Desenhos da classe ‘Knox’ – parte 1

Nessa sequência, três perfis da classe “Knox” nos seus primeiros tempos (clique nas imagens para ampliar). Todos ainda como (DE), contratorpedeiros de escolta, antes de serem reclassificados como fragatas (FF), em 1975.

USS Harold E. Holt DE-1074 v1

Harold E. Holt (DE 1074) – sem armamento na popa, configurado para operar DASH com o convôo mais estreito sem chegar ao costado do navio, sem CME, proa baixa.

USS Patterson DE-1061 v1

Patterson (DE 1061) – semelhante ao anterior mas apresentando o callsign nas adriças, brasão do navio e placa com o nome.

USS Whipple DE-1062 v1

Whipple (DE 1062) – as diferenças em relação aos anteriores são a presença do BPMDS Sea Sparrow na popa, CME ULQ-6 nos bordos da chaminé, “Echo” gigante vermelho, simbolizando a eficiência em máquinas (tipico dos anos 70); “Echo” verde de eficiência no Depto de Operações e “Echo” branco sombreado, simbolizando o navio mais eficiente (maior número de departamentos e divisões premiados) dentro do seu esquadrão no ano anterior. Quem ganha esse “Echo” de Eficiência em Combate por cinco anos consecutivos pode ostentar um “Echo” dourado.

Os navios da classe “Knox”

Nome Nr Base Situação Atual
USS Knox FF 1052 Long Beach / CA Usado como alvo no Pacífico
USS Roark FF 1053 San Francisco / CA Vendido como sucata
USS Gray FF 1054 San Francisco / CA Vendido como sucata
USS Hepburn FF 1055 San Diego / CA Usado como alvo no Pacífico
USS Connole FF 1056 Newport / RI Vendido – Grécia
USS Rathburne FF 1057 Pearl Harbor / HI Usado como alvo no Pacífico
USS Meyerkord FF 1058 San Diego / CA Vendido como sucata
USS W.S.Sims FF 1059 Mayport / FL Vendido – Turquia
USS Lang FF 1060 San Francisco / CA Vendido como sucata
USS Patterson FF 1061 Philadelphia / PA Vendido como sucata
USS Whipple FF 1062 Pearl Harbor / HI Vendido – México
USS Reasoner FF 1063 San Diego / CA Vendido – Turquia
USS Lockwood FF 1064 Long Beach / CA Vendido como sucata
USS Stein FF 1065 San Diego / CA Vendido – México
USS Marvin Shields FF 1066 San Diego / CA Vendido – México
USS Francis Hammond FF 1067 Long Beach / CA Vendido como sucata
USS Vreeland FF 1068 Norfolk / VA Vendido – Grécia
USS Bagley FF 1069 San Diego / CA Vendido como sucata
USS Downes FF 1070 San Diego / CA Usado como alvo no Pacífico
USS Badger FF 1071 Pearl Harbor / HI Usado como alvo no Pacífico
USS Blakely FF 1072 Charleston / SC Vendido como sucata
USS Robert E. Peary FF 1073 Pearl Harbor / HI Vendido – Taiwan
USS Harold E. Holt FF 1074 Pearl Harbor / HI Usado como alvo no Pacífico
USS Trippe FF 1075 Newport / RI Vendido – Grécia
USS Fanning FF 1076 San Diego / CA Vendido – Turquia
USS Ouellet FF 1077 Pearl Harbor / HI Vendido – Tailândia
USS Joseph Hewes FF 1078 Charleston / SC Vendido – Taiwan
USS Bowen FF 1079 Norfolk / VA Vendido – Turquia
USS Paul FF 1080 Mayport / FL Vendido – Turquia
USS Aylwin FF 1081 Newport / RI Vendido – Taiwan
USS Elmer Montgomery FF 1082 Mayport / FL Vendido – Turquia
USS Cook FF 1083 San Diego / CA Vendido – Taiwan
USS McCandless FF 1084 San Diego / CA Vendido – Turquia
USS Donald B. Beary FF 1085 Norfolk / VA Vendido – Turquia
USS Brewton FF 1086 Pearl Harbor / HI Vendido – Taiwan
USS Kirk FF 1087 Long Beach / CA Vendido – Taiwan
USS Barbey FF 1088 San Diego / CA Vendido – Taiwan
USS Jesse L. Brown FF 1089 Charleston / SC Vendido – Egito
USS Ainsworth FF 1090 Norfolk / VA Vendido – Turquia
USS Miller FF 1091 Newport / RI Vendido – Turquia
USS Thomas C. Hart FF 1092 Norfolk / VA Vendido – Turquia
USS Capodanno FF 1093 Newport / RI Vendido – Turquia
USS Pharris FF 1094 Norfolk / VA Vendido – México
USS Truett FF 1095 Norfolk / VA Vendido – Tailândia
USS Valdez FF 1096 Newport / RI Vendido – Taiwan
USS Moinester FF 1097 Norfolk / VA Vendido – Egito

Teste seus conhecimentos:

  • O que era o sistema ULQ-6?
  • Quais foram os CTs da MB que tiveram esse sistema?

TABELA: Franz Neeracher / ARTE: J. Silva

SAIBA MAIS:

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FPB 01

A Marinha portuguesa comemorou no passado dia 22 de Março o 80º aniversário de entrada ao serviço do Farol da Ponta da Barca nos Açores.

