Manobras militares britânicas, com lançamento de mísseis, iniciam nesta segunda-feira

Um novo conflito diplomático entre a Argentina e a Grã-Bretanha relacionado às Ilhas Malvinas criou clima de tensão entre os dois países na noite desse sábado, quando o governo de Cristina Kirchner repudiou o comunicado de que a marinha inglesa se prepara para iniciar nesta segunda exercícios militares a partir da localidade de Port Harriet. Os exercícios envolvem o lançamento de mísseis Rapier terra-ar (foto) que podem alcançar alvos posicionados entre 400 metros a seis quilômetros.

O comunicado do governo inglês foi enviado ao Serviço Hidrográfico Naval da Marinha Argentina e está de acordo com normas internacionais sobre a realização de exercícios que envolvam a utilização de armas. As manobras militares britânicas nas Ilhas Malvinas prosseguem até o dia 22.

No começo da noite de ontem, durante coletiva à imprensa convocada a pressas, o vice-chanceler argentino Alberto D’alotto informou que o governo exigiu da Grã-Bretanha o imediato cancelamento dos exercícios militares nas Malvinas, considerados “uma nova provocação que marca a persistente falta de respeito da Grã-Bretanha às decisões da comunidade internacional”.

D’alloto disse que a realização dos exercícios será formalmente levada ao conhecimento da Organização das Nações Unidas (ONU), da Organização dos Estados Americanos (OEA) e da União das Nações Sul-Americanas (Unasul). O vice-chanceler argentino também informou que uma carta de protesto foi entregue à embaixadora da Grã-Bretanha, Shan Morgan, que se declarou surpresa com a reação da Casa Rosada.

— Estamos assombrados porque estes exercícios são de rotina e se realizam a cada seis meses, há 28 anos — disse integrante da chancelaria inglesa.

O governo da Grã-Bretanha ainda não se posicionou sobre o novo clima de tensão com a Argentina. O último conflito entre os dois governos aconteceu em fevereiro deste ano, quando a empresa britânica Desire Petroleum iniciou a perfuração de um campo de provas para a extração de petróleo nas Malvinas, chamada pelos britânicos de Falklands. A empresa interrompeu os trabalhos dias depois, afirmando que o petróleo da área era de má qualidade.

Na época, o governo argentino disse que a perfuração do campo de provas violava sua soberania sobre as ilhas e impôs restrições à navegação em torno das Malvinas, que estão sob controle britânico desde 1833. No dia 2 de abril de 1982, a Argentina invadiu as ilhas mas acabou rendida no dia 4 de junho. O episódio ficou conhecido como a Guerra das Malvinas. Desde então, Argentina e Grã-Bretanha não chegaram a um acordo sobre a soberania das ilhas.

O Comitê de Descolonização da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou por unanimidade, em junho deste ano, uma resolução convocando os governos da Grã- Bretanha e da Argentina a recomeçar as negociações em busca de uma solução pacífica sobre a posse e a soberania das Ilhas Malvinas. Esta foi a segunda manifestação da ONU sobre a disputa. A primeira ocorreu em 1965, quando a organização aprovou a resolução 2.065, considerando a pendência um “assunto colonial”. A Grã-Bretanha nega-se a discutir a questão com o governo argentino.

FONTE: Agência Brasil

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

60 Responses to “Exercícios militares nas Ilhas Malvinas criam novo conflito entre Argentina e Grã-Bretanha” Subscribe

  1. Milton 11 de outubro de 2010 at 10:25 #

    Se realmente a 28 anos os ingleses fazem este exercício, o governo argentino quer mesmo é confusão!!!!

  2. robert 11 de outubro de 2010 at 10:39 #

    esses argentinos….. nem nascendo denovo.

  3. Yasser 11 de outubro de 2010 at 10:49 #

    Por isso que gosto dos Norte Coreanos…. eles não ficam ameaçando… mandam logo um torpedo pra acabar com a palhaçada!

    E agora os Argentinos? Querem mostrar os dentes banguelas? Vai lançar um “torpeido”? Vai atirar de estilingue?

