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Sem conseguir convencer o Ministério do Planejamento a descontingenciar R$3,1 bilhões do seu orçamento, a Marinha enviou ontem ao Congresso uma força-tarefa a fim de obter a liberação de R$1,5 bilhão para a compra do submarino nuclear (sic) francês Scorpene. Para evitar o calote, o Comando remanejou de outras áreas R$1 bilhão e, em maio, terá de desembolsar mais R$500 milhões. Se não pagar, a multa é de R$160 milhões.

FONTE: Coluna Panorama Político, O Globo

 

NPa - 1800

O site Alide entrevistou o Sr. Rainer Filpe, responsável pelo escritório da ThyssenKrupp Marine Systems no Brasil, que compete com seu Navio Patrulha Oceânico em processo de compra para a Marinha do Brasil. Para ler a entrevista, clique aqui.

NPa - 1800  - 2

Catar vai de Exocet MM40 Block 3

Exocet MM40 block 3 - foto 2 MBDA

A MBDA informou nesta sexta-feira, 30 de maio, que a Marinha do Emirado do Catar vai adquirir um lote de mísseis  Exocet MM40 Block 3 para equipar seus quatro navios patrulha da classe Vita.

Segundo a empresa, graças à propulsão por turbojato o míssil de última geração tem um alcance significativamente maior que versões anteriores. E, graças à navegação por GPS, o Block 3 pode atacar um alvo designado por suas coordenadas geográficas, mantendo-se compatível com os lançadores de MM40 existentes.

Ainda segundo a empresa, a parceria da MBDA com a Marinha do Emirado do Catar remonta a várias décadas, e a decisão pelo MM40 Block 3 significa não só uma opção pela mais moderna capacidade antinavio, mas também uma maximização de investimentos já feitos na família Exocet, beneficiando-se de vantagens associadas a uma série de armas que já vendeu mais de 3.500 unidades no mundo (desde a entrada em serviço, em 1972, todos os modelos da família foram vendidos para 35 países).

Exocet - foto MBDAEntre as capacidades da arma, estão a baixa assinatura radar, ativação da cabeça de busca mais tarde, voo rente ao mar em altitudes bem baixas, melhorias na seleção dos alvos e contra-medidas eletrônicas (ECCM), além de alta capacidade de penetração em face de defesas antiaéreas navais modernas.

O Exocet MM40 Block3 foi encomendado pela Marinha Francesa (Marine Nationale) e vai equipar as variantes francesas das fragatas FREMM. Em março deste ano (2010), a Marinha Francesa realizou disparos operacionais do MM40 Block3 a partir da fragata de defesa aérea Chevalier Paul, da classe Horizon.

FONTE / FOTOS: MBDA

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portland-fabiana-240605-1-2

De acordo com o setor operacional da Praticagerm do Rio de Janeiro, é prevista a chegada e atracação no cais do Armazem 22 da fragata inglessa HMS Portland – F 79, classe Tipo 23,  amanhã, dia 30 de abril ao redor das  17h00.

Ainda de acordo com a RIOPILOTS, sua estadia inicialmente é prevista até o dia 5 de maio.

DATA

NAVIO MOVIMENTO

30/04 17:00

HMS PORTLAND ENTRA E ATRACA A22

05/05 09:30

HMS PORTLAND SAI P/ VIAGEM A22

portland-fabiana-240605

FOTOS: Fabiana Saloio Machado Lopes

FONTE: Luiz “Corsário 01″ Padilha/Riopilots –  http://www.rjpilots.com.br/

 

Esse era para ser apenas mais um post comunicando outra atualização no NGB, mais especificamente nas páginas dos antigos caça-submarinos da classe G (Caça Ferro) Gurupi - G 2/CS 2/J 17 e CS Grajaú - G 7/J 11, que serviram a Marinha do Brasil da II Guerra Mundial até a década de 50, mas a nossa “Inteligência Naval”, sempre ativa e ciosa dos seus deveres, acabou mais uma vez descobrindo um dado interessante.

Independentemente de qualquer fato para o trabalho do NGB, o período entre o final da II GM e o início dos anos 70, é o que temos maior dificuldade de obter informações e quando as obtemos, são confusas e incompletas.

