Conforme notícia veiculada pelo site da ALIDE, a Marinha do Brasil estaria muito perto de concluir o longuíssimo processo de obtenção dos aviões embarcados Grumman S-2 que serão operados pelo novo Esquadrão VR-1.
Quatro células de S-2 Tracker com motores radiais foram obtidas na Austrália para modificação para S-2T com motores turboélices Garrett pela maior especialista neste tipo de conversão no mundo, a empresa americana Marsh Aviation. A Marsh já inspecionou estas células e se pronunciou favoravelmente para seu uso.
Em paralelo, outras oito células de C-1 Trader (versão COD – “Carrier Onboard Delivery” do veterano Tracker) ex-U S Navy, foram localizadas em bom estado nos EUA. Os Traders apresentam uma fuselagem diferente, com maior volume interno, que o Tracker original. Apenas quatro destes Traders serão recuperados e remotorizados para a MB, os demais sendo usados como fontes de peças.
Um outro S-2 da Armada Uruguaya será adquirido também como fonte de peças, junto com uma grande quantidade de peças de reposição para S-2 que aquela força dispõe em seus estoques. A idéia é que este material será trocado por serviços como o PMGA (inspeção de grande monta), recuperação de ítens e treinamento de tripulações uruguaias para o Esquilo Bi doado pelo Brasil há alguns anos.
Os Trackers ex-Austrália receberão novos sistemas de radar, de navegação e de comunicação e passarão a realizar a missão de AEW – Alerta Aéreo Antecipado para o Grupo Tarefa do São Paulo. Os Traders, por sua vez, serão usados para transportar pessoal e material entre bases em terra e o Navio Aeródromo. Adicionalmente, esta versão será responsável por reabastecer em vôo os caças embarcados A/F-1 Skyhawk da Marinha do Brasil.
A Royal Australian Navy empregou dois esquadrões de S-2E e de S-2G (o VS-816 e o VC-851) entre os anos de 1967 e 1984.
FONTE: ALIDE

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Apesar de ser uma boa solução para o A-12, ver eles voando lembram aquele filme de “De volta para o futuro” … Parece que estamos na década de 50/60 (A-12, A4 e agora esses S-2)
Como solução “tampão” ok, mas… não seria interessante financiar o desenvolvimento de um VANT embarcado com capacidade AEW e operando por data-link? Poderia ser uma parceria CTA/AVIBRÁS/MB e FAB….
[]‘s
Puts aleluia um Grupo completo de aviação fiquei até felis estraga não MB tem tudo pra ter um PA A-4 modernizados S-2 modernizados Helicpteros novos daqui a alguns anos.
VANT não seria ma ideia nem precisariamos faselo poderiamos comprar um e modificalo ou comprar para isso.
Como esta o armamento de defesa o A-12 Canhões radares misseis teria como alguem enviiar tudo isso?
Não sei se estou falando besteira, se estiver por favor me corrijam, será que daria para por no A12 uns VIKINGS para serem reabastecedores e AEW em vez dos S-2T.Abraços do José Henrique.
Ótima notícia, com isso a MB vem dando exemplo às outras forças, principalmente à Aeronautica.
José Henrique Mendes:
Consta que a MB recusou Viings que os EUA queriam ceder de graça porque:
a) Muito caros de operar;
b) EM péssimas condições, teriam que er recuperados a custo tb alto;
c) Pesados demais para decolar do Opalão!
Se esse aviões vierem com aviônica moderna e equipamentos no estado da arte, terão grande valia.
Como um colega forista disse aí em cima, o Opalão teria, em 4 ou 5 anos, uma dotação aérea completa (aviões de serviço, de salvamento, de AEW e de caça-bombardeio + helis) já poderi operar em qualquer lugar do mundo, dentro desse desejo brasileiro de influir globalmente.
EU já havia sugerido para o Opalão uma aeronave diferente:
Um grupo e aeronaves de patrulha e combate (uma navalizaçã di super-tucano) para uso em baixa altitude a partir de PA, com efeito de patrulhar mares territoriais.
