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vinheta-clipping-naval Israel afirmou nesta segunda-feira (31) na ONU que “não há crise humanitária em Gaza” e acusou a frota de ativistas que tentou entregar víveres aos palestinos de ter outros objetivos.

“Apesar de os meios de comunicação terem apresentado a frota como uma missão humanitária para entregar ajuda a Gaza, ela não tinha nada de humanitária”, disse o representante israelense na ONU, Daniel Carmon.

“Não eram ativistas pacíficos nem mensageiros da boa vontade. Utilizaram cinicamente uma plataforma humanitária para enviar uma mensagem de ódio e implementar a violência”.

O embaixador israelense, cujo país não integra atualmente o Conselho de Segurança da ONU, foi autorizado a falar na reunião de emergência convocada depois do ataque de seu país contra a frota de ativistas.

Segundo Carmon, “não há crise humanitária em Gaza”. Completou que esse território “é ocupado por terroristas que expulsaram a Autoridade Palestina mediante um violento golpe e que introduzem armas, incluindo por via marítima”.

“Os resultados dos eventos da noite são trágicos e desafortunados, e Israel lamenta a perda de vidas inocentes”, disse o embaixador. “Mas (o país) não pode passar por cima de sua própria segurança”.

FONTE: AFP

 

Vídeo feito pela IDF mostrando passageiros do Mavi Marmara, um dos navios da Flotilha ‘Free Gaza’, atacando violentamente os soldados israelenses que chegavam a bordo, depois dos insistentes pedidos para que o navio mudasse de curso.

Grandes grupos de passageiros cercaram os soldados, e neles bateram com barras de metal e cadeiras – um  soldado foi jogado borda afora. Alguns passageiros pegaram as pistolas dos soldados e atiraram. Como resultado dos ataques, sete soldados israelenses ficaram feridos e nove passageiros foram mortos.

A Flotilha ‘Free Gaza’ tem insistido publicamente nas suas intenções não violentas, entretanto, atacou violentamente os soldados israelenses. Eles tinham facas, barras metálicas, bombas e outras armas.

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Spencer905_Color_1

soencer-cresttAtracou hoje pela manhã ao redor das 09h30 na Base Naval de Mocanguê, em Niterói, o USCGC Spencer (WMEC 905), em escala técnica.

É o segundo cutter da classe “Famous” a escalar Niterói recentemente, sendo o anterior o Northland (WMEC 904). Sua previsão para suspender é dia 2 de junho às 1000h

Classe Famous:

Nome

Indicativo

Bear

WMEC-901

Tampa

WMEC-902

Harriet Lane

WMEC-903

Northland

WMEC-904

Spencer

WMEC-905

Seneca

WMEC-906

Escanaba

WMEC-907

Tahoma

WMEC-908

Campbell

WMEC-909

Thetis

WMEC-910

Forward

WMEC-911

Legare

WMEC-912

Mohawk

WMEC-913

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navio atacado por israel - imagem TV turca

vinheta-clipping-navalO número dois do Ministério de Exteriores israelense, Daniel Ayalon, culpou hoje os tripulantes da expedição pelo ataque militar israelense à “Frota da Liberdade”, que deixou pelo menos 14 mortos, segundo a televisão israelense.

“Certamente lamentamos as vítimas, mas a responsabilidade pelas vítimas é deles, daqueles que atacaram os soldados israelenses”, assinalou Ayalon – do mesmo partido do chanceler Avigdor Lieberman – em entrevista coletiva do Ministério de Exteriores em Jerusalém.

Em comunicado, o Exército israelense assegura que dois “ativistas violentos sacaram os revólveres” de suas tropas “e aparentemente abriram fogo contra os soldados, como provam os cartuchos vazios dos revólveres”.

Na entrevista coletiva, Ayalon destacou que seu país “fez todo o possível para deter” a frota, mas seus integrantes “responderam inclusive com armas”. “Nenhum país soberano toleraria essa violência”.

Além disso, ele assegurou que “os organizadores” – em referência à ONG turca IHH, um dos diversos grupos que participavam da iniciativa – tem “estreitos laços” com “organizações terroristas internacionais”, como a rede Al Qaeda.

Ayalon pediu que “todos os países trabalhem juntos para acalmar a situação” e que não sejam “pessimistas demais” sobre as consequências que possa ter a operação nas relações diplomáticas de Israel com outros Estados.

O “Canal 10″ da televisão israelense assegura que pelo menos 14 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas no ataque à “Frota da Liberdade”, um grupo de seis navios que transporta mais de 750 pessoas com ajuda humanitária para a faixa de Gaza.

O Exército israelense reconhece em comunicado a morte de dez ativistas durante a tomada de controle das embarcações, que aconteceu esta madrugada a cerca de 20 milhas da faixa palestina.

