Durante anos o velho cruzador Tamandaré ficou atracado onde
na primeira foto encontra-se o dique flutuante Alm. Schieck
aguardando seu destino final…e não deixaram-me subir a bordo
nem mesmo ficar no convés por cinco minutos que foi o que pedi!
Santa nostalgia!
Dodsworth? Olhando a foto com mais atenção, é ela mesmo. Devem estar tirando algumas coisas pra aproveitar nas outras. Ou preparando para usar o navio como alvo.
E a 12 volts está no dique seco faz mais de um mês. O mais provável é que tenha ido pra lá para ser (novamente) canibalizada, visto que a Rademaker (F-49) está em manutenção – aparentemente na proa, mais especificamente no lançador de Sea Wolf.
E pra ver como a questão da disponibilidade interfere na operacionalidade de uma marinha, vejam só:
Rademaker sofrendo manutenção nos lançadores de Sea Wolf, no sistema de direção de tiro tipo 910, sem antena de radar Marconi e sabe-se lá sem mais o que;
A União (F-45) com diversos andaimes para manutenção do mastro e instrumentos;
O Marajó em manutenção eterna;
E a Defensora (F-41) sem a antena do radar AWS-2.
Passei pela perimetral ontem, rapidamente, e ainda havia mais um navio do dique seco, à frente do São Paulo, mas não consegui identificar qual era.
Fora isso, as 3 das 4 Inhaúma estiveram permanentemente atracadas ao cais sul do AMRJ em manutenção.
Aliás, de uns tempos pra cá a quantidade de navios da MB que atracam no AMRJ para manutenção parece que vem aumentando.
Bom, se aquela no dique é a Dodswort (F47), a F46 deve está em Mocanguê ou então em viagem. Pensei que a Dodswort estivesse em Mocanguê. Bom, então não temos nenhuma Type 22 em PMG, certo?
Sds
Obrigado pela correção. Acontece que eu nem sempre lembro do nome dos sensores, aí (e não tenho vergonha de dizer isso) dou uma pesquisada rápida na net para lembrar.
As vezes isso acontece quando eu não sei de qual sensor se trata, mas a busca, nesse caso, se parece mais com uma pesquisa mais aprofundada que com uma busca rapida.
Dessa vez, peguei informação desatualizada e na pressa de enviar o comentário nem percebi o erro.
Era o NDD Ceará que eu não consegui identificar na quinta-feira passada por conta da chuva que caiu na cidade. Passei rápido pela perimetral dirigindo e vi que o dique principal estava ocupado, mas não deu pra ver qual navio era.
Ta aí um navio que vai e volta do dique seco.
E a conclusão a que chegamos é a de que a esquadra está envelhecendo e precisando de reparos com mais frequência. Talvez até mais do que o normal, visto que a cada ano que passa a quantidade de navios no AMRJ ao mesmo tempo só aumenta.
Ao mesmo tempo, e aqui não vai uma crítica à MB, a quantidade de navios precisando de reparos ao mesmo tempo faz com que a MB necessariamente atrase a conclusão de outros navios. O próprio Ceará já está há um bom tempo parado, soma-se a ele as Inhaúma em período parecido, dado que já vi no AMRJ uma Inhaúma docada com o Ceará no mesmo período. Além disso ainda tem o Marajó e o São Paulo… além do PMG dos subs.
E os navios vão se acumulando no AMRJ deixando toda a força com operacionalidade baixa.
O porquê, só os mais entendidos poderão dizer. Mas um dos motivos certamente é o envelhecimento – natural – da frota.
OS NAVIOS VÃO SE ACUMULANDO NO AMRJ A ESQUADRA ENVELHECIDA E O NOSSO GOVERNO DANDO TAREFAS A TODO MOMENTO PARA A ESQUADRA, PARECER ATÉ QUE JÁ TEM UM ESQUEMA MONTADO PARA DESTRUIR NOSSO PODER NAVAL .E NÃO APARECER UMA ALMA PARA DAR UM BASTA EM TUDO ISSO.
Que pena!!! O G-27 “Marajó” e o A-12 “São Paulo” ainda devem passar alguns meses no AMRJ. O outro návio tanque o “Gastão Mota” , não pode apresentar defeitos de maneira alguma.
Mas as fotos além de mostrar onde está a F-45 “União”, publica também a dura realidade da nossa MB: No estaleiro!!!!!.
Boa tarde, já faz algum tempo que venho acompanhando a trilogia blog de defesa e como um “curioso” da área só tenho elogios para o blog, agora, gostaria de saber qual o motivo de tanta irritação dos usuários com relação as nossas forças armadas, acho que comparações com países como EUA, França dentre outras super potências armadas do mundo são um tanto quanto fora da realidade.
