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Embarcação turca que pegou fogo na costa gaúcha está em poder da Marinha

vinheta-clipping-navalDeve ser concluído em 30 dias o processo para leiloar o navio turco Düden. A embarcação pegou fogo no litoral gaúcho no ano passado e foi abandonada em Rio Grande pelos empresários europeus.

Agora pertencente à Marinha do Brasil, conforme decisão publicada no Diário Oficial, o próximo passo é o leilão, com lance inicial estimado em US$ 1,3 milhão de dólares (cerca de R$ 2,44 milhões).

Todo o processo será conduzido pelo Quinto Distrito Naval, que receberá as propostas. O valor arrecadado será usado para custear as despesas com o resgate do navio. No dia 21 de novembro passado, a embarcação de bandeira turca pegou fogo a 260 quilômetros da costa, próximo a Tramandaí.

No acidente, um tripulante morreu e 21 foram salvos. Como o dono do navio não se manifestou, a retirada da embarcação foi feita pela Marinha. A operação custou mais de R$ 1,1 milhão. O navio turco segue atracado no cais do porto novo de Rio Grande.

FONTE/FOTO: Zero Hora/riograndenoticias

NOTA DO BLOG: os tripulantes do navio turco foram resgatados no dia 23/11/2009 pela tripulação da fragata Bosísio. A fragata da MB participava da “Operação Laçador” quando foi chamada para prestar o socorro.

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UNITAS LI_01Há 51 anos, a Marinha do Brasil participa da Operação “UNITAS”. Este ano, o evento reuniu navios do Brasil, Argentina, Estados Unidos da América e México.

No período de 13 a 26 maio, foram realizados exercícios de guerra antissubmarino, antissuperfície e antiaérea. Ao final da Comissão, foi simulada uma guerra entre países fictícios (laranja, amarelo e roxo), na qual o Brasil, representando o país laranja, conseguiu cumprir a missão e vencer a simulação.

Na manhã do dia 18 de maio, foi realizada uma Parada Naval, na qual todos os navios participantes se posicionaram no dispositivo cerrado por cerca de 20 minutos.

Após a Parada, o primeiro exercício foi o  Crossdeck, no qual os navios receberam, a bordo, helicópteros de outras unidades.

Nesse exercício, o helicóptero AH-11A Super Lynx, da Fragata “Constituição” (F42), pousou nos convoos dos navios mexicano, ARM ”Baja Califórnia”; argentinos, “ARA Sarandi” e ”ARA Robinson”; e o norte-americano “Spencer” (WMEC 905).

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O exercício também foi executado pelas aeronaves AS565 “Panther” (México), SH-60B “Warrior” (Estados Unidos da América), AS550 “Fennec” e SA-316B “Alouette III”, ambos da Argentina.

No contexto das ações de guerra antissuperfície, foi realizado o exercício de tiro, “Gunnex 603”.

Nesse exercício, a F42 disparou tiros de canhão contra o alvo Killer Tomato, afundando o alvo.

Após o exercício de tiro, a F42 executou o “Leap-Frog” com o navio mexicano ARM “Baja Califórnia” e com os argentinos ARA “Robinson” e ARA “Sarandi”. Nesse exercício, os navios se adestram para a transferência de carga leve executando a aproximação e manutenção da posição, sem efetivar a passagem de material.

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Para o Comandante da Segunda Divisão da Esquadra, Contra-Almirante Edlander Santos, exercícios como esses são importantes para a integração e interoperabilidade entre os países participantes. “Atuando com Forças amigas, nós podemos trocar conhecimento. Aprendemos com eles, e eles conosco”, disse.

Missão Cumprida

Na madrugada do dia 23, ocorreu a simulação de um conflito internacional, no qual o Brasil, Argentina, Estados Unidos da América e México  representaram três países simulados (laranja, amarelo e roxo).

A missão do Grupo Tarefa (GT) Brasileiro (país laranja) era escoltar o Navio-Tanque argentino, ARA “Patagônia”, do país amarelo, até a fictícia Ilha Manuel. Os GT Norte Americano e Mexicano eram os supostos inimigos e tentaram impedir a chegada do Navio-Tanque até a Ilha.

Durante o conflito, a equipe de Combat Camera do Brasil enviou  notícias para influenciar a ação dos inimigos. Por meio das notícias simuladas, foi possível criar um contexto histórico da simulação de guerra.

Ao final, o GT brasileiro cumpriu, com sucesso, sua missão na “UNITAS LI”, escoltando o navio “Patagônia” até seu destino.

O encerramento da comissão aconteceu no dia 26 de maio, na Escola de Guerra Naval de Buenos Aires. Representantes dos países falaram sobre lições aprendidas e desafios enfrentados. A partir do dia 27, a Fragata “Constituição” seguiu para Operação “Fraterno XVIII”.

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FONTE: MB

USS Harry S Truman CVN 75 em Gibraltar - foto 2 USN

USS Harry S Truman CVN 75 em Gibraltar - foto USN

Nas duas fotos acima, divugadas em 2 de junho pela USN (Marinha dos EUA), o navio aeródromo USS Harry S. Truman (CVN 75) penetra no Mar Mediterrâneo via Estreito de Gibraltar. Vale a pena reparar  na posição em que as aeronaves estão estacionadas no convoo, além de outros detalhes mais discretos, como o lançador de RAM na plataforma (sponson) próxima à proa, a bombordo.

Segundo a USN, o Harry S. Truman Carrier Strike Group” (Grupo de Ataque do navio aeródromo Harry S. Truman) vai apoiar operações de segurança marítima e esforços de cooperação de segurança no teatro de operações, nas áreas de responsabilidade da 5ª e da 6ª frotas.

USS Harry S Truman CVN 75 com Rafale - foto USN

USS Harry S Truman CVN 75 com Rafale - foto 2 USN

Rafale no hangar do CVN 75 - foto 2 USN.jpg

USS Harry S Truman CVN 75 com Rafale - foto 3 USN

Já as cinco fotos imediatamente acima foram tiradas no Mediterrâneo, no dia 4 de junho, e mostram a operação de um caça Rafale F3 da Marinha Francesa (Marine Nationale) no convoo do CVN 75, além da inspeção do motor da aeronave, já dentro do hangar do navio aeródromo, por parte de uma equipe de manutenção do esquadrão 12F francês, mostrando a interoperabilidade das duas forças.

Enquanto isso, o CVN 69 continua sua comissão no Mar da Arábia

A foto abaixo é de alguns dias antes, 27 de maio, mostrando um F/A-18E Super Hornet do esquadrão VFA 143 enganchando em um cabo de parada do navio aeródromo USS Dwight D. Eisenhower (CVN 69). O Grupo de Ataque do Eisenhower, segundo a USN, está operando no Mar da Arábia como parte da rotação de forças de linha de frente, em apoio a operações de segurança marítima na área de responsabilidade da 5ª Frota.

Super Hornet engancha no CVN 69 - foto USN

FONTE / FOTOS: USN (Marinha dos EUA)

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