HU-2 NO POIT (2)

No período de 18 de fevereiro a 4 de março, o 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2), participou ativamente de mais uma missão de apoio logístico ao Posto Oceanográfico da Ilha da Trindade(POIT), situado a cerca de 600 milhas a leste de Vitória, embarcado no NDCC ‘Mattoso Maia’ (G-28).

Na ocasião foram feitos transporte de pessoal, carga interna e externa totalizando mais de 80 toneladas, em três dias de faina, além de ação de presença na ilha de Martin Vaz.

Destacou-se o transporte de uma nova Estação Científica feita de PVC o que ajudará sobremaneira no apoio às pesquisas realizadas naquela região.

Mais uma vez Esquadrão HU-2 demonstrou excelência e profissionalismo na execução de tão importante tarefa que ajudará em muito na manutenção de nossa Amazônia Azul.

HU-2 NO POIT (3) HU-2 NO POIT (1) HU-2 NO POIT

FONTE e FOTOS: Esqd. HU-2

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COMENTÁRIOS VIA FACEBOOK

35 Comentários to “Esquadrão HU-2 na missão POIT-I /2010”

  1. rogerio disse:

    Esse helicoptero ec725 não e tão ruim como muitos dizem pelas imagens faz o seu trabalho

  2. Celio Andrade disse:

    cho que o Brasil tinha que fazer URgente uma base naval e aerea nesse local…Alguem sabe me informar se tem condições de clima e espaço para isso…

  3. Mauricio R. disse:

    “Esse helicoptero ec725 não e tão ruim…”

    Esse helo das fotos não é o EC-725. É o modelo anterior, que tb não é nenhuma maravilha.
    Mas já não está mais do que na hora de se construir uma pista de pouso enm Trindade???

  4. Giordani RS disse:

    Essa ilha é de extrema importancia se realmente a nação quiser ter soberania sobre a Amazonia Azul! É preciso construir uma pista capaz de receber qualquer tipo de aeronave, do tipo que foi construída na ilha da madeira, com pilares. É um empreendimento hercúleo e caro, mas totalmetne necessário!
    Sabiam que essa ilha já foi invadida…pelos britânicos?

  5. Celio Andrade disse:

    tem riquezas naturais….?

  6. Carlos Ivan disse:

    Celio Andrade em 15 mar, 2010 às 13:53

    “tem riquezas naturais….?”

    Sua riqueza natural é a excelente posição estratégica no Atlântico Sul.
    É urgente uma pista de pouso decente…

  7. OTV disse:

    offe tópic: como consigo ler as materias exclusivas para assinante?

    (antes que algum gaiato faça piada, sou assinante -com muito orgulho – da triologia)

  8. MO disse:

    Sugiro verificar as condições geograficas do local antes de o Brasil precisa fazer isso ou aquilo ….

    o U 29 que o diga …………………….

    MO

    ————————————————————————————-

    Editado por mim mesmo hoje, 150310 ás 2120 hrs

    Gostaria de saber se os 5 estrupicios abençoados leram o post do Ivan ?

    No caso, com a palavra algum dos 5 istrupicios abençoados

    Ivan – Enviado em 15/03/2010 às 17:30

    Celio Andrade em 15 mar, 2010 às 12:58

    Célio,

    Sua idéia é ótima, mas de difícil execução, talvez impossível com a tecnologia atual.

    Uma base naval é praticamente impossível, pois não espaçó protegido para embarcações, como uma baía protegida. Além disso há inúmeras pedras (pontas de montanhas submarinas) submersas, formando um verdadeiro campo minado em torno da ilhas para embarcações desavisadas.
    Pesquisando na internet fiquei sabendo que “em 1951, a Marinha do Brasil quis tomar formalmente posse das ilhas, e uma guarnição militar tentou hastear a bandeira na ilha principal, contudo a embarcação naufragou ao bater de frente com um rochedo e 12 marinheiros perderam suas vidas”.
    Já em 1960 houve uma expedição científica inglesa com o navio HMS Owen achou uma enseada segura para ancorar. Esta também visou a ilha maior, tendo conseguido visitá-la.
    Praticamente só dá para chegar de helicóptero embarcado, sendo que a primeira vez (para tudo há uma primeira vez… he he he) foi em 1962 por uma equipe militar.

