
O primeiro dos quatro submarinos Scorpéne, de tecnologia francesa, comprados em 2008 pelo Brasil, começa a ser construído no dia 27 de maio. A cerimônia de corte das chapas destinadas à proa será realizada às 10h, no estaleiro DCNS, em Cherbourg. O relógio digital que marca a contagem para a entrega do navio, no segundo semestre de 2016, será ativado na mesma ocasião.
Os outros três submarinos do tipo S-Br sairão, até 2021, do novo estaleiro que a Marinha está construindo em Itaguaí, no litoral sul do Rio.
O recebimento do modelo movido a energia nuclear, o SN-Br, está definido: será em janeiro de 2022, com chances de ser adiantado um pouco, para novembro de 2021.
Esse cronograma justo esteve sob sério risco de sofrer um atraso estimado em um ano, em decorrência da dificuldade do governo brasileiro em liberar cerca de R$ 100 milhões do downpayment, um adiantamento sobre o contrato de 6.790 bilhões, destinado ao início das operações.
Na França, reconhece um executivo da DCNS, o tamanho e o caráter do acordo – que prevê fornecimento amplo de tecnologia, incluindo o casco e sistemas não atômicos do navio de propulsão nuclear – são incomuns e implicam obstáculos inesperados.
O Comando da Marinha reduziu os danos antecipando recursos de seu próprio orçamento para a execução de trabalhos preliminares, como o Estudo de Impacto Ambiental e a produção de informações necessárias aos projetos dos novos estaleiro e base.
“Com isso, o retardamento ficou limitado a três meses, perfeitamente possíveis de serem compensados ao longo dos 144 meses, 12 anos, de duração do compromisso” explica o ministro da Defesa, Nelson Jobim.
O documento principal foi assinado em dezembro de 2008. A negociação dos contratos adicionais consumiu nove meses, saiu em setembro de 2009. Nos termos do tratado, o downpayment deveria ter início no dia 30 de outubro.
Começou em dezembro
Antes disso, em abril do ano passado, foi formalizado um Termo Aditivo, criado para reorganizar o calendário do programa e compensar a demora na liberação da verba. “Na medida em que os pagamentos foram integralizados, as ações foram sendo cumpridas”, explicou o almirante Júlio Moura Neto, comandante da Marinha.
Outros dois integrantes do almirantado alertam para a necessidade de uma ação mais dura e exigente no fluxo da transferência de tecnologia, cláusula fundamental do negócio. Os oficiais superiores argumentam que a indecisão havida em alguns momentos dessa fase preliminar não pode ocorrer mais adiante, quando a operação atingir os itens sensíveis do programa.
Estaleiro e Base
O tempo do empreendimento é 2015 e no momento está limitado ao primeiro movimento de terras na Ilha da Madeira, em Itaguaí, baía de Sepetiba, no litoral fluminense. Ao lado das instalações da Nuclep, o braço industrial do complexo nuclear do Brasil, o grupo Odebrecht começa a obra da Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas, UFEM. Depois virão um avançado estaleiro e uma base de submarinos de alta sofisticação. O presidente Luis Inácio Lula da Silva vai visitar o local até o final de julho. Deveria ter feito isso no dia 6 de abril, mas a assessoria do Palácio do Planalto considerou que não havia muito para ser visto e decidiu por um adiamento – dificuldades de agenda, foi a justificativa formal.
O pacote completo da infraestrutura vale 1.868.200.00 para a Construtora Norberto Odebrecht, majoritária no CBS, Consórcio Baía de Sepetiba, formado pela DCNS da França e pela Marinha do Brasil, que detém a golden share, o direito de veto. As áreas envolvidas somam 980 mil metros quadrados, dos quais 750 mil m² na água. O acesso ao conjunto se dará por um túnel escavado em rocha de 850 metros de comprimento e uma estrada exclusiva de 1,5 quilômetro. Haverá 2 píeres de 150 metros cada um e 3 docas secas (duas cobertas) de 170 metros. No total, serão 27 edifícios. A dragagem passa de 6 milhões de metros cúbicos. O plano da obra prevê a geração de 700 empregos diretos. Pronta, a instalação poderá dar apoio técnico a uma frota de 10 submarinos, e terá capacidade para construir duas unidades novas simultaneamente.
Um dos prédios, destinado ao procedimento de troca do reator do navio nuclear ou do combustível, será alto, equivalente a 16 andares. Os submarinos vão circular, entrar e sair das instalações por meios próprios, movimentando-se por uma zona molhada com 340 mil m².