O PA em determnada zona de nossos mares territoraism fazendo varredura em 360 graus à sua volta com aeronaves assim… mesmo que fosse em apenas uma parte no noso oceano a cada tempo, teria grande efeito de patrulha!
José Henrique Mendes e Fábio Mayer,
Esse assunto já foi objeto de debate aqui no Blog em mais de uma matéria. Digitando “Viking”, assim como “Tracker” no campo busca, vão aparecer matérias com comentários interessantes.
ate que enfim…
sei que muitos vão descer o pau falando que o s-2 eh velharia e tal, mas eh isso ai, vamos ao menos operar alguma coisa e obter doutrina aew para a MB, só um mero detalhe, para a função aew o vetor (desde que seja asa fixa) não influencia muito, sendo o mais importante a eletronica no estado da arte embarcada, isso ja foi provado por a+b ha muito tempo, de que adianta ter um vetor mais recente e mais caro com sensores aquem
Matheus TS
quanto a sua pergunta, o A-12 conta atualmente com 3 lançadores simbad/mistral (anti-aereos – defesa de ponto), alem de 5 reparos de metralhadoras .50 e 4 reparos de metralhadoras .30
ja foi feito um estudo para a instalação de 2 lançadores octuplos albatros para misseis aspide como os das fragatas niteroi e dois canhões antiaereos de 40mm, ate misseis unhonto vls foram estudados mas ficou só no estudo mesmo
Quantos serão os Trackers?
Thiago: também penso assim, e continuo perguntando -sem resposta- porque a FAB está licitando o FX2, se não há necessidade disso?
Jose Henrique Mendes: acredito que sim; e tecnologia -apesar de não ser das mais modernas- e o custo dos Vikings?
Esse Trackers existem em grande quantidade nos depósitos secos dos desertos norte-americanos, nem sei porque a MB está fazendo estas compras tão diversificadas assim.
Deveria ter uma versão do Tracker especializado em detecção e combate a submarinos. Por causa de seu maior alcance, operariam mais longe do PA do que os helicópteros ASW embarcados.
saludos nunão
está proximo o dia em que veremos o SP operando com um grupo aereo ao menos respeitavel (em termos), e depois que passarmos a treinar os chineses pode ser que role uma parceria em desenvolvimento de NAe em conjunto, ou ate mesmo podemos pegar carona no projeto do no vikrant ja que estamos nos entendendo com os italianos em relação à escoltas e NT é so estender a parceria para NAe tbm
certas coisas so o tempo irá dizer
sds
concordo com voce marujo, eu tambem defendo que seja aumentada a aquisição com ao menos mais 4 s-2 para asw, pois assim ficaria menos tumultuada a vida dos OS a bordo do navios da Briosa
Li, há muito tempo, que um dos impecilhos à compra dos Trackeres é que o único radar que cabia no aparelho, usado nos Sea King da RN atualmente, estava obsoleto. Segundo essa fonte, a MB estaria procurando um novo radar adaptável ao S-2 para decidir pela compra. Algum companheiro sabe se este radar foi encontrado?
marujo,
que eu saiba oque deve ser usado eh a ultima versão deste mesmo radar que voce citou, o searchwater 2000
É isso aí!
Porta-aviões novo, com 50 anos de construção;
Navio de desembarque novo, com 40 anos de construção;
Avião AEW novo com 30 anos de fabricação;
Avião patrulha novo com 40 anos de fabricação;
Tudo modernizado e em ponto de bala segundo os entusiastas, mas a preços de corar qualquer um com vergonha na cara.
E assim vamos caminhando, o tempo passando, o dinheiro gastando e o futuro nunca chegando.
Comparemos com a Coréia do Sul e com a China. E lembremos de Ernest Hemingway “não pergunte por quem os sinos dobram, eles dobram por ti”
EDUARDO. tamo junto memão.
Alguém aí se preocupou em saber o que a FAB acha disso?
Ela vai receber os P3orion em 2011.
Penso que eles não vão ficar muito felizas…..
MVMB penso eu que não tem problema nenhum pois os orions farão patrulha de nossa costa enquanto as aeronaves em questão estarão a serviço do porta-aviões.
Para quem se anima com esta possível aquisição, sugiro observar a quantidade de pousos em somente um CVN dos EUA, o Carl Vinson.
