A Raytheon informou, na última terça-feira, dia 23 de fevereiro, que fez a entrega da 2.000ª unidade do míssil de cruzeiro Tomahawk Block IV para a U.S. Navy (Marinha dos Estados Unidos). A primeira entrega de um míssil dessa versão foi realizada em maio de 2004, segundo a empresa. O Tomahawk Block IV pode ser lançado de navios de superfície e submarinos, e foi projetado para ataques de precisão a grande distância, contra alvos de grande valor e defendidos pesadamente.
Outros objetivos das tecnologias presentes no Tomahawk Block IV são de reduzir custos de aquisição, operação e apoio. A empresa destaca, no informe, o uso de um datalink via satélite de via dupla, que permite a um controlador mudar o alvo em pleno voo.
FONTE / FOTOS: Raytheon
LEIA MAIS:




Facebook
LinkedIn
Twitter
PDF
Orkut













Se o objetivo de nosso SSN ou de um outro futuro SSN a ser construído fosse de ataque, poderíamos dispor destes “dentes” neles? Ou algum compatível de outra nação? Talvez um Made in BR adaptado, poderia ser interessante para nossa indústria.
Ah, alguém aí saberia o que de poder de ataque teremos no nosso SSN atual, além dos fuzis da tripulação e das facas dos cozinheiros?
Alguém tem dúvida do que vai acontecer com as instalações nucleares do Irã?
UaU!! Considerando que cada unidade custa em torno de U$ 1,367 milhão de doláres, os USA já gastaram mais de 2 TRILHÕES E 700 MILHÕES de dolares somente na compra destes misseis, mais nada incluso, só a compra do produto final… Quem pode, pode mesmo!!
De onde tirei estes números?? Daqui:
http://www.defenseindustrydaily.com/fy06-order-346m-for-473-tactical-tomahawk-block-iv-cruise-missiles-02027/
Basta simplesmente dividir o numero de unidades, pelo valor da ordem de pagamento, que dá U$ 1.367.052,00 CADA!
Calma Francoorp,
tira um pouco de zeros aí da sua conta. São 2 BILHÕES E 700 MILHÕES e não “TRILHÕES”.rsrsr
Um abraço.
Bosco, você acha que seria interessante para nossa MB dispor desses equipamentos?
Edgar,
eu quero ver nosso país grande e com suas forças armadas fortes e bem balanceadas. Mas acredito que podemos conseguir isso de forma gradual e natural, tendo em vista o nosso TO e os cenários previstos.
Eu sou defensor de uma marinha mais costeira, mais defensiva. Não sou um grande entusiasta de uma marinha com capacidade de projeção de força muito grande, a princípio, já que ainda nos falta o básico.
Acho que poderíamos abrir mão de um submarino nuclear e de um porta aviões. Preferiria que tivéssemos uma boa quantidade de submarinos convencionais e 2 ou 3 navios de funções múltiplas (porta helicópteros de assalto), tão necessários em casos de catástrofes como a do Haiti.
Acho que depois de arrumarmos a casa com forças armadas enxutas e eficientes poderemos na medida das necessidades reais e do tamanho de nossas responsabilidades dentro da comunidade de nações expandir nossas capacidades “estratégicas” e formar uma marinha oceânica.
Como disse o tio do Peter Parker, “grandes poderes trazem grandes responsabilidades”. Baseado no que disse o tio Ben, eu respondo que sim a sua pergunta. Se tivermos mesmo um ou mais submarinos nucleares acho que deveriam ser armados com mísseis de cruzeiro.
Assim como acho que se tivermos, devem ser 3 ou 4 pelo menos.
Também em relação ao NAe, acho que se optarmos por ter uma marinha oceânica com grande capacidade de projeção de força, devemos ter o melhor que a tecnologia possa oferecer e em quantidade adequada.
Um abraço meu amigo.
Se os Sub são de defesa então porque portam torpedos?
Olha!
Um SubN brasileiro com um míssil desse deixa qq um com um pé atrás.
O Brasil não assinou um tratado onde se compromete a não desenvolver/possuir mísseis/foguetes com alcance superior a 300 km?
O Tomahawk block IV possui várias mudanças em relação as outras versões.
Externamente é visível que ele tem apenas 3 aletas de cauda ao invés das 4 das outras versões.
Também não possui uma tomada de ar saliente e sim uma rebaixada, como no míssil Harpoon, como pode ser visto na segunda foto.
Bosco:
Verdade, Bilhões!!
Hehehe
Paulo o q vc falou é verdade, realmente existe um acordo no qual o país é signatario no qual existe um limitação no alcance de certos armamentos/dispositivos/instrumentos (a denominação muda conforme o interlocutor), mas como cerca de 60% (dado desatualizado, acho que aumentou) da população mundial vive proximos, até 500Km (o que tiver a 300 km dá pra fazer um bom estrago não?), a regiões litoraneas e/ou potencialmente navegaveis.
E se dermos uma atenção ao fato que até 2050 H²O será um dos principais fatores de conflitos internos e externos, vide sudão. Todos irão querer estar mais proximos a esse recurso.
EDGAR, no máximo lá em 2035 quando nosso ssn tiver pronto, colocaremos o destruidor Exocet como arma principal, escrevam o que eu digo …hahha
Te cuida “Tomas Hawk”
que vem aí o Matador AV-MT da Avibrás !!!!!
Sds.
Bosco, você teria alguma marinha do mundo ao qual seria um modelo ideal para esta sua proposta? Seria interessante para compararmos o que possuimos hoje com o que poderemos ter a curto, médio e longo prazo, nesta linha de num primeiro momento marinha costeira num segundo marinha oceânica.
Um abraço e valeu pela resposta.
Somente nossa faixa litorânea (7500 km) que é comparada a de poucos países no mundo né e numa realidade financeira parecida com a nossa só vejo o Chile (6500 km).
Edgar em 26 fev, 2010 às 17:02
NÃO. Não podemos ter um míssil com essa capacidade na MB.
O excelentíssimo ex-presidente FHC assinou um Acordo enfiado goela abaixo pelos EUA, obrigando o Brasil a renunciar ao desenvolvimento de mísseis com alcance superior a 300 km.
Mas quais seriam os parágrafos desse acordo? Pois DESENVOLVIMENTO é diferente de AQUISIÇÃO, ainda mais quando movimentaríamos a economia deles que foi tão abalada pela crise.
O acordo abrange cabeças de guerra acima de 450 Kg, não?
EUA, Inglaterra, Espanha, entre outros, também assinaram.
Mahan
500 kg. Só não lembro se de qualquer tipo de carga.