Sonar com hardware e software comerciais nos submarinos nucleares americanos

Sonar com hardware e software comerciais nos submarinos nucleares americanos

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A Marinha dos EUA completou o Programa A-RCI (Acoustic Rapid COTS Insertion), que atualizou os sistemas de sonar nos seus submarinos nucleares de ataque e está adquirindo os sonares rebocados TB-29A para equipá-los.

Dez sonares rebocados foram adquiridos por US$ 3 milhões cada e esta versão é 4 vezes mais capaz que a anterior. Ela terá um desempenho muito melhor em águas rasas, no combate aos modernos submarinos convencionais diesel-elétricos.

O TB-29A utiliza hardware e software COTS (Commercial off-The-Shelf), substituindo os antigos mini-computadores com software e hardware proprietário, por uma rede de computação distribuída baseada em PCs comerciais.

O Programa A-RCI envolveu a instalação de computadores mais rápidos e mais memória, para suportar o grande volume de processamento na detecção e identificação de contatos submarinos. Os sonares rebocados coletam muito mais informações ainda e precisam de CPUs “multi-core” e gigabytes de RAM para processar as informações.

O TB-29A é a variante COTS do TB-29, o sonar rebocado do estado-da-arte desenvolvido para operar em conjunto com o sistema AN/BQQ-5(E) e sistemas de combate AN/BSY-1 e BSY-2.

Sonar plot

SAIBA MAIS:

6 COMMENTS

  1. Será que utilizam equipamentos ou componentes COATS chineses?
    Não seria um risco demasiado o abandono de hardware proprietário em plataformas estratégicas como submarinos nucleares?

    Abs.

  2. Perigoso…… muito perigoso

    Mas vamos lá, em um país símbolo do capitalismo, isso não poderia ser diferente, o setor privado é mais desenvolvido mesmo!!!!

    Devem ter considerado os riscos…… Imagino que na aviação deva ter muitos casos semelhantes!!!

    Então, perigos sim, inaceitável não!!

  3. Eu naum sei nada de GE/EW ou como alguns chamam de operações cibernéticas, mas a minha opnião faz sentido (pra mim), de “certa forma”, a utilização de COATS (aprendi lendo o blog esse termo pra ver como sow amador).

    Num cenário onde o sistema de ataque as essas tecnologias saum voltadas ao padrão anterior mencionado de sistemas (hardware e software) proprietarios o q provocaria uma alteração em dado sistema (hardware/software/doutrina) de ataque em GE/EW. E na solução de problemas se tornaria mais faceil por existir uma cadeia logistica mais acessivel/facil desses elementos (COATS) aumentandu a disponibilidade do meios. Visaum de Amador.

  4. Eu sinceramente não conheço “COATS” e sim “COTS” (Commercial off-The-Shelf) como no texto ORIGINAL; termo muito comum na indústria da computação, que significa ser uma característica própria do software que acompanha um determinado hardware.

    Sendo este software desenvolvido de forma “padrão de série”, ou seja sem implementação ou acréscimos de personificações do cliente.
    Uma “estandartização” (perdão pelo neologismo).

    Agora, a visão do colega de cima (ÍCARO) eu sinceramente não entendi nada!

    A começar pelo argumento de que “a opinião dele faz sentido somente para ele de certa forma” (o que será isso?)

    Esse é um daqueles casos em que Madame Natasha (do Jornalista Gáspari) diria:
    “Acho que ele quis dizer que [[[tem dúvidas.]]]”

    Nem dúvidas eu tive… Não dá nem para LER quanto mais ENTENDER um texto escrito assim.

    Paciência tem limites.

    Abraços.

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