    Uma base aérea é igualmente difícil, em face do terreno acidentado, faltaria espaço para uma pista de pouso e decolagem.
    Contudo acredito que um bom heliporto é possível, com infraestrutura para receber e reabastacer grandes helicópteros, além de estações de radar tridimensionais, talvez até mesmo radares navais, retirados de serviço.
    Claro que isto importaria em algumas dificuldades, como as que se segue:
    1ª) A demanda por energia na ilha iria aumentar muito, sendo a opção natural o uso de uma pequena termoelétrica, o que iria provocar a necessidade de transporte constante de óleo combustível para trindade, isso sem uma atracadouro confortável (para dizer o mínimo);
    2ª) As ilhas de Trindade e Martim Vaz se localizam a pouco menos de 1.200 km da costa de Vitória, capital do Espírito Santo. Cobrir esta distância de helicóptero é uma aventura e tanto, já os navios tem dificuldade de desembarcar direto na praia, ou seja, a logística é uma operação conjunta de helicópteros embarcados em navios com capacidade para tanto…

    Uma idéia é pensar em veículos aéreos que possam voar, com segurança, por 1.200 km, pousar e decolar na vertical e ter uma boa carga útil.

    Quem tiver curiosidade é interessante dar uma pesquisada… vai umas dicas:
    * V-22 Osprey (americano);
    * CH-53 K SuperStalion (americano);
    * EH-101 Merlin (anglo-italiano);
    * Mi-6 e Mi-26 (russos).
    Talvez estes consigam…

    Abç,
    Ivan.
    ——————————————————————————————

  9. Nunão disse:

    “OTV em 15 mar, 2010 às 14:46″
    OTV, explique com mais detalhes, por favor: vc conseguia ler antes e começou a ter problemas agora? Chegou a fazer login com sua senha antes de clicar? Conforme o problema, a gente mexe numa coisa ou outra nas configurações.

    Saudações!
    Nunão

  10. marujo disse:

    Para quem, como eu, que achava que o Mattoso estava inoperante, este post é muito alviçareiro.

  11. OTV disse:

    Nunão eu já estou logado.
    Desde que assinei a triologia é a primeira vez que tento ler as exclusivas. E fica sempre na parte de que leia a materia completa. Mas não abre. fica so na chamada.

  12. Nunão disse:

    Aproveitando, pergunto aos que colocaram nota no comentário do OTV: qual o sentido de alguém colocar “ponto negativo” num comentário sobre problemas técnicos de um assinante, dirigindo-se ao Blog?

    Vamos utilizar a ferramenta de forma correta, ok?

    Por exemplo, ela serve para dizer se gostaram do comentário em relação ao que acrescenta à discussão ou não, mas perguntas em relação a aspectos técnicos do blog não há sentido em se “positivar” ou “negativar”.

  13. Nunão disse:

    Ok, OTV, vou repassar para o responsável técnico. Aguarde que logo deverá estar resolvido.

    Atenciosamente,
    Nunão
    PS – vc pode utilizar os e-mails dos editores (de preferência mandando para todos de uma vez, para o caso de algum estar indisponível na ocasião) para essas questões técnicas também.

  14. OTV disse:

    Obrigado Nunão.
    Abraço
    OTV

  15. OTV disse:

    “O inimigo fica mais forte naquilo que você abandona” (Dom Tomazino a Dom Corleone, Poderoso Chefão III).

    Giordani RS em 15 mar, 2010 às 13:50

    “Essa ilha é de extrema importancia se realmente a nação quiser ter soberania sobre a Amazonia Azul! É preciso construir uma pista capaz de receber qualquer tipo de aeronave, do tipo que foi construída na ilha da madeira, com pilares. É um empreendimento hercúleo e caro, mas totalmetne necessário!
    Sabiam que essa ilha já foi invadida…pelos britânicos?”

