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Ao menos… boia

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NAe São Paulo A12 - 3

vinheta-clipping-navalUm grupo de peritos navais da Marinha francesa está a caminho do Brasil para uma inspeção técnica no porta-aviões São Paulo. Danificado pelo vazamento de vapor da catapulta, em 2005, que matou três tripulantes, a belonave até hoje não voltou plenamente à ativa, passando a maior parte do tempo no estaleiro.
Isso faz com que sua aquisição à França por US$ 25 milhões, em 2000, tenha sido até aqui o pior negócio militar do mundo. A delegação técnica dirá se existe a possibilidade de ele ter alguma utilidade um dia.

FONTE: Isto É, Coluna Ricardo Boechat / FOTO: Poder Naval

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Youssef_rs
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Youssef_rs

Legal, compramos um porta aviões, para aviões que não são grande coisa e não podemos usar!
Pelomenos pode ser um bom porta-helicopteros não?!

Abraço

Gervasio Galante
Visitante

Uma aquisição deste valor não têm garantias ou contrato de manutenção ou reparos?!?!
Só aqui no Brasil….

Galileu
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Galileu

“…A delegação técnica dirá se existe a possibilidade de ele ter alguma utilidade um dia.”

lol melhor frase da “emprença” que já ouvi a respeito do A12!!!

Faz o São Paulo de museu, mas deixa o estado manter, porque as forças não tem $$$$, cobra uma taxia pra ajudar hahaahha.

Almeida
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Almeida

Realmente foi um mau negócio, o navio vive docado em reparos. Mas o Sr. Boechat exagerou ao afirmar que foi o “pior negócio militar do mundo”… nossos Rafales ainda nem chegaram! O que são 25 milhões de doláres contra 6 bilhões de euros? 😛

Eduardo
Visitante

Que tristeza, o principal símbolo da marinha brasileira nesse estagio, que pena… ainda sonho com o dia em que o Brasil produzirá seu próprio porta-aviões…

Leonardo Crestani
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Leonardo Crestani

Esse monte de ferro na verdade é um elefante branco brasileiro, so existe aqui e mais, nao esta em estincao…

Floresteiro
Visitante
Floresteiro

hehe,
tomara que o aposente de vez.
Qua a marinha venda para o ferro velho e faça um bom dinheiro.
Esse opalão só da despesa.

Eduardo,
pelo menos sonhar não paga imposto,,……….ainda

Alfredo.Araujo
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Alfredo.Araujo

Pessoal… se isso for verdade… isso é uma bomba!!

Se existe alguma possibilidade do SP nunca mais vir a navegar, isso é um atestado de irresponsabilidade financeira!
Pois para q gastaram varios milhares de reais na reforma de um navio q mais será usado ?

Eu me recuso a acreditar nisso…
Não acredito q a MB seria tao idiota…

Calheiros
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Calheiros

É senhores que me perdoem os aficcionados pelo nosso opalão,mas do que serve um Nae que não navega nunca está operacional,não tem aeronaves para ser operadas alem do mais não se tem o verba suficiente para mante-lo operacional que tipo de estatus a marinha almeja com essa embarcação, não consigo assimilar, por favor alguem mais entendido e capacitado me explique, pois vindo de uma outra força não consegui entender.Diz um velho ditado, melhor não ter nada do que ter algo sem valia. Saudações. esse é nosso Brasil esses é o estado de nossas forças armadas.

Marco Antonio Lins
Visitante

Srs

O Brasi é viciado em comprar ferro velho. Eu não aceito nem os Leopardos! Teriam comprado uma quantidade menor dos 2A6 talvez fosse vantagem.
Agora veja quanto já se gastou! Se eu não estou equivocado ou a memoria me falha acho que vi algo sobre os F-5 comprado a Jordania ,que falta peças de reposição queiram desculpar caso eu esteja equvocado, a idade já pesa. Podiam investir na classe Mistral porta helicoptero.

