É o USS Bunker Hill (CG-52), um cruzador classe Ticonderoga, o primeiro da classe modernizado.
Armamento:
2 lançadores verticais de 61 células Mk 41, capazes de lançar mísseis SM-2ER Bock IV, ESSM e Tomahawks;
2 lançadores quádruplos de mísseis Harpoon;
2 canhões de 5 polegadas (um na proa e um na popa);
2 CIWS Phalanx Block 1B;
2 lançadores triplos de torpedos Mk-32;
e capacidade para 2 Seahawks.
Aliás, que me perdoem aqueles que bradam por aí que o Brasil não precisa de lixo, mas bem que ele poderia ficar aqui pelo Brasil, junto com uns 9 irmãos da mesma classe…
Só complementando o que o Bronco escreveu…o USS Bunker Hill
é o lider de uma classe de 22 cruzadores e foi o primeiro a passar por uma extensa modernização que o deixou mais eficiente.
Para cortar peso, o bulwark na proa foi encurtado quase pela metade, o grande radar SPS-49 foi removido do mastro principal e mesmo uma passarela foi removida da superestrutura.
Os canhoes de 5 polegadas tiveram seu calibre aumentado de 54, para 62 e os misseis ESSM podem ser colocados 4 em cada silo, ou seja, se 16 dos mais de 120 silos forem alocados para o ESSM serão 64 ESSM e ainda sobra muito silo para os demais misseis.
O Bunker Hill tem como base San Diego e atravessou o canal do Panamá para acompanhar o Carl Vinson que terá San Diego como sua nova base já que anteriormente era baseado no pacifico, em Bremerton Estado de Washington.
Obrigado aos amigos experts pela informação e concordo com o Bronco: Não nove, mas uns três destes lixos na configuração e com toda a dotação informada estava de bom tamanho, desde que adquiríssemos também todas as 10 belonaves que devem ser contratadas junto aos “spagheti”.
Bunker Hill foi um porta-avioes CV 17 da classe Essex CV 9
que foi atingido por kamikazes e embora completamente reparado, não foi escolhido para futuras modernizaçoes e nunca mais entrou em serviço.
o Brasil ja firmou uma parceria estrategica com a França com a MB e o EB, agora e a oportunidade de ouro do nosso pais firmar uma parceria estrategica com a naçao que manda e e vai mandar por muito tempo ainda no mundo. 0 f-18 sh e um excelente caça para o Brasil abriria muitas portas ao Brasil nao so na esfera militar como na politica e economia. Lula nao da mole se alia com os yankees, pense grande!!!! aviao frances so a carla bruni !!!
Complementando o que o Bronco e o Dalton falaram, o Bunder Hill pode lançar também mísseis VL-ASROC anti submarino e é armado com dois canhões Mk-38 de 25 mm contra alvos assimétricos.
Os helicópteros são armados com torpedos Mk46/Mk54, mísseis Hellfire e Penguin, além de metralhadoras.
Um abraço a todos.
Pessoal, eu sou leigo no assunto, mas pela descrição USS Bunker Hill, ele sózinho é capaz de acabar com qualquer (e todas) as marinhas “de la latinoamerica”. Estou certo, ou é leitura equivocada de quem não conheçe o assunto?
sds a todos.
Leônidas,
sem dúvida ele pode fazer um estrago grande em qualquer marinha e acabar com algumas, mas como tem quantidade limitada de mísseis alguns navios sobreviveriam. rsrs
Possui apenas 8 Harpoons que são mísseis especificamente anti-navios (mas que podem ser usados contra alvos em terra também). Também seus Tomahawks, se forem da versão Block IV, podem ser usados contra navios em alto mar e destruir alguns no porto.
Seu mísseis ESSM também podem ser usados contra navios e até os Standard SM-2 Block IV também podem, dentro do alcance do horizonte.
