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O Império Contra-Ataca

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The_empire_strikes_back_newsweek

Capa da revista Newsweek de abril de 1982, mostrando o HMS Hermes a caminho das Ilhas Malvinas. Os navios-aeródromo britânicos foram vitais para a retomada das ilhas e conseguiram se manter a salvo dos ataques argentinos.

Abaixo, o HMS Ark Royal, desativado poucos anos antes da Guerra. Comparando os grupos aéreos, comente como poderia ser o desempenho do HMS Ark Royal, caso ele ainda estivesse operacional quando ocorreu o conflito.

HMS Ark Royal

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Samuel Henrique
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Samuel Henrique

Com um poderio aereo destes, acho que o conflito teria durado ainda menos!
Com os F-4 em PAC perto das ilhas, seria muito dificil um desempenho melhor da aviação Argentina!
Sem contar as opções de ataque e bombardeiro que estariam a disposição da frota Inglesa!!!!
Ainda teria o risco de ataques ao continente!
Ai seria covardia!!!!

Forte abraço!

Raimundo
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Raimundo

Os bucaneers teriam sido uma opção interessante de ataque para a marinha inglesa, já os phantoms poderiam ter feito uma cobertura aérea mais eficiente durante a retomada inglesa das ilhas em virtude de seu alcance bem superior ao dos sea harriers. Essencialmente, o leque de opções em termos de cobertura aérea para os ingleses seria mais amplo, pois ambos os caças possuíam um alcance maior do que os harriers e sea harriers!

Raimundo
Visitante
Raimundo

A grande verdade é que o “Império” foi pego de calças curtas com o arremedo de expansionismo imperialista portenho!

Ricardo
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Buccaneer e F-4K( Versão “J” para Marinha Inglesa )

Seria realmente complicado…

O Alcance e velocidade do F-4K é maior que dos Harriers, então o CAP poderia ser mais longe da ilha e mais perto do litoral Argentino…

O Buccanner poderia visitar o continente ?

Com este equipamento o senario muda tudo…

[ ]´s

Antonio M
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Antonio M

De fato, a parada para os argentinos seria mais indigesta.

OTV
Visitante
OTV

Digamos que os argentinos iriam engolir um sapo do mesmo jeito, só que com muita pimenta ….

Wolfpack
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Wolfpack

Com certeza as coisas seriam pioradas para o lado Argentino. Os Phantom F4J com capacidade BVR com os Skyflash (alguns dizem superiores aos Sparrows) iriam derrubar os Mirages/Draggens e Skyhawks muito longe, tiro ao pombo. Não acredito no ataque Inglês ao continente. A não ser em casos extremos. A Frota poderia ficar mais longe das ilhas e área mais segura e os sucessos com os AM39 Exocets neutralizados.

Antonio M
Visitante
Antonio M

Creio que na popa do Ark Royal, são os Fairey Gannet, com capacidade de luta anti-submarino.

Também foram retirados de serviço na mesma ocasião. Ainda eram eficientes para tal tarefa?

Harpia
Visitante

Sem sombra d dúvidas, seria uma catastrofe ainda maior para a argentina.
Os caças argentinos seriam abatidos no meio do caminho, os Hercules não poderiam abastecer as tropas argentinas a hoite, os ataques dos Bucaneer/F-4 as tropas nas ilhas seriam devastadores devido a carga bélica e alcance deles serem bem maiores que dos Harriers, poderiam ficar mais tempo na zona de combate.
Acredito que os ingleses devem ter sentido muito a falta desse navio na guerra.

Harpia
Visitante

Se não estiver enganado, o HMS Ark Royal, assim como o HMS Hermes, sofreram extensas modificações para poderem operar com o Phantom.
A catapulta foi empliada em vários metros, aumentaram a potência da mesma, e até os elevadores sofreram modificações para operarem com o grande pêso do Phantom. Modificações semelhantes poderiam ter sido feitas no OPALÃO ainda na França antes de ser antregue ao Brasil.
Com essas modificações, a MB poderia adquirir caças F/A-18C da USNAVY, que mesmo sem modernização, seriam de grande eficiência até hoje, principalmente no TO da AL.

Alfredo.Araujo
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Alfredo.Araujo

“Antonio M disse:
11 de abril de 2010 às 11:49

Creio que na popa do Ark Royal, são os Fairey Gannet, com capacidade de luta anti-submarino.”

