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Chegou a Base Aeronaval de Vinhã Del Mar, em 24 de abril, a primeira aeronave C-295, de uma encomenda de três, feita pela Armada de Chile à EADS.

A aeronave chegou a Base escoltada por dois P-111 e dois PC-7, e formará o Escuadrón de Exploración Aeromarítima VP-1.

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FONTE e FOTOS: Armada de Chile

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24 Comentários to “Marinha do Chile recebe primeiro C-295”

  1. Antonio M disse:

    Este aí é o modelo C-295 MPA Persuader ?

    Não consigo ver muitos sensores/antenas ……

  2. Rodrigo Rauta disse:

    Antonio, é o persuader sim, ou pelo menos parecer ser. você pode ver os sensores logo abaixo o nariz do avião e na seçao ventral dianteira.

    Abraços.

  3. Antonio M disse:

    Obrigado Rodrigo.

    O monitor que uso não está muito bom, e as imagens são um pouco escuras e não mostra alguns detalhes.

    Valeu!

  4. Andre disse:

    enquanto isso, nossa MB levou com o desfalque de R$ 2 bilhões… e continua a não poder operar aeronaves no solo… coisa de Brasil mesmo… Cadê o Progresso da nossa bandeira?

  5. Paulo disse:

    Pena que a Embraer abandonou o segmento de aviões turbohélices, porque aviões como C 295 e ATR (para uso civil) ainda encontram um farto mercado pelo mundo.

  6. Alex Nogueira disse:

    Parabéns ao Chile que mesmo com grandes problemas de ordem naturais ainda consegue se manter equipado. O Brasil até mesmo por motivos de logistica poderia ter adquirido NOVOS C-295 navais ao invés de P-3A com mais de 30 anos de uso…….

    Chile 3x Brasil 0

  7. Mauricio R. disse:

    “Não consigo ver muitos sensores/antenas ……”

    Flir e o radar de busca de superfície c/ a bequilha do trem de pouso entre estes.
    Aquelas janelas em bolha p/ observação.
    Tá faltando o MAD e não é visível o lançador de sonobóias.

    Mas qual a altura dessas asas??? Vai ser o barato se ao pretenderem prender algum missiil ou torpedo, o mesmo despencar delas…

  8. Mauricio R. disse:

    “…e ATR (para uso civil)…”

    Tem ATR de uso militar na Itália, Turquia e Nigéria.

    No mercado ainda temos o uso paramilitar do Q-400 (Dash-8).

    E ainda a versão -600 dos ATR.

  9. Alex Nogueira disse:

    A Embraer bem que poderia ter feito uma versão do Brasilia para pratulhas e ataques navais…e do Super Tucano também…

  10. Paulo disse:

    Maurício R.
    Eu escrevi bem sucinto. Apenas para dar uma idéia. Existem muitas versões de aviões turbohélices no mercado, tanto para uso militar quanto civil.
    O que eu pretendia dizer é que a Embraer poderia ter um “Brasilião” em duas versões, com asa alta e trem de pouso reforçado, um com rampa trazeira e outro convencional. Um seria para uso militar e o outro civil.
    Mercado existe.
    Abraços

  11. Fábio Mayer disse:

    Ué?

    Que eu saiba a FAB jpa encomendou mais 8 destes, para funções transporte e SAR.

    Eu também defendia aqui a aquisiçao de vetores novos como estes, no lugar dos P3C-M, mas alguém informou que o alcance destas aeronaves é menor e que assim, apesar de antigos e modernizados, os P3 seriam mais capazes.

    Como sou leigo no assunto, aceitei os argumentos,

  12. Mauricio R. disse:

    “Um seria para uso militar e o outro civil.
    Mercado existe.”

    Não existe não, o Brasilia dura enquanto o ERJ-145 existir, depois bye.
    A ultima venda de Brasilia foi em 2007, uma unica célula p/ Angola.
    E qnto a idéia de duas configurações, uma vai acabar matando a outra, pela própria dinâmica do mercado.

  13. Nick disse:

    Parabéns ao Chile por seu programa de Reaparelhamento e Modernização …

    Enquanto isso em outro país….

    []‘s

  14. José Maria Bravo disse:

    Em algum lugar li algo sobre um estudo de viabilidade de um projeto de versão de patrulha marítima do E-195, que resultaria numa alternativa muitíssimo mais barata ao novo Poseidon. Alguém confirma algo?

  15. Mauricio R. disse:

    “Em algum lugar li algo sobre um estudo de viabilidade…”

    Somente sonho de alguns aqui no blog, o ERJ-195 não tem o volume de espaço que o Orion ou o Posseidon dispõe p/ sensores, armamento e combustível.
    Então vai ser uma aeronave menos capaz e daí portanto mais barata.
    Interessante que nem os derivados de Airbus A-319/320 estão atraindo interesse do mercado.

  16. Paulo disse:

    Mauricio R.