Os países que se dedicam a ASW, geralmente tem uma experiência de mais de 70 anos, com equipamento de ponta e não com meia dúzia de aeronaves para lá de obsoletas, para criar doutrina.
Com relação a FAB, para variar sacrifícios em prol de um bem maior.
penso o seguinte, e Isso se enquadra aos P3.
Alguem curte um passat 69, a um zero??
Se for pra pegar porcaria do lixo e dar um trato no motor, prefiro andar a pé!!
Uma pena que nossas forças se é que é força, pretende ir por esse caminho.
Para a versão AEW não seria melhor comprar o helicóptero Kamov Ka-31? Alguém poderia me fornecer um site onde consigo informações sobre o radar searchwater 2000?
Ué e as 250 células que essa Marsh dizia ter disponíveis nos EUA???
Precisaram fazer essa Operation Catation, em 3 países p/ consegui-las.
É mta “burrice” c/ dinheiro publico junta!!!
Imagina se o Viking que não tem condições de operar no Opalão, devido ao peso e o tamanho é mto caro de operar e estão um lixo, o que dizer do seu antecessor???
Nem mais como bombeiro aéreo essa joça é usada.
“Alguém poderia me fornecer um site onde consigo informações sobre o radar searchwater 2000?”
Vá ao site http://www.flightglobal.com, aba defense e vc vai ver um Merlin equipado c/ esse mesmo radar, sendo proposto p/ o CVF da RN.
A fabricante do radar é a Thales.
Essa modernização não ia ser feita pela Embraer? Por que não produzir as peças necessárias para reposição através da indústria nacional? Se for ficarmos dependendo de estoques de restos de aeronaves ou outros países, logo estaremos com dificuldades de logísticas.
E se além de tudo que está aí e por vir, ainda pudesse operar com mais uns 20 Gripen NG Naval, aí sim começava a impor mais respeito…….
“Por que não produzir as peças necessárias para reposição através da indústria nacional?”
Fabricar peças de reposição p/ menos de 10 células??? Até p/ isso existe uma relação de custo/beneficio, que inviabiliza a idéia.
“…ó um mero detalhe, para a função aew o vetor (desde que seja asa fixa) não influencia muito,…”
É a eletrônica embarcada no estado da arte vai te salvar, qndo por exemplo, o flap falhar devido a corrosão, comprometer a integridade estrutural da célula e essa velharia afocinhar no mar.
Desde que pensaram em adquirir este Nae já deviam ter planejado os meios a serem operados pelo mesmo. Ficar recuperando aviões velhos talvez seja solução paleativa mas o que isso irá agregar à nossa indústria aeronaval de concreto? Ficar dependendo de “desmanche” para peças de reposição é dose… Também não dá pra esperar que uma Embraer queira iniciar um projeto deste nível para construir meia dúzia de aeronaves somente… daí o ping-pong do que poderia ser ideal e o que pode ser viável… até porque, pelos comentários que sempre vejo, não é qualquer coisa que pouse e decole do SP…
Precisávamos de uns Chineses por aqui, que compram um avião e copiam 1000, compram um navio e copiam mais outros tantos…. aqui compramos coisas velhas, não conseguimos operá-las e a desculpa é manter doutrina… parece coisa de combatentes de playstation.
Torço pro SP voltar a operar e que realmente tenha um papel efetivo junto à MB e à defesa nacional.
Abraços,
galileu as 20:02
“Alguem curte um passat 69, a um zero??”
