Fleet Command Malvinas-1

O simulador de Guerra Naval Jane’s Fleet Command traz uma missão chamada “Nuestras Malvinas”, cujo objetivo é romper um bloqueio naval argentino nas ilhas Falklands/Malvinas, para possibilitar a chegada de uma força anfíbia britânica.

Fleet Command Malvinas-4

O jogador luta do lado inglês (nas telas abaixo, com as forças azuis) e tem que enfrentar ondas de aeronaves de ataque argentinas (em vermelho) armadas com mísseis antinavio Exocet.

Um detalhe interessante da missão é que o Brasil fez uma aliança com a Argentina, como descreve a tela abaixo:

Fleet Command Malvinas-5

Num momento em que o Brasil dá apoio à Argentina na questão das Malvinas, o Fleet Command ajuda a pensar como seria uma nova Guerra pelas Malvinas, agora que a Royal Navy não possui mais o Sea Harrier para garantir a superioridade aérea sobre a Frota.

Fleet Command Malvinas-3

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30 Comentários to “‘Guerra das Malvinas 2′ no Fleet Command”

  1. Giordani RS disse:

    Mas o Sea Harrier já foi descomissionado?

  2. Galante disse:

    Já foi faz tempo.

  3. Gil Macabre disse:

    ae galera alguem sabe se o Fleet Command roda no Windows 7???
    queria saber pra comprar
    gostei do game + ñ encontrei inf sobre ele…

  4. Paulo disse:

    Se nós já tivessemos nossa base na Namíbia, este joguinho poderia ficar mais interessante ainda….
    O problema seria saber se a Namíbia permitiria ações bélicas a partir do seu território….
    Mas afinal, é apenas um simulador…
    No mundo real, o Brasil precisa se perguntar: o que eu ganho com isso?

  5. Caro Galante e amigos editores do blog, parabéns pelas matérias publicadas estão sensacionais, muito atuais.
    Solicito um esclarecimento quanto a pagina da trilogia. A partir de ontem, pelo menos nos computadores que tenho acessado, no lugar logo abaixo, por exemplo Poder Naval, o botão que deveria destinar a Poder Aereo e Poder Terrestre ou vice-versa, aparecem ainda hoje, escrito Quartel General com simobolo airsof… uma imagem de comandos, suspeitei que possa ser um vírus ou direcionamento para outra coisa, não havendo possibilidade de mudar para outras paginas da trilogia, so consegui entrar no Poder Naval digitando o http://www.nabal.com.br. o mesmo pode ser observado por vocês?Abraços.

  6. Dalton disse:

    O Invincible também já foi descomissionado, então dificilmente eles poderiam enviar os 2 unicos porta-avioes que eles dispoem, o Ark Royal e o Illustrious, pois em 1982, eles possuiam 3 o Hermes o Invincible e o Illustrious assim 2 puderam ser reunidos.

    Mas…porque eles enviariam porta-avioes para cá já que a Royal Navy
    não possui mais o Sea Harrier para garantir a superioridade aerea sobre a frota com cita o testo?

    Quem precisa retomar as Falklands hoje são os argentinos e as forças britanicas na ilha podem se aguentar pelo tempo suficiente para que 2 submarinos armados com misseis tomahawks cheguem, mesmo que os typhoons sejam destruidos e/ou o aerodromo seja indisponibilizado para uso.

    O Brasil unido a Argentina complica, mas, neste simulador não tem a opção Unites States of America jogando do lados dos “Tommies” não?

  7. A Inglaterra é uma ilha ou arquipelago, as Malvinas/Falklands, também, portanto, eles tiveram mais de 25 anos para construir sua defesa, é bem provável que os Harrier que deixaram a área do Afeganistão no ano passado estejam nas Malvinas estocados. Na verdade eles não precisam de porta aviões, a ilha já é um porta aviões, só que não afunda.

  8. Rodrigo Rauta disse:

    Galante, mas os Harriers restantes não formam um esquadrão unico baseado em terra, que junta todos os Harriers restantes, tantop da RAF como da RN, que em caso de necessidade pode embarcar novamente a bordo do PA ingleses???

    Abraços!

  9. Galante disse:

    Rodrigo, os Harriers Gr7 são apenas para ataque, não têm capacidade de defesa aérea.

  10. Invincible disse:

    E se o USMC emprestar uns AV-8B? Como fica?

  11. Wolfpack disse:

    Mesmo hoje, a situação de defesa das Malvinas seria extremamente difícil por parte dos Britânicos. O problema maior é a obsolecência dos equipamentos Argentinos.
    Mas não seria um passeio no parque para os Brit6anicos como alguns pensam.

  12. Invincible disse:

    Talvez isso ajude os militares da Royal Navy a convenser os céticos sobre o novo PA para os Britânicos.

  13. Galileu disse:

    Wolfpack tá certo…..

    Por mais defasado que esteja as forças argentinas, não é e não seria um passeio.

    Sem conta que aquela região o clima é o segundo inimigo

  14. Hudson disse:

    Uma pergunta o poder aerio e o forte estão em manutenção?

  15. Soldier disse:

    A Argentina perdeu aquela guerra por que seus generais eram uns INCOPETENTES.

  16. Soldier disse:

    E,
    …nada mais danoso para uma nação do que a incopetência de seus generais.

  17. Nunão disse:

    “Hudson em 24 fev, 2010 às 15:40
    Uma pergunta o poder aerio e o forte estão em manutenção?”

    Não, Hudson, estão no ar, normalmente.
    Você está tendo algum problema para acessá-los?

  18. Hudson disse:

    sim quando vou acessá-los aparece uma pagina falando q o site esta desativado.