    Se não existe, então porque o Chile está comprando C 295, o Brasil comprou e talvez compre mais? O ATR continua vindo para a Trip, o Spartan vende, O LET fazendo sucesso no mundo todo, inclusive aqui.
    Isso eu me pergunto diariamente.
    Em tempo: não me refiro ao Brasília. Como eu escrevi acima, penso num avião completamente diferente. Chamei de “Brasilião” só para dizer que seria uma versão superior.
    Abraços

  17. Mauricio R. disse:

    “Se não existe, então porque o Chile está comprando…”

    Seu comentário é confuso, pois dá a entender que vc não consegue relacionar as aeronaves citadas, em sua respectivas faixas de mercado.
    Para vc somente pq são turbo-hélices e bi-motores, então são TODOS da mesma faixa de mercado que o Brasilia; o que é incorreto.

  18. Paulo disse:

    Maurício R.

    Realmente, posso ter deixado esta impressão, mas minha última frase da mensagem anterior:
    “Chamei de “Brasilião” só para dizer que seria uma versão superior.”
    deve esclarecer, não?
    Me refiro a alguma coisa tipo Spartan, ATR 72, C 295 ou afins.
    Abraços

  19. Mauricio R. disse:

    “Me refiro a alguma coisa tipo Spartan, ATR 72, C 295 ou afins.”

    Veja então a confusão que vc está fazendo, apesar de serem competidores diretos, C-27J Spartan e C-295 tem características mto diversas.
    O ac itálo-americano carrega algo como um M-113 ou um OH-58, já no ac espanhol vc não coloca nada maior que 3 X Land Rover.
    Nem pela capacidade de carga em Kg., menos ainda pelo volume do compartimento de carga em m³ e a capacidade do piso.
    O site areamilitar.net tem uma análise didática, comparativa entre os 2 modelos.
    Qnto ao ac itálo-francês nem esse é o foco de mercado do modelo, que é mto bem sucedido no mercado civil de transporte aéreo e fez importantes negócios no mercado de esclarecimento marítimo e ASW/ASuW.
    Então p/ sua idéia fazer sentido do ponto de vista mercadológico, os exemplos seriam os já citados C-295 e ATR-72, alem do Q-400 ou uma outra aeronave semelhante; mas não algo tão grande qnto o Spartan.
    O que nos mostra que sem um excepcional movimento de mercado, sobra mto pouco espaço p/ a Embraer concorrer contra 3 modelos de aeronaves a mto tempo estabelecidos no mercado.
    Sem demanda, não há o que banque o investimento necessário.

  20. Paulo disse:

    Maurício R.

    Você está certo. Para o “transporte pesado” a Embraer vai oferecer o KC 390. Mas eu vejo um nicho num patamar um pouco mais abaixo. Eu não estou preocupado com detalhes técnicos. Quem deve quebrar a cabeça com isto é o pessoal de planejamento dos fabricantes. Só sinto que a Embraer tenha abandonado o segmento. Bufalo, LET, Brasília, Bandeirante, ATR 42, Foker 50 e similares um dia terão de ser substituídos. Ou o próprio crescimento do setor aéreo exigirá algo mais moderno e robusto. E se invés de ser turboélice, for a jato, por mim tudo bem. Mas quando eu leio sobre empresas e governos adquirindo estas aeronaves de fabricantes de fora, me dá um aperto no coração.
    Estou gostando dos teus apartes, porque me força a por as idéias mais em ordem.
    Abraços

  21. Challenger disse:

    Cade nossos P-3BR? Tá demorando!

  22. Mauricio R. disse:

    Paulo,

    Talvez esteja justamente aí o problema p/ a Embraer, pois somente ocupar um nicho de mercado á margem do main stream aonde há competição estabelecida, não justificaria o investimento.
    O que se sucede ao KC-390 é um exemplo emblemático, não há encomendas firmes alem daquelas da FAB, enquanto isso o C-130J vai vendendo.
    E vc tem que forçosamente prestar atrenção as tecnicalidades, pois uma aeronave que pode substituir aos Fokker 27/50/60 ou ao Brasilia, não poderia substituir ao Buffalo; dado o elevado desempenho em pistas curtas desta aeronave em particular.

  23. Paulo disse:

    Maurício R.

    Eu não penso na Embraer, mas sim numa nova empresa que poderia ser tripartite. Grupo de empresários nacionais/governo federal/Embraer (que entraria apenas com a parte mercadológica. Se a Embraer não quiser, a SAAB quer. E ela já tem (pelo menos já teve) os Saab 2000 e 340. Ou o governo federal saindo fora e entrando Saab no seu lugar, mantendo Embraer e grupo de empresários.
    Mas isto é função do ministro da indústria e comércio (na verdade chama-se Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) servir como catalisador. Empresários aqui dentro dispostos a investir existem aos montes, a Saab está louca pra vir pro Brasil, então só falta juntar a fome com a vontade de comer.
    Vai dar certo? Vão ter lucro? Isto é problema dos investidores e não nosso. O bom do capitalismo é isso. Você arrisca e pode ficar rico ou perder tudo. Como se diz no meio empresarial, sempre tem lugar pra mais um.

    Abraços

  24. [...] Marinha do Chile recebe primeiro C-295 [...]

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