com todo respeito, não existe passt 69, o primeiro passat alemão saiu em 73 e o primeiro nacional saiu em 74, mas quanto a sua pergunta, claro que sou mais um passat antigo de preferencia um TS ou LS da decada de 70
não eh a toa que ja gastei o equivalente a um popular usado no meu fusca 82, se um dia eu passar por uma dificuldade financeira qual vc acha que vou vender meu airacobra 82 ou o peugeot 206 2004? claro que eh o peugeot
comando de valvulas 288º – R$ 250,00
kit 1900 cc – R$ 1400,00
2 carburadores webber 40 – R$ 1600,00
2 coletores para webber 40 – R$ 320,00
kit radiador de oleo – R$ 600,00
trabalho cabeçote + taxa de compressão – R$ 500,00
+ freio, embreagem,etc
dar coro em audi, golf, astra, passat 2010… não tem preço…
pra outras coisas existe mastercard
mauricio r,
quanto a essas “velharias” que vc citou eh o que nos temos ou oque estamos adquirindo com dificuldades e temos orgulho disso
sugiro mais respeito ao tratar dessas “velharias”, pois eh numa velharia como essa que voce falou que me faço ao mar, sem saber se vou voltar e se vou perder um amigo por conta de um acidente ou incendio, e mesmo assim conseguimos nos destacar e não raramente deixamos os estadunidenses e gringos que voce tanto venera boquiabertos com oque conseguimos fazer com essas “velharias”
nos mais sds
Deixa ele Airacobra…
Eles não entendem disto
Eu tinha um Passat com o erson 318° e as 4 deitadas do alfa…
Dar pau em playboy não tem preço
Agora quanto ao grupo aereo, galera não tem muito o que fazer a MB ta pegando o que pode para tentar criar/treinar uma doutrina que até agora so estava na gaveta… Temos que começar com algo, que seja o Tracker até que se tenha um opção, parado não pode ficar ou perde-se o pouco que ja sabe… É dificil alguem entender isto ? O que não se pratica, se esquece… É FATO
[ ]´s
Desculpe fugir do tema, mas alguem tem alguma informação sobre como anda o programa de modernização das Fragatas Greenhalgh??
Existiu algum tópico sobre isso aqui no PN ?
Thiago,
simplesmente não anda…
airacobra disse:
15 de julho de 2010 às 21:51
Concordo totalmente. A galera só resmunga. Quando faz é porque faz. Quando não faz é porque não faz. A comparação com idade de carro é totalmente sem sentido. A USAF ainda usa continuamente há mais de 50 anos (ou seja, sem férias no deserto) o KC-135 para reabastecimento aéreo.
Deveriam ficar contentes que, com pouco dinheiro e muita criatividade, a MB vai conseguir montar uma capacidade de dissuasão e o projeção de poder de todo o respeito se comparada com os vizinhos de Atlântico Sul.
airacobra disse:
15 de julho de 2010 às 21:45
“dar coro em audi, golf, astra, passat 2010… não tem preço…”
Aircobra,
Esta sua foi “impagável”…
.
Abç,
Ivan, do Recife.
Amigos,
Sei que os S-3 Vikings são caros de manter, pesados (será?) e estam usadíssimos (até por que eram ótimos); mas confesso minha profunda admiração por este incrível e útil avião.
Se fosse permitido sonhar, seria o S-3 na MB.
Mas a “verba tá curta”.
Abç,
Ivan.
Não é só o KC-135 que é usado há 50 anos, um avião de linha de frente também: o B-52, que inclusive vai receber um radar novo em folha. Ou seja, se a estrutura ainda tem alguns anos, e a eletrônica for de última geração, esses aviões serão muito úteis. Realmente tem gente que só sabe criticar…não sei da onde sai tanta raiva.
Vamos com calma, pessoal !!!!!
Eu tb tive um Fuscão Fafá… mas vendi para comprar uma moto. Se arrependimento matasse…..
Modernização de FCG? Esquece.
Gente o S3 não pode operar no SP não é pq a MB não tenha dinheiro, mas sim, pelo peso. Ele para operar no SP as catapultas não conseguiriam lança-lo e nem o aparelho de parada poderia recolhê-lo.
Vamos esquecer o S3 e focar no S2 mesmo.
Pois é o que se pode operar num PA de 50 anos e pronto.
Também não acho correta uma comparação entre um automóvel e navios e aviões. Automóvel tem vida útil de 10 anos, aviões de 30 e navios de até 50, não há comparação, como também não é viável substituir os componentes eletrônicos de um automovel, como é em navios e aeronaves.
Concordo que é muita velharia junta na MB. Da minha parte a MB não teria mais o NaE São Paulo, ele já teria virado lâmina de barbear… e os A-4 deveriam ser entregues à FAB para modernização, usando a Marinha dinheiro disto para comprar mais helis.