FONTE/FOTO: EFE/imagens da TV turca

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TV israelense fala em 19 mortos

navio atacado por israel

vinheta-clipping-navalA Marinha de Israel atacou nesta segunda-feira (31) uma frota de seis embarcações com ativistas pró-palestinos que tentavam furar o bloqueio à faixa de Gaza e entregar suprimentos à região. A iniciativa dos ativistas tinha apoio da Turquia, país que, nesta segunda-feira, pediu uma reunião emergencial do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), disse um autoridade do Ministério do Exterior da Turquia. A Turquia, país predominantemente muçulmano, é membro temporário do Conselho de Segurança da ONU.

O governo da Turquia também anunciou que chamou seu embaixador em Israel para consultas em protesto ao ataque israelense. O vice-primeiro-ministro turco, Bülent Arinç, acrescentou que a Turquia suspendeu seus exercícios militares conjuntos com Israel, país com o qual havia criado uma forte relação econômica e militar.

Segundo a TV israelense, no mínimo 19 pessoas teriam morrido na ação. Em entrevista à rádio do Exército, o ministro da Indústria e Comércio de Israel, Binyamin Ben-Eliezer, disse lamentar as mortes.

A exata localização das embarcações é incerta. Israel teria advertido as embarcações para que não invadissem suas águas territoriais.

Mas, segundo os ativistas, os barcos estavam em águas internacionais, a mais de 60 quilômetros da costa.

Os barcos, organizados pela ONG Free Gaza, levavam 750 ativistas e cerca de 10 mil toneladas de suprimentos para a faixa de Gaza.

Imagens da TV turca feitas a bordo do barco turco que liderava a frota mostram soldados israelenses lutando para controlar os passageiros.

As imagens mostram algumas pessoas, aparentemente feridas, deitadas no chão. O som de tiros pode ser ouvido.

A TV árabe Al-Jazeera relatou, da mesma embarcação, que as forças da Marinha israelense haviam disparado e abordado o barco, ferindo o capitão.

A transmissão das imagens pela Al-Jazeera foi encerrada com uma voz gritando em hebraico: “Todo mundo cale a boca!”.

A frota de seis embarcações havia deixado as águas internacionais próximo à costa do Chipre no domingo (30) e pretendia chegar a Gaza nesta segunda-feira (31)

Israel havia dito que bloquearia a passagem dos barcos e classificou a campanha de “uma provocação com o intuito de deslegitimar Israel”.

O porta-voz do Exército israelense, general Avi Benayahu, afirmou que o ataque contra a frota humanitária pró-palestina aconteceu em águas internacionais.

“O comando agiu em alto mar entre 4h30 e 5h, horário local, a uma distância de 70 a 80 milhas (130 a 150 km) de nossa costa”, afirmou o general à rádio pública.

Segundo os termos dos acordos de paz de Oslo (1993), Israel mantém o controle das águas territoriais diante da faixa de Gaza em uma distância de 20 milhas (37 km).

Repercussão

As mortes dos ativistas envolvidos na expedição de ajuda aos palestinos causou grande repercussão na comunidade internacional. O Ministério de Assuntos Exteriores da Turquia reagiu duramente ao ataque e, em comunicado, afirma que o governo israelense terá que enfrentar as consequências por seu comportamento.

A Turquia também estabeleceu um centro de crise para acompanhar o desenvolvimento dos eventos.

O embaixador israelense em Ancara, Gaby Levy, foi convocado ao citado Ministério para dar explicações e receber o protesto do governo turco.

O comunicado diz que o Exército israelense usou a força contra um grupo de ajuda humanitária, que inclui “idosos, mulheres e crianças” que viajam nos navios, o que considerou “inaceitável”.

“Tomando como alvo civis inocentes, Israel mostrou mais uma vez que não se preocupa com a vida humana, nem com as iniciativas pacíficas. Condenamos fortemente esta prática desumana de Israel”, acrescentou a nota.

“Este incidente, que aconteceu em águas internacionais abusando da lei internacional, terá consequências impossíveis de compensar”, avisou o Ministério turco.

“Não importa qual seja a razão, esta ação contra civis que atuam com propósito humanitário é impossível de aceitar. Israel terá que enfrentar as consequências de seu comportamento e da violação das leis internacionais”, conclui o comunicado.

O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, que se encontra no Chile cancelou sua visita à América Latina e anunciou que fará declarações nas próximas horas.

O Ministério de Assuntos Exteriores da Grécia iniciou um mecanismo de gestão de emergência com um telefone à disposição dos familiares dos gregos que estão na “Frota da Liberdade”, pois três dos navios que a compõem procedem deste país.

Yanis Maistros, porta-voz em Atenas da seção grega da iniciativa, declarou que “os cinco navios foram sequestrados”; e que “receberam disparos a partir de lanchas e helicópteros israelenses quando estavam navegando em águas internacionais, próximas ao litoral israelense”.

Assim como os gregos, a comunidade europeia também reagiu ao incidente. A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, pediu hoje às autoridades israelenses uma “investigação completa” sobre o ataque à “Frota da Liberdade”. A diplomata também destacou por meio de seu porta-voz que a UE continua seriamente preocupada com a situação humanitária em Gaza e destacou que o bloqueio é “inaceitável e politicamente contraproducente”.