Nao tem nenhum Ganet nessa foto do Ark Royal.

As asas dos Ganet quando dobradas ficavam com formato de Z, e eles eram impulsionados por um motor turbo-helice…

Nada parecido com isso na foto…

airacobra
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airacobra

so oq vi no convoo, sem contar o que tem no hangar, 9 buccaneers, 12 F-4K e 4 farey gannets, fora os Sea King, covardia.
com os F-4K as PAC seriam mais longas e demoradas
com os buccaneers maior capacidade de carga e alcance maior
com os gannet seria mais dificil pro ARA San Luis
isso sem se somar a ele o hermes e o invincible
so um mero detalhe, as condiçoes do vento não prejudicariam tambem a eficiencia das operações aereas como prejudicaram com o 25 de mayo?

Antonio M
Visitante
Antonio M

Mas é isso sr.Alfredo,

Na proa seriam os Buccanner e na popa os Gannet.

airacobra
Visitante
airacobra

Alfredo.Araujo

ha sim 4 farey gannets na foto, la na popa depois dos phantons, com suas caracteristicas asas dobradas em Z como vc mesmo citou

abraços

ramillies
Visitante
ramillies

Antonio M,

O modelo de Gannet embarcado na Ark era o AEW.3, ou seja, radar voador. Coisa que veio a fazer muita falta aos Britânicos.

Antonio M
Visitante
Antonio M

Obrigado sr. Ramillies!

Creio que a versão anti-submarino do Gannet não faria falta devido aos helicópteros com armas anti-sub em outras embarcações.

E lembrou dos radares voadores e se não me engano, isso levou-os a desenvolver um radar em radome “pendurado” em helicópteors Sea King.

vassili
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vassili

Neste cenário acima apresentado, o F-4 da RN se sairia muito bem. Devemos lembrar que ele foi desenvolvido especialmente para a função de CDF. A capacidade bélica neste caso, nem se compara. Imaginem se o Ark Royal ainda estivesse operacional em maio de 1982…… as tropas argentinas em solo poderiam ser atacadas com muito mais poder de fogo. O desgaste nas mesmas seria bem maior, forçando a rendição para mais cedo……. Agora, tem o “E SE”………….. O 25 de Mayo tivesse conseguido lançar seus A-4Q e. mesmo contra todas as expectativas, conseguissem atingir o Invencible ou o Hermes. Quando falei… Read more »

ramillies
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ramillies

Harpia, A Ark foi o único NAe Britânico a poder operar o F-4. A Eagle era para ter sido modernizada para usar o F-4, mas quando o governo de Sua Majestade decidiu reformar os seus NAe convencionais, a modernização coube à Ark, dado o valor histórico associado ao nome do navio. Alguns entendidos são da opinão que essa decisão foi um equivoco, dado a Ark estar em pior estado material que a Eagle. O F-4K não é idêntico ao F-4J. Uma das mudanças foi o trem de aterragem telescópico do nariz, o qual era necessário para permitir um lançamento com… Read more »

Ricardo
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Ricardo

Desculpe sair um pouco do assunto… Não acho interessante investir em porta-aviões. São muito vulneráveis. Se atingidos e afundados causam um dano enorme a força. O Brasil deve investir em plataformas móveis lançadoras do Shkval e mísseis (300km ou mais). Estes lançados de terra, mar, ar e submersos. Isto sim seria uma defesa do território. A estratégia de defesa deve se direcionada a pulverização dos recursos bélicos sobre o território para evitar que apenas um ataque inimigo cause um estrago significativo. A base naval do rio de ser sede administrativa visto que não há como montar um defesa efetiva. Tem… Read more »

ramillies
Visitante
ramillies

Respondendo à pergunta do Galante, se a velhinha Ark ainda esivesse ao serviço em 1982, o Galtieri saberia que a galega em 10 Downing Street mandava zarpar o NAe para sul assim que ele hasteasse a bandeira Argentina em Port Stanley. Ou talvez suponha que bastava ele bater o pé que toda ela tremia. Engano seu, e estava armada a barraca. Só que desta vez a porrada era a dobrar.

ramillies
Visitante
ramillies

vassili,

A Hermes não tinha catapultas em1982; foram removidas em 1971-73 quando foi convertida em um “commando carrier”, versão Britânica de um porta helicopteros. Em 1976 foi convertida em um NAe anti-submarino, e em 1980-81 recebeu o ski-jump para operar Sea Harriers, tal como aparece na primeira imagem deste post.
A Invincible nunca teve catapultas.

fullcrum
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fullcrum

Os F-4 dotados de mísseis de médio alcance e Buccaners, fora o restante do grupo aéreo seriam capazes de promover um massacre no ar e no mar, as CAP seriam muito mais efetivas, mesmo levando em conta os fatores meteorológicos que naquele cenário devem ser sempre levado em conta.