    Nessas horas que se vê como faz falta uma força militar a altura pra intimidar os caras!

    Reitero aqui a importância do nosso país em se reequipar, principalmente as forças Navais para proteger o nosso patrimonio além terra.

  4. Fabio 11 de outubro de 2010 at 11:00 #

    Esse governo argentino não, sabe maiso que fazer para tirar o foco do que realmente existe…. crise.

  5. Vinicius 11 de outubro de 2010 at 11:13 #

    Tenho pena dos Argentinos, esse governo é um lixo.

  6. newton 11 de outubro de 2010 at 11:14 #

    Olha, o caldo já foi para o ralo faz tempo… é compreensível, e até certo ponto justa, a reinvindicação dos argentinos. Mas o “time” já passou, honestamente falando. As malvinas nunca mais voltarão a ser argentinas e, convenhamos, não fazem a menor falta para o nosso vizinho.

  7. andersson 11 de outubro de 2010 at 11:40 #

    Isso é um para haver um novo conflito entre a argentina e inglaterra eu espero que o brasil entrem no meio, pois nós estamos paralizados a um bom tempo.

  8. andersson 11 de outubro de 2010 at 11:40 #

    argentina realmente é um lixo.

  9. Junior 11 de outubro de 2010 at 12:00 #

    huahuahuahuhau

    Os Argentino indignados com as manobras militares britânicas e lançamento de mísseis nas Falklands (huahauhau Malvinas, sonhem), muito boa essa, como se isso fosse deixar os ingleses temerosos.
    A Sra Kirchner esta tentando desviar a atenção dos problemas internos apelando para o nacionalismo argentino, tipico de politico incompentente.
    Interessante é o protesto na ONU, OEA e Unasul, só espero que nenhum “dipromata” brasileiro tome as dores dos hermanos.
    Sra Kirchner, os ingleses não querem negociar por que as ilhas são deles, alooouuuuu, acorda Solineuza…….

  10. @wagner 11 de outubro de 2010 at 12:17 #

    Quando é que a Kirchner vai cair hein ??

  11. Colt 11 de outubro de 2010 at 12:59 #

    O governo argentino pode dizer o que quiser, mas a verdade é que a população do país se deixou enganar pela Junta Militar, o povo foi às ruas apoiar uma invasão pífia às Ilhas Falklands, quando o governo da época enviou recrutas para enfrentar um exército profissional.

    A Argentina no presente, FALA EM NEGOCIAÇÕES pela soberania das ilhas, mas somente porque no passado USOU A FORÇA e foi EXPULSA da ilha pelos ingleses.
    O Reino Unido, que faça os exercícios, o território é deles, fazem lá o que bem entender.

    “… informou que o governo exigiu da Grã-Bretanha o imediato cancelamento dos exercícios militares…” Ridículo. Quem exige tem que poder bancar a exigência, e o país vizinho não consegue nem resolver seus os problemas sociais e econômicos. Essa exigência é de faz de conta, de brincadeira, para afagar o nacionalismo dos argentinos e fazer política interna.

    A Argentina devia deixar de continuar se enganando (como fizeram na Guerra das Falklands); devem parar de viver num mundo de fantasia, de lembranças de uma época em que o país podia ter se tornado algo melhor, mas ao contrário, enveredou para a execução de milhares de argentinos, promovida por seus próprios compatriotas durante a ditadura militar.

    Na última década, e desde o governo FHC, o Brasil tem ajudado o país vizinho. Volta e meia o governo brasileiro cedia às exigências comerciais da Argentina, a qual criava empecilhos e sobretaxas na alfândega, esperando uma flexibilização na aplicação dos acordos comerciais; mesmo assim, não arrumaram a economia (como exemplo, há algum tempo, tiveram que impedir a exportação de produtos agrícolas para que eles não faltassem no mercado interno; sem contar a inflação, que não se sabe em que nível está, e a moratória da dívida externa, de 2001, que ainda não foi liquidada).