O Brasil insiste em querer projetar poder com um NaE e por esta razão pretende dar ao SP dotação completa de aeronaves, o que eu não discordo, só dá para usá-lo com dotação completa.
Mas é a tal coisa: será que o Brasil precisa mesmo projetar poder? Será que nossa marinha não seria mais efetiva apenas patrulhando nossas águas e cuidando da defesa de nosso litoral e nossas riquezas?
Essa aeronaves antigas, depois de ampla modernização terão vida útil de 10 ou 15 anos… e pergunto: e depois delas? Novas modernizações? Ficamos novamente sem NaE?
O mesmo se aplica aos P-3 da FAB. E depois? Quando eles entarrem em operação é necessário projetar seus sucessores, mas isso não se fala…
Enfim, notíciasboas como esta, de dotação de meios para uma das forças, acabam relativizadas plo temor do futuro, nossas FFAA vivem de um presente pobre e acabam não conseguindo pensar em longo prazo!
Bom dias a todos
Apenas uma pergunta! Os C-95 da Embraer não poderia ser usado,
apos receber os sistema eletronicos necessario para função desejada?
Desculpem a falta de conhecimento.
A MB ao contrário das outras forças age em silêncio a exemplo dos subnuc, creio que agora ela vai modernizar o São Paulo, os a-4, S-2(AEW,COD, REABAST.), comprou elis S-70AS Para se manter 100% opracional na parte de aviação embarcada plena.
A MB planeja ter pelo menos dois Navios aérodromos, ela deve estar já estudando a construção de pelo menos um porta aviões novo, já que todos os finalistas do Fx da Fab tem uma versão naval o que já é meio caminho andado na parte de aéronaves de combate embarcada, daí se aproeitaria os S-70 que virão novos de fábrica podendo adquirir-se até um novo AEW.
Mesmo com o atual porta aviões São Paulo e sua aviação embarcada, teremos uma boa força aeronaval para dar inveja a qualquer argentino.
“…e os A-4 deveriam ser entregues à FAB para modernização,…”
“O mesmo se aplica aos P-3 da FAB. E depois? Quando eles entarrem em operação é necessário projetar seus sucessores…”
São 2 situações diferentes, fazer upgrade de A-4 ainda mais por uma empresa que não manja bolhufas da aeronave é realmente jogar dinheiro fora, pois não vai não vai melhorar a credibilidade da aeronave enquanto sistema de armas.
Qnto ao upgrade do P-3, a principal razão é que não existem mais células desse tipo, não se fabricam mais, o que está no mercado é adaptado de aeronaves regionais.
Até a adaptação do B-737 p/ P-8 não é tão extensa qnto foi a do Electra p/ o P-3.
Além do que o Orion ainda está francamente em serviço ativo, o que não se pode dizer da velharia S-2, que só é ativo no museu.
Gastaram o que gastaram c/ os submarinos e p/ a Aviação Naval só esmola…
Os C-95 da Embraer não poderia ser usado
O C-95 não é ac naval , não opera de porta-aviões, não tem estrutura p/ tal.
Além do que os P-95 não tem aonde instalar a capacidade dos futuros P-3.
“…sugiro mais respeito ao tratar dessas “velharias”, pois eh numa velharia…”
Airacobra,
Sugiro mais respeito, c/ o uso do dinheiro publico.
Caro Galileu
Em primeiro lugar não existe Passat 69,o primeiro que saiu foi em 73 já como modelo 74…Prefiro muito mais um carro antigo com motor modernizado que um carro de plástico 0km pra pagar de n vezes fora os impostos que são de matar.além de um modelo antigo em alguns casos ser até superior a essa porcarias que são produzidas hoje em dia,são de manutenção barata,impostos dependendo nem pagam…Seu comentário foi preconceituoso e infundado.Sou entusiasta dos carros antigos também,se quer fazer uma comparação desse tipo,utilize carros que são realmente medonhos como Fiat Tipo,Uno,Renaults…
Quanto aos Trackers e Traders foram uma boa aquisição,irá ampliar a capacidade embarcada do A-12,embora o ideal é que houvesse o triplo de caças na MB e uma aviação mais completa com aviões de patrulha,transporte,reabastecimento e mais helicópteros de transporte e ataque para apoio dos FNs..operando sempre em rodízio para adestrar os tripulantes..