Abs

airacobra
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airacobra

Almeida ele não vive docado em reparos, que vive em reparo sim, mas docado não, pois o mesmo so docou 3 vezes no AMRJ, e não por muito tempo, pois existe uma programação de docagem, o navio para estar em reparo não precisa necessariamente estar docado mas em uma coisa eu concordo, A MB tem mania de gastar dinheiro com reparos em navios em que se sabe que nunca vai voltar a ter o mesmo desempenho, como é o caso dos NDDs, em que em media o reparo da uns 65 milhoes de reais, enquanto os estadunidenses ofereceram à MB… Read more »

airacobra
Visitante
airacobra

deixo claro que não sou contra compras de oportunidade, desde que venham para somar e melhorar a qualidade operativa da MB, se bem que nem se comparam a meios novos, mas devemos ter consciencia da capacidade orçamentaria da força

escoltas devem ser adquiridos novos
submarinos idem
navios de apoio podem ser compras de oportunidade

ponto de vista de quem opera os meios

Lucas Calabrio
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Lucas Calabrio

Prezados.
Temos que tirar lições dessa aquisição, que são os descobrimentos de como como não fazer certas consruções e outras situações porque se vier sem defeitos como saberemos conserta-los no futuro?
Sáo ensinamentos e xingamentos não levarão a lugar algum.
Sds

Rodrigo Rauta
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Rodrigo Rauta

Galera, vamos com calma, pois a nota foi dada pelo Boechat, que mesmo sendo um bom jornalista, entende tanto de assunto militares quanto o Datena entende de futebol. O Opalão esta parado, mas teoricamente esta todo reformado e pronto pra funcionar, inclusive estava em testes de mar. Não sei o pq dele ainda não esta totalmente entregue novamente ao serviço ativo.

Abraços

airacobra
Visitante
airacobra

rodrigo rauta

falta muita coisa ainda pra voltar a navegar, pode anotar

emerson
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emerson

Olá Amigos, Gosto muito do Boechat, mas pelo que acompanho seu trabalho, não posso dar tanto crédito assim á sua ironia. Pelo que acompanhamos aqui no blog várias notícias sobre o A12, não me parece razoável acreditar que o destino do A12 está na avaliação de um grupo de técnicos franceses. Por mais desastroso que esteja o estado das catapultas (e acredito que hoje o problema do A12 sejam elas), não posso acreditar que exista problemas que não possam ser resolvidos.. no mais grave seria trocar a catapulta toda (coisa que não acredito que seja tão grave). Provavelmente, os técnicos… Read more »

Tito
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Tito

Com a palavra Ricardo Boechat, especialista em questões militares.

A caneta as vezes se torna uma arma. 🙂

DV
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DV

Gervasio Galante disse: 16 de maio de 2010 às 23:18 “Uma aquisição deste valor não têm garantias ou contrato de manutenção ou reparos?!?! Só aqui no Brasil….” Gervasio, U$ 25 milhões acho não cobrem nem o metal do navio. Evidentemente veio sem garantia e “no estado em que se encontra”. Foi um risco que a MB assumiu. Nada mais justo pelo preço pago e por um navio de 40 anos. A ideia era recriar a doutrina de asa fixa por um preço de barganha. Não deu certo. A questão agora é limitar as perdas e aproveitar o possível dessa experiência.… Read more »

Ricardo
Visitante

Porque o povo não se instrui primeiro antes de por comentários ridículos aqui…

São tão preparados quanto o repórter que concebeu esta reportagem ridícula…

“Só aqui no Brasil acontece isto” parodiando um comentário ai de cima…

Vamos ter discernimento povo, procurem saber melhor a “historia” e os fatos antes de simplesmente soltar as pérolas ai de cima… Para não fazer papel de bobo par aos que acompanham realmente a Historia da MB…

E cada coisa que lemos…

Jesus me de paciência, porque se me deres força… Eu Soco um destes reportes despreparados ha ha ha hh a

Salute !

GUPPY
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GUPPY

É melhor aguardarmos um pronunciamento oficial da Marinha. Hoje sou um civil, mas opinião de civis não afeitos aos assuntos militares normalmente são lastimáveis. Não acredito que a Marinha, tão carente de recursos, decidisse investir tanto no ‘São Paulo’ se não vislumbrasse algum retorno.
Abs