Segundo Ashton, a comunidade europeia exige a “abertura imediata, incondicional e permanente” das vias de acesso a Gaza para permitir a chegada de ajuda humanitária, bens comerciais e pessoas.

ANP

O presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, decretou três dias de luto nos territórios palestinos devido ao ataque israelense à “Frota da Liberdade”, que se dirigia para a faixa de Gaza, no qual teriam morrido 14 ativistas.

Em comunicado emitido da Cisjordânia, por meio da agência oficial palestina “Wafa”, Abbas não anunciou, no entanto, uma interrupção do diálogo indireto de paz que mantém com Israel.

“O que Israel cometeu contra os ativistas da ‘Frota da Liberdade’ é um massacre”, disse Abbas.

Seu porta-voz, Nabil Abu Rudeina, qualificou a ação de “crime contra a humanidade, já que foram atacados ativistas que não estavam armados e tentando romper o bloqueio sobre Gaza fornecendo ajuda”.

“A agressão israelense terá perigosas consequências na região e no mundo”, advertiu Abu Rudeina.

Por sua vez, o primeiro-ministro palestino, Salam Fayyad, leu diante das câmaras um comunicado no qual assegura que “nada pode justificar” o “crime” cometido hoje por Israel.

“Esse crime reflete mais uma vez a falta de respeito de Israel pelas vidas de civis inocentes e pelo direito internacional”, acrescentou.

Um dos principais assessores de Abbas, o chefe negociador palestino Saeb Erekat, qualificou o ocorrido de “crime de guerra” que “confirma que Israel age como um Estado acima da lei”. Ele pediu uma resposta “rápida e apropriada” da comunidade internacional.

“Eram embarcações civis, que levavam civis e bens civis – remédios, cadeiras de rodas, comida, materiais de construção – para os 1,5 milhão de palestinos fechados por Israel. Muitos pagaram com suas vidas. O que Israel faz em Gaza é horrível, nenhum ser humano esclarecido e decente pode dizer algo diferente”, apontou Erekat.

Por sua vez, o chefe de governo em Gaza do movimento islâmico Hamas, Ismail Haniyeh, qualificou o ataque como “brutal” e convocou um Dia da Ira, ou seja, que os palestinos tomem as ruas em protesto pelas mortes.

Ele pediu à “comunidade internacional, principalmente as Nações Unidas, que ajam o mais rápido possível para proteger os navios e os ativistas e pôr fim ao bloqueio” que mantém Israel sobre Gaza há anos com a cooperação do Egito.

Além disso, pediu a Abbas que suspenda “imediatamente” o diálogo entre israelenses e palestinos com mediação dos Estados Unidos.

Representantes da comunidade palestina com cidadania israelense convocaram para amanhã uma manifestação geral.

Protesto

A ação do governo de Israel também foi alvo de protesto na Turquia e centenas de manifestantes turcos se concentraram nesta manhã em frente das delegações diplomáticas de Israel para protestar contra o ataque israelense.

Desde o começo da manhã, várias centenas de pessoas se concentraram em frente ao consulado israelense em Istambul e tentaram entrar nele.

A polícia bloqueou os manifestantes, cujo número aumentava com a passagem das horas. Outros acamparam em frente ao consulado, que fica na região de escritórios de Levent, lendo versículos do Corão e gritando palavras de ordem contra o ataque de Israel.

Em Ancara, um grupo de manifestantes enfurecidos se concentrou em frente à residência do embaixador israelense, Gaby Levi, do qual se espera que vá ao Ministério de Exteriores da Turquia, pois foi chamado para consultas.

Histórico

Israel decretou um bloqueio quase total à entrada de mercadorias na faixa de Gaza desde que o grupo islâmico Hamas tomou à força o controle da região, em junho de 2007.

O Hamas é acusado pelos disparos de milhares de mísseis contra o território israelense na última década.

Israel diz que permite a entrada de 15 mil toneladas de suprimentos de ajuda humanitária a Gaza a cada semana.

Mas a Organização das Nações Unidas diz que isso é menos de um quarto do necessário.

FONTE: UOL NOtícias

cheonan pohang recovered

vinheta-clipping-naval Um grupo de especialistas russos chega hoje a Seul para investigar o afundamento da embarcação sul-coreana “Cheonan”, atribuído à Coreia do Norte e que aumentou a tensão na península, informou a agência sul-coreana “Yonhap”.

Segundo um porta-voz do Ministério da Defesa sul-coreano, Won Tae-jae, os especialistas russos trabalharão na Coreia do Sul para comparar as conclusões da investigação internacional sobre o afundamento do “Cheonan”, que causou 46 mortos em março.

Na semana passada o presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, e seu colega russo, Dmitri Medvedev, mantiveram uma conversa por telefone sobre o ataque à embarcação sul-coreana.