Observando as fotos dos 8 navios da classe “G”, Marcelo Lopes notou em um deles a presença de uma terceira metralhadora Oerlikon de 20 mm, instalada no tijupá, além das duas instaladas nos bordos. Desse fato veio a lembrança de uma foto em um NOMAR antigo, que mostrava uma arma instalada nessa posição em um navio da classe.

Como não temos fotos de todos os navios, mas baseados nas que possuímos, foi possível concluir que pelo menos quatro dos oito navios possuem esse arranjo diferenciado no armamento secundário com três armas, e provavelmente os outros quatro com duas armas. As informações até agora eram baseadas nas fichas técnicas originais retiradas de publicações citadas nas páginas.

Quem puder complementar essa informação para enriquecer as páginas, será muito bem vindo.

Classe Guaporé/PC 461 de caça-submarinos

 pc

Colaboração: José Henrique Mendes

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HMS-Sheffield-51

USS-Stark-after-Exocet-hit

A capacidade de dissuasão dos mísseis antinavio está mais viva do que nunca. Veja no Forças Terrestres, o vídeo do sistema de mísseis de cruzeiro Club-K, clicando aqui. Comentários abertos no ForTe.

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Por dentro do USS ‘Farragut’

VÍDEO: Luiz Padilha / Alide

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SSK_Scorpene_OHiggins_Final_Construction

O parlamento da Índia foi informado nesta segunda-feira que a entrega dos submarinos da classe “Scorpène” para a Índia vai atrasar 3 anos e isto vai impactar os níveis de operacionalidade da Força, mas medidas corretivas foram tomadas.

O programa de construção de seis “Scorpène” está atualmente em andamento no Mazagon Docks Limited (MDL) sob transferência de tecnologia da compania francesa DCNS.

“Pelo contrato, o primeiro submarino deveria ser entregue em 2012 e depois um submarino por ano até dezembro de 2017″, disse o Ministro da Defesa A.K. Antony, em entrevista em Lok Sabha.

SAIBA MAIS:

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Esquilo reformado

Vídeo do Esquilo 7053 da Marinha do Brasil, depois da reforma.

VÍDEO: Luiz Padilha

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Marinha do Chile recebe primeiro C-295

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Chegou a Base Aeronaval de Vinhã Del Mar, em 24 de abril, a primeira aeronave C-295, de uma encomenda de três, feita pela Armada de Chile à EADS.

A aeronave chegou a Base escoltada por dois P-111 e dois PC-7, e formará o Escuadrón de Exploración Aeromarítima VP-1.

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C295_03

FONTE e FOTOS: Armada de Chile

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Submarinos: como anda o acordo com a DCNS

vinheta-clipping-naval Os presidentes Lula e Nicolas Sarkozy assinaram com grande pompa em dezembro de 2008 o contrato para a compra de cinco submarinos franceses, um deles de propulsão nuclear. Até hoje, no entanto, nenhum centavo foi repassado para a fabricante DCNS. Depois de muito reclamar, a empresa aceitou receber este ano três parcelas de 500 milhões de euros. Mas o primeiro semestre já vai longe e nada. Para agravar, o Ministério do Planejamento resolveu cortar R$ 2 bilhões do orçamento do Comando da Marinha, que terá apenas metade dos recursos para honrar o pagamento de pessoal e a manutenção de suas unidades.

FONTE: Isto É, via resenha do EB

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Antes do ‘quadrado retângulo’™

Essa história de navio bonito, navio feio, beleza não põe na mesa e os revolucionários navios da categoria dos “quadrados retângulos”, tem agitado os vermelhos, os azuis e até os cor-de-rosa (que ficam em cima do muro, exemplo “Eu concordo! Eu concordo!, Parabéns Galante, Bravo Zulu!), mas não é nova e sua gestação vem de longe.

No final dos anos 30, os contratorpedeiros da classe “Sims” apareceram apresentando o passadiço e a parte de vante da superestrutura arredondada com o propósito de, teoricamente, diminuir a resistência do navio ao vento quando navegando em altas velocidades. Se a idéia, depois aplicada também às classes “Benson/Gleaves” e as unidades iniciais da classe “Fletcher”, foi bem sucedida, ou não, não se sabe e também a pressão representada pelo início da 2º Guerra Mundial não deu essa oportunidade.