Somado aos dois canhões com alcance de uns 25 km e aos Hellfire e Penguins dos 2 helicópteros e tem-se uma formidável capacidade anti-navio.
Quanto a capacidade anti-submarino ele deve contar com pelo menos 24 torpedos leves (Mk-46, Mk-50 e Mk-54), uns 12 mísseis VL-ASROC dotados de torpedos e uns 12 torpedos para suprir os helicópteros. O que deve dar umas 50 armas anti-submarino.
Já a sua capacidade de se defender de ataques aéreos também é formidável.
Conta com pelo menos 40 mísseis Standard SM-2 Block IV com mais de 150 km de alcance e deve contar com pelo menos 48 ESSM com 40 km de alcance e capacidade anti-míssil.
Sem falar de dois canhões Phalanx block IA com finalidade anti-míssil eficientes na última milha.
Os alvos assimétricos podem ser destruídos pelos ESSM, canhões Mk38 de 25mm (manuais ?), Phalanx Block IB, metralhadoras a bordo (várias) e metralhadoras e mísseis Hellfire dos helicópteros.
Alvos em terra podem ser atingidos pelos canhões de 127 mm (com cerca de 400 projéteis estocados) até uma distância de uns 25 km, mas podem ser atingidos pelos Harpoon até uma distância de 130 km e pelos Tomahawk com 1800 km de alcance.
Também o míssil Standard SM-2 Block IV possui capacidade anti-balístico endoatmosférica, interceptando mísseis balísticos na fase terminal.
Que eu saiba o Bunker Hill não leva a versão SM-3 do Standard, com capacidade anti-balístico exoatmosférico e capaz de interceptar um míssil na fase intermediária, além de satélites de órbita baixa.
Só isso. rsrrr…
Um abraço meu caro.
André,
êta perguntinha complicada sô. rsrs
Eu não sou o mais adequado pra tentar responder sua pergunta mas parece que o Dalton, Poggio, Galante, etc, não a leram.
Há muita controvérsia sobre essas classificações e cada marinha usa os termos como lhe convém sem que haja uma padronização.
Em geral, se formos classificar por “deslocamento”, teríamos das mais leves para as mais pesadas a seguinte ordem: corveta, fragata, “destróier” (contra-torpedeiro no Brasil) e por último cruzador.
Levando-se em conta que todos são navios de funções múltiplas, já que antes a classificação se dava por “função”. Hoje se dá por tonelagem, autonomia, capacidade marinheira, etc.
Também a tonelagem tem a ver com a “autonomia”. Ou seja, uma corveta pode operar de maneira independente por menos tempo que uma fragata, a fragata por menos tempo que um cruzador, etc.
Ou seja, em geral a corveta não é um navio oceânico e sim costeiro, os outros (fragatas, cruzador, etc, possuem capacidade oceânica).
De modo geral parece que o termo “destróier” está saindo de modo e apenas a USN ainda continuará a utilizá-lo. O Brasil parece que vai deixar de usá-lo.
Em geral quanto a tonelagem podemos classificar os meios mais ou menos assim:
Corveta até 2000 t
Fragata de 2000 até 8000 t.
Cruzador acima de 8000 t de deslocamento.
Na USN é um pouco diferente.
Fragata até 6000 t.
Destróier de 6000 a 9000 t
Cruzador acima de 9000 t
OBS: os destróiers americanos (Arleigh Burke) seriam classificados de cruzadores na maioria das marinhas do mundo.
é mais ou menos isso.
Um abraço e vamos ouvir o que os colegas têm a dizer a respeito.
Aprofundando um pouco nessa questão de apoio á porta-aviões Alexandre, o uso de submarino elétrico para escolta de aeródromos convencionais não seria uma boa alternativa? Sabe-se que submarinos tem sua função ja definida na estratégia naval: negar o uso do mar e ajudar na dissuasão.