A Coreia do Sul desenvolve uma intensa atividade diplomática com a intenção de levar o incidente de sua corveta ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, onde a Rússia, da mesma forma que a China, tem poder de veto.

A Rússia decidiu na semana passada enviar a Coreia do Sul seus especialistas para revisar os resultados da investigação e se mostrou disposto a se unir à resposta internacional contra a Coreia do Norte se encontrar “informação fidedigna” sobre seu envolvimento no fato.

FONTE: EFE, via UOL news

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Wave_Ruler-crestAtracou ontem no cais do armazém 29 do porto de Santos, por volta das 0930h, o navio tanque RFA Wave Ruler - GCVR (A 390) da classe Wave Knight.

O navio, em sua primeira comissão pelo Atlântico Sul na Atlantic Patrol Task (South), realiza sua segunda escala em Santos no ano de 2010, sendo que a primeira foi entre 22-25 de fevereiro.

O motivo da escala é tecnica (reabastecimento e descanso da  guarnição) e o navio deve suspender no dia 02 de junho.

O Ruler possui casco duplo, atendendo às normas internacionais IMO para navios tanques, e sua classe substituiu a classe OL (Olmeda, Olwen, etc…) na Royal Fleet Auxiliary.

Foi construído pela BAe Systens e entrou em serviço em 2003.

Ver também:

FOTOS: Bruno Pricoli, Santos Shiplovers – 25.02.10

 

Finmeccanica aposta no mercado de defesa brasileiro

Segundo o grupo italiano, maiores chances estariam na Marinha

vinheta-clipping-navalA Finmeccanica, o maior grupo italiano no setor aeroespacial e de defesa, decidiu transformar o Brasil em prioridade imediatamente. Oitava maior companhia mundial no setor — e com atuação crescente nas áreas de energia e transporte —, vê no país uma enorme oportunidade para crescer. O grupo não esconde que o acordo assinado entre Brasil e Itália em abril, que inclui a previsão de uma série de investimentos italianos no país, representa enormes chances de entrar em um dos poucos mercados mundiais hoje em crescimento acelerado e ainda não dominado pelas empresas norte-americanas do setor. O Brasil, que defende com unhas e dentes a necessidade de transferência de tecnologia nos projetos militares, resiste à postura dos EUA nessa questão, em geral pouco dispostos até a negociar essa possibilidade.

“Para nós, o Brasil é muito importante. O acordo entre Berlusconi e o presidente Lula abre muitas possibilidades, inclusive para a transferência de tecnologia, que seria impossível sem isso”, assegura o CEO do grupo Finmeccanica, Pier Francesco Guarguaglini. Embora não façam previsões nem de valores de investimentos nem de faturamento, os italianos querem entrar com todas as forças nos projetos de modernização das Forças Armadas, em particular no da Marinha, já que a concorrência FX-2, para a compra dos novos caças da Forca Aérea Brasileira (FAB), provavelmente será vencida pelos franceses, desbancando o sueco Grippen (que conta com uma série de componentes das empresas do grupo italiano).

Mesmo que o Rafale, da francesa Dassault, leve o contrato, a Finmeccanica já prevê a necessidade de modernização dos atuais aviões de treinamento, os Super Tucanos. Como os novos caças serão muito mais avançados, potentes e velozes, pertencentes à chamada 5ª geração, independentemente da empresa escolhida, a FAB necessitará de um avião de treinamento com uma menor distância de desempenho em relação aos novos aviões de combate para assegurar a capacitação dos pilotos. É aí que a Alenia Aermacchi, uma das integrantes do grupo, pretende entrar, oferecendo o M346, um avião de treinamento que pode até funcionar como um caça leve de combate.

Outra possibilidade é a concorrência que envolve a construção de novas fragatas para a Marinha brasileira, com a necessidade de fornecimento de sistemas de armamento e de defesa, bem como para a nova corveta da classe Barroso.

FONTE: Correio Brasiliense

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Seguem as “nossas” primeiras fotos do casco 199 – IMO 9489895, N/T Celso Furtado, em construção no estaleiro Promar/Mauá – Niterói, cuja quilha foi batida em 08.09.09, com ‘previsão’ de lançamento parra o final de junho e entrega em outubro de 2010.

Principais dados:

• Loa: 182,85 m

• Lbp: 174,00 m

• Boca: 32,20 m

• Calado: 12,80 m

• Pontal: 18,90 m

• Dwt: 48.300 t

Outras unidades da classe:

IMO

Hull

Built

Gross

DWT

Status

9489900

MAUA  200

2011

28,900

48,300

Keel Laid

9489912

MAUA 203

2011

28,900

48,300

On Order/Not Commenced

9489924

MAUA  204

2011

28,900

48,300

On Order/Not Commenced

celso-furtado-pad-20100528-01

Ver Também:

FOTO: L. Padilha – Niterói Shiplovers

 

Contra-Almirante Celso Luiz Nazareth oferece o brasão da Força de Submarinos ao Comandante do Submarino nuclear USS “Memphis”

O Comandante da Força de Submarinos, Contra-Almirante Celso Luiz Nazareth, recebeu, no dia 25 de maio, a visita do Comandante do Submarino nuclear USS “Memphis”, o Capitão-de-Fragata Charles H. Maher, da Marinha dos Estados Unidos da América. Durante a semana, os Submarinos “Memphis” e “Tamoio” (S31) farão exercícios variados ao longo da costa do Estado do Rio de Janeiro, para aprimorar o adestramento de ambas as Marinhas.

