O site do google maps acaba de lançar uma novidade do Brasil. Agora os usuários brasileiros (e de outros países também) podem utilizar o recurso ‘street view’. Com este recurso é possível ter uma visão panorâmica do local com bastante detalhe.
Acima, apresentamos um exemplo com o Espaço Cultural da Marinha, localizado na Praça XV, Rio de Janeiro. Observar que, na imagem acima, está faltando um navio, qual é?
Este recurso está disponível apenas para um número limitado de cidades no país. Já nos EUA é possível ver quase todos os lugares principais, incluindo muitos locais próximos de bases navais ou bases da aviação naval.
O porta-aviões nuclear Charles de Gaulle deixará Toulon dentro de quinze dias para uma missão de quatro meses no Oceano Índico, sendo seis semanas ao largo do Paquistão, em apoio à coalizão que opera no Afeganistão, afirmou nesta quinta-feira a Marinha Nacional Francesa.
Esta missão, denominada “Agapanthe 10″, foi apresentada na conferência de imprensa do Ministério da Defesa pelo Contra-Almirante Jean-Louis Kerignard, comandante da Força Aeronaval de Reação Rápida. Durante este deslocamento, previsto de meados de outubro a 21 de fevereiro, o grupo aeronaval formado ao redor do Charles de Gaulle incluirá duas fragatas (Forbin e Tourville), um navio-tanque de reabastecimento (Meuse) e um submarino ataque de nuclear (Améthyste). O grupo aéreo a bordo do porta-aviões terá 12 Super Etendard Modernizados, 10 Rafale, dois aviões radar Hawkeye e helicópteros.
O grupo de batalha estará em operação no Oceano Índico por seis semanas (de meados de novembro até fins de dezembro), ao largo do Paquistão, em apoio às operações aéreas no Afeganistão, disse o Contra-Almirante Kerignard. O Super-Etendard e o Rafale, equipados com um novo pod de reconhecimento poderão estar engajados nos céus do Afeganistão operando a partir do porta-aviões. “Os aviões do Charles de Gaulle vão participar nas operações da ISAF (Força Internacional de Assistência e Segurança no Afeganistão) sob o controle operacional do Chefe do Estado Maior das Forças Armadas Almirante Edouard Guillaud”, disse o Contra-Almirante Kerignard.
Durante essas seis semanas, disse o oficial, o grupo aeronaval francês poderá proporcionar para a ISAF “uma dúzia” de surtidas por dia e trabalhará “em cooperação” com o grupo aeronaval americano que opera na área. Desde que entrou em serviço em 2001, o Charles de Gaulle fez quatro grandes operações militares no conflito afegão, operando ao largo do Paquistão em 2001/2002, 2004, 2006 e 2007, por períodos de quatro a sete meses . O Afeganistão não tem fronteira marítima, mas os aviões operando no Charles de Gaulle podem alcançá-lo desde o Oceano Índico. Mais de 140.000 militares das forças internacionais, dos quais dois terços são americanos, estão destacados no Afeganistão, onde a insurgência do Talibã está ganhando terreno. Em nove meses, 2010 já é o ano mais letal para as forças internacionais, com 541 mortos.
FONTE: Le Figaro – AFP / COLABOROU: Justin Cause
Nas belas imagens, um par de helicópteros Sikorsky MH-60R Seahawk da US Navy, do Esquadrão HSM-77 ‘Sabrehawks’, voando sobre o Oceano Pacífico.
Observar os equipamentos diferentes nas duas aeronaves, a 700 na configuração ASW, com torpedo Mk.46 e sonobóias e a 712 na configuração ASuW, com mísseis Hellfire.
FOTOS: Lockheed Martin

O Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil acaba de colocar em operação o simulador tático de Centro de Adestramento da Marambaia (CADIM). Leia mais esta reportagem especial no blog das “Forças Terrestres”.
A Marinha do Brasil incorporou, em 24 de setembro, o mais um Aviso de Patrulha (AviPa), construído pela Indústria Naval do Ceará S.A (INACE).
A solenidade, realizada no píer do Marina Park Hotel, em Fortaleza (CE), marcou o batismo do navio, que recebeu o nome de AviPa Albacora, e sua transferência para o Setor Operativo.