Porém, com a operação de submarinos nucleares reforçando a defesa com mais autonomia, os submarinos elétricos não precisariam ficar limitados apenas em patrulhamento da costa mas aproveitados em um emprego mais conjunto auxiliando sua frota, principalmente pela ameaça que representa. Deixaria de ser um guerreiro solitário usando todo seu potencial ofencivo contra quem ameaçasse seu grupo (principalemente pela capacidade de ocultação, considerado um perigo na estratégia de combate). Um recurso de ataque usado para defesa!
Esse é um conceito baseado na flexibilidade operacional de um submarino e pela fama de ser perigoso. A própria Marinha diz que só existem dois tipos de navios: “o submarino e o alvo”. No caso de ameaça aérea, os subs poderiam usar misseis de cruzeiro para repeliar ataques dessa natureza, projetados para função aaw.
Isso daria ao submarino elétrico um valor ainda maior em sua utilização, servindo de argumento mais convincente pelo uso do submarino nuclear para os céticos quanto á falta de necessidade (para esse grupo de pessoas) da tecnologia atômica para o Brasil. Isso sem falar da retomada da crise das Malvinas e uma hipotética invasão á soberania nacional pelo Reino Unido, ja que o mar não tem delimitação física que defina o limite da fronteira marítima do Brasil. Se eles desrespeitam a soberania argentina (por ainda existir uma contenda), que garantia teremos que vão respeitar a soberania nacional á poucos quilômetros da nossa costa?
Da última vez que um porta-avião americado passou pelo Brasil, o São Paulo fêz compania para o visitante. Agora nosso gigante marinho está em uma provável fase de testes de seus novos sistemas. Vc pretende fazer uma matéria sobre o A12?
valeu!
Bozoh o fiofó voltado pra lua, na proxima ele eh destaque em desfile dado o tamanho do ‘u’ dele …. u virado pra lua eh assim a sorte e as oportunidades caem de pqd
Dia 01 e 02 de março os A4 da MB irão realizar touch and down no USS Carl Vinson.
“TOUCH DOWN” Que isso Corsario?Futebol americano?
Acho que vai ser só fly-by mesmo. Não devem tocar no convoo por falta de familiarização com o sistema de pouso do CV.
portanto, como as novas Fragatas serão de 6000t, não teremos num futuro breve Cruzadores com a bandeira Brasileira? ou para os futuros NAe’s poderemos ter ao menos 1 para cada?
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Alguém poderia informar quem é a escolta e o armamento da mesma?
The Captain,
É o USS Bunker Hill (CG-52), um cruzador classe Ticonderoga, o primeiro da classe modernizado.
Armamento:
2 lançadores verticais de 61 células Mk 41, capazes de lançar mísseis SM-2ER Bock IV, ESSM e Tomahawks;
2 lançadores quádruplos de mísseis Harpoon;
2 canhões de 5 polegadas (um na proa e um na popa);
2 CIWS Phalanx Block 1B;
2 lançadores triplos de torpedos Mk-32;
e capacidade para 2 Seahawks.
Aliás, que me perdoem aqueles que bradam por aí que o Brasil não precisa de lixo, mas bem que ele poderia ficar aqui pelo Brasil, junto com uns 9 irmãos da mesma classe…
Rs
USS BUNKER HILL cruzador classe ticonderoga, armado com misseis tomahawk e SM-2 / 3.
só agoa vi o que o bronco ja tinha escrito foi malz
Só complementando o que o Bronco escreveu…o USS Bunker Hill
é o lider de uma classe de 22 cruzadores e foi o primeiro a passar por uma extensa modernização que o deixou mais eficiente.
Para cortar peso, o bulwark na proa foi encurtado quase pela metade, o grande radar SPS-49 foi removido do mastro principal e mesmo uma passarela foi removida da superestrutura.
Os canhoes de 5 polegadas tiveram seu calibre aumentado de 54, para 62 e os misseis ESSM podem ser colocados 4 em cada silo, ou seja, se 16 dos mais de 120 silos forem alocados para o ESSM serão 64 ESSM e ainda sobra muito silo para os demais misseis.