O Programa de Desenvolvimento de Submarinos (ProSub) implica a integração de diversos cronogramas. Um deles, o do domínio completo do ciclo de enriquecimento do urânio usado no reator dos modelos nucleares, está virtualmente concluído. A última etapa, a fábrica de gás de urânio, está pronta em Iperó, a 130 km de São Paulo, no Centro Aramar, da Marinha. Os testes serão iniciados agora. A produção, 40 toneladas por ano, em dezembro. No mesmo local o pavilhão do LabGene, para abrigar o reator do SN-Br, segue em ritmo acelerado – será ocupado daqui a dois anos. Em agosto seguem para Lorient, na França, os 27 engenheiros brasileiros aos quais caberá o trabalho de absorver o conhecimento necessário à construção, em Itaguaí, dos dois tipos de submarinos. Terão companhia: parte da primeira tripulação do navio atômico, 60 militares-instrutores, começa a ser qualificada ainda esse ano.

FONTE: O Estado de São Paulo
- Problemas técnicos que a Marinha terá de enfrentar no Scorpène
- Primeiro Scorpène indiano não ficará pronto antes de 2015
- Malásia recebe primeiro ‘Scorpène’
- MinDef da Índia confirma atraso na construção dos Scorpène
- ‘Scorpène’ da Índia só em 2015
- Índia paga mais pelos ‘Scorpène’
- Colunista da ‘Folha’ critica escolha do Scorpène
- Vídeo do Scorpène
- A escolha do ‘Scorpène’: a opinião de um profissional
- ‘Scorpène’ da Malásia é incapaz de mergulhar

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Acabo d eler a notícia, que é excelente, e comentá-la com alguns amigos.
Sim, a Marinha demonstra que sabe trabalhar. Eu confesso a vocês que sonho desde a muito tempo com um sub nuclear e vou aguardar 2021/22 com ansiedade.
Hoje mesmo visitei o site Defesa BR, que se dedica a “propor” um novo patamar de defesa. Lá há uma projeção para 30 subs: 5 SNA e 25 SSK. Sonho?? Sim, mas já mais próximo de 10 SSK e 3 SNA lá para 2030 (alguém sabe a vida útil dos Tupi???).
Oxalá tudo o que está escrito neste post se concretize, que os políticos não estraguem tudo e que, em 2022 eu possa, cheio de orgulho, enxergar um novo país!
Tomara Cronista, agora sim, defenderemos nosso lado no atlântico com unhas de dentes, vão pensar duas vezes se tentarem atacar o Brasil, o entorno de ilhas britânicas no atlântico incomoda, que diga a Argentina, e os EUA não assinaram o tratado Convemar, por isso temos que ficar espertos pois temos grandes reservas naturais em nossa costa…
6 anos para construir um sub, que maravilha, pq os do chile nao demoraram tanto assim?
e ainda ganham royalites
quanto ao resto do post, eh uma otima noticia, otino estaleiro, otima base, espero que tudo saia como previsto, so nao acredito no SUBNUC pronto em 2022, se tivessem falado 2025 ai sim poderia acreditar
Obstáculos inesperados? hummm… Ação mais dura no fluxo de transferência? Indecisões?? Não está cheirando bem este queijo…
Progeto ta ai agora eu quero velo fora do papel e uma escala bem grande……..
Sub nuclear 2020??? td bem não estamos em guerra.
Porta aviões? pra que? dispesas? não somos um pais que entra em guerra do outro lado do planeta somos defensivos.
agora sub convencionais e escoltas é o melhor plano. PA e SN bota pra rola mais tarde.
quero pelo menor o primeiro scorpene na data pra podermos absorver alguma coisa….
Pura mentira, como sempre… o sub nuclear não sai antes de 2030… Não se esqueçam que aqui é o Brasil!
airacobra, os chilenos foram em menos tempo pq eles compraram pronto. Não fizeram e nem vão fazer um parafuso sequer.
Para ser Made in Brazil, tem que absorver competência e tecnologia antes e isso leva tempo.
Se comprassemos como eles, os subs chegariam mais rapido com certeza.
Mas é isso que o governo quer?
Outra coisa, os chilenos vão ganhar a mesma coisa que a “maria ganhou do Zé” atrás da moita.
O nosso sub não é Scorpene.
Os franceses já resolveram isso. O nosso se chama preliminarmente de SBR e tão sómente.
Scorpene tem que ser feito junto com a Navantia e no nosso contrato o produto é 100% com a DCNS.
Não sei pq ainda colocam o sub com o nome de Scorpene. A unica coisa do Scorpene nele será a aparência externa, pois por dentro ele será bem diferente.
Enfim, vamos sentar e esperar, pois não há outro jeito.