Afinal, estamos falando de países com um grande histórico em participação em conflitos armados, que tiveram desde sua instituição esse propósito.
Somos uma nação pacifica e por essas e outras não fizemos parte da corrida armamentista da guerra fria, estamos dando alguns passos importantes mas não devemos esperar que isso va acontecer da noite para o dia.
Algo interessante a se notar na foto do alto, com a Barroso (V34) ao lado da bem mais alta Defensora (F41) é que, mesmo estando a última temporariamente desprovida de seu radar RAN-20S, pode-se perceber, olhando seu similar instalado no mastro do radar da Barroso, que a altura de ambos em relação ao nível do mar não muda muito – mesmo levando-se em consideração a diferença do porte de ambas. Isso é um ponto positivo do design da corveta (ou fragata leve, para ser mais justo com seu porte)
Já a altura de outros equipamentos (que são similares nos dois modelos), como os radares de direção de tiro, de navegação, e antenas de MAGE, são bastante diferentes, como seria de se esperar.
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parabens pelas fotos.
achei nossos navios meio acabados, algumas fragatas tavam todas eferrujadas!
Ótimas fotos, mas o G-29 não tinha partido pro Haiti???
Durante anos o velho cruzador Tamandaré ficou atracado onde
na primeira foto encontra-se o dique flutuante Alm. Schieck
aguardando seu destino final…e não deixaram-me subir a bordo
nem mesmo ficar no convés por cinco minutos que foi o que pedi!
Santa nostalgia!
Galante,
Qual seria o elefantinho ???
Não serão mas feita Corvetas Barroso ??? Ela será a única ???
Abs.
E mais um remendo no “Marajó”, até qndo??? Ou será que esse tal de pacote italiano terá boas e mais necessárias noticias???
Darkman,
O elefantinho é o G27 navio tanque Marajó!
Francoorp,
o G29 deve partir hoje dia 28, dá para ver no convés as toneladas
de carga que ele está levando.
abraços
Verdade Dalton, é hoje que ela parte!!
Valeu!
Essa fragata Type 22 que está docada no Dique Almirante Jardim deve ser a F46, não? Está em PMG?
Sds a todos.
impressionante o decrépito estado das instalação da Marinha, teto remendado e paredes que nao vem uma tinta faz tempo.
Verdade André…
as outras duas 48 e 49 aparecem na segunda foto e como a 47 não encontra-se mais na ilha das cobras só resta a F46.
sds
Aquela no dique e a Dodsword
Dodsworth? Olhando a foto com mais atenção, é ela mesmo. Devem estar tirando algumas coisas pra aproveitar nas outras. Ou preparando para usar o navio como alvo.
Faltou uma foto do São Paulo, hein?
E a 12 volts está no dique seco faz mais de um mês. O mais provável é que tenha ido pra lá para ser (novamente) canibalizada, visto que a Rademaker (F-49) está em manutenção – aparentemente na proa, mais especificamente no lançador de Sea Wolf.
E pra ver como a questão da disponibilidade interfere na operacionalidade de uma marinha, vejam só:
Rademaker sofrendo manutenção nos lançadores de Sea Wolf, no sistema de direção de tiro tipo 910, sem antena de radar Marconi e sabe-se lá sem mais o que;
A União (F-45) com diversos andaimes para manutenção do mastro e instrumentos;
O Marajó em manutenção eterna;
E a Defensora (F-41) sem a antena do radar AWS-2.
Passei pela perimetral ontem, rapidamente, e ainda havia mais um navio do dique seco, à frente do São Paulo, mas não consegui identificar qual era.
Fora isso, as 3 das 4 Inhaúma estiveram permanentemente atracadas ao cais sul do AMRJ em manutenção.
Aliás, de uns tempos pra cá a quantidade de navios da MB que atracam no AMRJ para manutenção parece que vem aumentando.
Bom, se aquela no dique é a Dodswort (F47), a F46 deve está em Mocanguê ou então em viagem. Pensei que a Dodswort estivesse em Mocanguê. Bom, então não temos nenhuma Type 22 em PMG, certo?
Sds
Bronco, o radar da União mudou com o Modfrag, é o RAN-20S, acho que vc esqueceu…rs
Sim, tenho a mesma impressão que o número de navios no AMRJ está aumentando, sinal do envelhecimento em bloco da Esquadra?
Quanto mais velho o navio, mais frequentes os reparos. É o navio da marca CCE: Conserta, conserta, escangalha.
Galante,
Obrigado pela correção. Acontece que eu nem sempre lembro do nome dos sensores, aí (e não tenho vergonha de dizer isso) dou uma pesquisada rápida na net para lembrar.