A classe Sims foi a última que teve sua construção concluída antes do início do conflito. Ela consistia de 12 navios que foram construídos em 7 estaleiros diferentes:

  • Sims (DD 409) 01/08/1939 – Bath Iron Works
  • Hughes (DD 410) 21/09/1939 – Bath Iron Works
  • Anderson (DD 411) 19/05/1939 – Federal
  • Hammann (DD 412) 11/08/1939 – Federal
  • Mustin (DD 413) 15/09/1939 – Newport News
  • Russell (DD 414) 03/11/1939 – Newport News
  • O’Brien (DD 415) 02/03/1940 – Boston Navy Yard
  • Walke (DD 416) 27/04/1940 – Boston Navy Yard
  • Morris (DD 417) 05/03/1940 – Norfolk Navy Yard
  • Roe (DD 418) 05/01/1940 – Philadelphia Navy Yard
  • Wainwright (DD 419) 15/04/1940 – Norfolk Navy Yard
  • Buck (DD 420) 15/05/1940 – Philadelphia Navy Yard

Algumas fotos aonde podem ser percebidos esses detalhes:

NOTA DO AUTOR: É expressamente proibida a utilização do Termo “Navios Quadrados Retângulos” sem autorização telepática especÍfica emitida pela “Liga das Ostras”, assim como o uso do termo classe “Gururu”. Quem desrespeitar essa diretriz será banido para os Reinos de Kim(g)  Dae Julien e viverá para sempre sob o tormento da “Turma do Aviãozinhum”.

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Um periscópio no porto de Kiel

teste mergulho em Kiel - foto via shippingnews

Nas fotos de F. Behling, via Shippingnewsclippings, uma prova de mergulho realizada no porto de Kiel, Alemanha, no último dia 23. Os leitores mais atentos aos detalhes podem dizer qual o submarino que fez o mergulho entre dois navios, o STENA GERMANICA e o MOSEL TRADER.

teste mergulho em Kiel - foto 2 via shippingnews

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O Aviso de Pesquisa Oceanográfica brasileiro Aspirante Moura (U 14) foi fotografado saindo de Lisboa em 25 de Abril de 2010, após visita no decurso da viagem de entrega da Noruega. Deve chegar ao Brasil em Maio próximo. Clique aqui para ver as fotos.

SUGESTÃO: João Gonçalves

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cheonan (1)

South Korea Ship SinksUm torpedo é a causa provável do afundamento da corveta Cheonan, da classe “Pohang”, de acordo com inpeção preliminar da parte do navio que foi resgatada do fundo do mar.

O Ministro da Defesa Kim Tae-young disse no domingo que ” basicamente, penso que uma bolha explosiva causada por um torpedo pesado é a causa”. Kim disse que as investigações em andamento vão procurar outras causas também.

Uma equipe de investigação chegou à conclusão provisória do domingo que a causa foi uma “explosão sem contato externo”, na seção inferior de bombordo do navio, resultante de torpedo ou mina.

“A possibilidade de uma explosão de não-contato submarino é maior do que a de uma explosão subaquática com contato, considerando a forma e as condições das superfícies cortadas”, disse o investigador-chefe Yoon Duk-yong a repórteres.

A equipe de investigação, mais uma vez descartou uma explosão interna, pois nenhum dano foi feito no armazenamento de munições ou o tanque de combustível, enquanto a cobertura da fiação elétrica no navio permaneceu em bom estado e não havia sinais de fogo interno. Não há arranhões na parte inferior do navio, o domo do sonar está em bom estado, tornando-se improvável que o navio encalhou num recife. Além disso, a superfície irregular e esfarrapada da seção que se partiu, levou os pesquisadores a descartar a fadiga de metal.

Uma sondagem da popa e proa da Cheonan pelos pesquisadores, mostrou que uma seção de 3,2 m na parte inferior de bombordo da embarcação e uma seção de 9,9 m de boreste foram perdidas na explosão do casco e a parte ao redor da seção partida foi dobrada para cima. Isso demonstra que a explosão ocorreu na seção inferior de bombordo e destruiu o casco até a parte superior de boreste.

Corveta Cheonan - Coreia do Sul - retirada do fundo - proa - imagem via shippingnews

Cheonan possible causes

FONTE: Chosun.com

FOTO DO IÇAMENTO DA PROA: Reuters, via Shippingnewsclippings

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