HMS Dauntless ceremony at Portsmouth Naval Base

O segundo destróier Type 45, o HMS ‘Dauntless’, foi formalmente comissionado pela Royal Navy em 03.06.10, durante cerimônia na Portsmouth Naval Base.

Captain Richard Powell

O Captain Richard Powell, Comandante do HMS ‘Dauntless’, disse durante a cerimônia:

“Este é um grande dia para a Marinha Real e em especial para os  tripulantes que terão o privilégio em servir neste navio fantástico. Estar no comando do HMS Dauntless, será um dos maiores momentos da minha carreira e estou certo de que o navio vai orgulhar a Marinha Real Britânica durante toda a sua vida.

Os destróieres Type 45  formarão a espinha dorsal da Marinha Real do futuro. Os navios são extremamente versáteis e utilizam tecnologia de ponta para proporcionar uma capacidade de defesa aérea de primeira classe e irá garantir a proteção contra aeronaves e mísseis inimigos quando necessário. “

HMS Dauntless

NOTA do EDITOR: mantivemos o título original do site da Royal Navy, pois ele demonstra bem o que o navio representa em termos de tecnologia e poderio de combate para a Marinha Real.

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NH-90 Marine Nationale

Versão naval da aeronave (NFH) foi desenvolvida para guerra antissubmarina, antissuperfície e missões de busca e salvamento

No início do mês passado, foi realizada a primeira entrega de um NH90 NFH para a Marinha Francesa (Marine Nationale). Apesar da entrega ter sido realizada no dia 5 de maio, NHIndustries só a divulgou a entrega, em seu site, no dia 1º de junho.

No total, segundo a empresa, as forças armadas francesas até o momento já encomendaram 27 NH90 da versão NFH assim como 34 da versão TTH (de transporte utilitário), com opção para mais 34 TTH.

Somando as encomendas de NH90 NFH feitas, até o momento, pelas marinhas da Holanda, França, Itália, Noruega e Bélgica, são 111 helicópteros dessa versão naval com capacidade autônoma para guerra antissubmarina (ASW -Anti-Submarine Warfare) e antissuperfície (ASuW – Anti Surface Warfare ), assim como missões de busca e salvamento (SAR – Search and Rescue ). Patrulha marítima, transporte de tropas, evacuação aeromédica e suporte anfíbio estão entre as outras missões possíveis, tanto de dia quanto de noite e em condições meteorológicas adversas.

Ainda segundo o informe da NHIndustries, o porte da aeronave e seus sistemas de travamento no convoo, assim como o recolhimento automático das pás do rotor e da cauda, permitem a operação em fragatas de pequeno porte e em mar grosso.

Até o momento, 46 helicópteros NH90 estão em serviço, e um total de 529 encomendas já foram feitas por diversas forças armadas, incluindo as da Alemanha, Austrália, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Itália, Noruega, Nova Zelândia, Omã, Portugal e Suécia.

O programa NH90 é gerenciado pela NAHEMA (NATO Helicopter Management Agency – Agência de Gerenciamento de Helicópteros da Organização do Tratado do Atlântico Norte), representando Alemanha, França, Holanda, Itália e Portugal, e pelo Consórcio Industrial NH Industries industrial, que inclui Eurocopter (62.5%), AgustaWestland (32%) e Fokker Aerostructures (5.5%).

FONTE / FOTO: NHIndustries

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O HMS ‘Ark Royal’ e seus Lynx’s

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Os Lynx do 815 Naval Air Squadron (212 Flight ), baseados na RNAS Yeovilton, são normalmente embarcados no HMS Endurance, porém, nos últimos dois meses, as duas aeronaves Lynx Mk 3, foram destacadas para operar a bordo do HMS Ark Royal, servindo como HDS (Helicopter Delivery Service).

Usualmente utilizado a bordo das fragatas e destróieres da Royal Navy, o HMS Ark Royal tornou-se o primeiro Navio Aeródromo a possuir Lynx e que,  orgulhosamente,  já ostentam no nariz o nome do seu novo navio-mãe.