O Bunker Hill tem como base San Diego e atravessou o canal do Panamá para acompanhar o Carl Vinson que terá San Diego como sua nova base já que anteriormente era baseado no pacifico, em Bremerton Estado de Washington.
Alguém sabe que horas ele vai embora amanhã?
Esse nome USS Bunker Hill tambem ja foi usado por um nae ?ou estou errado ?
Parabéns ao Naval pela cobertura, apesar do dia bem pra lá do feinho no Rio.
Sds.
Obrigado aos amigos experts pela informação e concordo com o Bronco: Não nove, mas uns três destes lixos na configuração e com toda a dotação informada estava de bom tamanho, desde que adquiríssemos também todas as 10 belonaves que devem ser contratadas junto aos “spagheti”.
há muita diferença entre uma Fragata e um Cruzador??? pq não temos cruzadores???
Latino…
Bunker Hill foi um porta-avioes CV 17 da classe Essex CV 9
que foi atingido por kamikazes e embora completamente reparado, não foi escolhido para futuras modernizaçoes e nunca mais entrou em serviço.
sds
o Brasil ja firmou uma parceria estrategica com a França com a MB e o EB, agora e a oportunidade de ouro do nosso pais firmar uma parceria estrategica com a naçao que manda e e vai mandar por muito tempo ainda no mundo. 0 f-18 sh e um excelente caça para o Brasil abriria muitas portas ao Brasil nao so na esfera militar como na politica e economia. Lula nao da mole se alia com os yankees, pense grande!!!! aviao frances so a carla bruni !!!
Qual é a diferença entre uma Fragata e um Cruzador??? pq o Brasil não possui nenhum Cruzador?
Complementando o que o Bronco e o Dalton falaram, o Bunder Hill pode lançar também mísseis VL-ASROC anti submarino e é armado com dois canhões Mk-38 de 25 mm contra alvos assimétricos.
Os helicópteros são armados com torpedos Mk46/Mk54, mísseis Hellfire e Penguin, além de metralhadoras.
Um abraço a todos.
Pessoal, eu sou leigo no assunto, mas pela descrição USS Bunker Hill, ele sózinho é capaz de acabar com qualquer (e todas) as marinhas “de la latinoamerica”. Estou certo, ou é leitura equivocada de quem não conheçe o assunto?
sds a todos.
Leônidas,
sem dúvida ele pode fazer um estrago grande em qualquer marinha e acabar com algumas, mas como tem quantidade limitada de mísseis alguns navios sobreviveriam. rsrs
Possui apenas 8 Harpoons que são mísseis especificamente anti-navios (mas que podem ser usados contra alvos em terra também). Também seus Tomahawks, se forem da versão Block IV, podem ser usados contra navios em alto mar e destruir alguns no porto.
Seu mísseis ESSM também podem ser usados contra navios e até os Standard SM-2 Block IV também podem, dentro do alcance do horizonte.
Somado aos dois canhões com alcance de uns 25 km e aos Hellfire e Penguins dos 2 helicópteros e tem-se uma formidável capacidade anti-navio.
Quanto a capacidade anti-submarino ele deve contar com pelo menos 24 torpedos leves (Mk-46, Mk-50 e Mk-54), uns 12 mísseis VL-ASROC dotados de torpedos e uns 12 torpedos para suprir os helicópteros. O que deve dar umas 50 armas anti-submarino.
Já a sua capacidade de se defender de ataques aéreos também é formidável.
Conta com pelo menos 40 mísseis Standard SM-2 Block IV com mais de 150 km de alcance e deve contar com pelo menos 48 ESSM com 40 km de alcance e capacidade anti-míssil.
Sem falar de dois canhões Phalanx block IA com finalidade anti-míssil eficientes na última milha.