Quanto aos comentários sobre uma versão navalizada do ST,seria uma ótima idéia,acho que não seriam necessárias tantas modificações para operá-lo embarcado,talvez nem precisaria de utilizar catapultas,afinal de contas os Marines operaram seus OV-10 a partir de porta aviões no Vietnã e Golfo,seria interessante STs no A-12 como uma força de ataque leve em apoio aos FNs…
Abraços!
Não consigo entender porque tem tanta gente do contra. Durante a gestão anterior nossas FAs ficaram na penúria. Mesmo que sejam algumas “carcaças” antigas + “miolos” de última geração creio que cada centavo vale a pena até que a solução definitiva chegue em 2015/2020, neste intervalo é preferível contentar com o que tem e treinar o pessoal.
Se o A-12 estivesse aqui no período do terremoto do Haiti não seria necessário a ajudinha do Cavour.
Prefiro ver o seguinte post: “AF-1 completou 1000 catapultagens no NA-e São Paulo”, outra: “NA-e São Paulo participa do exercício “xyz” com absoluto sucesso.”
Os contras de plantão deveriam fazer um exercício de matemática e encontar soluções mais interessantes para a Marinha Brasileira.
Minha real preocupação é quais navios/submarinos que serão as escoltas do São Paulo e quando sai o base naval/frota no nordeste brasileiro.
Parei pra pensar e identifiquei que o V-22 Osprey poderia sofrer adaptação para AEW deixando de lado a restrição de peso para pouso ou decolagem, porém como contra haveria a sua dimensão que restringiria seu uso no hangar do NAE.
Apesar do custo unitario ser alto, a mobilidade e vida util dos aviões recompensariam no longo prazo.
Dependendo de uma politica do ministerio da defesa, estes aviões poderiam ser utilizados pela MB, CFN e EB.
Aproveito a oportunidade e pergunto se Existe algum estudo quanto a utilização dos mesmos como AEW?
Acrescente uma dúzia de Super Etendard para CDF (olha nossos “parceiros estratégicos”aí!) e teremos o que os hermanos tinham em 82 nas Malvinas….e mesmo assim eles levaram pau dos ingleses sem alerta aéro antecipado…
Mas digam por favor os entendidos, qual será o CDF para o Opalão?
Ou a MB não vai investir nisso?
Olá,
Agora o A-12 terá um força aerea completa e ainda reclamão?
A Marinha deixou claro em varias oportunidades que além de criar uma força operacional(apesar de limitada em alguns pontos) no A-12 o principal é manter e criar uma doutrina para o futuro A-13, mas é assim mesmo tem sempre alguem do contra mesmo que as coisas sejam boas aos olhos da maioria.
Abraços,
V-22 Osprey nem a USNAVY consegue sustentar, imagina nós.
Espero que a coisa vire realiadade, porque precisamos desenvolver a doutrina de operação embarcada completa, com aviões de caça, AEW, ASW, COD……etc.
João Gabriel…
não recordo-me de “Broncos” operando de porta-avioes tanto no Vietnã quanto na Primeira Guerra do Golfo.
Os “Broncos” podem decolar de porta-avioes sem auxilio de catapulta,
isto já foi testado, não sei se são capazes de pousar, mas de qualquer forma, foram utilizados de bases terrestres em ambos os conflitos.
Pessoalmente não vejo necessidade de uma versão do ST para porta-avioes.
abs
O V-22 Osprey é considerado a jaca americana por excelência.
Trata-se de um avião caríssimo de manter e mal falado entre os pilotos.
Bem, tem muita gente aqui que fala no futuro, em 2015 e 2020 mas, e na remota hipótese do Brasil receber uma agressão externa, como a marinha dos EUa bloqueando operações do pré-sal, ou a da Venezuela por alguma estultice de seu ditador, impedindo o acesso a portos da região norte? E se os piratas somalis resolverem atacar aqui no nosso mar territorial?