Bom saber que o projeto vai andando. Tomara mesmo que saia tudo conforme o planejado. Mas…
é preocupante ver o ministro minimizando problemas. O programa mal começou e já “faltou” dinheiro (ele existe mas não se conseguem liberar). Se não conseguimos cumprir um programa de pagamentos, já aprovado pelo congresso e o executivo, fico pensando como será a execução das partes mais sensiveis do programa, como transferência de tecnologia.
É muito verbo, fala bonita, e pouca ação concreta para garantir recursos.
Por mais que eu fique bravo e chateado com muitas coisas erradas que acontecem no Brasil, principalmente corrupção por parte do governo, ainda assim confesso que fico feliz em ver que de certa forma nosso país está dando passo importantes a frente. Mesmo que para noticias boas como estas do desenvolvimento dos Sub e das bases aqui no Brasil seja necessário esperar tanto tempo, fico feliz em ver que no futuro as pessoas vão ter um pais melhor do que o que temos hoje. Agora é só fazermos nossa parte, cuidando ao máximo do que podemos e contribuindo para que todos tenham de alguma forma a visão de futuro que queremos, pois a população também precisa ajudar desenvolvendo a educação e cultura.
Cronista,
Legal seu otimismo.
Mas acho que os políticos vão estragar tudo.
Pois é, as últimas décadas geraram tal descrédito da população em relação a uma política real de Defesa que quando vemos um plano iniciar sua trajetória, afloram muitas dúvidas, ceticismo e o verdadeiro medo de nutrir esperança por algo que não se concretize.
Entendo a posição de todos porque me identifico com a mesma, porém confio que os tempos mudaram e que as pedras começaram a rolar. Qualquer que seja o tempo do desenlace não me preocupa, pois o vital é a solidificação dessa visão estratégica.
My two cents, obviamente
Tomara que dê tudo certo.
Ridículo a marinha ter que usar seus proprios recursos para fazer a primeira parte do pagamento.
Enfim, no Brasil é isso mesmo.
Abs.
A Marinha do Brasil tá dando show !(gente séria trabalha assim)
Concluíram o acordo com um atraso mínimo e já vão começar as obras
do estaleiro assim como a construção do primeiro submarino.
É um trabalho de dar orgulho , ninguém viu almirante dar showzinho em jornal , a MB soube lidar com imprensa com grande destreza.
Pena que não se pode falar isto da FAB.
Pessoal,
Vejam que recentemente saiu algumas notícias sobre os problemas enfrentados pelos indianos para conseguirem absorver a tecnologia dos Scorpène. Como tiveram dificuldades, o cronograma inicial ficou apenas no papel, o mesmo ja estando alguns anos atrasados. E, com atrasos, vem tb o estouro no orçamento……
Espero que por aqui tudo ocorra bem, que os prazos sejam seguidos à risca, e, claro, que os futuros governantes brasileiros não abandonem tudo no meio do caminho….
abraços.
Olha soh! De aautocad e photoshop vamos bem! Podemos ateh fazer um projeto stealth, e chegar no mesmo estagio do programa stealth do Iran!
Nao duvido da nossa capacidade, que fique bem claro. Duvido de nossos politicos, e do cumprimento efetivo da transferencia, por parte dos Francos.
“Na França, reconhece um executivo da DCNS, o tamanho e o caráter do acordo (…) são incomuns e implicam obstáculos inesperados.”
Da-lhe eufemismo!
Tamanho e carater incomuns? Obstaculos inesperados? Ah… por favor, neh? Quando se fala isso, eh por que nao ha mais como esconder os problemas de concepçao. Ele soh nao pode ser mais explicito, para nao ficar feio demais e ele perer o emprego.
Isso em linguagem academica se traduz em “Que eh que esses caras querem fazer com isso aqui! Vcs tem ideia dos malabarismos que teremos de fazer para por um reator nuclear neste casco?”
Isso tb nos diz que podemos esperar por mais atrasos no cronograma do projeto.
Abs!
O Tupi construido na Alemanha levou 4 anos para ficar pronto.
Compreensivelmente, os 2 seguintes construidos no Brasil consumiram 9 anos para ficar prontos, porém os 2 ultimos, tiveram seu prazo de construção encurtado para 7 anos, o maior problema sendo o inicio da construção do Tikuna só iniciado em dez 1998 e incorporado em dez. de 2005.
Os “209″ podem durar 30 anos ou mais, dependendo do grau de modernizações feitas, sendo que o Tupi foi incorporado em maio de 1989, portanto terá 27 anos quando da entrega do primeiro submarino pela França em 2016.
Levando em conta que os 3 Oberons serviram por menos de 25 anos ,
os 4 submarinos franceses deverão substituir os 4 “209″ e o nuclear substituirá o Tikuna que terá menos de 18 anos economizando-se uma grande manutenção que o permitiria operar por mais 10 anos, porém padronizando a força de submarinos.