A confraternização entre as tripulações do USS “Memphis” e do Submarino “Timbira”(S32), no Centro de Convívio da Base “Almirante Castro e Silva” (BACS), fez parte da programação da visita.

O USS “Memphis” (SSN-691) é um submarino da Classe Los Angeles, sendo o sexto navio americano a utilizar esse nome. Foi construído em Newport, na Virginia, e comissionado em 17 de dezembro de 1977. Sua propulsão utiliza duas turbinas de 35.000hp e um motor auxiliar de 352 hp, o que permite desenvolver 15 nós de velocidade na superfície e 35 nós submerso.

Comandantes dos Submarinos “Memphis” e “Timbira” se confraternizam, junto com suas tripulações, na BACS

FONTE: Marinha do Brasil

VEJA TAMBÉM:


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Harrier on NAeL Minas Gerais

vinheta-destaqueEm mais um “furo” do Poder Naval, pela primeira vez na internet, uma foto de um jato Harrier pousando a bordo do NAeL Minas Gerais, provavelmente em meados da década de 1970. Quem tiver a data certa, por favor, informe nos comentários.

O famoso jato inglês STO/VL foi demonstrado à Marinha do Brasil, mas na época a Força só podia operar helicópteros.

SAIBA MAIS:

joao-candido-lancamento-misael-berdeide-7

Às vezes pegamos no pé dos comentaristas sobre como postar termos navais e marítimos, tentando transmitir a maneira certa de como se referir a navios e equipamentos, tentando disseminar como compreender este mundo  e evitar desinformação ou confusão na interpretação de informações; evitando termos como navio “ancorado no porto”, “barco de guerra”, “transatlântico”, “a destroier”, ”A13 Nae São Benedito” (ao invés de Nae São Benedito – A 13) e afins, notar o que uma informação divulgada a olho, sem uma consulta específica pode gerar:

Copiamos artigo postado no blogmercante chamando atenção a fatos citados acima

http://www.blogmercante.com/2010/05/vinte-dias-depois-navio-batizado-por-lula-e-dilma-ainda-nao-foi-ao-mar/comment-page-1/#comment-7304

Vinte dias depois, navio batizado por Lula e Dilma ainda não foi ao mar

por Misael Berdeide

No dia 7 de maio deste ano, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, e o presidente Luiz Inacio Lula da Silva participaram do primeiro evento juntos desde a saída de Dilma do governo.

Lula e Dilma “inauguraram” o petroleiro Suezmax, batizado de João Candido, com capacidade para transportar 1 milhão de litros de petróleo.

Os dois foram aplaudidos principalmente pelos funcionários do Estaleiro Atlântico Sul, que construiu a embarcação sob encomenda da Transpetro, subsidiária da Petrobras. O João Cândido foi comemorado como a retomada da indústria naval brasileira, já que é o primeiro navio do Promef (Programa de Modernização e Expansão da Frota) da Transpetro.

Desde então, o petroleiro continua “estacionado” no porto de Suape.

VEJA.com foi ao porto saber porque o navio ainda não navega. Segundo dois funcionários ouvidos no local, a embarcação ainda não está pronta. Faltam partes do motor e placas de revestimentos de aço. A assessoria de imprensa da Transpetro, indicada pelo estaleiro para se pronunciar sobre o assunto, informou que faltam apenas “acabamentos”.  E confirmou que o petroleiro lançado ao mar por Lula e Dilma só fará sua primeira viagem em setembro. Segundo a empresa, esse dado foi divulgado à época, e eventos de batismo e lançamento ao mar antes da entrada em operação são rotineiros “em qualquer lugar do mundo”.

A lei eleitoral não permite inaugurações por candidatos a partir de julho. Ou seja, Dilma não poderia participar da entrega da embarcação em setembro, quando ela estará apta a navegar.

O petroleiro já está na propaganda oficial do governo e na campanha de Dilma. Foram entrevistados trabalhadores que ajudaram na obra.

No evento do começo de maio, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Pernambuco, Alberto Alves dos Santos, encerrou sua fala com ” bom Dilma para todos”. Antes, havia dito, ao agradecer a Lula pela retomada da indústria nacional, que “se dependesse do povo trabalhador, o seu mandato seria igual ao de Fidel Castro”.