Enfim, eu preferia que o Brasil modernizasse AGORA os navios que pudesse e recebesse o mais rápido possivel helis novos para funções de combate, que essa espera em ver o NaE São Paulo operando com aviçoes antigos modernixzados. Seria muito mais efetivo…
E por outro lado, não consigo entender uma coisa: o NaE ~São Paulo não foi modernizado? Oras, aeronaves de regra ficam cada vez maores, o S-3 é maior que o S-2, mas o São Paulo só pode operar aeronaves antigas, de que serviu então sua modernização?
O S-3 Viking tem capacidade de operar no Porta-aviões São Paulo, mas os gastos de logísticas com o S-3 é maior que os do S-2, que fazem o mesmo efeito. Será que para a versão AEW não seria melhor comprar o helicóptero Kamov Ka-31? Alguém poderia me fornecer um site onde consigo informações sobre o radar searchwater 2000?
Vejam a parte onde se fala da modernização do São Paulo nesse site:
http://www.abinee.org.br/informac/arquivos/marin09.pdf
Demora para abrir, pois é muito grande o artigo.
Dalton
Eu me recordo sim de ver algumas fotos de Broncos decolando de porta-aviões. Acho que foi durante o Vietnã. Mas eram situações especiais.
dou graças a Deus pela MB ter como comandante o Almirante de Esquadra Julio Soares de Moura Neto e não um Sr Mauricio R, pois teriamos uma Marinha com somente uma 1 escolta nova, um navio tanque novo, alguns navios patrulhas novos, 1 NAe zerado com um rafale e um merlin ASaC no convôo e mais nada pois ele daria baixa em todas as “velharias”, isso se ele conseguisse comprar todos esses meios com o orçamento da MB
Tem muito louco solto isto sim…
Sem dinheiro não da para fazer nada… So sonhar como muitos.
Aind abem que temos ai algumas velharias para praticar a doutrina… Melhor isto do que nada.
[ ]´s
A. G. “Sailor” Malan (Ricardo Pinto) as 18:12
“Sem dinheiro não da para fazer nada… So sonhar como muitos.
Aind abem que temos ai algumas velharias para praticar a doutrina… Melhor isto do que nada.”
faço minhas suas palavras
por sinal sábias palavras
Prezado Airacobra,
Importantíssimos os seus apontamentos.
No mais, comoeu já postei anteriormente, os “piores” são os “aprendizes de feitiçeiro”… não sabem, fingem que sabem e só fazem… Enfim, não preciso completar.
Sds.
Caro Fábio Mayer, concordo contigo quanto a tal pretensão de projeção poder X Marinha de defesa (mais costeira).
Não acreditem em tudo que leem ou veem. Isso tudo tem um fundo de marketing e vontade muito maior que a realidade. Vide o caso dos NaPAs de 1800 ton – que já foi engavetado.
Poggio…
caso vc ainda esteja acompanhando…o que descobri é que o primeiro Bronco a decolar e pousar de um navio da frota do Atlantico foi em
1983 a bordo do LHA USS Nassau.
Há uma foto de um Bronco a bordo do USS Saratoga em 1985…para testes mas quanto a guerra do Vietnã, talvez vc tenha visto fotos de broncos a bordo de antigos porta-avioes da classe Essex que foram convertidos para LPHs…mas ainda continuo cético se broncos operaram a bordo de porta-avioes tradicionais durante a guerra.
abs
Pessoal deixa me ver se eu entendi, a Marinha agora vai ter no A-12:
– 12 A-4 Skyhawk modernizados;
– helis S-70
– 8 S2 Tracker/C1 Trader
Uma pergunta a Marinha do Brasil mantem algum tipo de treinamento com a Armada Argentina na área de aviação embarcada? Pq eles possuem S-2 e os Super Étendard! Os S.Etd decolam do A-12?
leandro,
quanto a sua pergunta, eh isso mesmo
e os S-2 e SUE argentinos ja operaram do A-12, realizando pousos e decolagens em 2002 durante a ARAEX e durante a TEMPEREX 2002 (nesta somente os S-2)
Leandro,
Super Etandards argentinos já decolaram e pousaram do São Paulo
e existe sim um “treinamento conjunto” que seria maior caso houvesse maior disponibilidade do São Paulo.