Angelo Nicolaci
Visitante

Pessoal, o que ocorre é que no desespero de substituir o A-11 eles se precipitaram e compraram essa sucata francesa, eu preferia ter mantido o A-11, pois tinhamos modernizado ele a pouco tempo antes de descomissionar por um alto custo, dai compramos um NAe que não navega, ao menos desta vez espero que a MB saiba fazer dinheiro com esta sucata e transforme ele em um museu flutuante em parceria com alguma empresa privada para gerar recursos para manter a memoria naval brasileira que esta abandonada, além de criar um novo ponto turistico na cidade, imagina um restaurante dentro do… Read more »

RoninSnkShit
Visitante
RoninSnkShit

Pois é Ricardo. Quando li a notícia, eu tb estranhei. O Blog Naval falando assim do Opalão… tá certo que o São Paulo divide opiniões… Mas depois que eu vi, que a fonte “super segura” e “mega especializada” em questões militares: “General” Ricardo Boechat!! haha.. O pessoal aí, tem que começar a ter um discernimento das notícias! Esse tipo de jornalismo tendencioso e totalmente parcial, quer queiramos ou não, influencia muita gente. Muita gente lê essas besteiras de “jornalistas” que se dizem peritos! Tenham dó pessoal! Aqui nesse blog é para ter um mínimo de bom senso! Algumas escolhas das… Read more »

Nick
Visitante
Nick

Seria terrível para a Marinha “perder” de vez o A-12. Fora os custos que literalmente já “afundaram” (aquisição+reparos que foram feitos até agora), corremos o risco de todo investimento feito nos A-4 irem paro o ralo, além da perda da capacidade de operar um PA.

Acredito que ele possa, ao menos continuar treinando os marinheiros na operação de um PA, mesmo sem poder lançar aviões……

[]’s

Alfabravo
Visitante
Alfabravo

Não se preocupem! Somos um país pacífico, nunca seremos molestados… ôpa acabei de falar com o papai noel e já pedi meu presente. rsrsrs.
Abraço

Fábio  Mayer
Visitante
Fábio Mayer

Belo alvo para um sub… serve para isto também!

Norberto
Visitante
Norberto

é uma pena né?
o Brasil tem dinheiro e condições de comprar algo novo ou melhor.
às vezes a economia ou outro qualquer reflete a longo prazo, um grande erro. esse navio, ao meu ver, já caducou há muitos anos mesmo.

Rafael
Visitante
Rafael

DV…
Na pior das hipóteses, vende para a Petrobrás para usar como heliporto móvel para o Pré-Sal…

Vc é um gênio cara, melhor ideia impossivel..
Realmente para a Petrobras vai ser de grande utilidade devido a grande distancia ate a região do pré-sal..
Li algumas reportagens que estao querendo fazer uma plataforma so para reabastecer os helicopteros.. o A12 cairia como uma luva

corsario01
Visitante
corsario01

Ou as fontes do Sr Boechat são mal informadas ou mal intencionadas. A visita ocorreu em janeiro de 2010. A ajuda já foi aceita e a solução de um problema já foi dada e agora o navio apenas aguarda a chegada de peças não fabricadas no Brasil. A RR está finalizando o serviço na catapulta lateral e a de vante está operacional. Esta longa espera é necessária, pois existeia o risco de se sair com o Sampa e estragar o serviço feito. Decidiu-se trocar então uma peça que é crucial para a longevidade de tudo o que foi feito no… Read more »

Excel
Visitante
Excel

Deveria reclassificar este navio de porta-aviões para porta-mecânicos rsrsrs ..
Pois é, vindo dos franceses o que se podia esperar ….

Luiz Carlos
Visitante
Luiz Carlos

Meus caros, é claro que esta reportagem tem somente a finalidade de jogar …..no ventilador, como sempre a imprenssa brasileira o faz. Respeito muito o jornalista Ricardo Boechat, mas realmente ele não entende nada, nada, de engenharia naval, reaparos navais ou de indústria bélica, só falou e escreveu bobagens a esse respeito, como este artigo reproduzido integralmente no Blog. Todos sabemos que o reparo do A-12 demorou por dois motivos: 1) Além dos reparos emergencias a MB aproveitou para modernizar alguns itens, 2) Recurssos destinados de última hora para esses reparos, praticamente não existiram, pois a União não está nem… Read more »