Construindo um nuclear e um convencional ao mesmo tempo, em 2030
uma força de 3 submarinos nucleares e 6 convencionais parece bastante factivel.
Algum rumor sobre o nome dos SBR?
quem tem uma boa idéia?
Tomara que esse programa consiga ir até o fim. Seria terrível depois de bilhões e bilhões gastos dar em nada.
E que os próximos governos não misturem verbas de custeio com verbas de investimento.
[]‘s
E apenas para pontuar:
A imprensa em geral até pode chamar nosso sub de Scorpene, mas ele DEFINITIVAMENTE não será um Scorpene.
O nome provisório é SBR e ponto final.
A imprensa em geral ainda não se apercebeu de seu erro continuo.
Desculpem a ironia, mas minha esposa chamava o fusquinha dela de Herbie… mas ele continuava sendo um Fusca da VW. E de Disney nao tinha nada.
Igualzinho!
A MB disse que vai aposentar os U-209, quando chegarem os scorpene??
Sei lá se não divulgou, eu nao apostaria nisso……..
Quanto ao Sub nuclear, acho que não chega nessa data divulgada, eu acho que chega antes………e olha que eu sou pessimista quando se fala em brasil. Mas é só intuição
Corsário, me diz uma coisa…
Quem opera o U-209, opera o Scorpene sem treinamento? Não é necessário mandar uma galera lá pra frança?
Dalton,
Querendo ou não, mesmo levando em conta fatores brasileiros, temos que considerar que as instalações para o programa IKL são acanhadas. Repare que mesmo para o PMG e eventuais necessidades de manutencao que obriguem os navios irem para lá arrumar um lugarzinho na agenda deve ser rosca.
Agora outro ponto.
A minha pergunta é simples, pois os prazor teoricos estao dentro do normal (condicoes tecnicas e financeiras).
- Vai valer a pena?
- Vai sai algo que preste?
- Vamos conseguir operar com toda a capacidade e segurança as instalacoes e as unidades nucleares de “ATAQUE”?
- Vamos fabricar minas e torpedos, necessariamente sob licença, para dotar esses meios e oferecer o adestramento real que elas e suas guarnicoes merecem?
- Vamos desenvolver e integrar sistemas de dados nacionais nesses meios. Uma especie de SICOMTA-SUB? Lembrando que isso não é nenhuma glória, pois até os Submarinos do Azerbaijão hoje tem condicoes de fazer algo assim, ou seja produzir um sistema de gerenciamento tatico e de armas já é de dominio de uma porrada de “colonos” por ai.
Olá Galileu,
Tempos atrás fiz a mesma conta sobre o tempo de vida dos “tupis” e a entrada dos SBR (a partir de hoje não irei nunca chama-los de Scorpenes). Acho que vermos por algum tempo os tupis e os SBR´s navegando juntos, como vimos os tupis e os oberons.
Se o plano da MB de colocar uma sequencia de SBN´s até chegar a seis for cumprida, fico pensando se o destino da MB não será o de operar exclusivamente submarinos nucleares. Mas minha aposta maior é que a MB monte uma frota permanente de 5 convencionais e 3 nucleares, fazendo um balanceamento de custos mais apropriada e mantendo o estaleiro de fabricação permanentemente em operação. Mas as escolha da MB vai depender de como se adaptar à operação dos submarinos nucleares. Se conseguirem se adaptar, a MB ficará apenas nuclear, se for uma adaptação difícil, ficará com uma frota mista
Que o Governo tenha consciencia da importancia para o Brasil, que os planos seja seguidos a risca.
Que os anjos digam Amém!
Galileu, a tripulação dos 209 da MB precisarão é claro, se preparar para operar o novo SBR***
*** Vamos chama-lo assim até que eu consiga o nome correto dele junto a DCNS.
Como a nota diz, os engenheiros irão para lá absorver conhecimento no 1º momento.
Tripulações sómente mais a frente. Tem muita água para passar debaixo da ponte ainda.
JSilva. Vamos desenvolver tudo isso que vc colocou acima. Porém, no devido tempo.
Existem sistemas sendo testados dentro dos nossos 209 que funcionam melhor do que os de grandes empresas. A MB está desenvolvendo os mesmos e é só o que posso te falar agora.
Apenas acreditem, pois a FORSUB não dorme no ponto e tão pouco a MB. Tem muita coisa bacana em andamento que ainda não pode ser divulgada. Mas acreditem, elas existem!
Minas e torpedos serão fabricados no Brasil tb. muita coisa está em andamento sobre isso tb.