FONTE: Revista Veja / FOTO: 1ON Misael Berdeide http://www.blogmercante.com/

NOTA DO BLOG: A Veja nunca se informou que NÃO EXISTE navio que sai navegando imediatamente após seu lançamento, que entre lançamento e entrega “em qualquer lugar do mundo” existe o acabamento, provas de mar e aceitação do navio antes da entrega, e mesmo após ainda navega sob garantia do estaleiro ? E assim caminha a mentalidade e cultura naval/marítima no Brasil…

  Ao menos por boa parte de orgãos que teriam por definição informar corretamente…

 

bosisio-ml-aderex-I-09-030409-1610h

Atracou ontem no Porto de Santos, no cais da Mortona, a fragata classe Tipo 22 Batch I Bosísio – F 48. O navio estará aberto à visitação pública no sábado e domingo, das 14 às 17h.

FOTO: Marcelo ‘Ostra’ Lopes – Santos Shiplovers – 03.04.09 durante operação Aderex I/09

Esquadrão HS-1 completa 45 anos

Sea KIng HS-1

vinheta-especial

Criado através do Decreto nº 55.627 de 26 de janeiro de 1965, que estabeleceu normas para o emprego de meios aéreos para as operações navais, reformulando a Aviação Naval e restringindo o emprego de aviões à Força Aérea Brasileira (FAB), tendo como conseqüência o Aviso nº 0830 (RESERVADO) de 28 de maio de 1965, do Exmo. Sr. Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra PAULO BOSISIO, que determinou a ativação imediata do 1° Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino (HS-1).

Com isso, os helicópteros Sikorsky SH-34J, tiveram sua operação transferida do 2° Esquadrão do Primeiro Grupo de Aviação Embarcado (1° GAE) da FAB para a Marinha do Brasil, onde receberam a denominação de SH-1 e ficaram conhecidos carinhosamente como “BALEIAS”.

O HS-1 tem como missão detectar, localizar, acompanhar e atacar submarinos e alvos de superfície a fim de contribuir para a proteção das forças e unidades navais.

Além das tarefas previstas realiza, eventualmente, tarefas de emprego geral, de acordo com as determinações do Comando da Força Aeronaval, tais como:

Evacuação Aeromédica (EVAM);
Busca e Salvamento (SAR – Search and Rescue);
Transporte Aéreo Logístico;
Lançamento de Pára-quedistas;
“Fast rope”;
“Rappel” ;
Penca;
Transporte Administrativo e
Transporte de Tropas.

As Primeiras Aeronaves

Seus primeiros quarenta dias de vida foram na Base Aérea de Santa Cruz, onde foram ministrados, aos oficiais e praças do Esquadrão HS-1, os conhecimentos mínimos indispensáveis para a operação das novas aeronaves, tendo suas fases de instrução terrestre e aérea realizadas no período de 20 à 22/06/65.

SH-34J_N-3001

Lá foram recebidas quatro aeronaves SH-34J (N-3004 e N-3006 em 29/06, N-3003 em 28/09 e N-3002 em 14/10/65), em uma cerimônia onde cada oficial do 2°/1° GAe da FAB se retirava de formatura, um a um, após o recebimento da função pelo respectivo oficial da MB.

O SH-34J N-3001 foi recebido em 19/05/66 na recém-concluída Base Aérea Naval de São Pedro D’Aldeia, assim como o N-3005, que foi recebido ao final do mesmo ano.

SH-34J_N-3004

O Comandante do Esquadrão e o seu Imediato trouxeram a primeira aeronave (N-3004) recebida pela Marinha do Brasil do Parque de Aeronáutica do Campo de Marte para Santa Cruz, após o seu “overhaul” (período de revisão geral).

Em 07/07/65 o Esquadrão HS-1 deslocou-se para a Base Aérea Naval de São Pedro D’Aldeia (BAeNSPA), transportando por via terrestre todo o material que constituía os acessórios das aeronaves para o Depósito Secundário – DepSec (atual Depósito Naval de São Pedro D’Aldeia – DepNavSPA) e para o Departamento de Operações da Base (atual DIACTA), e instalando-se inicialmente no Hangar nº I, o único existente à época, dividindo-o com os Esquadrões HU-1 e HI-1.

BAeNSPA

Em 1967 passou a ocupar o Hangar nº II e, finalmente, em 14/07/95 também o Hangar nº III, após a desocupação deste pela 2ª ELO (Esquadrilha de Ligação e Observação) da FAB que deixava a área de São Pedro D’Aldeia, mantendo-se nestes dois hangares até os dias de hoje.

A primeira missão Antissubmarino

Ainda entre os meses de Agosto e Outubro de 1965, se intensificaram os adestramentos operativos, tendo sido apresentada a teoria da Operação ASW em cursos de apenas uma semana no Centro de Adestramento Almirante Marques Leão (CAAML), de modo que ao final do mesmo ano, na Operação UNITAS VI, deu-se a primeira participação de aeronaves A/S brasileiras baseadas no NAel “Minas Gerais” (A-11), recém-incorporado à Marinha do Brasil.

O adestramento foi incrementado para a participação da UNITAS VII no ano seguinte, porém devido à situação das aeronaves, não fora concluído a tempo, tendo o HS-1 cumprido apenas tarefa de aeronave-guarda durante essa comissão.