    Concordo!
    E: não sabia da invasão bretã a olha.

  16. Wiltgen disse:

    Marujo,

    E ele retornou no mesmo dia que voltamos da Passex com o USS Carl Vinson e ainda pude apreciar a sua entrada na baía da Guanabara.

    Abraços,

  17. marujo disse:

    Pois é, Wiltgen,esta realmente é uma boa, uma ótima notícia. Bela cobertura a sua, da Passex.O Mattoso tinha problemas nos motores? Está tudo resolvido? O amigo podia fazer um post sobre a volta deste NDCC.

  18. Galante disse:

    Prezado OTV, para acessar as matérias exclusivas é só clicar na categoria “Exclusivo” na lista na primeira coluna à direita do Blog, depois de logado.

  19. MO disse:

    Caro cretino x 4, vcs sabem ao menos quem foi o U 29 ? e o que aconteceu a ele ?

    Afinal porque será que a MB utiliza a cabrita para Aplog e meio aereo por hello pra fazer o mesmo pra lá

    Sim, obviamente que o quarteto negativista sabe que o U 29 NÃO ERA um submarino alemão né ….

    MO

    ahhh melhor, tenta ai explicar pq será que nao temos nem AERODROMOS NEM ATRACADOUROS POR LÁ …

  20. Ivan disse:

    Celio Andrade em 15 mar, 2010 às 12:58

    Célio,

    Sua idéia é ótima, mas de difícil execução, talvez impossível com a tecnologia atual.

    Uma base naval é praticamente impossível, pois não espaçó protegido para embarcações, como uma baía protegida. Além disso há inúmeras pedras (pontas de montanhas submarinas) submersas, formando um verdadeiro campo minado em torno da ilhas para embarcações desavisadas.
    Pesquisando na internet fiquei sabendo que “em 1951, a Marinha do Brasil quis tomar formalmente posse das ilhas, e uma guarnição militar tentou hastear a bandeira na ilha principal, contudo a embarcação naufragou ao bater de frente com um rochedo e 12 marinheiros perderam suas vidas”.
    Já em 1960 houve uma expedição científica inglesa com o navio HMS Owen achou uma enseada segura para ancorar. Esta também visou a ilha maior, tendo conseguido visitá-la.
    Praticamente só dá para chegar de helicóptero embarcado, sendo que a primeira vez (para tudo há uma primeira vez… he he he) foi em 1962 por uma equipe militar.

    Uma base aérea é igualmente difícil, em face do terreno acidentado, faltaria espaço para uma pista de pouso e decolagem.
    Contudo acredito que um bom heliporto é possível, com infraestrutura para receber e reabastacer grandes helicópteros, além de estações de radar tridimensionais, talvez até mesmo radares navais, retirados de serviço.
    Claro que isto importaria em algumas dificuldades, como as que se segue:
    1ª) A demanda por energia na ilha iria aumentar muito, sendo a opção natural o uso de uma pequena termoelétrica, o que iria provocar a necessidade de transporte constante de óleo combustível para trindade, isso sem uma atracadouro confortável (para dizer o mínimo);
    2ª) As ilhas de Trindade e Martim Vaz se localizam a pouco menos de 1.200 km da costa de Vitória, capital do Espírito Santo. Cobrir esta distância de helicóptero é uma aventura e tanto, já os navios tem dificuldade de desembarcar direto na praia, ou seja, a logística é uma operação conjunta de helicópteros embarcados em navios com capacidade para tanto…

    Uma idéia é pensar em veículos aéreos que possam voar, com segurança, por 1.200 km, pousar e decolar na vertical e ter uma boa carga útil.

    Quem tiver curiosidade é interessante dar uma pesquisada… vai umas dicas:
    * V-22 Osprey (americano);
    * CH-53 K SuperStalion (americano);
    * EH-101 Merlin (anglo-italiano);
    * Mi-6 e Mi-26 (russos).
    Talvez estes consigam…

    Abç,
    Ivan.

