Um Hospital de Campanha (HCamp) da Marinha do Brasil partiu hoje (3/3), às 13h30, para o Chile, em aeronaves da Força Aérea Brasileira, para auxiliar nos trabalhos de ajuda humanitária às vítimas do terremoto ocorrido naquele país. O HCamp tem capacidade de realizar até 400 atendimentos por dia e funcionará na cidade de Concepcion, área mais atingida pelo terremoto no Chile.

Contando com um efetivo de 47 militares da área de saúde, o HCamp pode realizar os seguintes tipos de atendimento:

  • prover primeiros socorros e tratar doenças comuns e infecciosas;
  • realizar de três a quatro cirurgias por dia (com anestesia), do tipo laparotomia, apendicectomia, toracocentese, debridamento de feridas, fixação de fraturas e amputações;
  • realizar ressuscitações emergenciais tais como manutenção das vias aéreas, respiração e circulação, terapia intensiva (dois leitos), controle de hemorragias, tratamento de choque e outros tratamentos
  • emergenciais para o salvamento de vidas;
  • estabilizar e evacuar, caso necessário, para o próximo nível de atendimento;
  • internar até 18 pacientes por um período máximo de 48 horas para monitorização e tratamento;
  • realizar até 40 exames radiológicos básicos e de ultra-som por dia;
  • manter nível de estoque adequado de suprimentos médicos, de forma a
  • ser auto-suficiente por até 60 dias; e
  • manter equipe médica avançada, composta por um médico e dois enfermeiros capacitados em atendimento pré-hospitalar.
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2 Comentários to “Marinha envia Hospital de Campanha ao Chile”

  1. ivan disse:

    Galante,

    Como brasileiro e contribuinte dos nossos caríssimos impostos, fico feliz com essa ação da MB.
    No meu entender de leigo em mar, não precisamos gastar dinheiro com armamentos sofisticados, por que raramente vamos usa-los. Quem são nossos inimigos? Não os temos.
    Queremos uma Marinha que faça esse tipo de ação, especialmente quando dirigida a um país amigo e simpático aos Brasileiros.

  2. marcelo tadeu disse:

    Concordo Ivan, mas sou adepto do lema: “BRAÇO FORTE, MÃO AMIGA” Podemos e devemos ter os dois lados.

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