Mas não será nada a curto prazo. Eu diria que de média a longo, pois estamos buscando a nossa independência tecnológica e isso leva tempo.
E eu não acreditaria neste comentário:
“pois até os Submarinos do Azerbaijão hoje tem condicoes de fazer algo assim, ou seja produzir um sistema de gerenciamento tatico e de armas já é de dominio de uma porrada de “colonos” por ai.”
A banda não toca desse jeito não. O buraco é muito mais embaixo.
Seis anos para entregar um sub convencional?
É falta de capacidade do estaleiro ou o fluxo de caixa da Marinha para os pagamentos anda ruim?
É muito tempo para se fazer um sub convencional! Acho que nem a General Dynamics leva tudo isso para fazer um SSN!
;um mes do batimento de quilha e ninguem sabe o nome da embarcação …
Transpetro fazendo escola,
Até agora ninguem sabe se sera Tupiraiba, Tapajaca, Tapaisso, Timbaquira, Tupiramboca ou que valha …
até la vamos de este pre nominho biiitu SBR mesmo
Esta moda ta pegando, tamos bem viu …
MO
Gostaria que fosse mantida a tradição de nomes de tribos indígenas, mas com o cuidado de encerrar a classe TUPI, portanto iniciando uma nova classe com outra letra.
Minha sugestão seria a classe Xavante (S40), Xerente (S41), Xingu (S42) e Xukuru (S43).
Para os nucleares, SN50 Yanomami
Valew corsário, sobre Marinha sei quase nada ^^
mais… é curiosidade
Marcelo…
Os SSNs da classe Virginia construidos tanto pela General Dynamics como pela Northrop Grumman levam atualmente cerca de 6 anos para ficarem prontos..desde o inicio da construção até o comissionamento.
Emerson…
Os Tupis e Oberons navegaram pouco tempo juntos…
Aquela famosa foto dos 4 Tupis e um Oberon navegando , só restava o Tonelero. Tanto o Humaitá quanto o Riachuelo deram baixa em 1996 e 1997 respectivamente , quando foram incorporados o segundo e terceiro Tupi 1995 e 1996 e o Tonelero deu baixa em 2001 quando o quarto Tupi comissionado em dezembro de 1999 mas declarado totalmente operacional em fins de 2000.
Ou seja, está mais para descomissionar os IKL na razão de 1 para 1 a medida que os subs franceses forem sendo entregues e a partir daí fabricar mais submarinos padronizando a frota…levando em conta que
o cronograma será rigorosamente cumprido e não faltarão verbas para iniciar tardiamente novas construções como ocorreu com o Tikuna.
Quanto a futuros nomes…a marinha reservou os prefixos S10 a S19 para os GUPPYs, S20 a S29 para os Oberons e S30 a S39 para os Tupis,portanto a logica diz que o primeiro dos novos convencionais será o S40…não acredito que será continuada o nome de tribos indigenas
pessoalmente nunca gostei, poderiamos dar sim, nomes de indios guerreiros e/ou famosos…os EUA fizeram isso com 2 SSBNs
dos anos 60, batizando-o de USS Kamehameha e USS Tecumseh.
Nomes de Estados brasileiros são meu palpite.
abraços
Caro Danton,
Imaginava isso também, mas como as Greenhalgh receberam os codigos F46, F47, F48 e F49, pode ser que os SBR ex-Scorpenes, acabem sendo S35, 36, 37 E 38 respectivamente.Lembrando também que o NAe São Paulo ficou como A12 e não A21
Pode ser que faça sentido mesmo manter a numeração para os submarinos convencionais, mas começar uma numeração nova para os nucleares, SN11, e a partir daí 12, 13, 14.. etc.
Emerson
Indicativo meu, codigo naum, aqui num eh aviaozinhum naum
Se a MB seguir a linha dela quando alguem se lembra disso, o que não é comum … ( o problema é ela fazer isso … ) seria assim
:
Guppy = S 10
Oberon = S 20
209 = S 30
Sbr = S 40
quanto ao nuke = Ç 100 ¾
Abs
MO
USS KAMEHAMEHA???????????? O Mestre Kame já existia nesta época???????? rsrsrsrsrs…….
Num resisti à brincadeira. quem ja conversou comigo na sala de bate papo (xat), sabe muito bem qual é meu avatar.
Sou fã mesmo de anime…….
abraços.
ah eh eh SBr e ponto final, oia a philombeta dando xilike
igual ao Gururu que eh Napinha (pra vc claro) neh …
KKKKKKKKKKKKK
MO
eu sei o código do futuro SSN brasuca: CU-238, classe São Tomé, sub classe só acredito vendo………….