    Mas, o mais interessante é que o embaixador da Grã-Bretanha em Buenos Aires, em entrevista, afirmou que está surpreso com a reação do governo latino-americano pois, os tais exercícios militares tem ocorrido a cada seis meses, nos últimos 28 anos! Enquanto isso, a imprensa local relaciona o protesto do governo, aos revezes que ele tem sofrido nos processos judiciais contra a imprensa local, às críticas recebidas do FMI e ao fracasso da viagem de Kirchner à Alemanha para negociar o pagamento da dívida que os vizinhos tem com o Clube de Paris e assim, desbloquear os investimentos externos para a Argentina.

    Moral da história. Os políticos argentinos continuam fazendo jogo de cena para a população, da mesma maneira que os políticos da Junta Militar, só que agora, já sabem que não devem mexer com os ingleses. Infelizmente, ainda ficam jogando com o sentimento de patriotismo de seu próprio povo, e o pior, o povo leva a sério.

  12. Thomas 11 de outubro de 2010 at 13:16 #

    Cabe ao povo das Malvinas decidirem o que querem

  13. jakson almeida 11 de outubro de 2010 at 13:35 #

    Os ingleses deviam aproveitar o treinamento e anexar a pagonia também , afinal “los hermanos” estão querendo levar outra surra.

  14. jakson almeida 11 de outubro de 2010 at 13:36 #

    pagonia=patagonia

  15. RtadeuR 11 de outubro de 2010 at 13:41 #

    Comitê de Descolonização e Assunto Colonial ; que termos temos que ouvir em pleno século 21.
    Está aí uma oportunidade da Unasul, que se organize a maior manobra de todos os tempos na América do sul, recursos e pessoal de todos os paises se envolvam e se mobilizem para um grande teste operacional e logístico, seria interessante saber se é só papel ou se funciona na prática.

  16. Vitor 11 de outubro de 2010 at 14:09 #

    Espero que o Brasil apoie a Inglaterra e a Argentina nesse conflito emprestando dinheiro e exigindo juros altos igual essa mesma potencia fez conosco na guerra do Paraguay hehehe Quem sabe em breve…. =D

  17. Aldo Ghisolfi 11 de outubro de 2010 at 14:22 #

    A Argentina está pagando o preço da patriotada; o território está na posse do inglês e ele pode fazer o que bem entender. Pela maneira da ONU falar, a matéria não é pacífica e o Brasil, infelizmente e até que as coisas se definam, está obrigado a apoiar a Argentina. Digo infelizmente porque vejo que a Argentina não está tomando as atitudes de reivindica- ção de forma correta.

  18. Augusto 11 de outubro de 2010 at 14:52 #

    Mesmo sendo Argentina merecem nosso apoio, pois são nossos irmãos e irmãos devem ser unidos, mas vendo pelo lado Brasileiro essa ilha deve pertencer a Argentina, não quero ter uma base Inglesa a poucas milhas nauticas do meu pais, isso é uma ameaça enorme, em questoes logisticas com um certo preparo a inglaterra pode ameaçar nossa soberania e tentar controlar nosso continente por esta ilha

  19. jakson almeida 11 de outubro de 2010 at 15:09 #

    Aldo desde quando o Brasil e obrigado a apoiar a Argentina, o Brasil devia e financiar a Inglaterra contra a Argentina e anexar a Argentina como pagamento da divida britânica ,ja que eles não teriam dinheiro pra pagar o emprestimo!!!!

  20. marcos silva 11 de outubro de 2010 at 15:17 #

    que isso sirva de exemplo e aviso ao brasil,esses desdobramentos ocorrem aqui no atlantico sul,bem no nosso quintal.

  21. Endel 11 de outubro de 2010 at 15:46 #

    Um bom momento para nós testar nossas forçar contra Los Hermanos!!!Quem sabe ganhamos até um pedaço do bolo da Inglaterra!!!

  22. luiz otavio 11 de outubro de 2010 at 15:49 #

    o Justin recentemente percebeu que:
    nas Malvinas estão a maior força aérea da AL, com um esquadrão de Typhoons recém chegados e só rivalizam com Rafales das Guianas francesas (se tiverem lá alguns). já era hermanos.
    percebam na foto que o Tornado já virou alvo para treinamento rsrsrsrs

  23. Atirador 11 de outubro de 2010 at 15:58 #

    Augusto
    os ingleses não podem nos atacar via Falklands, para isso é só partir da Ilha de Ascensão.
    Desde quando os Argentinos são nossos irmãos?