GUPPY
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GUPPY

Com os F-4 Phantom no ar, os argentinos não teriam feito o que fizeram de jeito nenhum. A superioridade aérea estaria mais do que garantida para os britânicos. Provavelmente nem os Super Etendart teriam conseguido aproximação suficiente e surpreendido a frota lançando os Exocets.
Com certeza os ingleses lamentaram não estar mais com o HMS Ark Royal na ativa.
Abraços

ivan
Visitante
ivan

Amigos, Como sempre nada sei sobre Equipamentoe Militares. Só sei que: a) com ou sem aviões modernos foi uma das maiores surras já levadas por um país b) o Ark Royal é simplismente a continuação da tradição do navio que comandava a frota que nocauteou a Invencível Armada espanhola, nos idos de 1500…tem pouca tradição a Royal Navy(rsssss) O nocaute da Invencível Armada acabou com as pretensões espanholicas(como diria meu amigo Marcelo Ostra). Os espanhóis nunca mais recuperaram seu status como potência mundial. Hoje a Espanha é um país que exporta mão de obra não-qualificada para o Reino Unido. Até… Read more »

ivan
Visitante
ivan

Só curiosidade off-topic

Ramillies, você tirou o nick do navio que comandava a frota Sul-Americana da Royal Navy, baseada no Rio?
Parece que o HMS Ramillies afundou ao largo de Cape Frio, mas quase tudo foi salvo pela Royal Navy…seria isso, caro Ramillies?

Renato
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As vezes eu acho que só mesmo os argentinos acham que tinham alguma chance ou que perderam “por pouco”.

A Tatcher já tinha se enfiado até o pescoço e abriu as portas do tesouro para o MoD na época. Se a RN tivesse de recuar provavelmente ela torpedeava toda a Armada Argentina nos portos até eles pedirem arrego.

ramillies
Visitante
ramillies

ivan,

Eu não sou homen de vela. Prefiro máquinas de ferro velozes, imponentes e com um grande rugido. A minha inspiração foi o couraçado HMS Ramillies (07) da classe Revenge, como seria óbvio olhando para o meu gravatar (mas não o é porque o dito cujo é pequeno demais).

Cronista
Visitante
Cronista

Pessoal, O TIAR-Tratado Interanericano de Assistência Mútua era para defesa dos países sulamericanos. A Argentina, ao invadir as ilhas, se colocou na condição de agressora. Essa tecnicidade – importantíssima em direito internacional – retirou da Argentina qualquer possibilidade de apoio sob o manto do TIAR. Não creio que o Brasil se aventurasse em uma guerra contra uma potência européia só para apoiar um vizinho que, ainda mais, estava no papel de agressor. Os Bandeirulhas emprestados já foram um passo arriscado, e disso não passaria. Nossos governantes da época e os comandantes militares souberam avaliar as alternativas e não haveriam de… Read more »

Cronista
Visitante
Cronista

Caro Renato, Segundo um programa do History Chanel a Inglaterra já considerava a possibilidade de retirada quando a Aegrentina se rendeu. Se os argentinos tivessem planejado a guerra e não tratado o assunto como um ato político talvez a história fosse outra. Devemos nos recordar que eles tiveram muito tempo para ampliar a pista de pouso nas ilhas, o que permitiria aos esquadrões de ataque da FAA acossarem a Royal Fleet de lá e não após longos vôos baseados no continente, e não o fizeram. Devemos nos recordar também que os dirigentes argentinos consideravam o Chile muito mais perigoso do… Read more »

Harpia
Visitante

Certamente que o Brasil não embarcaria nessa canoa furada. Se isso acontecesse, teríamos que enfrentar não só a Inglaterra, mas tmb os EUA que certamente iriam entrar na guerra para defender o seu principal aliado, aí a coisa ia feder “para nós e para os hermanos”.

MO
Membro

Se defender de uma ameaça a 300 km do seu litoral nao seria taticamente e estrategicamente temerario ????

