Tentativa de pouso de um Su-33

Imaginem se o avião conseguisse enganchar naquela posição…

COLABOROU: Lucas Santos Freitas

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AH-11A Super Lynx

No período de 12 a 30 de janeiro, as aeronaves AH-11A Super Lynx N-4003 e N-4009 (Linces 03 e 09), a bordo da Fragatas “Constituição” (F-42) e “Independência” (F-44), respectivamente, participaram da comissão ASPIRANTEX 2010, cuja missão foi realizar exercícios no mar abrangendo as Operações de Ataque, Anti-Submarino, de Esclarecimento e de Apoio Logístico Móvel; contribuir para a formação dos Aspirantes da Escola Naval e Alunos da EFOMM; aprimorar o adestramento dos meios da Esquadra e realizar ação de presença na área compreendida entre Rio de Janeiro-RJ e Natal-RN.

Nessa ocasião, as aeronaves foram empregadas em tarefas de Esclarecimento, OTHT, Planos de ataque coordenado Navio-Aeronave e Aeronave-Aeronave, QRPB diurno e noturno e fainas de PICK-UP / VERTREP.

AH-11A Super Lynx e F. Independência (F-44)

No dia 29 de janeiro, o 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (HA-1), participou das buscas dos tripulantes do barco pesqueiro VICENTE II, que naufragou após ter sido abalroado por um navio mercante, a cerca de 40 milhas ao sul de Cabo Frio.

A aeronave AH-11A Super Lynx N-4004 (Lince 04) foi até o local do acidente e identificou 04 coletes salva-vidas do barco pesqueiro, permanecendo nas buscas dos náufragos, até a chegada da aeronave UH-14 Super Puma N-7071 (Pégasus 71), onde passaram a realizar as buscas em conjunto, sob o controle da cena de ação do Comandante do 1º Esquadrão de Escolta, embarcado na Fragata Niterói que localizou os náufragos.

AH-11A Super Lynx SAR

No dia 01 de fevereiro, o mesmo Lince 04, já embarcado na Fragata “Liberal” (F-43), realizou um exercício de “cross deck” com o navio de apoio logístico argentino ARA “Patagonia” (B-1), a 100 milhas ao sul de São Sebastião-SP.

Durante o exercício, a aeronave realizou três pousos visuais no convoo do navio, contribuindo para o adestramento e a interoperabilidade entre as Marinhas amigas.

ARA Patagonia

FONTE e FOTOS: ComForAerNav

 

QG Airsoft

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EUA autorizam mulheres a servir em submarinos nucleares

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A Marinha de Guerra dos Estados Unidos autorizou mulheres a servir em submarinos, pondo fim a um dos últimos feudos exclusivamente masculinos do Exército (sic) dos Estados Unidos*, informaram nesta terça dirigentes do Pentágono.

O secretário de Defesa Robert Gates aprovou a recomendação e enviou cartas ao Congresso para transmitir aos legisladores a decisão. Os parlamentares têm, agora, 30 dias para fazer comentários sobre o projeto antes que entre em vigor.

As americanas já podiam trabalhar na frota de navios da Marinha de Guerra e voar em caças, mas os submarinos nucleares permaneciam fora de seu alcance. As mulheres constituem 15 por cento dos oficiais e efetivos da Marinha de Guerra americana.

FONTE: France Presse, via G1

FOTO (comissionamento, em maio do ano passado, do USS North Carolina – SSN 777): USN

*NOTA DO BLOG: supomos que neste trecho a intenção da matéria original, ou de sua tradução, era referir-se às Forças Armadas dos Estados Unidos, não ao Exército. Com relação à notícia, pode-se dizer que o “timing” da mesma está adequado: em poucos dias, 8 de março, será comemorado o Dia Internacional da Mulher. Parabéns antecipados do Blog do Poder Naval a todas as mulheres que frequentam esse espaço e, em especial, às que servem às Forças Armadas brasileiras, sem esquecer das que, em breve (segundo a notícia) deverão ter a honra de servir nos submarinos nucleares da Marinha dos EUA.

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Fleet Command Malvinas-1

O simulador de Guerra Naval Jane’s Fleet Command traz uma missão chamada “Nuestras Malvinas”, cujo objetivo é romper um bloqueio naval argentino nas ilhas Falklands/Malvinas, para possibilitar a chegada de uma força anfíbia britânica.

Fleet Command Malvinas-4

O jogador luta do lado inglês (nas telas abaixo, com as forças azuis) e tem que enfrentar ondas de aeronaves de ataque argentinas (em vermelho) armadas com mísseis antinavio Exocet.

Um detalhe interessante da missão é que o Brasil fez uma aliança com a Argentina, como descreve a tela abaixo:

Fleet Command Malvinas-5

Num momento em que o Brasil dá apoio à Argentina na questão das Malvinas, o Fleet Command ajuda a pensar como seria uma nova Guerra pelas Malvinas, agora que a Royal Navy não possui mais o Sea Harrier para garantir a superioridade aérea sobre a Frota.

Fleet Command Malvinas-3

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vinheta-clipping-navalRIO – O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Philip Crowley, afirmou na terça-feira que o país é “neutro” em relação à disputa entre Argentina e Reino Unido pela soberania sobre as Ilhas Malvinas, mas, ao mesmo tempo, acrescentou que o governo Barack Obama reconhece a “atual administração britânica”, segundo reportagem do jornal argentino “La Nacion”. Diante do retorno da questão das Malvinas à agenda internacional, provocado pela exploração de petróleo por uma companhia britânica no arquipélago, Crowley disse que os EUA poderão considerar a possibilidade de mediar uma solução para o conflito caso os dois países tenham interesse.

O porta-voz também aproveitou sua habitual conferência de imprensa para incentivar Argentina e Reino Unido a resolverem a questão por meio do “diálogo”. Apesar de serem membros de um acordo de defesa com os países latino-americanos (o Tratado Interamericano de Assistência Recíproca), os EUA ficaram do lado britânico durante a Guerra das Malvinas, que matou 649 soldados argentinos e 255 britânicos em 1982.

- Estamos cientes do problema e de sua história. Os Estados Unidos têm uma posição neutral em relação à questão da soberania, mas reconhecem a atual administração britânica das ilhas. E, assim como fazemos em todas as áreas onde há disputas, incentivamos soluções alcançadas por meio do diálogo – respondeu Crowley quando perguntado sobre a nova crise, segundo o “La Nacion”.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, também na terça-feira, que a Argentina tenha soberania sobre as Malvinas, questionando que a administração das ilhas caiba a um país localizado a 14 mil quilômetros. Em discurso na cúpula do Grupo do Rio em Playa del Carmem, no México, Lula pediu o início de um debate na Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a polêmica envolvendo a exploração de petróleo na região. No mesmo dia, o Reino Unido rejeitou nesta terça-feira as objeções argentinas à prospecção de petróleo na costa das ilhas Malvinas, alegando que tal perfuração não viola o direito internacional.

FONTE: O Globo

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