Pedro
Visitante
Pedro

“Na pior das hipóteses, vende para a Petrobrás para usar como heliporto móvel para o Pré-Sal…” -> Ta ai uma boa ideia e uso desse elefante branco. Mas acho que a MB vai dar um “tapa” para maquiar o A-12 para dizer que ele funciona para justamente evitar as criticas com relação ao gasto no navio e ele não ser util. Já falei antes, nossas FAs não sabem administrar seus recursos financeiros. Como o colega falou em 1993 reformamos o A-11 para em 2001 (oito anos depois!) colocarmos ele na sucata. O pior de tudo que o A-11 estava em… Read more »

Luiz Carlos
Visitante
Luiz Carlos

Como o Orçamento da União não é impositivo, as verbas autorizadas são passíveis de cortes e contingenciamentos durante o exercício. Este ano, já foram anunciados cortes de R$ 21,5 bilhões, nos recursos para investimento e custeio. O Ministério da Defesa foi o mais atingido, ficando com apenas R$ 10 bilhões dos cerca de R$ 16 bilhões originalmente previstos. Da Marinha teriam sido contingenciados R$ 3,1 bilhões.

Almeida
Visitante
Almeida

Obrigado pela explicação airacobra! Realmente ele não fica docado o tempo todo, seria um desperdício dobrado! Eu quis dizer encostado no cais.

De qualquer maneira, esqueçam as reformas eternas do Opalão, esqueçam a modernização dos A-4 e principalmente esqueçam a idéia estapafúrdia de comprar Turbo Trackers pra lá de usados e reformá-los. Vamos logo de Cavour, U(C)AVs, mísseis de cruzeiro e helicópteros ASW, AEW e de ataque! Quem sabe até F-35B no futuro! Sai mais barato de adquirir, manter e operar e são muito mais eficientes hoje em dia!

Almeida
Visitante
Almeida

A MB quer ter, no séc XXI, a armada que ela não teve na segunda metade do séc XX, ridículo.

corsario01
Visitante
corsario01

Mas aonde está a verba para termos um classe Cavour?

A MB não possui esta verba.

A MB tem o que pode dentro de seus escassos recursos.

fullcrum
Visitante
fullcrum

Pelo que entendi o jornalista escreve sobre algo, mas não se investiga o assunto, não se ouve as partes- pra quê?, se afinal a idéia é ocupar espaço destinado ao artigo fingindo conhecimento do assunto. Esse jornalista é do mesmo canal que está no youtube porque um coleguinha comentou sobre os lixeiros que desejavam feliz natal-e que eram , para ele a classe mais baixa… Palavras ao vento, que infelizmente são tomadas como verdades absolutas e levam o gado a acreditar…Vida longa ao Opalão, faz falta, porque no governo falta vergonha na cara…E ultimamente na imprensa tb!!!

Alexandre L
Visitante
Alexandre L

Calma gente,

Ainda tem os “Scorpenes” para serem ditos os piores negócios no meio militar!

CorsarioDF
Visitante
CorsarioDF

Concordo com o Corsario01, Galante e fullcrum, não acho que foi um mal negócio, porém as fontes consultadas do Boechat devem mudadas urgentemente, pois essa imprensa escreve tanta “asneira” sobre as forças armadas que dá até medo.

O São Paulo ainda pode ser útil no quesito treinamento e manutenção de doutrina, porém ele não possui capacidade de projeção de poder no caso de um conflito, pois na minha opnião seu valor militar é próximo de zero.

Agora ele servirá para definir no futuro qual alternativa optaremos, uma Força pautada em Sub Nucleares ou em Porta Aviões.

Sds.

Mad Dog
Visitante
Mad Dog

Com certeza…o A-12 vai calar a boca de muuuitos aqui…..inclusive de chilenos, venezuelanos e espanhóis de um certo blog…

Dalton
Visitante
Dalton

“os estadunidenses ofereceram à MB 2 NDDs classe whidbey island de 1985 por U$ 45 milhoes cada”

P-39,

o que foi oferecido foram LPDs da classe Austin, mais antigos que os LSDs Whidbey Island e que estão dando baixa ,um já foi vendido a India por mais ou menos o valor que vc citou e há possibilidade da compra de mais um.

