E018-f02

Recebemos no NGBNavios de Guerra Brasileiros, um e-mail do Hospital Corpsman First Class, (USN Ret) William J. Young, ex-Tripulante do USS Lowry (DD 770). Ele está à procura de ex-tripulantes ou um contato com alguma Associação de ex-Tripulantes do CT Espírito Santo, para convidá-los para participar de uma reunião que se realizará no último final de semana de setembro, em Myrttle Beach (Carolina do Sul).

E018-DD770-f16

Fica a dica para os nossos “Tin Can Sailors” para essa bela oportunidade de integração com seus “ship mates” norte-americanos.

Tagged with:
 

kilo-class

Navy commander Rear Admiral Habibollah SayyariA Marinha Iraniana está realizando um exercício militar de grandes proporções nas águas do Golfo Pérsico e no Mar de Omã, de acordo com o comandante da Marinha, almirante Habibollah Sayyari. O nome da operação é Velayat 89 e teve início hoje.

Ele disse que a operação será realizada em seis fases e oito dias. O comandante disse que a área coberta será de 250.000 km quadrados do Estreito de Ormuz, até o norte do Oceano Índico.

O exercício pretende mostrar a força do Irã na defesa do território do país e carregar a mensagem de “paz e amizade” para os países regionais, disse Sayyari.

O grande exercício naval vem menos de duas semanas após o treino militar maciço do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica, no Golfo Pérsico e no Estreito de Hormuz, com o objetivo principal de preservar a segurança da região.

O Estreito de Ormuz, um canal estreito entre o Irã e Omã, liga o Golfo Pérsico ao Mar de Omã. Quase 40 por cento do petróleo do mundo passa por esse canal.

FONTE: PressTV.ir

F40 Niteroi - by Guilherme Wiltgen - www.naval.com.br

vinheta-clipping-navalRIO – A Marinha de Guerra vai abrir um processo administrativo para apurar as causas do encalhe de uma das fragatas líderes da corporação, nesta terça-feira, na Enseada do Forno, em Arraial do Cabo. A Niterói (F-40) ficou atolada num banco de areia, apesar de ser dotada de ecobatímetro – sonar que mede com precisão a profundidade do mar – e de cartas náuticas elaboradas pela própria Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) da corporação. O acidente ocorreu na maré seca. No entanto, a tábua de marés também é fornecida pela DHN. A embarcação, que teve problemas às 8h30m, foi desencalhada apenas às 18h15m pelo rebocador da Petrobras Ivan Barreto, com o auxílio de mergulhadores militares.

Em nota, a corporação informou que o problema ocorreu quando a embarcação estava na Enseada do Forno para embarcar uma equipe de especialistas do Centro de Armas da Marinha, que fariam testes operacionais para ajustar os sistemas de bordo. A fragata teria acabado de ser reparada. O navio, que foi construído na Inglaterra e modernizado no Brasil, era comandado pelo capitão de fragata Gilberto Chaves da Silva.

Segundo o mestre Erick Barreto, que pilota embarcações de apoio na região, a fragata encalhou no Baixio da Coroa, onde a profundidade média é de quatro metros, perto do Pontal do Atalaia.

Pescadores de Arraial e especialistas em praticagem nos portos do estado especulam que a fragata pode ter encalhado porque a âncora não estaria bem fixada no fundo e, com isso, correntes marítimas e ventos teriam arrastado a embarcação sem que o comandante notasse.

O presidente da Associação de Pescadores de Arraial do Cabo, Joaquim Rodrigues de Carvalho, o Quinzinho, estranhou o local do acidente:

- Nunca vi um barco grande naquela área. Ali não tem canal. No porto, estão dizendo que o navio foi arrastado pelo vento até encalhar, mas não vi o que aconteceu.

Um funcionário de praticagem, que não quis se identificar, informou que os navios de guerra não usam prático nos portos do estado. Os comandantes da Marinha seriam equiparados aos práticos.

- Acho pouco provável que a fragata tenha encalhado enquanto estava navegando. Os bancos de areia constam das cartas náuticas, e qualquer pessoa com o mínimo de experiência sabe onde eles estão. Uma hipótese plausível é que o navio estava fundeado e, por alguma razão, a âncora correu pelo fundo.

Para o mergulhador e profissional de resgate Jorge Luís de Paula, de 42 anos, seja qual for a causa, o encalhe foi um erro.