U-238 não………….. o isótopo U-238 num tem capacidade físsil, sendo o lixo do urânio propriamente dito.
o isótopo U-235 sim que é o combustível para o reator do futuro SSN brasuca.
abraços.
Bem,
não cabe a mim ajustar a ironia das coisa, mas seria bem divertido se o primeiro submarino nuclear se chamasse
supersayadin.
e poderíamos batizar os primeiros ex-scorpenes de
1) kamekamerá
2) kamisama
3) kuririn
4) kaioshin
Não gostei do projeto da nova base/estaleiro. Tem mais uma aparência de estaleiro civil do que de base militar. Gostaria que houvesse túneis, estes, encravados na montanha, para proteção do submarino nuclear e outros.
Parece que os Franceses estão cumprindo o contrato né !!!!
Não tenho palavras para a má-fé de alguns…
É piada mesmo! Vão mandar 27 engenheiros para absorver a tecnologia. Tinham de mandar 10 vezes isso! Um país que quer se capacitar na área, tem de investir pesado em recursos humanos. 27 engenheiros não tornam um país capaz na construção de submarinos, ainda mais nucleares. Se todos decidirem mudar de área por melhores salários, a tal “transferência de conhecimento” vai toda para o ralo! E outra, não é só mandar os cidadãos lá e dizer que aprenderam. Tecnologia leva tempo para desenvolver e aprender. Não adianta mandar 27 recém-formados, ou 300, por 3 anos para a França! Tem de ser gente que saiba “como” e ‘porque”. O Brasil, infelizmente não é sério!
Os scorpenes brasileiros poderam lançar misseis?
Corsário 1 escreveu:
“O nome provisório é SBR e ponto final.
A imprensa em geral ainda não se apercebeu de seu erro continuo.”
Erro contínuo? Vai lá no site da DCNS, clica em “produits” (não esquece de fazer o biquinho), depois em “sous-marins” e depois em SSK. Quem achar um SBR ganha uma passagem para França
Carlos…o SBR não é um “produto” da DCNS..é exclusividade brasileira! Não tem de constar em catálogos aos clientes..
Abraço
SAS disse:
2 de maio de 2010 às 20:08
Concordo que 27 são poucos… mas e se cada um destes 27 ensinar uma turma de 10 Engenheiros, e cada um destes 270 ensinar uma turma de estagiários de mesmo numero do anterior ???
Certamente estes 27 engenheiros são especializados em técnicas diferentes, e certamente cobrem todos os aspectos da construção do SUB… mas ainda creio que o numero final de técnicos que irão la na França aprender fazer, seja muito maior destes meros 27 iniciais, e assim o fator multiplicador de conhecimento será muito, muito maior, talvez alguns milhares de técnicos !
Valeu !!
Completando:
,talvez alguns milhares de técnicos treinados e especializados na construção destas unidades navais !
Valeu e desculpe a distração.
Francoorp disse:
2 de maio de 2010 às 22:45
Isso tudo que vc citou é muito dúbio. Me desculpe, mas estagiários não têm senioridade suficiente para desenvolver e projetar submarinos convencionais, quem diria nucleares. Existiria multiplicação do conhecimento necessário, se houvesse no país “massa crítica” de engenharia capaz de absorver a todo o espectro de tecnologia necessário ao desenvolvimento de submarinos, coisa que não existe. Os poucos profissionais especializados no ramo, são provavelmente da Marinha do Brasil, o que é muito pouco. Lembrar que a ENGEPROM, paga muito pouco para contratar bons profissionais no mercado. Outra dificuldades, é encontrar profissionais tão especializados. Lembrar que a indústria naval no Brasil está ressurgindo, após quase 20 anos de sucateamento. Isso reflete que são poucos os engenheiros navais formados no país nesse período. Outro fator, quantos cursos de Engenharia Naval/Oceânica existem no país? USP e UFRJ que eu me lembre. Formam-se, provavelmente 80 engenheiros navais por ano. Lembrar que demora no mínimo 5 anos para formar um engenheiro naval, isso sem ser especialista em nada! Se você quiser um cara especialista, o que o ramo de submarinos requer, você precisa de mestres/doutores no assunto. Soma-se aos 5 anos mais 2 ou 4 anos. Outro fator, muitos se formam e vão trabalhar em áreas distintas da engenharia, pois no país, paga-se pouco aos bons profissionais de engenharia e idealismo não alimenta família nem paga as contas, certo?!