Os alvos assimétricos podem ser destruídos pelos ESSM, canhões Mk38 de 25mm (manuais ?), Phalanx Block IB, metralhadoras a bordo (várias) e metralhadoras e mísseis Hellfire dos helicópteros.
Alvos em terra podem ser atingidos pelos canhões de 127 mm (com cerca de 400 projéteis estocados) até uma distância de uns 25 km, mas podem ser atingidos pelos Harpoon até uma distância de 130 km e pelos Tomahawk com 1800 km de alcance.
Também o míssil Standard SM-2 Block IV possui capacidade anti-balístico endoatmosférica, interceptando mísseis balísticos na fase terminal.
Que eu saiba o Bunker Hill não leva a versão SM-3 do Standard, com capacidade anti-balístico exoatmosférico e capaz de interceptar um míssil na fase intermediária, além de satélites de órbita baixa.
Só isso. rsrrr…
Um abraço meu caro.
Legal as fotos, mas não aparece o Rio de Janeiro. rsrsrsrs
Para ver eles chegando ao Rio de Janeiro, cliquem aqui:
http://www.alide.com.br/joomla/index.php/component/content/article/75-extra/1122-o-porta-avioes-uss-carl-vinson-passa-pelo-rio-a-caminho-de-san-diego
Bosco, muito obrigado pela “aula”.
Agora fica mais fácil entender porque o tio SAM morre de mêdo, e está perdendo o sono com o falastrão de Caracas.
André,
êta perguntinha complicada sô. rsrs
Eu não sou o mais adequado pra tentar responder sua pergunta mas parece que o Dalton, Poggio, Galante, etc, não a leram.
Há muita controvérsia sobre essas classificações e cada marinha usa os termos como lhe convém sem que haja uma padronização.
Em geral, se formos classificar por “deslocamento”, teríamos das mais leves para as mais pesadas a seguinte ordem: corveta, fragata, “destróier” (contra-torpedeiro no Brasil) e por último cruzador.
Levando-se em conta que todos são navios de funções múltiplas, já que antes a classificação se dava por “função”. Hoje se dá por tonelagem, autonomia, capacidade marinheira, etc.
Também a tonelagem tem a ver com a “autonomia”. Ou seja, uma corveta pode operar de maneira independente por menos tempo que uma fragata, a fragata por menos tempo que um cruzador, etc.
Ou seja, em geral a corveta não é um navio oceânico e sim costeiro, os outros (fragatas, cruzador, etc, possuem capacidade oceânica).
De modo geral parece que o termo “destróier” está saindo de modo e apenas a USN ainda continuará a utilizá-lo. O Brasil parece que vai deixar de usá-lo.
Em geral quanto a tonelagem podemos classificar os meios mais ou menos assim:
Corveta até 2000 t
Fragata de 2000 até 8000 t.
Cruzador acima de 8000 t de deslocamento.
Na USN é um pouco diferente.
Fragata até 6000 t.
Destróier de 6000 a 9000 t
Cruzador acima de 9000 t
OBS: os destróiers americanos (Arleigh Burke) seriam classificados de cruzadores na maioria das marinhas do mundo.
é mais ou menos isso.
Um abraço e vamos ouvir o que os colegas têm a dizer a respeito.
2 CVNs da classe Nimitz + 8 Burkes tava de bom tamanho, complementado por uns 12 FREMMs e 18 BARROSOS modernizados(pelo menos com um ESSM).
Fora 6 Sub convencionais e ¨SubNucs
[]‘s
6 SubNucs
http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/?hashId=uol-noticias-visita-portaavioes-da-marinha-dos-eua-04029B3070C8995326&mediaId=1532807
Link com video de reportagem da UOL sobre a visita do Carl Vinson .
[]‘s
Correção:
destróier = destroyer
Pois é! Eis aí o escolta do Vinson rsrs.
