável por uns poucos exemplares. A atualização/navalização do projeto então, mais uma fortuna…

    Valorizar e aplicar as lições aprendidas com o AMX não significa ficar amarrado ao avião. Como com o STucano, devemos procurar nichos de mercado e parceiros bons para fazer aviões multifunção (exemplo: LIFT e ataque), visando soluções prágmaticas para FAs com orçamento limitado.

    Por exemplo, só para delirar um pouco, por que não bater na porta da velha e boa Alenia e não propor parceria para navalizar o M-346?

  20. Ivan 2 disse:

    O AMX foi idealizado como bombardeiro, subsônico, para penetração nas linhas inimigas e interdição do campo. Deveria ter capacidade de transportar além das armas necessária para execução do trabalho, 2 mísseis para auto-defesa e dependendo do cenário, não necessitar de escoltas armadas.

    Com estas especificações, temos uma aeronave desenvolvida para cumprir estas especificações. Desenho para cumprir vôos subsônicos, com asa “alta” para dar estabilidade e manobrabilidade em vôos de baixa altitude, Entradas de ar alta para poder pousar em pistas mal preparadas.

    Já lí em alguns artigos sobre a falta de potência dos motores do AMX, sobre manobras de evazão ou mesmo de combates em auto-defesa. Além do mais, um motor com pós-combustão, diminuiria drasticamente o alcançe do AMX.

    Por tanto, uma versão naval do AMX não é a solução para a Marinha, seria mais um palhativo.

  21. Giordani RS disse:

    ivan2:
    “possui aerodinâmica da década de 80.”

    O que seria uma aerodinâmica da década de 80?

  22. Andre de POA disse:

    ivan2:
    “possui aerodinâmica da década de 80.”

    O que seria uma aerodinâmica da década de 80?

    Sim, neste caso você refere-se ao design utilizado?
    Pois as “formas físicas” são adequadas ao desempenho da aeronave conforme testes em TV e modelos matemáticos e testes infindaveis de CQ. Se hoje fosse projetada a aeronave com esta performace e como as leis da física continuam as mesmas o avião projetado em 2010 não seria muito diferente em suas “formas” em relação ao velho AMX. Agora se você se refere a turbinas mais potentes, mais de uma, canards e mil e uma coisas seria um avião diferente e mesmo que fosse projetado nos anos 80 não seria muito diferente do atual na “forma física”. Veja bem me refiro apenas a “aparência” que é o que entendi como aerodinâmica da década de 80 (?).
    Mas as vezes apenas uma virgula faz o nosso entendimento ser errado portanto me corrija e me desculpe se entendi errado.

  23. Jose Peixoto disse:

    Ainda acredito no AMX modernizado cumpriria um excelente papel, como aeronave de treinamento avançado, o chamdo AMX-T.Poderia também ser utilizado como vigilante de nossas fronteiras em conflitos de baixa intensidade – NESTES PAPÉIS SERIA IMBATÍVEL, CONSIDERANDO O CUSTO BENEFÍCIO – muito mais capaz e potente que outros treiandores existentese ,também mais capaz para interceptar os AVIÕES A JATO QUE ESTÃO SENDO UTILIZADOS PARA O TRÁFICO, QUE OS TUCANOS NÃO TEM COMO INTERCEPTAR.

  24. Jose Peixoto disse:

    ANTES DE TER UM CAÇA NAVAL PRECISAMOS DE UMA NAE REALMENTE OPERACIONAL! O MAIS FÁCIL SERIA UMA CHARLES DE GAULE CONVENCIONAL, É SÓ DECIDIR!

    (NOTA – MO) Não GRITE !!!!!!!!!!!

  25. jailton disse:

    Para Embraer:Vamos fazer um caça genuinamente brasileiro.seja naval ou não.Posso até sugerir um nome,que seria JAP-1.CARCARÁ. Temos tecnologia para isso.

  26. MO disse:

    Caro Jailton … me diz uma coisa, incluindo tudo, avionicos, armamento, motores and afins ?

    MO

  27. jailton disse:

    É isso mesmo mestre MO! Com uma parceria com o governo brasileiro em ivestimento pode ser feito, tendo retorno a longo prazo. Até mesmo com uma possível venda dos caças para otros países.

  28. MO disse:

    Mas ai que esta Jailton, NENHUMA aeronave nacional eh 100% brazuca .. até então, claro, se for asim para nos fabricarmos (leia-se desenvolver tudo) ai sim, pra fazer o desenho, apertar os parafusos and soldas, mas esperar a Alfandega liberar o container com os reloginhos and motores, da mais ou menos na mesma

    Abs
    MO

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