abraços

Francisco AMX
Visitante
Francisco AMX

Quero só ver se e um dia, não muito distante, vermos Rafales pousando e decolando do velho opalão… pode não acontecer… mas os alarmistas de plantão não podem garantir que não! O Emerson, mais uma vez, colocou os pontos nos “is”… o que pode fazer um NAe como o SP não estar operacional com as aeronaves a ele “cabíveis”? somente a catapulta! o resto é detalhezinho! frescura que o verdadeiro soldado não leva em consideração! temos equipamentos na Marinha em pior estado e não vemos tantas críticas assim! O SP merece melhores sistemas e uma catapulta nova! com isso será,… Read more »

Fábio  Mayer
Visitante
Fábio Mayer

O problema todo é que o Brasil tem um porta-aviões que não têm aviões e não navega. E espera pela modernização de 12 aviões mais do que velhos e pelo conserto de um porta-aviões que já está parado há 4 anos. Um navio, qualquer que seja o preço que é pago por ele, precisa navegar e por isso, o São Paulo foi pessimo negócio Com foi péssimo negocio comprar os A-4. Mais efetivo que o A-4 são os novos navios patrulha de 500 toneladas. Com o dinheiro do Opalão (aquisição + A-4 + manutenções nesse tempo todo)dava para construir mais… Read more »

Renato
Visitante
Renato

Bóia, já é um começo, torço para que o resto também funcione.

Eduardo RA
Visitante
Eduardo RA

Alguns omentários precisam ser feito para haver um melhor entendimento da matéria publicada: o jornalista Ricardo Boechat, que é um sujeito muito inteligente e perspicaz é comunista das antigas (ou era pelo menos) e tem um ranço anti-militar cultivado desde a época da ditura, que não permite analisar com distinção nada que tenha a ver com este tema. Bem informado ele é, mas provavelmente considera inútil este gasto astronômico em armas, já que somos um povo de índole pacífica e que não existem ameaças internas ou externas que justifiquem tal gasto. Este é o peixe vendido por ele e grande… Read more »

Fox Bravo
Visitante
Fox Bravo

“Um NAe de 40 anos, e MB quer operar por mais 20 anos…..me Deus!! Ele foi comprado em 2000, estamos e 2010 já se passaram 10 anos metade do tempo mencionado pela Marinha e ele praticamente não operou! À algo de erro nessa matéria do Boechat, pois recentemente a MB assinou contrato de modernização dos A-4 Skyhawk, e até se ouvia falar que a Marinha chinesa queria fazer exercícios navais conjunto com nossa marinha, para adestrar os seus pilotos, a MB não iria investir na modernização de seus aviões e gastar esse dinheiro numa coisa que não vinga. Agora uma… Read more »

DV
Visitante
DV

Rafael disse: 17 de maio de 2010 às 9:54 Rafael, A ideia não é minha, mas não lembro onde li. Se não me engano, um dos possíveis usos pensados para o A-11 Minas Gerais era justamente como barco de apoio para a indústria do petróleo, mas depois concluiram que não valia a pena. A questão é que o A-11 estava em pior estado do que o A-12 e a demanda por uma plataforma de apoio para a exploração offshore não era nem sombra do que é hoje. De qualquer modo, seria um fim melancólico. Como eu disse, “na pior das… Read more »

Ambrosio
Visitante
Ambrosio

Desculpe, mas o artigo é injusto com A12 São Paulo. O Valor de US$ 25 Milhões foi um valor simbolico por exigência da constituição francesa, que não permitia sua doação.

Um porta aviões novo mas “meia boca” não sai por menos de US$ 500 milhões, portanto, dado a politica de usar o dinheiro publico para pagar os juros mais altos do mundo (e assim manter a valorização artificial do Real do gasto publico inflacionario), a compra do FOCH foi uma OTIMA OPORTUNIDADE para que não esqueçamos a questão doutrinaria da marinha em manter e operar um porta aviões.

Acho injusto o artigo.

Ricardo
Visitante

Eu acho que tem muita gente aqui mesmo jogando contra, não tem outra possibilidade…

[ ]´s

M1
Visitante
M1

Ambrosio disse:
17 de maio de 2010 às 13:22

Concordo com você.

Eu ainda acho que foi barato 25 milho~es pelo são paulo, isso é a mesma coisa que doação. Para manter a doutrina bom, pois está muito melhor que a China.

Para quem não sabe, a china tem um de concreto…. imagina um Nae de concreto! uhuhauhuah

Acho que a gente está melhor!