  24. GUPPY 11 de outubro de 2010 at 16:03 #

    A Argentina parece estar de porre. Os argentinos são uns “doentes”.
    Devem estar sentindo falta de alguma derrota. É melhor não fazerem ‘Shit’.

    Abraços

  25. André 11 de outubro de 2010 at 16:11 #

    Pena que notícias como essas não são divulgas na televisão, aí a nação brasileira talvez se conscientizaria que de vez enquando o bicho pega aqui na “pacífica” AL. Estou querendo dizer que essa contenda entre britanicos e argentinos poderia servir de exemplo para os brasileiros de que é preciso sim ter submarino nuclear e atualizar o arsenal, e que não é preciso ter inimigos para viabilizar a necessidade de ter uma força armada bem equipada.

    Inclusive, quando se fala em modernizar as forças armadas, os críticos preferem dar prioridades á outras áreas dizendo que tem setores mais importantes para financiar. Mas quando mais se precisar das forças armadas (tanto para operações bélicas como para resgates) vão reclamar do governo.

    Voltando ao problema em questão, Andersson vc quer que o Brasil interfira no problema dos outros só para ter ação? É facil falar isso quando não tem que usar uma arma contra alguem ou um torpedo contra um navio. O Brasil não tem nada a ver com isso, está arrumando sarna para se coçar, ainda mais por um punhado de terra? O país não está com essa bola toda não, e mesmo que estivesse!

    Descordo que o Brasil deva apoiar a Argentina, ja que sempre foram invejosos do Brasil, até couraçados compraram para dar resposta á compra de Dreagnougts que o Brasil comprou. E do outro lado o Reino Unido que sempre se beneficiou dos conflitos entre os países na época do reinado brasileiro. Chega de problemas por causa de colonização, ja não basta os reflexos que tivemos/vivemos.

  26. Galileu 11 de outubro de 2010 at 16:36 #

    Xiii vai começar, argentina vai chorar pra ONU, depois vai chora pra UNASUL, como se fosse adiantar algo ahhahaha

    Realmente jacson, vamo dar $$$ pros ingleses em troca anexamos o território argentino ahahahah,
    Estamos no espetáculo do crescimento, só não tem $$ pras força mas isso é DETALHE ahahah

    Acabei de ver uma matperia em que o Min. do BC diz que não vai admitir que outras economias prejudiquem o Brasil..ahah lol vai brincando Brasil Rumo a Marte 2025 hahahah

  27. Lucas de Matos 11 de outubro de 2010 at 16:56 #

    isso não vai dar m….

  28. Lucas de Matos 11 de outubro de 2010 at 16:56 #

    * isso vai dar m….

  29. Marcos T. 11 de outubro de 2010 at 17:51 #

    De uma forma ou outra a Argentina faz parte do nosso “terreiro”, e o Brasil como potência (economica pelo menos) não deve permitir que qualquer outro “galo venha cantar no nosso terreiro” (neste caso a Inglaterra reforçando bases militares e procurando argumentos para aumentar suas atividades na região).
    Acho valida a revindicação da Argentina, o tempo de colonia além mar já passou e o que realmente está em jogo não são as Malvinas e sim o direito de posse do ultimo territorio “virgem” do planeta: a Antartida, engana-se quem pensa que a inglaterra está interessada no “lucro” que obtem com as Malvinas, quero lembrar os amigos que o tratado de não exploração está com os dias contados, e pergunto: quem tem mais direito a posse da terra que os Argentinos que são os mais próximos? Mesmo que não tenham direito qual o país mais próximo que podera fornecer apoio logistico, a uma futura exploração comercial?( afinal a Antartida ainda é o local mais inóspito da Terra)
    Por isso que acho importante a questão das Malvinas para o Brasil e para todo o continente Sul Americano.
    Pensem caros amigos! Pensem!