  21. OTV disse:

    Caro Galante já havia feito o que você me orientou, repeti agora, mas ainda assim não passo da chamada.
    Ainda fico lendo aqui:
    “Conheça essa história acessando o restante do conteúdo desta matéria exclusiva para assinantes.”

    Grato
    OTV

  22. Galileu disse:

    Nossa uma vez tive que fazer um trabalho sobre as ilhas brasileiras e pelo que eu li, em trindade não tem como fazer uma pista de pouso nem nesses moldes que o giordani citou a ilha da madeira é enorme trindade é minima….

    Mas seria importante a MB olhar mais para nossas ilhas, se é que não olham as vezes a gente nem sabe o que eles fazem lá

    abraço

  23. MO disse:

    Ivan

    adicionando, com o U 29 foi em 07.03.66

    Otima resposta !

    Abs
    MO

  24. General disse:

    A falta de meios adequados para este tipo de operação,obriga a MB optar pelo uso do Cougar, que é completamente inadequado para este fim ,e ainda por cima ,compromete,quando não compromete,atrasa e dificulta toda a logística envolvida
    Cadê os MIL MI 26?

  25. MO disse:

    Ih Bozoh

    ate contigo ??????

    Galante – Enviado em 15/03/2010 às 17:22

    Prezado OTV, para acessar as matérias exclusivas é só clicar na categoria “Exclusivo” na lista na primeira coluna à direita do Blog, depois de logado.

    0 1

    Pensa no que te falei, ve se não tenho ao menos um pouquinho de razão (mail)

    MO

  26. Antonio Carlos disse:

    Talvez aqueles com mais de 42 anos de idade devem se lembrar que no início dos anos 80 o então Presidente da Repúbica, João Baptista de Oliveira Figueiredo, assinou um contrato com uma empresa americana de consultoria tendo como finalidade a elaboração de um estudo de construção de uma base em Trindade (pista de pouso).

    Lembro-me nitidamente dessa matéria sendo veiculada na mídia naquela épóca, bem como de algumas ilustrações com o desenho da pista, “enviesada”, atravessando a ilha.

  27. vassili disse:

    Sepol,

    Sumiu definitivamente do xat(o)????????

    apareço por lá todos os dias depois das 19:00, mas está sempre vazio.

    O que aconteceu com todo o pessoal que costumava ficar até as 3 da matina por lá???????????

    Abraços.

  28. MO disse:

    ah Vassili, bagless mesmo

    bom la no aviaozinhum sempre (ou quase) sempre tem gente (acho)

    ahhh hoje fui la redor das 2100 hrs, mas ninguem (naval)

    MO

  29. Mauricio R. disse:

    Ascensão tem porto???
    Achei uma foto de Georgetown na internet, mas mto pequena, não mostrou tantos detalhes.
    Uma estrategia seria, a MB de posse de helicópteros que realmente carreguem carga que faça valer a pena a empreitada, desembarca na ilha esse equipamento e constroe uma pista rudimentar.
    A FAB c/ seus Hercules, transporta p/ a ilha equipamento mais pesado que permite a construção de uma pista de pouso mais elaborada e adequada ao emprego do ac da FAB.
    Pronto temos um aeródromo, 1200Km Atlântico Sul a dentro.

  30. Ivan disse:

    He he he…

    Isto é uma loucura, mas seria maravilhoso termos um porta-aviões de pedra 1.200 quilômetro a dentro do Oceano Atlântico…

    Se não der para ser porta-aviões poderia ser porta-helicópteros…
    Sonhar ainda é grátis.

    Ivan.