A cerimônia foi presidida pelo Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante-de-Esquadra Arthur Pires Ramos; acompanhado do Comandante do 1º Distrito Naval, Vice-Almirante Carlos Augusto de Sousa; do Comandante do 3º Distrito Naval, Vice-Almirante Airton Teixeira Pinho Filho; do Coordenador do Programa de Reaparelhamento da Marinha, Contra-Almirante Afrânio de Paiva Moreira Júnior; e do Diretor-Presidente do INACE, Antônio Gil Fernandes Bezerra.
Atracada ao píer, a nova embarcação recebeu o tradicional banho de champanhe, após o acionamento do dispositivo por sua madrinha, a Sra. Vera Lucia Afonso Ramos, esposa do Almirante-de-Esquadra Arthur Pires Ramos.
Lançado ao mar no dia 09 de agosto, o AviPa contribuirá nas ações de Patrulha e Inspeção Naval e deve, também, ser utilizado em manobras de reboque de embarcações de porte semelhante, em tarefas de Busca e Salvamento (SAR) e em apoio a operações de mergulho livre e autônomo, ao longo do litoral sob jurisdição do Comando do 1° Distrito Naval, cuja sede fica localizada no Rio de Janeiro.
O nome da embarcação é originário de um peixe semelhante ao atum, encontrado em toda a costa brasileira, especialmente no Nordeste.
O Aviso de Patrulha possui casco e superestrutura construídos em alumínio, 22,80 metros de comprimento e alcança uma velocidade máxima de 15 nós, com autonomia de três dias e um raio de ação de 300 milhas náuticas (cerca de 777 quilômetros). A sua tripulação é formada por um Oficial e cinco Praças.
FONTE e FOTOS: MB
Uma equipe de 23 oficiais da Marinha do Brasil, especializados em explosivos, virão do Rio de Janeiro para coordenar a operação de remoção e detonação das minas encontradas na zona urbana de Maragogi, cidade a 131 quilômetros da capital alagoana, no Litoral Norte do Estado.
De acordo com a Capitania dos Portos em Alagoas, já foram localizadas seis minas flutuantes enterradas na região urbana da cidade. Uma reunião envolvendo a população, prefeitura, Marinha, Ministério Público e Polícia Militar foi realizada no município para apresentar o plano à comunidade local.
Durante a remoção de cada mina, os moradores serão obrigados a evacuar a região pelo período de três horas, para evitar acidentes durante uma possível detonação acidental. As minas serão levadas para uma área específica em caçambas.
As seis minas localizadas até o momento estão enterradas em pontos distintos a cidade e podem ter sido levadas ao local pela maré. Em maio desse ano, durante a realização de obras de saneamento na cidade, operários se depararam com uma mina flutuante durante as escavações. O artefato, segundo a Marinha, teria sido utilizado durante a II Guerra Mundial.
A partir desta descoberta, um levantamento foi realizado na área e mais seis artefatos foram localizados. A operação de remoção, que se inicia na sexta-feira, 6 de outubro, deve ser encerrada no dia 24, com a detonação das minas em uma área de 2,5 quilômetros. As minas serão enterradas para minimizar a capacidade destrutiva. Segundo a Marinha, a área será interditada em um perímetro de 150 metros do local de detonação, para evitar acidentes.
FONTE/FOTO: Alagoas24horas
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Após um mês, 8.000 milhas, ações anti-drogas no Caribe e dois portos visitados depois de deixar Portsmouth, o HMS Gloucester chegou nas Falklands para assumir o Atlantic Patrol Task (South), juntamente com o RFA Black Rover e o HMS Portland, que participou da Revista Naval Bicentenário no Chile.
FONTE e FOTO: RN
No dia 13 de setembro, o Contra-Almirante Liseo Zampronio, Comandante da Força Aeronaval, acompanhado por uma comitiva composta pelos CMG Sicca (Comandante do CIAAN), CF Fabio (Comandante do EsqdHI-1) e CC Olivé (Encarregado do CAAVO), visitou as instalações da Academia da Força Aérea (AFA), onde foi recebida pelo seu Comandante Brigadeiro do Ar Roberto Carvalho e os Comandantes dos 1º e 2º Esquadrões de Instrução Aérea (1º e 2º EIA), Maj. Av. Raul e Maj. Av. Afonso Henrique.
Na ocasião, a referida comitiva conheceu a infra-estrutura existente em Pirassunga (SP) para a formação dos futuros aviadores da MB, tanto em aviões T-25 no Estágio Primário de Aviação (EPAv), bem como em aviões T-27 no Estágio Básico de Asa Fixa (EBAF).