  30. Galileu 11 de outubro de 2010 at 18:40 #

    Marcos T
    Eu tambem queria ver uma A. Latina mais igual, compartilhando moeda e interesses….mas a A. Latina nunca será unida. Isso se deve as barreiras colonias que o lixo europeu nos impôs, e ainda tenho que ouvir que os EUA que sempre foram nossos irmãos, é que são os vilões…¬¬

    O Brasil tem que fazer a parte dele, e depois talvez bancar de líder, no entanto não faz nada e quer bancar de líder!!

    Não conheço nenhum membro permanente do C. Segurança da ONU, que não investe na área de defesa, o que me faz pensar que o itamaraty em qualquer gestão teve e tem muito medo de dar amas para nossas forças!!!!
    Só pode ser isso, duvido que não tenha um assessor do presidente que não saiba disso para informa-lo sobre isso.

  31. ALDO GHISOLFI 11 de outubro de 2010 at 18:54 #

    jakson almeida: desde o momento em que assinou convênios e tratados internacionais, que valem e obrigam; aliás, já desde muitas décadas atrás, bastando examinar o velho Tratado Pan-Americano, fruto da Doutrina Monroe, que nem sei se ainda está vigendo, até os novos e atuais UNASUL e quejandos. Além do que, existe a nossa geopolítica, que estava se estruturando no sentido de nós fossemos os líderes no e do Atlântico Sul, quase nos termos do Marcos T. e do Galileu, aí, inclusive a questão do PréSal. Agora, é evidente que apoiar a Argentina não quer dizer mandar soldados para o TO das Malvinas. O apoio que daremos será material, financeiro e político, tipo o que aconteceu durante a guerra e agora com a negativa do Uruguai em permitir que um vaso de guerra inglês atracasse em Montevideo para abastecimento. Lastimavelmente é assim.

  32. Patriots 11 de outubro de 2010 at 20:34 #

    Olha a Argentina dando pitti kkkkkkkkkk…..

    Ah elas estão descontroladas, Ah elas estão descontroladas

  33. Patriots 11 de outubro de 2010 at 20:38 #

    O q o kelpers (moradores da I.Falklands) falou p/ os argentinos?

    Don’t Cry for Me, Argentina……

    kkkkkkkk….

  34. aquino 11 de outubro de 2010 at 23:01 #

    como é duro um país sem um aparato militar que possa colocar um pouco de pressaõ no seu pior inimigo deve dar uma agonia nos hermanos vazer o que ainda bém que nos brasileiros naõ temos um inimigo ainda por perto mas tém que que ficar de olhos abertos principalmente os trouxas dos politicos brasileiros.

  35. Tiririca 12 de outubro de 2010 at 0:47 #

    Vamos torcer para o molusco dar palpite nas falklands , por que se não vamos ficar sem as T26…

  36. Bob Joe 12 de outubro de 2010 at 1:50 #

    HERMANOS,PERDEU PLAYBOY PERDEU!!!!!

  37. Luiz R. 12 de outubro de 2010 at 3:37 #

    Marcos T. disse:
    11 de outubro de 2010 às 17:51

    Não brinque, amigo. Mau estamos aguentando China, Rússia e USA aqui na A.S. e vamos perder tempo com briga de argentinos e ingleses?
    Galo cantando? Aqui já virou galinheiro desde 1500 D.C.

  38. Luiz R. 12 de outubro de 2010 at 3:46 #

    Galileu disse:
    11 de outubro de 2010 às 18:40

    Essa turma do governo adora posar de “comunista anti tio Sam”, mas na verdade são tão rabo virado para eles que tem medo de desequilibrar a balança do poder/social/civil/econômico/militar e faça este país mais patriota., unido e inteligente. Ou seja, não querem nunca.
    Não tem como segurar este povo sempre propaganda pró-governo, como acontece nos EUA/Europa. Ou o povão vê que está certo ou saberão que algo está errado.
    Não me admira que até hoje não tenhamos uma educação mínima necessária. E ainda queremos fabricar turbinas e caças!?
    Não sou contra, mas vejo que temos problemas extraordinários se acumulando, igual conta sem pagar. O juros e multa por atraso serão cobrados (se é que já não foram) o mais rápido possível.