Sei la vem que ta tudo aberto ate 300 km, a partir dai tomara que o AT seja Santo Expedito …

o Problema eh se o Santo Expedito for o CO deles …

Abs
MO

MO
Membro

Caro Ramillies, belo navio, diga-se de passagem, tenho um desenho tecnico lindao enorme dele !!!

Mas .. A (de ah) Ark e A (de Ah) Hermes, é estranho neh; Ja pensou A porta Avionas Hermes and A Porta AVionela Ark Royal, fica estranho naum ?

Abs
MO

Marcelo
Visitante
Marcelo

Realmente a Argentina não ia ter a menor cahnce. Porém, talvez tenham invadido sabendo que a Royal Navy não era mais aquela…mas se deram mal do mesmo jeito.

Raimundo
Visitante
Raimundo

Seria oportuno ressaltar que, salvo engano, parece que os bucaneers da RAF tiveram um desempenho mais satisfatório do que os Tornados da RAF nas missões de ataque empreendidas durante a operação “tempestade no deserto” contra o Iraque nos anos 90. Neste caso, refiro-me às baixas sofridas pelos dois tipos de aviões no conflito referido. Lembro até que tal fato ficou notório na época com o documentário “TORNADO DOWN” da BBC inglesa!

Cronista
Visitante
Cronista

Se bem me lembro, os Tornados da RAF foram empregados em missões de apoio aproximado, algo para o qual não estavam preparados. As modernizações posteriores incluem novo ECM e casulo para chaft/flare.
Os Bucaneers operavam a maior altura….

Ivan
Visitante
Ivan

Amigos, Se o HMS Ark Royal ainda estivesse operacional acredito que a junta militar argentina não tentaria aquela nefasta aventura. Seria enfrentar tudo que a Inglaterra mobilizou mais um porta-aviões de verdade, com uma dúzia e meia de F-4M e uma dúzia de Buccaneers… Só como curiosidade abaixo o link dos Phantom da Royal Navy, que usavam turbinas Spey com pós-combustão: http://www.naval.com.br/blog/2009/12/18/f-4k-phantom-ii-operando-na-rn/ Curioso é que o Hermes, tranformado a poucos anos de porta-aviões para porta-harriers, seria desativado possivelmente em 1982 ou pouco depois. Foi o Hermes que lançou o ‘grosso’ das operações aéreas. Se os argentinos planejassem melhor ou tivéssem… Read more »

ramillies
Visitante
ramillies

MO,

De facto, soa estranho em Português usar um artigo feminino para se referir a um navio, mas em Inglês toda a máquina é feminina (embora a própria lingua não usar géneros). Sei que é dar demasiada importância às criaturas, mas como diz o ditado: “Women, can’t live with them, can’t shoot them.”

ramillies
Visitante
ramillies

O Tornado sofreu várias perdas no inicio da campanha porque foram empregues em ataques às bases aéreas Iraquianas, em voo rasante e lançando as munições quando estavam sobre o alvo. Assim que passou a atacar a partir de media altitude e a lançar as munições o mais longe possivel do alvo, pararam de sofrer baixas. O Buccaneer, como estava equipado com o sistema apontador de laser Pave Spike, foi enviado para o Golfo para designar alvos para os Tornados, Jaguars e outros atacarem. Assim que a coligação conseguiu o dominio dos ares, os Buccs além de designar alvos passaram também… Read more »

Clausewitz
Visitante
Clausewitz

Caros

A ausência da dupla Ark Royal+Phantom foi o motivo que deslanchou a loucura do Galtieri. O Galtieri não teria peito para enfrentar a Royal Navy com o Ark.
Comprova-se, assim, a eficiência da deterrência de um NAe ( atualizado) + mais um bom CDF.

Cronista
Visitante
Cronista

Prezados, Galtieri e companhia teriam lançado a operação contra as Falklands/Malvinas mesmo se a Royal Navy tivesse o Ark Royal (Audacious Class), o Hermes (Centaur Class) e o Invincible e mais dois ou três NAes da classe Forrestal ou Nimtiz! A decisão de atacar as ilhas não foi militar ou estratégica, foi política, com o objetivo maior de unificar o povo argentino pela exacerbação do patriotismo. Eles simplesmente acharam que a Inglaterra não gastaria tempo e dinheiro para lutar tão longe de casa…. Se fosse uma operação militar de verdade, a FAA não teria sido posta de lado nos primeiros… Read more »

Giordani RS
Visitante
Giordani RS

Que sorte tiveram os argentinos! Pois o Phantom podería subir a altitude ideal de combate do Mirage. Tería sido interessante um embate entre eles, dois “duros” e capazes de mach 2+!
Já o Buccaner teria encurtado a Guerra. Arrasariam as defesas argentinas na ilha.