Aprofundando um pouco nessa questão de apoio á porta-aviões Alexandre, o uso de submarino elétrico para escolta de aeródromos convencionais não seria uma boa alternativa? Sabe-se que submarinos tem sua função ja definida na estratégia naval: negar o uso do mar e ajudar na dissuasão.
Porém, com a operação de submarinos nucleares reforçando a defesa com mais autonomia, os submarinos elétricos não precisariam ficar limitados apenas em patrulhamento da costa mas aproveitados em um emprego mais conjunto auxiliando sua frota, principalmente pela ameaça que representa. Deixaria de ser um guerreiro solitário usando todo seu potencial ofencivo contra quem ameaçasse seu grupo (principalemente pela capacidade de ocultação, considerado um perigo na estratégia de combate). Um recurso de ataque usado para defesa!
Esse é um conceito baseado na flexibilidade operacional de um submarino e pela fama de ser perigoso. A própria Marinha diz que só existem dois tipos de navios: “o submarino e o alvo”. No caso de ameaça aérea, os subs poderiam usar misseis de cruzeiro para repeliar ataques dessa natureza, projetados para função aaw.
Isso daria ao submarino elétrico um valor ainda maior em sua utilização, servindo de argumento mais convincente pelo uso do submarino nuclear para os céticos quanto á falta de necessidade (para esse grupo de pessoas) da tecnologia atômica para o Brasil. Isso sem falar da retomada da crise das Malvinas e uma hipotética invasão á soberania nacional pelo Reino Unido, ja que o mar não tem delimitação física que defina o limite da fronteira marítima do Brasil. Se eles desrespeitam a soberania argentina (por ainda existir uma contenda), que garantia teremos que vão respeitar a soberania nacional á poucos quilômetros da nossa costa?
Da última vez que um porta-avião americado passou pelo Brasil, o São Paulo fêz compania para o visitante. Agora nosso gigante marinho está em uma provável fase de testes de seus novos sistemas. Vc pretende fazer uma matéria sobre o A12?
valeu!
Dia 01 e 02 de março os A4 da MB irão realizar touch and down no USS Carl Vinson.
Estaremos lá!!! O Galante tb vai!!!!
Leva a filmadora meu filho!!!!
Corsario,
Touch and down é toque e arremetida, ou é aterrisagem por cabos e decolagem por catapulta????
[]‘s
Bozoh o fiofó voltado pra lua, na proxima ele eh destaque em desfile dado o tamanho do ‘u’ dele …. u virado pra lua eh assim a sorte e as oportunidades caem de pqd
MO
Andre
porque o vizinho playboy tem um pajero 2010 tipo pwexms Mark III batch IV e eu assalariado tenho um palio 1.0 ?
tai a diferença da fragata para o cruzador …………….
MO
Corsario01 escreveu:
Dia 01 e 02 de março os A4 da MB irão realizar touch and down no USS Carl Vinson.
“TOUCH DOWN” Que isso Corsario?Futebol americano?
Acho que vai ser só fly-by mesmo. Não devem tocar no convoo por falta de familiarização com o sistema de pouso do CV.
Correção:
destróier = destroyer
Bosco o termo já foi “nacionalizado”, embora eu prefira “contratorpedeiro” como melhor tradução
portanto, como as novas Fragatas serão de 6000t, não teremos num futuro breve Cruzadores com a bandeira Brasileira? ou para os futuros NAe’s poderemos ter ao menos 1 para cada?
Poggio, eu sou otimista.hehehehehe
O combinado é aproximar e arremter, mas, quem sabe né? Um toquezinho não faz mal. rsrsrsrsrsrs
Cara, o reporter do UOL peidou na farofa bonito. Só falou besteira.
Quem entende, quando ver o video vai dar boas gargalhadas.
Enfim, o dia é amanhã!!!!
Foram só passagens rapidas mesmo, e como os nossos bichinhos fazem barulho.
E não foi o ponto forte do passeio, o F/A-18 E/F Super Hornet deu show.