    A vantagem dessa disputa unica é só na cabeça dos argentinos que isso é uma guerra (já não vimos este filme antes?).

    A vantagem real é nossa. Não do governo do Brasil, mas dos brasileiros. Mesmo que só 99.99% da população do Brasil seja realmente inteligente, esses podem passar a diante e tentar salvar este país.

  39. Luiz R. 12 de outubro de 2010 at 3:49 #

    “Mesmo que só 99.99% da população do Brasil seja realmente inteligente”

    Meu Deus, não faço parte dos inteligentes! rsrrsrs :S

    -> Correção

    Mesmo que só 0,01 % da população do Brasil…

  40. SABRE 12 de outubro de 2010 at 8:48 #

    luiz otavio , creio que a Guiana francesa ,não tenha Jacas,pelo que sei lá existe um destacamento de legionários e só,os demais meios aparecem para exercícios durante o ano ,mas não são fixos, por exemplo mirages que vem ao Cruzex passam uma semana lá :) , vez em quando mandam um navio militar para mostrar a bandeira!Querem saber o que é colonialismo puro,é só conversar com alguem que trabalha na Guiana francesa, lá eles não podem por lei nem ter fabrica de refrigerante ou biscoito, tudo absolutamente tudo vem da França, até papel higiênico!

  41. SABRE 12 de outubro de 2010 at 8:52 #

    Claro os quilombolas e índios recebem uma gorda pensão do governo em euros, e gastam tudo em cachaça e garotas de programas brasileiras, via Iaploc (Iapoque), as passagens de avião pagam taxas como se fossem voos domesticos para França ,ou seja se moras no Amapá, pega um avião para caiena e de lá para Paris que vai sair muiiiito mais barato!

  42. Galileu 12 de outubro de 2010 at 13:02 #

    a Guiana faz fronteira com o Brasil lol

    Avisa o dono dos porcos, porque ele não sabe!! ahahahah

    Só digo uma coisa:
    Las Malvinas son ARGENTINAS!!!

    ahahahahahah rááááá pegadinha do malandro

  43. Max RS 12 de outubro de 2010 at 16:40 #

    No meu ponto de vista, o tempo para uma reação argentina referente à soberania das Ilhas Malvinas terminou. Em 1833 havia uma motivação legal para isso, pelo menos no que diz respeito a Ilha Oriental (Soledad), herança da ex-potência colonial Espanha. Se considerarmos que a Espanha havia expulsado os britânicos (1770) que tinham se estabelecido na Ilha Trinidad (Sounders), até mesmo a totalidade do arquipélago poderia ser reivindicado pela Argentina, embora houvesse pendências diplomáticas quanto a Ilha Ocidental (Gran Malvina) e conseqüentemente quanto a Ilha Trinidad (Sounders).

    No entanto, ante a investida britânica de 1833, os argentinos preferiram simplesmente fugirem sem luta, até mesmo da Ilha Ocidental. ESSE era o momento de resistir!

    Atualmente, na minha opinião, não há uma motivação racional para reivindicar o arquipélago quase 180 anos depois. Os Kelpers são de origem britânica! O despreparado Exército Argentino fracassou no seu “Plano Goa”, ainda que a FAA tenha lutado corajosamente e mantido o moral das tropas por um curto período.

    Conclusão: não reagiram no momento que deveriam e, quando reagiram, perderam.

    As Falklands são britânicas e é bem improvável que o Reino Unido queira discutir a soberania das ilhas, podendo ser citado como exemplo a própria base da RAF de Mount Pleasant, que é relativamente nova.

  44. Colt 12 de outubro de 2010 at 17:04 #

    Max RS disse:
    12 de outubro de 2010 às 16:40

    “Atualmente, na minha opinião, não há uma motivação racional para reivindicar o arquipélago quase 180 anos depois. Os Kelpers são de origem britânica! O despreparado Exército Argentino fracassou no seu “Plano Goa”

    Max, concordo.