As vezes isso acontece quando eu não sei de qual sensor se trata, mas a busca, nesse caso, se parece mais com uma pesquisa mais aprofundada que com uma busca rapida.
Dessa vez, peguei informação desatualizada e na pressa de enviar o comentário nem percebi o erro.
Obrigado novamente.
A diferença da esquadra brasileira atracada na base para a esquadra russa e a falta das pedras de gelo boiando em volta!!!
O resto tá tudo igual…
So tem sucata la mesmo…
Praticamente TODA a esquadra está aí!!
Preocupante situação!!
Vou ajudar a vocês a encontrar alguns navios procurados aqui. hehehehe
Olhem esta foto e verão:
http://i67.photobucket.com/albums/h311/luizpadilha/bnrj2.jpg
Então, sendo lógicos, a F46 está na BNRJ, e as outras 3 estão no AMRJ.
A 12 volts docada e as outras 2 em manutenção.
o NDD Ceará está no dique principal ainda em PMG. A F45 está finalizando o PMG tb, então seus andaimes são mais do que natural.
E sim, temos a T22 Rademaker em PMG.
Ufa!
Valeu Corsario.
Era o NDD Ceará que eu não consegui identificar na quinta-feira passada por conta da chuva que caiu na cidade. Passei rápido pela perimetral dirigindo e vi que o dique principal estava ocupado, mas não deu pra ver qual navio era.
Ta aí um navio que vai e volta do dique seco.
E a conclusão a que chegamos é a de que a esquadra está envelhecendo e precisando de reparos com mais frequência. Talvez até mais do que o normal, visto que a cada ano que passa a quantidade de navios no AMRJ ao mesmo tempo só aumenta.
Ao mesmo tempo, e aqui não vai uma crítica à MB, a quantidade de navios precisando de reparos ao mesmo tempo faz com que a MB necessariamente atrase a conclusão de outros navios. O próprio Ceará já está há um bom tempo parado, soma-se a ele as Inhaúma em período parecido, dado que já vi no AMRJ uma Inhaúma docada com o Ceará no mesmo período. Além disso ainda tem o Marajó e o São Paulo… além do PMG dos subs.
E os navios vão se acumulando no AMRJ deixando toda a força com operacionalidade baixa.
O porquê, só os mais entendidos poderão dizer. Mas um dos motivos certamente é o envelhecimento – natural – da frota.
“…E os navios vão se acumulando no AMRJ deixando toda a força com operacionalidade baixa…”
E a MB não cobra mais o GF referente as verbas necessárias ?
[ ]´s
OS NAVIOS VÃO SE ACUMULANDO NO AMRJ A ESQUADRA ENVELHECIDA E O NOSSO GOVERNO DANDO TAREFAS A TODO MOMENTO PARA A ESQUADRA, PARECER ATÉ QUE JÁ TEM UM ESQUEMA MONTADO PARA DESTRUIR NOSSO PODER NAVAL .E NÃO APARECER UMA ALMA PARA DAR UM BASTA EM TUDO ISSO.
Que pena!!! O G-27 “Marajó” e o A-12 “São Paulo” ainda devem passar alguns meses no AMRJ. O outro návio tanque o “Gastão Mota” , não pode apresentar defeitos de maneira alguma.
Mas as fotos além de mostrar onde está a F-45 “União”, publica também a dura realidade da nossa MB: No estaleiro!!!!!.
Abraços
Boa tarde, já faz algum tempo que venho acompanhando a trilogia blog de defesa e como um “curioso” da área só tenho elogios para o blog, agora, gostaria de saber qual o motivo de tanta irritação dos usuários com relação as nossas forças armadas, acho que comparações com países como EUA, França dentre outras super potências armadas do mundo são um tanto quanto fora da realidade.
Afinal, estamos falando de países com um grande histórico em participação em conflitos armados, que tiveram desde sua instituição esse propósito.
Somos uma nação pacifica e por essas e outras não fizemos parte da corrida armamentista da guerra fria, estamos dando alguns passos importantes mas não devemos esperar que isso va acontecer da noite para o dia.
Saudações a todos!
Algo interessante a se notar na foto do alto, com a Barroso (V34) ao lado da bem mais alta Defensora (F41) é que, mesmo estando a última temporariamente desprovida de seu radar RAN-20S, pode-se perceber, olhando seu similar instalado no mastro do radar da Barroso, que a altura de ambos em relação ao nível do mar não muda muito – mesmo levando-se em consideração a diferença do porte de ambas. Isso é um ponto positivo do design da corveta (ou fragata leve, para ser mais justo com seu porte)
Já a altura de outros equipamentos (que são similares nos dois modelos), como os radares de direção de tiro, de navegação, e antenas de MAGE, são bastante diferentes, como seria de se esperar.