A visita ainda contou com uma palestra sobre o andamento da formação dos 14 oficiais alunos da MB hoje cursando no EPAv e com um briefing nas instalações do Teste de Aptidão para Pilotagem Militar (TAPMIL) – sistema de avaliação psicomotora que, desde 2009, vem sendo utilizado pela AFA para a seleção de seus cadetes.
FONTE: ComForAerNav
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Na foto divulgada pela Marinha dos EUA (USN) nesta segunda-feira, 27 de setembro, o submarino diesel-elétrico norueguês KNM UTVAER (S303) aporta na Estação Naval de Norfolk.
Segundo a USN, a chegada da embarcação marca a primeira vez em que um submarino norueguês adentra um porto dos Estados Unidos. O S303 deverá participar de um treinamento antisubmarino com o Grupo de Ataque do Navio Aeródromo Enterprise.
FONTE / FOTO: USN (Marinha dos EUA)
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O Aviso de Transporte Fluvial (AvTrFlu) Piraim, subordinado ao Comando da Flotilha do Mato Grosso (ComFlotMT), realizou, no dia 26 de agosto, operações aéreas com a aeronave IH-6B Bell Jet Ranger “Gavião Pantaneiro”, pertencente ao 4° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-4), subordinado ao Comando do 6° Distrito Naval.
O exercício consistiu na realização de quatro operações de “pick-up” (no qual a pessoa é colocada em uma maca presa por cabos e içada para o interior da aeronave através de guincho), contribuindo para a manutenção da qualificação da Equipe de Manobra e Crash do navio e para a elevação do grau de adestramento de toda a tripulação.
FONTE: MB
Durante o exercício conjunto entre os Fuzileiros Navais do Brasil e os Royal Marines o Poder Naval teve a oportunidade de observar e acompanhar o desempenho de boa parte dos meios anfíbios atualmente empregados por tropas britânicas. Um destes meios é a lancha de desembarque LCVP (Landing Craft Vehicle/Personnel), na sua versão Mk 5.
A LCVP Mk 5, assim como qualquer outra lancha de desembarque, realiza o transporte de um grupo de combate desde o navio de assalto até o local de desembarque. Dependendo do equipamento individual transportado, até 35 militares podem ser acomodados no seu interior, além da tripulação composta por três homens. As embarcações podem ser equipadas com uma cobertura removível que protege os militares dos rigores do clima (muito utilizada nos exercícios a OTAN na Noruega). Os exemplares que estiveram no Brasil possuiam esta cobertura.
No topo dela foi trazido para o CADIM um bote de borracha inflável Mk 2 tipo “zodiac”. Sem a cobertura, a embarcação também pode transportar veículos leves como o ATTC (All Terrain Transport Carrier) Bv 206 (muito parecido com os empregados pelo CFN), o TUL/TUM (versão militar do Land Hover 90 e 110) ou o obuseiro rebocado de 105/155 mm.
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Origens
A versão atual da LCVP é a evolução natural do projeto anterior, o Mk 4, e foi desenvolvida para substituir o mesmo. A série Mk 4 foi projetada na segunda metade da década de 1970, e o primeiro protótipo foi encomendado em fevereiro de 1980. O alumínio foi escolhido com elemento principal na estrutura do casco, tornando a embarcação muito mais leve que suas antecessoras.
A presença de potentes motores Perkins, aliada à leveza do casco, permitiu que estas embarcações atingissem 20 nós (ou 15 nós quando totalmente carregadas). As Mk 4 foram dimensionadas para os navios de assalto da classe Fearless (HMS Fearless e HMS Intrepid), mas não foram encomendadas antes da Guerra das Falklands/Malvinas. A construção teve início apenas em 1985. Ao todo, 19 LCVP Mk 4 foram entregues.
Na década de 1990, a força anfíbia do Reino Unido começou um extenso programa de modernização e adaptação aos novos tempos. A introdução de novas unidades de grande porte, como o HMS Ocean e a classe Albion, foi acompanhada por novas embarcações de desembarque como os hovercraft Type 2000 e as novas LCVP Mk 5.
Melhoramentos
Em relação ao modelo anterior, a Mk 5 possui deslocamento e dimensões maiores. Porém, o calado é menor, permitindo o abicamento em praias mais rasas. A capacidade de transporte foi mantida (até 35 militares) e o sistema de propulsão foi alterado. Os motores diesel da versão mais antiga foram substituídos por dois Volvo Penta mais potentes e o sistema convencional de dois eixos deu lugar a dois ‘waterjets’.