Os hermanos tiveram foi é sorte!
Mas o Império realmente foi pego com as calças nas mãos…e tudo isso graças aos planejadores…aqueles que nunca foram a campo, mas sabem tudo do que o soldado precisa…

alexandre
Visitante
alexandre

. Se os argentinos tivessem se preparado melhor a FAA teria tido tempo de ajustar melhor suas bombas de queda livre.Muito se fala sobre isso,mas no documentario do discovery um militar argentino explica que o retardo nas bombas era nescessario senao o impacto poderia atingir os avioes.

MO
Membro

Eu sei Ramillies . .rss. mas o comentario foi em portugues né … rsss

Abs
MO

vassili
Visitante
vassili

Pessoal, Vcs conhecem a história que, em meados de Abril de 1982, um grupo de argentinos (possivelmente COMANDOS) foram presos na Europa (França ou Espanha, não lembro com exatidão), enquanto tentavam ir para a Inglaterra?????? se não estou enganado, os caras eram treinados na técnica de nado submerso e tinham em sua posse alguns explosivos. Os ingleses alegaram que eram destinados à fazer alguns furos nos cascos da dupla Invencible e Hermes. Eu vi essa história numa revista militar, mas faz bastante tempo. A mesma levou um “chá de sumiço” num dia que minha mãe resolveu fazer uma faxina no… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

Vassili…

em meados de abril a força britanica já estava a caminho, mas talvez vc esteja referindo-se a “Operação Algeciras”, nome da cidade espanhola
localizado no estreito de Gibraltar de onde partiria o ataque.

O proposito era afundar um navio de guerra em Gibraltar, não necessariamente um que estivesse a caminho das Falklands e que certamente teria um impacto psicologico muito grande.

abraços

Joel
Visitante
Joel

Na realidade eu acredito que SE a Grã-Bretanha estivesse ainda com o Ark Royal

A Argentina simplemente não teria atacado as Falklands! Só atacou porque achou que os Ingleses não tentariam recupera-las o investimento na manuntenção do Poder Naval Britanico acarretaria na economia de recursos gastos com uma guerra no Altantico Sul mas em que pese as perdas britanicas a guerra foi benéfica para a esta, pois mostrou ao mundo que os Ingleses ainda possuem capacidade de projeção e não são apenas meros codjuvantes no cenario mundial.

Abraços

ivan
Visitante
ivan

Com relação as vexatórias operações perpetradas pelos gloriosos ditadores argentinos, destacam-se a: a) operação que queria colocar terroristas “motoneros” para explodir navios da RN em Gibraltar ou qualquer outro lugar. Completamente ridículo, uma coisa grotesca… b) a ridícula operação onde um Hércules tentou bombardear navios. O Foreign Office ironizou em nota a imprensa: “o inimigo tentou atacar a frota com meios rudimentares” O que falar desses nojentos ditadores argentinos? Encheram o peito de medalhas torturando jovens e “motoneros”, E depois mandaram pobres coitados, vindos das vielas platinas, para passar fome, frio, doenças e morrerem sob o fogo de profissionais britanicos…esses… Read more »

Armindo Monteiro
Visitante
Armindo Monteiro

Alguem pode me falar do Couraçado Ramilles, e a sua propulsão por favor

Marco
Visitante
Marco

A missao de Hercules que bombardeou o petroleiro de mesmo nome nao foi ridicula, foi tratada como loucura dentro da FAA mas, com todas as escoltas ocupadas nas duas frotas, a de invasao e a dos PAs, fazia sentido tentar interceptar cargjeiros nao escoltados a muito longa distancia mar a dentro, suas unicas defesas contra a FAA. Deu certo, o petroleiro Hercules foi afundado, pelos proprios operadores, com bombas de 1000lbs nao explodidas em seu interior! A proposta de colocar lancadores de bombas de Camberra nos Hercules foi colocada aos dois Comandantes de Esquadroes de Hercules da FAA, um deles… Read more »