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Voando mais de 50 horas só em maio, o 212 Flight, apoiou a realização do exercício AURIGA, operando com os Merlin (814NAS) e Sea King (857NAS) da RN, caças Harrier da RAF e AV-8B do USMC.

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Classes Barroso e Inhaúma, vistas do alto

Corveta classe Inhaúma e Barroso no AMRJ - google Earth maio 2010

Complementando a série de fotos da Barroso da matéria “Quem não tem Burke caça com Barroso”, esta imagem do Google Maps, sobre o Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, mostra a Barroso (V 34) atracada ao cais próximo ao galpão de montagem dos submarinos.

A contrabordo da Barroso, está uma corveta da classe Inhaúma (da qual deriva o projeto da V 34). A popa de outra corveta da classe Inhaúma pode ser vista no dique Almirante Régis.

O alinhamento da Barroso com sua irmã mais velha, pela popa, permite perceber claramente algumas mudanças importantes entre as duas classes, como o maior comprimento da Barroso, que propiciou uma superestrutura também de comprimento (e volume interno) maior, além da grande diferença na área do convoo, bastante ampliado no novo projeto.

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protestos de ativistas palestinos

vinheta-clipping-navalSoldados israelenses abriram fogo na madrugada desta segunda-feira (7) contra um barco palestino na costa de Gaza. Quatro pessoas morreram e outras duas estariam desaparecidas, de acordo com médicos palestinos ouvidos pelo “New York Times”. As Forças Armadas de Israel disseram que o barco levava militantes armados, em roupas de mergulho, que se preparavam para atacar o país.

Segundo testemunhas, o barco no qual se encontravam os ativistas foi atacado por lanchas motorizadas e helicópteros israelenses no litoral palestino, à altura do campo de refugiados de Nuseirat, ao sul da cidade de Gaza. Duas horas depois, foram resgatados os corpos de quatro pessoas usando traje de mergulho. Os mortos tinham 34, 25, 21 e 20 anos, segundo uma fonte hospitalar.

Um porta-voz do exército israelense confirmou que uma patrulha da marinha avistou uma embarcação com um grupo a bordo a caminho de realizar um ataque terrorista, sem dar maiores detalhes.

Um chefe das Brigadas dos Mártires de Al Aqsa, um grupo armado vinculado ao Fatah, o partido do presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, afirmou que os quatro mortos eram ativistas do grupo, mas afirmou que se tratava de um treinamento e não de uma operação.

Os ataques de hoje ocorrem exatamente uma semana depois de as Forças Armadas do país atacarem uma frota humanitária no litoral de Gaza, que resultou em nove passageiros mortos. O embaixador de Israel nos Estados Unidos, Michael Oren, disse ontem que o país rejeita a proposta de um inquérito internacional sobre a operação da semana passada.

A proposta de uma investigação envolvendo outros países foi discutida em um telefonema na manhã de ontem entre o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, e o primeiro-ministro de Israel, Binyamyn Netanyahu.

Também ontem foram deportados de Israel sete dos 11 ativistas que chegaram ao país no sábado para tentar embarcar um carregamento de ajuda humanitária à Faixa de Gaza – cuja região é mantida sob embargo pelos israelenses. Em 2007, o governo de Israel estabeleceu o bloqueio ao território palestino depois de o grupo Hamas ter assumido a região.

Irã enviará barcos

A Crescente Vermelha iraniana enviará três barcos, dois deles antes do final da semana, e um avião de ajuda humanitária a Gaza, anunciou o diretor desta organização de caridade à televisão estatal.

“Estamos alugando dois barcos, um que transportará 70 trabalhadores humanitários, enfermeiros e médicos, e outro com medicamentos e alimentos para a população de Gaza”, declarou o diretor internacional da Crescente Vermelha, Abdolrauf Adibzadeh, à TV estatal iraniana.

A Crescente Vermelha iraniana também vai enviar um avião carregado com 30 toneladas de ajuda humanitária a Gaza através do Egito.

FONTE/FOTO: UOL notícias/EFE

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