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A mudança na motorização também permitiu um aumento na velocidade. O protótipo da LCVP Mk 5 atingiu 30 nós! No entanto, quando totalmente carregadas elas só chegam a 15 nós. Os dois modelos são bastante parecidos externamente, incluindo o padrão de pintura (camuflagem em dois tons), mas a casa do leme na versão Mk 5 possui seis faces (no Mk 4m ela era retangular). Outros detalhes, como a estrutura do mastro (rebatível quando embarcado) e a rampa de desembarque, também distinguem as duas versões.
Próximo à rampa da proa e em cada um dos bordos, foram mantidos os suportes para metralhadores de emprego geral 7,62mm. Este é o único armamento orgânico dessas embarcações, mas os fuzileiros embarcados podem utilizar seus armamentos portáteis caso haja necessidade.
As LCVP são comumente transportados em quatro aberturas (duas em cada bordo) existentes no costado do HMS Ocean. Os mesmos são arriados e/ou içados por meio de turcos. As unidades da classe Albion também podem transportar quatro LCVP por navio, mas neste caso não há aberturas específicas no costado.
As LCVP Mk 5 em ação
Entre os dias 10 e 11 de setembro de 2010, os britânicos demonstraram as capacidades das lanchas de desembarque LCVP Mk 5 para os Fuzileiros Navais no Centro de Adestramento da Ilha da Marambaia (CADIM).
Na manhã do dia 10, essas embarcações foram largamente empregadas no transporte dos militares do Reino Unido e de seus equipamentos deste o HMS Ocean (fundeado na Baía de Sepetiba) até o cais da Ilha da Marambaia. A grande velocidade dos deslocamentos e a facilidade do embarque/desembarque permitiram que essa faina fosse realizada de forma bastante rápida.
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Ainda na parte da manhã daquele primeiro diade operações conjuntas, uma das LCVP tentou abicar na praia em frente às instalações do CADIM, conhecida entre os Fuzileiros Navais como “Bravo 4″. Em função do gradiente existente, a embarcação encalhou a menos de dez metros da linha de costa. Graças aos seus potentes motores, a embarcação conseguiu desencalhar por meios próprios.
Depois dessa experiência, as LCVP não se aproximaram mais da costa e lançaram os seus botes infláveis Mk 2. Na parte da tarde, as LCVP tomaram parte de um assalto simulado à praia do CADIM juntamente com outros meios de superfície e aéreos.
Comparativo
As LCVP Mk 5 dos Royal Marines são semelhantes às EDVP (Embarcação de Desembarque de Veículos e Pessoal) empregadas pela Marinha do Brasil (MB). Cerca de sessenta EDVP chegaram a entrar em atividade na MB. Algumas unidades vieram diretamente dos EUA, outras foram construídas no Japão e as mais recentes foram feitas no Brasil. As unidades remanescentes estão distribuídas por diversas OM, sendo que algumas operam em ambiente fluvial e outras como unidades orgânicas de meios auxiliares.
As LCVP britânicas e as EDVP brasileiras são unidades que possuem dimensões e deslocamentos semelhantes. Até mesmo a capacidade de carga é bastante próxima, o que permite colocar as duas na mesma categoria. No entanto, existem diferenças significativas. As unidades britânicas são embarcações melhor equipadas (possuem equipamentos de comunicação modernos e radar de superfície), possuindo velocidade três vezes maior e quase o dobro do alcance.
Na verdade, as EDVP brasileiras acrescentam muito pouco em relação às unidades empregadas pelos aliados nos desembarques da Normandia, na Segunda Guerra Mundial. Já as LCVP são extremamente rápidas, contam com equipamentos de navegação sofisticados para a sua classe e permitem o desembarque a partir de uma distância maior da praia.
As LCVP enquadram-se exatamente no perfil desenhado para os Royal Marines depois do término da Guerra Fria, uma força de caráter expedicionário, leve e altamente móvel que necessita de meios ligeiros e modernos para combater em qualquer parte do planeta.
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Portsmouth, Reino Unido – Diamond, o terceiro destróier de defesa antiáerea do Tipo 45 construído pela BAE Systems para a Marinha Real do Reino Unido, foi entregue ao Ministério da Defesa, em uma cerimônia realizada hoje na Base Naval de Portsmouth.