  19. Galante disse:

    Hudson, dê reload no seu navegador, que você conseguirá acessar. Provavelmente quando os sites ficaram fora do ar no Carnaval, seu navegador ficou com a página no cache.

    Quando acessar os sites, clique na tecla F5 ou aperte botão reload ou recarregar, do seu navegador.

    Se mesmo assim der problema, teste com outro navegador, Firefox ou Chrome.

  20. vassili disse:

    Getúlio, dia 24, 11:12hs

    “na verdade eles não precisam de um porta aviões, a ilha ja é um, só que não afunda”…………

    Benito Mussolini tb falou isso antes de iniciada a II GM, e olha no que deu………….

    eu não consigo enxergar a Royal Navy sem ao menos um Nae em operação no futuro. E olha que eles pretendem adquirir 2 CFV de 60.000 tons de deslocamento.

    abraços.

  21. Wolfpack disse:

    O que colabora para o meu pensamento que uma nova Guerra da Malvinas traria tantos desafios hoje para o Reino Unido quanto em 1982 está bem claro logo abaixo, neste texto do DefesaNET.
    Naquela época a Grand Bretanha tinha uma Força para se opor a Cortina de Ferro, mas hoje não vejo este poderio todo, exceto pelas armas nucleares.

    Reino Unido não está preparado para guerra moderna

    Defesa @ Net

    Londres, 24 fev (EFE).- A Forças Armadas do Reino Unido não estão preparadas para uma guerra do século XXI, afirmou uma fonte militar anônima do Ministério da Defesa britânico citada hoje pelo jornal “The Daily Telegraph”.

    Boa parte dos equipamentos de guerra de tecnologia avançada possuídos pelo país, tanto navios de guerra como caças e tanques, quase não terão “relevância” para eventuais guerras futuras.

    Segundo o militar, seria adequado promover um debate sobre se o Exército poderia realizar hoje em dia com igual êxito uma nova campanha como a de 1982 na guerra contra a Argentina pelas Ilhas Malvinas.

    O debate sobre a futura estrutura das Forças Armadas do Reino Unido se intensificou ultimamente e um em cada quatro dos serviços busca justificar seu orçamento em uma época de crise na qual o Estado deve conter os gastos.

    Mas o Exército foi até agora o maior defensor de reformas pois é o que sempre ocupa a linha de frente em todas as guerras e muitos entre seus membros consideram injustificáveis as despesas em navios de guerra e aviação militar.

    “Estamos preparados para os tipos de guerras menos prováveis. Precisamos nos preparar para as mais prováveis. É preciso se concentrar no que temos de fazer diariamente, e não no que somos obrigados a fazer uma vez a cada dez anos”, disse o militar.

    Com um orçamento de defesa de 37 bilhões de libras (quase 42 bilhões de euros), o Reino Unido não pode ser “forte” em todas as frentes e tem que investir no que é “importante”, acrescentou.

    “Estamos investindo demais em equipamento para as guerras do século XX e não no que nos pedem que façamos diariamente”, criticou o militar.

    Se as Forças Armadas buscarem se preparar para todo tipo de guerras, acabarão não podendo fazer nada direito.

    Aludindo a eventuais intervenções futuras, talvez no Oriente Médio ou no sul da Ásia, a fonte explicou que em um mundo globalizado fica cada vez mais difícil “fazer vista grossa perante os Estados fracassados”.

    Em referência aos redutos de terroristas como Iêmen e Somália, a fonte acrescentou que “se não se tenta resolver um problema onde ele surge”, o mais provável é que “o problema chegue a sua própria casa”

  22. Wolfpack disse:

    Os Vulcan se foram, os Sea Harrier também, sem contar que grande parte das tropas encontram-se no Afeganistão e Iraque, logo uma invasão planejada e corrigindo os fatos de 82 seria factivel para a Argentina. Claro teria que se equipar com um minimo de recurso primeiro e planejamento. Isso está fora de cogitação nos dias de hoje.

  23. Caro Galante, obrigado pelas explicações sobre o acesso à trilogia.
    Um grande abraço a todos.

  24. rodrigo avelar disse:

    pois eu ainda acho que os INgleses iam dar uma passei…
    não tem a minima condição dos Argentinos, e se o Brasil entrar nesta barca furada vai afundar com os hermanos juntinhos

    abs…

  25. LBacelar disse:

    Em vez dos SEM, se a Argentina investisse em alguns SU30MK os ingleses teriam um grande problema para conquistar o espaço aéreo como fizeram em 82

  26. Rodrigo Cesarini disse:

    O Fleet Command está US$ 19.90 no Steam

  27. RICARDO disse:

    Galante você tem algumas missões de DANGEROUS WATERS feita por você
    no seu editor DW que possa enviar para meu email, pois não consigo criar no meu desde já agradeço se puder me enviar , meu email é harpoon911@hotmail.com

  28. Fernando Ariede disse:

    Prezado colega galante, boa tarde!
    Por gentileza, solicito o envio das missões do DANGEROUS WATERS também, pois, nas minhas missões, nunca funcionam, meu e-mail é ferariede@gmail.com . Uma dúvida, é possivel controlar o São Paulo? Abraço Brigadão

  29. João Manoel de Oliveira Rodrigues disse:

    Não entendo o por que da diplomacia brasileira apoiar a “reintegração” das Malvinas ao territorio argentino. As Malvinas nunca forão deles.
    A proposito o que ele pretentende fazer. A diplomacia Britanica neste ponto é naturalment irredutivel.
    Espero que o governo de Buenos Aires não esteja cogitando uma solução militar. Para o Bem de um punhado de soldados ermanos

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