Quanto a se o São Paulo embarcará todas as aeronaves que vc descreveu, provavelmente algumas ficarão em terra, para treinos,
reserva, manutenção…”chuto” 8 Skyhawks e 4 S-2/C-1.
abs
matheus disse:
16 de julho de 2010 às 17:40
Muito bom os slides da palestra! Obrigado! Só não sei se a ABINEE deveria ter colocado isso aí on-line.
“dou graças a Deus pela MB ter como comandante o Almirante de Esquadra Julio Soares de Moura Neto e não um Sr Mauricio R, pois teriamos uma …”
…MB equipada de acordo c/ suas reais possibilidades tecno-orçamentárias e não por certas megalomanias da Guerra Fria ou por terceiros interesses de algumas empresas.
Essas comparaçoes entre avioes e carro nao fazem sentido!
avioes sao equipamentos muito mais valiosos do que carros, o que faz com que sua vida util seja muito maior.
temos um porta avioes limitados (20 toneladas para cataputas e elevadores).
Aeronaves para operar em porta avioes ja sao pouquissimas, abaixo de 20 toneladas entao as opçoes disponiveis sao rarissimas.
O Tracker/Trader sao plataformas ja testadas no A-12, e ja operadas no pais,
Já houve diversas modernizaçoes da celula, o que diminui o risco do investimento.
foram produziodos centenas de aeronaves o que melhora o problema das peças de reposiçao.
Por fim vem a questao ja amplamente discutida aqui.
O Brasil vai usar a celula do aviao, seu interior vai ser completamente modificado.
Um bom exemplo disso é o F-5M que hj é uma plataforma melhor que os M2000.
airacobra disse:
16 de julho de 2010 às 22:45
leandro,
quanto a sua pergunta, eh isso mesmo
e os S-2 e SUE argentinos ja operaram do A-12, realizando pousos e decolagens em 2002 durante a ARAEX e durante a TEMPEREX 2002 (nesta somente os S-2)
_________________________________________________________
Aproveitando segue uma nova pergunta, um Nae modelo Cavour atende as expectativas da Marinha do Brasil? Qual seria a quantidade ideal?
Em caso de afirmação qual seria a melhor aeronave (dentro do nosso contexto financeiro e de projeção militar) para ser usada nesse Nae?
Lembro ao amigos que os hermanos nao tem mais capacidade e pilotos que possam pousar e4 decolar de algum porta avioes,nos ultimos cinco anos todos os pilotos remanescentes deram baixa devido a baixos soldos sds
leandro,
quanto ao NAe cavour, acho que a serviria para a MB mas primeiro para responder a essa pergunta primeiro temos que saber q tipo de aeronave e o tipo de operação (CTOL, STOVL ou STOBAR), mas o ideal para a MB seria a versão do cavour que esta sendo construida para a india, com skijump e aparelho de parada (STOBAR) e o avião pra mim o ideal seria a versão naval do vencedor do fx 2
abraços
Caro colegas ,digo por esperiencia no que vi ,o São Paulo esta funcionando bem com um numero alto de peças nacionalizadas graças aos homens que la trabalham ,modernizando nacionalizando todos os meios para fugir ,da dependencia de material Frances .agora sobre os Tracer ,ja houve interesse da MB em comprar da FAB ,os avioes dela excedentes ,mais não houve consenso ,ja houve conversas com a F Aerea Naval Argentina ,que tambem não resultou em nada para a MB ,agora não da mais para esperar ne ,uma empresa Esraelense esta modernizando os motores dos A4 ,pois foi a soluçaõ encontrada pois a Argentina não o fez ,emtam compramos da empresa Esrraelense e compramos motores e peças de reposição .so que para tirar do chão 24 avioes mesmol que com pouco uso como e o caso dos A4 ,não se faz da noite para o dia e o que dira os tracer 8 und ,que foram compradas mais um da Força Aerea do Paraguai ,se tem que fazer que fassa com os meios que podem comprar e modernizar e isso ai ,parabens para a MB