  45. Bueno 12 de outubro de 2010 at 18:11 #

    O Brasil deve apoiar a Argentina pelos laços e pelos acordos que unem os nossos povos. Mercosul, Unasul e tantos outros tratados e amizade. Somos mais próximos culturalmente, comercialmente e geograficamente da Argentina do que da Inglaterra. Os Britânicos servem aos interesses do EUA e os laços que os unem são mais forte do que os que unem os paises da A.S.
    Apoio um exercício das Unasul na Argentina, vai ser uma demonstração de unidade dos paises A.S. E uma excelente oportunidade de testar a logística e comando da Unasul.

  46. Colt 12 de outubro de 2010 at 20:09 #

    Bueno disse:
    12 de outubro de 2010 às 18:11

    Me permita discordar.
    Inicialmente, não vejo a Argentina como um país especialmente amigo de nenhum outro. Entre países, não há muito essa coisa de amizade. Não é como entre pessoas (que já é algo complicado)
    O que há, são interesses em comum entre países.
    Agora, o Brasil também é amigo (num sentido amplo) do Reino Unido.
    Não vejo motivo para enaltecer a amizade com alguns mais que outros, mesmo porque os ingleses não são vilões, nem qq outro país é coitado. A Argentina mesmo, já teve conflitos com Paraguai, escaramuças com o Chile e invadiu as Falklands.
    Se os ingleses conquistaram um padrão de vida superior, lutaram por isso, da mesma maneira que todos os países tem que fazer. Agora, se colonizaram outros países, isto foram outros tempos (aliás a maior ex-colônica Inglesa é a sua maior aliada)
    Resumindo, penso que o Brasil tem boa relacionamento com ambos os países. Não vejo necessidade de ficar tomando partido de outro pais, seja qual for.
    Só como exemplo, para termos uma idéia. :
    O Globo 04/10/2010 – 8 dias atrás.

    “Ministros tentarão resolver conflitos comerciais com Argentina

    BRASÍLIA – Os ministros Celso Amorim (Relações Exteriores), Miguel Jorge (Desenvolvimento) e Guido Mantega (Fazenda) embarcam nesta quinta-feira para a Argentina, onde vão tratar dos conflitos comerciais entre os dois países. Desde o ano passado, o governo de Cristina Kirchner adotou barreiras protecionistas limitando a entrada de produtos brasileiros naquele país. ”
    Em http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/02/04/ministros-tentarao-resolver-conflitos-comerciais-com-argentina-915781893.asp

  47. Colt 12 de outubro de 2010 at 20:15 #

    A matéria é de fevereiro de 2010, não outubro, mas assim mesmo, mostra como tem agido nossos vizinhos.

  48. Fabio ASC 12 de outubro de 2010 at 20:39 #

    Hey Presidente Cretina, não deixa não, manda a Armada (sic)!!!!!!!

  49. GUPPY 12 de outubro de 2010 at 22:26 #

    Imaginem se a Argentina tivesse saído vitoriosa da Guerra das Malvinas. Ajunta militar teria continuado, o Chile talves teria sido agredido, com consequência imprevisíveis para o resto do Continente, até o Brasil poderia ter sido forçado a uma guerra idiota, causada pelo orgulho, pela mania de grandeza, pela cegueira desses argentinos. Ainda bem que perderam. Ainda hoje, pelo que sei, eles estão sempre tentando prejudicar o Brasil em tudo o que puderem. São muito sujos conosco e até com os seus outros vizinhos. Uma relação comercial meio a meio, para eles está ruim. Eles tem que estar ganhando. É isso.