Só para fazer um paralelo, a indústria aeronáutica partilha, termos de tecnologia, muitos aspectos da indústria naval: integração de sistemas, construção modular, docagem, etc. Na década de 80 a EMBRAER participou do programa AMX. Muitas tecnologias que a EMBRAER não dominava, como telemetria, materiais compostos, tecnologia de determinados tipos de ensaios em vôo como “safe-separation”, projeto aerodinâmico no regime transônico, métodos de redução de dados de ensaio, foram absorvidas como parte do AMX. Na época os engenheiros brasileiros foram para a Itália também, trabalhar no programa conjunto. O detalhe é que demorou mais de 20 anos para se dominar a tecnologia a ponto de se projetar os aviões que a EMB fabrica hoje em dia, lembrando que não são o estado-da-arte!
Por isso, acho que é muito improvável que se concretize a tal capacitação completa com esse cenário. Vai demorar uns 30 anos, e isso, se houver investimento constante.
Abraço!
Sem contar que, o Scorpene é um produto da DCNS e ela pode vender o mesmo para quem quiser, logo, ele estar no catalogo, é algo absolutamente normal.
Mas, o SBR não está lá, pq ele será feita com especificações 100% brasileiras, ou seja, será um sub para a MB e depois quem sabe a DCNS possa vendê-lo para mais alguém.
Vamos aguardar e ver o que o futuro nos reserva.
Nomes? Bom, não sendo de índio eu já me dou por satisfeito.
Prefiro peixes da nossa costa.
Esse papo de estados já rolou. deixemos os estados para navios de superfície.
Minha opinião!
So acredito vendo….o problema é o fluxo de recursos se manter constante.
Também achei pequeno o número inicial de engenheiros brasucas, mas como não entendo do assunto vou aguardar por coments de pessoal mais capacitado, a Elizabeth talvez possa nos dar uma boa opinião sobre esse número de 27 engenheiros.
Questão incidental: os engenheiros serão civis ou militares ? A perspectiva de se enviar engenheiros militares para tão alta qualificação e não remunerá-los de acordo com que se lhes invista não é das mais animadoras, receberão apenas “por sua patente”. Investir em pessoal se não puder mantê-los na força e mais um tópico, ou sub-item, da solução de continuidade no fluxo de recursos anteditos em diversos comentários anteriores.
Olha,
Eu acho incrível certas coisas no Brasil, apenas uns 05 dias atrás aqui mesmo estavam falando de fim ou descumprimento do contrato dos Subs, agora, sabemos que tudo estava andando, ainda que, com atrasos de uns 03 meses, porém, para quem esperou 25 anos, falar em 03 meses, é a melhor notícia de nossa história militar e tecnológica, e o que vemos? Um monte de comentários negativos, que só ressaltam opiniões que contrariam os fatos, afinal, os recursos sairam, e vão continuar a sair, porém, achar que nada vai ter atrasos, quando vemos no mundo programa muito mais simples, atrasarem anos!!! É demais. Quer dizer, no dia 25 maio, a DCNS que nada havia recebido vai começar a fazer a primeira e única seção em solo francês, a proa do primeiro SBR, depois tudo será feito aqui!!
A obra no estaleiro será lançada oficialmente em jundo(na verdade já começou).
Repito é a melhor notícia da história militar brasileira, e o povo fica com picuinha!! Realmente, as vezes fica difícil entender os brasileiros!!
[ ]´s
Meu caro Paulo Rick,
Quem sabe não se trate do tal “complexo de vira lata” do qual se referia o Nelson Rodrigues…
Ou da hiena Hardy Har Har, aquela do desenho animado: “”Eu Sei Que Não vai dar certo … Oh dia, oh, Céus, oh, azar …”
Sinceramente, considero uma piada de mau gosto, essa “compra” de armas da França, ser dita como reequipamento da defesa brasileira. Já que esta “compra” vai levar todo esse tempo, na minha modesta opinião, pelos prazos e preços envolvidos, sairia mais barato investir em pesquisa e desenvolvimento teconlógico e numa indústria militar própria para produzir os tais submarinos.
“Parece que os Franceses estão cumprindo o contrato né !!!!
Não tenho palavras para a má-fé de alguns…”
Esperemos a docagem do cabeça de série, qndo de seu 1º PGM.
Sugestoes de nomes:
1)Tytius
2) Rhopalurus
3) Buthus
4) Centruroides
E o nuclear poderia ser: Eurypterus
caro Brandalise
então vamos lá… nomes para os submarinos
1) herculóides
2) jonny quest
3) sea view
4) batfino
e para o nuclear
5) formiga atômica
emerson disse:
2 de maio de 2010 às 17:43
“Gostaria que fosse mantida a tradição de nomes de tribos indígenas, mas com o cuidado de encerrar a classe TUPI, portanto iniciando uma nova classe com outra letra. ”
……………….