  31. razo disse:

    Qual a área da ilha, ou melhor, a área útil do melhor lugar possível para a construção? Seria muito enriquecedor para o país sim. alguém já ouviu falar em energia solar???? Além disso não precisa ter super radares e povoar a ilha com 30 mil pessoas (hehehe). não achei nada sobre estudo, apenas que a ilha é O CÃO CHPANDO MANGA pra navegação…hehehe

  32. Ivan disse:

    Razo,

    Uma pesquisada no google vai responder muita coisa, até mesmo com fotos das ilhas.

    Quanto a energia solar é uma solução relativamente limitada, para a potência necessária dos radares e outros equipamentos elétricos e eletrònicos, como por exemplo estações de rádio e bombas de combustível.
    Contudo, se houver dinheiro para gastar, há a energia eólica, que está em franco desenvolvimento no Brasil e no Mundo. Na ilha de Trindade o que não falta é vento…

    Neste projeto temos que ter atenção para duas coisas:
    a) O custo/benefício de cada investimento na ilha;
    b) O discernimento que, em caso de conflito, tudo na ilha é alvo, inclusive qualquer equipamento para gerar energia (solar, eólica ou térmica).

    Abç,
    Ivan.

  33. Assemany disse:

    Fico aqui lendo, e cada vez mas impressionado como o povo Brasileiro é pessimista e acomodado, se esta ilha pertence a Inglaterra, França e/ou EUA, a mesma já possuiria uma pista de pouso, quanto a questão dos picos submarinos, é questão de pesquisa e estudo oceanografico, alias a MB possui alguns meios pra dito serviço, inclusive alhuns meios recem comprados.

    De inicio poderiamos com o A-12, assim que o mesmo estiver operante, transportar os equipamentos, e atraves dos helicopteros transportando e abrindo as portas, para a dita empreitada incial da construção de uma pista “rudimentar, mas segura”, que podesse vir a receber os aviões Hercules da FAB, com esta 1ª etapa vencida, poderiamos inciar a construção de usinas “eolicas” e “solares”, o envio de um gerador com grande capacidade, para casos de urgencia, e se assim for necessário tambem, a instalação de uma pequena estação de água (dessalinizadora), mas uma pequena estação tratadora de esgoto, e a construção de uma estação de radar e um pequena vila naval, para comportar uns 30 militares e cientistas.

    Em um segundo passo, a pista de voo já estaria asfaltada, e abrindo as portas pra acomodar outros tipos de aeronaves (inclusive de alerta antecipado – ST-2 e/ou outros) de medio/pequeno porte.

    Vejo mas dita situação como uma questão de VONTADE, tanto da Marinha do Brasil, bem como de um incentivo politico inicial (Empurrão), poís não creio que faltaria verbas pra ditos investimentos, poís a Ilha de Trindade ou pertenceria a União (Território Federal) e/ou ao Estado do Espirito Santo, sendo que o mesmo pelo ES, poderia vir a receber recursos do PRÉ-SAL.

    Agora deixemos de ser pessimista, por que todos os outros povos conseguem por em pratica alguns projetos e nós não?

  34. M1 disse:

    Com grana e vontade é possível sim.

    É só deixar para inglaterra, que eles mostram como faz!

  35. carlos disse:

    Parabéns aos bravos lobos do mar aéreos… estive na Faina do H42 NF BARÃO DE TEFFÉ que deu suporte ao POIT V – OUT/2000… lá realizei um documental e fotos para a exposição ” Um Brasil Chamado Trindade ” o qual colaborou na divulgação do POIT e conseqüentemente as atividades da MB em geral… foram os mais proveitosos dias de Atlântico Sul, convivendo com a nobre tradição naval… através de alguns apoiadores foi elaborado um brasão em Bronze com suporte em madeira que teve 50 unidades produzidas e entregues ao 1ºDM, POIT, MB Brasilia, Oficiais e Praça D’Armas do NF Barão de Teffé além de todos os apoiadores deste documental… tudo isto acontece, para a preservação e homenagens a todos que pelo exemplo e dedicação de heróis lobos do mar, traduzem verdadeiros valores de civismo e moral em prol a Nação Brasileira… abraço a todos e ao Barão??? Tudão!!!

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