Membros da tripulação do navio levantaram a insígnia branca, pela primeira vez a bordo do Diamond, quando o Comodoro da Marinha Real Steve Brunton aceitou formalmente o navio em nome do Ministério da Defesa, em Portsmouth, onde se reunirá aos destróieres HMS Daring e HMS Dauntless.
Angus Holt, Diretor de Programas da divisão de Navios de Superfície da BAE System no Reino Unido, disse: “O Diamond é um navio excepcional e temos orgulho em entregá-lo hoje à Marinha Real. O programa de Tipo 45 é um grande exemplo de uma parceria efetiva entre a indústria, a Marinha Real e o Ministério da Defesa para capacitar nossas forças armadas”.
“Nosso trabalho no Diamond e nos outros dois destróiers, seus pares, continua agora com suporte em serviço ao navio e ao resto da frota, garantindo que o Reino Unido atenda às suas necessidades operacionais”.
No comando da frota de destróieres, o Comodoro Steve Brunton declarou: “É um enorme privilégio aceitar este magnífico navio em nome do Ministério da Defesa, não muito tempo depois da aceitação do HMS Daring a serviço da Marinha”.
“Com cinco navios na água – um em serviço, dois nas mãos do Ministério da Defesa e dois outros em testes – 2010 está sendo um ano extremamente atarefado para o programa do Tipo 45, com previsão para ver ainda o último de sua classe, o Duncan, descendo a carreira de lançamento na base de Clyde.”
O primeiro aço do Diamond foi cortado em maio de 2005 e o navio foi lançado no estaleiro de Govan em novembro de 2007. Após a execução de um extenso programa de testes no mar, o Diamond deixou o rio Clyde, com uma tripulação mista da BAE Systems e da Marinha Real, pela última vez no sábado, 18 de setembro, e chegou hoje em sua nova base de Portsmouth.
Na posição de gerente de produção desta Classe de embarcações, a BAE Systems também fornecerá suporte à frota em serviço. Trabalhando lado a lado com a Marinha Real, na Base Naval de Portsmouth, os engenheiros da empresa serão responsáveis pela coordenação de todos os aspectos das operações de reparo, manutenção e assistência, visando aumentar a disponibilidade do navio e reduzir os custos de suporte, durante toda a sua vida útil, para que a Marinha Real possa cumprir seus compromissos operacionais no mundo.
O Tipo 45 representa os maiores e mais poderosos destróieres de defesa antiaérea já construídos para a Marinha Real, conferindo à Defesa do Reino Unido uma capacidade militar de classe mundial. Os navios de Tipo 45 constituirão a espinha dorsal da defesa naval antiaérea do Reino Unido, muito além dos próximos 30 anos. Estes navios serão capazes de desempenhar uma ampla gama de operações, entre elas ações de antipirataria e anticontrabando, assistência em situações pós-desastre e vigilância, assim como operações de combate de alta intensidade durante uma guerra.
Os destróieres são capazes de visar vários alvos, simultaneamente, bem como defender porta-aviões ou grupo de navios, a exemplo de uma força anfíbia de desembarque, fazendo frente às maiores ameaças aéreas do futuro. Estes navios contribuirão com uma capacidade especializada de combate antiáereo, em operações conjuntas e marítimas, realizadas em todo o mundo, até 2040.
FONTE: BAE Systems
FOTO: MoD UK (Ministério da Defesa do Reino Unido)
A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, agradeceu a recente atitude de seu congênere uruguaio, José Mujica, que impediu a entrada de uma fragata da Marinha da Grã-Bretanha no porto de Montevidéu, onde o barco se reabasteceria antes de ir para as Ilhas Malvinas (Falkland).
A fragata Hms Gloucester D-96 pediu às autoridades uruguaias permissão para atracar na capital uruguaia e se reabastecer de combustível e víveres, mas o governo negou o pedido. O caso ocorreu há mais de uma semana.
“Em nome de todos os argentinos, quero agradecer o gesto imenso que você teve em impedir que um navio de guerra britânico pudesse se reabastecer nos portos uruguaios”, disse Cristina, em vídeo postado hoje no site da agência estatal de notícias Télam.
O governo argentino havia solicitado aos países vizinhos que não dessem apoio a navios britânicos que navegam para as Ilhas Malvinas, epicentro da guerra de 1982 entre Argentina e Grã-Bretanha. Buenos Aires tenta recuperar o arquipélago no Atlântico Sul, em poder dos britânicos desde 1833.
FONTE: estadao.com

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