Pode manter o ” T ” e escolher o nome de uma valorosa tribo indígena de Pernambuco que ajudou os Portugueses e expulsarem franceses e holandeses.
Minha sugestão para a nova classe de submarinos brasileiros:
.
” TABAJARA ”
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Pô! pena que o ‘Cassseta e Planeta’ já zoou com o nome desta tribo…
Vamos parar com patriotada…a marinha esta com recursos contigenciados…..como vamos ter um sub-nuclear em 10 anos assim? Nao é complexo de “vira-lata” ou postura de personagem de desenho animado. É pensar de forma realista. O projeto da Copa do Mundo, que é menos complexo (nao vai exigir massa critica de engenheiros), esta atrasado.
Ficaram zangados com o representante da FIFA falando que esta cheio de desculpas das comissoes organizadoras locais? Levaram para o lado pessoal?
Com este projeto, vai ser a mesma coisa….Nossos politicos nao pensam num Brasil grande com a velocidade que a grande maioria de nos gostariam.
REPITO: NO BUCKS! NO BUCK ROGERS!
Excelente notícia. Mas prefiro esperar os SBRs e SNBR serem entregues.
Quanto a seis SNBRs, pessoal qualé? Já estamos vendendo comercialmente o pré-sal e ninguém sabia?
Três já estaria de bom tamanho.
Sds.
A questão não é que sub convencionais são necessários para MB! só não concordo que seja o Scorpène pq os relatos de serviço de outras marinhas com esse tipo de submarino são terríveis!!Só jeitinho Brasileiro não bastará pra esse submarino!!!!
O que me deixa pasmo é a data da entrega, só pra 2016 e olhe lá!!
02 Presidentes não poderão modificar sequer uma vírgula do “obscuro” contrado do Governo Lula!!
Fazer promessas para serem concretizadas nos governos de 02 sucessores é fácil,extremamente fácil!!Não deu tempo, foram só 08 anos de cerimônias pomposas, pedras fundamentais e submarino que é bom nada né Lula?
E mais um detalhe, se esta empresa Francesa demorasse esse tanto que vai demorar para entregar nosso submarino ela não ganharia 01 contrato sequer tanto na França quanto no resto do mundo!!
Marcaram uma data.
Resta saber se ela será cumprida…
Olha, Tadeu, a sugestao eh boa!
“Pô! pena que o ‘Cassseta e Planeta’ já zoou com o nome desta tribo”
Classe: Tabajara (nuclear)
Nome da nau: Bussunda
[Afinal, vai ser mesmo uma grande tiracao de sarro com a nossa cara!]
Abs!
Nomes de Estados brasileiros é a minha torcida também. E a sequência mais lógica seria mesmo S40 à S50, conforme o Dalton explicou acima. Agora, não acharia tão ruim se os novos tiverem nomes de peixes conhecidos na costa brasileira.
Abraços
Errata:
S40 à S49 e não S40 à S50
Concordo com opinião colocada acima pelo amigo, Brasileiro gosta só de reclamar e tem muito complexo de vira lata sim, ninguém faz 1% da sua parte e fica só esperando, esperando e reclamando, pois mesmo leigo o que vejo de transformação da Marinha Brasileira, com aquisições, construções, boom da construção naval no Brasil, é algo que nunca vi na minha vida, principalmente porque nossa Marinha vinha sem futuro e cada dia mais sucateada, esquecida por muitos anos e muitos GOVERNOS que não tinham respeito pelo país e não queria ver o país como soberano nos seus mares, era mais facil ser inoperante e ficar a deriva de paises mais fortes…muita gente fala de tempo de construção sem ao menos pesquisar tempo médio de construção naval, outros falam que as coisas serão feitas, quando acordos foram feitos por GOVERNO, e não empresas, algo extremamente sério e complexo de não ser cumprido… outro falou de quantidade de técnicos sendo que importante é qualidade e não quantidade, não adianta nada mandar 100 mil cabeças de bagre, irá demorar 100 anos para dominar as técnicas, se for 30 que sejam capacitados, bem remunerados e militares sim, ninguém irá enviar técnicos não militares para absorver esse tipo de tecnologia., além disso com certeza esse técnicos enviados serão chefes de setores, se cada um tiver 10 subordinados são 300 para dominar as técnicas…
Amigos em 2020 qtos se tdo andar no conograma qtos subs teríamos então?
Ufanismo, Ufanismo….os recursos da Marinha estao contigenciados….repito: como vamos obedecer a um cronograma sem grana?
Nossos politicos, em sua grande maioria, nao estao nem ai para um Brasil forte e soberano.
[...] Primeiro Scorpène da Marinha do Brasil terá quilha batida no final de maio [...]