- Trata-se de um vacilo grande numa época em que as embarcações possuem a tecnologia de sonares, GPS e outros equipamentos de navegação – disse o mergulhador.

O especialista em defesa Alexandre Galante, editor do site Poder Naval, disse que pode ter havido avaria:

- Se as pás de hélice, as aletas estabilizadoras ou o domo do sonar tiverem sido danificados, o prejuízo foi de milhões. Esse risco existe.

No Acre, outro barco da Marinha também encalhado

Galante lembrou um acidente semelhante que aconteceu com a Marinha americana em fevereiro do ano passado, nos corais próximos ao Aeroporto Internacional de Honolulu, no Havaí. Na ocasião, para vergonha da corporação, um cruzador ficou à vista de turistas. O fato causou tanto embaraço à corporação, que o comandante da embarcação foi destituído de suas funções.

A fragata Niterói, construída em 1976, tem 192 metros, conta com uma tripulação de 217 militares e é dotada de mísseis antinavio e antiaéreo, canhões, lançadores para torpedos e foguetes antissubmarino, além de dois helicópteros. Atinge a velocidade máxima de 30,5 nós. A fragata participa de ações no Brasil e no exterior.

A Marinha do Brasil estava com outro barco encalhado até a última segunda-feira. O navio-hospital Doutor Montenegro ficou 26 dias encalhado no Rio Juruá, no Acre, devido a um suposto erro de cálculo do período da maré vazante. Outra situação embaraçosa ocorreu em 25 de dezembro de 2000, quando um acidente levou ao fundo do mar o submarino brasileiro Tonelero. O detalhe é que o naufrágio aconteceu em pleno cais do Arsenal do 1º Distrito Naval, na Praça Mauá, no Rio, onde o submarino estava sendo reparado. A Marinha informou que uma “sequência de avarias em válvulas do sistema hidráulico” inundou os compartimentos da embarcação. O submarino estava avaliado em US$ 150 milhões.

FONTE: O Globo / FOTO: Guilherme Wiltgen – Poder Naval

Tagged with:
 

moscow-university-mkita-chearskies-images

Golfo de AdenO petroleiro liberian0  MoskowUniversity , de propriedade do armador Joint Stock Co. Novorossiysk Shipping Co. (Novoship), Novorossiysk, Russia (Sovcomflot Akp, Moscou) foi atacado, esta quarta-feira, na parte oriental do Golfo de Aden, por piratas somalis. A Marinha da Rússia já está a caminho para a região, depois de ter recebido uma mensagem do navio.

O incidente ocorreu às 8h00 de Moscou, quando o petroleiro seguia do Mar Vermelho para a China. O óleo a bordo, no valor de US$ 52 milhões, pertence aos chineses.

Os piratas atacaram o navio liberiano a 350 milhas da costa. A bordo estão 23 membros da tripulação, todos cidadãos da Rússia, adiantou fonte militar citada pela agência Ria-Novosti.

O Comandante do navio tanque conseguiu entrar em contato direto com o contratorpedeiro classe Udaloy Marshall Chapochnikov – 605, que, neste momento, se dirige para a area do incidente, adiantou a mesma fonte.

081008-N-1082Z-045

NOTA DO EDITOR: Alguns navios estão navegando em torno da África do Sul e mais a leste no Oceano Índico, longe do litoral da Somália, para evitar o golfo de Aden, gastando mais combustível e aumentando o custo do frete.

Mas muitos continuam a navegar pelo movimentado Golfo de Aden, onde navios de guerra de vários países operam comboios e criam corredores de trânsito.

Os piratas, cada vez mais audaciosos e criativos, estão utilizando navios-mãe, para alcançarem até o Canal de Moçambique e a costa da Índia nos últimos meses, para o lançamento de barcos menores contra navios mercantes.

Sete por cento do consumo mundial de petróleo passa pelo Golfo de Aden.

FOTO: US Navy + Shipspotting.com photo ID 894585 – Makita (Clearskies Images)

Tagged with:
 

Atualizamos e reorganizamos as fotos no NAeL Minas Gerais (A 11), inclusive no período de serviço com a Royal Navy e Royal Australian Navy, como HMS/HMAS Vengeance (R 71).

Colaboração: SG Luis Martini Thiesen, José Henrique Mendes e Guilherme Wiltgen