Os faróis da costa de Portugal, são conduzidos e mantidos pela Marinha, através das Capitanias e com o precioso apoio duma direcção técnica, a Direcção de Faróis.

Para operar os faróis, a Marinha dispõe dum quadro de pessoal militarizado, os faroleiros, cuja formação decorre sob a direcção da Escola de Autoridade Marítima.

O Farol da Ponta da Barca está edificado numa ponta da costa NE da ilha Graciosa, no meio de várias pequenas baías de lava e bagacina vermelha, numa paisagem ao mesmo tempo agreste e bela que inclui uma formação rochosa em forma de cetáceo, o ilhéu da Baleia.

No alto da sua torre de 23mts, a mais alta dos faróis dos Açores, acende-se uma luz que amplificada por uma óptica de Fresnel de 2ªordem, alcança cerca de 20 milhas náuticas.

FPB 02

FPB 03

15-25 de Mayo-2

As fotos mostram o navio operando (provavelmente em 1985) os jatos Super Étendard, juntamente com os A-4Q que sobraram após a Guerra das Malvinas. Durante o conflito, o navio-aeródromo argentino ainda não estava preparado para operar os jatos franceses, por isso eles operaram a partir de terra.

Na última foto vê-se um míssil AM-39 sob a asa de um Super Étendard.

25demayo 12

Agosto 1985

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CAMAS

No próximo dia 26 de março, às 10h30, será realizada no Salão Nobre do Edifício Almirante Tamandaré, situado na Praça Barão de Ladário, s/nº – Centro – Rio de Janeiro, a Cerimônia de Transmissão do Cargo de Coordenador da Área Marítima do Atlântico Sul – CAMAS. A cerimônia será presidida pelo Comandante da Marinha do Brasil, com a presença dos componentes da Junta de Comandantes-em-Chefe das Marinhas da Área Marítima do Atlântico Sul (AMAS), formada pelos Comandantes das Marinhas da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

O cargo de CAMAS, atualmente exercido pelo Brasil na pessoa do Contra-Almirante José Aloysio de Melo Pinto, será passado para o Contra-Almirante argentino Gastón Fernando Erice. Ao longo dos últimos 42 anos, esse cargo vem sendo exercido, em sistema de rodízio, por Almirantes argentinos, brasileiros e uruguaios.

No final dos anos sessenta, fruto do entendimento e cooperação mútua das Marinhas do Cone Sul, foi ativada a área internacionalmente conhecida como Área Marítima do Atlântico Sul – AMAS. A organização da AMAS foi estruturada para atender ao Plano de Coordenação da Defesa do Tráfego Marítimo Interamericano, criado no âmbito do Tratado Interamericano de Assistência Recíproca – TIAR. O propósito desse Plano é coordenar as ações dos países americanos, inerentes à direção, ao controle e à proteção do trafego marítimo continental, a fim de contribuir para assegurar o uso das vias de comunicações marítimas de interesse.

Em um cenário de crescente importância da nossa área marítima, conhecida como “Amazônia Azul”, onde se localizam campos de petróleo que se tornaram ainda mais importantes, com as perspectivas de exploração das bacias petrolíferas do pré-sal, o entendimento, a cooperação e a troca de informações entre as Marinhas lindeiras ao Atlântico Sul são fundamentais para se contrapor às chamadas “novas ameaças” (terrorismo, pirataria, contrabando, tráfico de drogas e crimes ambientais).

O CAMAS, durante a gestão brasileira, focou-se em ampliar a troca de informações entre as Marinhas da AMAS, na elaboração de novos procedimentos e no desenvolvimento e emprego de moderna tecnologia no Controle Naval do Tráfego Marítimo.

A cerimônia contará com a participação de personalidades da comunidade marítima, representantes governamentais, além de diversas autoridades e Oficiais da Marinha da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

vinheta-clipping-navalA presidente da Argentina, Cristina Kirchner, afirmou nesta terça-feira que a postura britânica de manter “o último enclave colonial” no continente deveria “envergonhar” o Reino Unido. A afirmação foi feita durante o segundo e último dia de uma visita de Estado ao Peru.

“O último enclave colonial que ainda subsiste em nosso continente deveria envergonhar o Reino Unido porque vivemos no século XXI, enquanto cegamente ainda temos que suportar situações como essa”, disse, em um discurso diante do Congresso do Peru.

A presidente tocou no tema do litígio de seu país com a Grã Bretanha ao se referir ao apoio que o Peru deu à Argentina durante a guerra entre os dois países em 1982.

O tema das Malvinas esteve presente durante os dois dias da visita de Cristina Kirchner ao Peru, a primeira de um presidente argentino em 16 anos.

Antes, o chanceler argentino, Jorge Taiana, tinha afirmado que a tentativa unilateral britânica de explorar recursos naturais nas Malvinas era um fato grave que afetava não apenas seu país – que exige a soberania dessas ilhas – como toda a região.

“Me parece que apoiando a Argentina em sua rejeição a esse ato unilateral britânico, toda a região não apenas faz um ato solidário de justiça, como também se defende”, completou Taiana.

O início das atividades de uma petroleira britânica nas ilhas Malvidas produziu irritação na Argentina em fevereiro, que exige a soberania das ilhas, ocupadas pela Grã-Bretanha desde 1833.

Ambos os países protagonizaram em 1982 uma guerra de 74 dias nas Malvinas que foi encerrada com a rendição das tropas da Argentina, país que nessa época estava sob ditadura.

FONTE: AFP, via G1

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