O primeiro lançamento de torpedo

O HS-1 foi o primeiro esquadrão a lançar um torpedo de um helicóptero (N-3001) da MB em 21/07/67, colocando-se na vanguarda do emprego de armamentos aerotransportados.

SH-34J_N-3001

O primeiro pouso a bordo noturno

Apesar de homologado para operações ASW noturnas, o veterano SH-34J apresentava limitações operacionais nessas condições de voo.

Esse fato foi contornado apenas mais tarde, entre os anos de 68 e 70, com o regresso de oficiais treinados na US Navy e com a chegada dos modernos SH-3D, homologados oficialmente para IFR (Instruments Flight Rules), traziam de volta este tipo de voo para a MB, que tinha até então o seu uso conhecido apenas nos antigos aviões que operava.

O Esquadrão realizou o primeiro pouso noturno a bordo do NAel “Minas Gerais” em 01/05/69.

A chegada dos “Sea King” ao Brasil

Em 28/04/70, chegaram ao Brasil, a bordo do USS “America” , os quatro primeiros SH-3D (denominação americana), de numerais N-3007, N-3008, N-3009 e N-3010.

Essas aeronaves começaram a operar no NAel “Minas Gerais” no mesmo ano.

Nos anos seguintes, chegaram as aeronaves N-3011 e N-3012.

Chegada-SH-3D_N-3012

O moral da tripulação novamente estava alto com a aquisição das novas aeronaves e o excelente treinamento de oficiais e praças que foi realizado nos EUA.

O voo por instrumentos

Em 1975, o HS-1, único esquadrão na época homologado para voo por instrumentos pelo Ministério da Aeronáutica (Of. 064/75 do EMAer), transmitiu aos pilotos do 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (HI-1) a experiência do IFR, que teria a técnica então, disseminada aos futuros Aviadores Navais, e alavancaria o emprego dessas regras de voo  na Força Aeronaval, tornando-se uma referência nessa modalidade.

No início de 1977, o Esquadrão qualificou pela primeira vez a bordo do NAel “Minas Gerais” seus pilotos de SH-3D em pousos noturnos por instrumentos (IFR/IMC).

O primeiro Reabastecimento em voo (HIFR)

O HS-1 realizou o primeiro HIFR (Helicopter In-Flight Refueling) na MB, em Janeiro de 1978, com a Fragata “Defensora” (F-41), em uma operação que durou cinco minutos e foram transferidos 1.200l de combustível, o que proporcionou uma ampliação das possibilidades de emprego desses meios aéreos, extendendo suas autonomias e possibilitando que a aeronave permaneçam “on station” por mais tempo.

1° HIFR MB

As aeronaves SH-3 italianas

No ano de 1984, o Esquadrão recebeu quatro helicópteros designados SH-3A (N-3013, N-3014, N-3015 e N-3016), fabricadas pela empresa AGUSTA na Itália e trazidas a bordo do Navio-Transporte de Tropa (NTTr) “Barroso Pereira” (G-16).
A 15/01/87, as aeronaves SH-3D N-3007, N-3010, N-3011 e N-3012, embarcaram no NTTr “Barrosos Pereira”, para serem transportadas para o porto de La Spezia (Itália), e encaminhadas para a fábrica da AGUSTA para modernização e capacitação para o lançamento do MAS “EXOCET” AM-39.

Retornaram ao Brasil em Maio de 1988 e também receberem a denominação de SH-3A no Esquadrão.

SH-3A N-3016 (Guerreiro 16) com domo no trail

O Míssil AM-39 “EXOCET”

Em Abril de 1991, foi realizado o primeiro pouso a bordo do NAel “Minas Gerais” de um SH-3A armado com Míssil Ar-Superfície (MAS) AM-39 “EXOCET”.

No dia 11/11/92 foi realizado o primeiro lançamento real desse míssil, com a aeronave embarcada no NDD “Rio de Janeiro” (G-31) contra o casco do ex-CT “Mato Grosso”.

A realização desse evento fez com que o SH-3A se tornasse, até os dias de hoje, o maior braço armado da nossa Marinha.

SH-3A-lançando-Exocet_01

O recebimento dos SH-3 americanos

Em 13/05/96, seis SH-3 (N-3017, N-3018, N-3019, N-3029, N-3030, N-3031), equipados com sonares mais modernos, foram recebidos pela MB na NAS Pensacola (FL) e trazidos para o Brasil a bordo do NAel “Minas Gerais”, quando então receberam a denominação de SH-3B.

SH-3B N-3017 (Guerreiro 17)

Seahawk, o futuro Guerreiro

S-70MB

Em 2008, foram adquiridas 4 aeronaves Sikorsky S-70B Seahawk, com opção para mais duas unidades, de um total que poderá chegar a 12.

O modelo adquirido pela MB é semelhante ao modelo Strikehawk (MH-60R) da US Navy, capaz de realizar missões ASuW e ASW.

Para missões ASuW, utilizará o seu radar AN ∕ APS-143(V) e mísseis AGM 119B Penguin MK2 MOD7 e para missões ASW, utilizará o sonar AN ∕ AQS-18(V), torpedos MK.46 e cargas de profundidade.

Assim, o 1° Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino, com seu passado repleto de glórias e de pioneirismo, continua através dos anos fiel ao seu lema ” AD ASTRA PER ASPERA” (É ARDUO O CAMINHO PARA OS ASTROS), esforçando-se para que sejam cumpridas as tarefas que lhe são atribuídas com eficiência, demonstrando a dedicação e o profissionalismo dos “GUERREIROS”, chamada-fonia dos helicópteros do HS-1 e nome dado pelos “esquadrões-irmãos” no passado, devido às diversas dificuldades encontradas desde sua criação, porém sempre superadas ao longo de sua gloriosa história.

Seu atual Comandante é o Capitão-de-Fragata Rogério de Oliveira Miranda, que assumiu o posto em 30.01.2009.

FOTOS: Esqd. HS-1, ComForAerNav, CCSM e Guilherme Wiltgen/Poder Naval.

Exposição da Marinha sobre a Amazônia Azul e a Antártida chega a São José dos Campos

vinheta-clipping-navalA riqueza marítima da costa brasileira conhecida como Amazônia Azul e o frio da Antártida estão em exposição em São José dos Campos. Histórias e elementos que nos aproximam desse universo são pesquisado pela Marinha.

Primeiro os visitantes são recebidos pelo comandante da Marinha, ouvem as explicações sobre a Amazônia Azul, área marítima que abrange a plataforma continental brasileira. Depois, embarcam no continente gelado recriado no local, com direito a maquetes, bonecos e até pinguins. “Dá pra ver de perto coisas que a gente só poderia ter contato se fosse até a Antártida”, disse a visitante Thaisa Bravo.

Mas eles também querem ver tudo de perto e sentir, mesmo que por pouco tempo, a sensação de fazer parte de uma realidade bem distante da nossa. “Eu só vi esse equipamento em filme, mas ele é bem igual o jet ski usado em mar, que eu já andei algumas vezes, mas deve ser bem diferente ndar no gelo”, falou Victor Magno.

Essa exposição, chamada “Mentalidade Marítima” é itinerante e viaja vários estados brasileiros. É a primeira vez que chega ao Vale do Paraíba. Mas mais do que divertir e informar os visitantes, a Marinha quer aproximá-los das ações desenvolvidas pelo Brasil nessa área. “A gente quer essa interação, a gente quer fazer conhecido esse trabalho. E queremos que eles façam pesquisas, continuem estudando, que isso vai ajudar o Brasil a conhecer e defender o que é nosso”, falou o comandante da Marinha, Aldecir Simonaci.

A exposição pode ser vista até sexta-feira (28), das 8h às 21h, na Univap do Jardim Aquarius. As visitas podem ser agendadas pelo telefone 3923-9090.

FONTE:VNEWS

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SeaRAM do LCS 2 passa por testes

LCS 2 - popa e SeaRAM - foto USN

A Raytheon informou na última segunda-feira, 24 de maio, que o lançador de SeaRAM que equipa o USS Independence (LCS 2) completou duas provas do tipo “blast test vehicle launch”.

SeaRAM - foto RaytheonOs testes servem para validar a integridade estrutural tanto do sistema de armas quanto do navio, permitindo passar à próxima fase, de testes de lançamento reais, que deverão acontecer ainda este ano.

Segundo a empresa, o SeaRAM atingiu todos os objetivos do teste e demonstrou suas capacidades de fogo. O SeaRAM é um desenvolvimento de baixo custo do radar do Phalanx Block 1B, testado em combate e do  Rolling Airframe Missile (RAM), que é um míssil antiaéreo e antimíssil de defesa de ponto, produzido em conjunto pela Raytheon e a alemã RAMSYS.

Basicamente, o SeaRAM substitui o canhão M61A1 de 20 mm do Phalanx por um lançador de 11 unidades do RAM. Ainda segundo a Raytheon, o sistema une a confiabilidade dos sensores multiespectrais e o controle do armamento do Phalanx com a letalidade demonstrada do RAM.

FONTE / FOTO MENOR: Raytheon

FOTO MAIOR: USN (Marinha dos EUA) – o SeaRAM pode ser visto claramente sobre o hangar do navio.

VEJA TAMBÉM:

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Em Santos, 18.09.02 – Temperex 02. Concordem ou não, ele é imponente! Ao menos visualmente.

Votos para que volte às suas comissões em breve e totalmente revigorado, e que  nossa aviação naval progrida junto !

O ‘Urso’ serenamente o observa…

Ver também http://www.naval.com.br/ngb/S/S032/S032.htm

FOTO: Marcelo “Kabeça” Mendes Paulo de Freitas – Santos Shiplovers

 
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