    Abraços

  50. ALDO GHISOLFI 13 de outubro de 2010 at 4:59 #

    Acho que a posição brasileira SE for o caso, deve ser firme no sentido único da geo-política que traçarmos para a região do Atlântico Sul. Pensando apenas em nós, brasileiros sem que, em nenhum momento, por exemplo, pensemos em compor uma força militar UNASUL, bolivariana. Além do que, uma força destas seria o mesmo que o Exército de Brancaleone, unindo o roto com o esfarrapado e o miserável para um confronto que, à toda evidência, chamaria o ‘irmão do norte’ para cá. Acho que o inglês deve ser mantido fora do TO do Atlântico Sul porque ele é, histórica e tradicionalmente um flibusteiro, que anda vagando pelo mundo apenas em busca de vantagens. O argentino não é amigo do brasileiro; existe, sim, laços históricos e culturais, principalmente nas fronteiras, que nunca foram levados em conta pela Casa Rosada, em que pese a gauchidade dos povos fronteiriços. Acho que devemos começar a repensar essa história de sermos latinos americanos; latino américa fala espanhol, que não é o nosso caso, pensa como espanhol, que não é o nosso caso. Somos herança de raíz portuguêsa, que se fixou com um formação multi étnica que grita que não somos o que insistem em dizer que somos; existe muita confusão com o relacionamente verdadeiramente fraternal que existe entre o Uruguai e o Brasil, via Rio Grande do Sul, com uma tendência de generalizar a coisa, que é verdadeira apenas para o espaço físico entre Jaguarão e Uruguaina. Agora, enquanto os tratados estiverem valendo, sem dúvidas que estamos comprometidos.

  51. Marcelo M 13 de outubro de 2010 at 8:10 #

    Bom dia,
    Gostaria de saber se a foto ilustrativa veio desse exercício em si ou é de arquivo.
    Pergunto pois a aeronave mostrada é um Tornado e se eles estão lá dá uma amostra da importância do exercício para os ingleses pois delocaram aeronaves milhares de km para um exercício nacional(ou seja não é um como CRUZEX, RED FLAG, com vários países participando).
    Nas Falklands/Malvinas há um destacamento de 4 Typhoons no 1312 Flight, não um esquadrão inteiro., desde a Guerra da Malvinas, Harrrier GR3, F-4, Tornado ADV e agora os Typhons fazem a proteção da ilha. Apenas logo após a guerra, quando os Harriers GR3 ficaram lá, houve um número relativamente alto de aeoronaves, cerca de 10, com aeronaves dos 3 esquadrões de GR3 na época(1, 3 e 4) e pilotos em sua maioria do Esquadrão 1, que foi a unidade de GR3 deslocada para o conflito. Depois em 1986, é que chegaram os caças legítimos, na figura dos F-4K.
    abçs
    MM

  52. Sabre 13 de outubro de 2010 at 8:29 #

    Galileu, não entendi sua colocação claro que a Guiana faz fronteira com o Brasil, e que porco tem haver com isso :) ?

  53. Giordani RS 13 de outubro de 2010 at 8:37 #

    Comentar sobre as Falklands é o mesmo que comentar sobre o “efexis”, ou seja, é assunto batido.

    Como diria Obelix: “Esses argentinos são loucos!”

  54. Biel 13 de outubro de 2010 at 12:56 #

    kkkkkkkkkkkkkk

    Parem de chorar Hermanos , vcs não tem meios para anexar as ilhas
    que por sinal se chamam Falklands , desistam

  55. Alberto 13 de outubro de 2010 at 13:01 #

    Nossa como os argentinos sao machoes!!! Manda ARA resolver a parada entao!! Todo mundo sabe que a junta militar argentina invadiu as Malvinas para mostrar ao povao que são machões. Dona Cristina esta repetindo o mesmo modo operante….sera que a Argentina, um pais com tantos premios nobeis, nao vai se livrar da maldicao peronista nunca?

  56. Vader 13 de outubro de 2010 at 13:10 #

    VAE VICTIS!

    PS: pobre povo argentino, nas mãos desse governico de m…

  57. claudio ( R J ) 15 de outubro de 2010 at 20:58 #

    Controlar o continente A.L. através das Falklands é um pouco de exagero. rsrsrsrsrs

  58. Max RS 16 de outubro de 2010 at 14:21 #

    Eu cometi um erro no comentário que fiz. Onde escrevi “até mesmo da Ilha Ocidental”, leia-se Ilha Oriental, que poderia ser considerada legitimamente argentina após a retirada espanhola.

    Se ao menos houvesse hoje uma população de origem argentina (e que se sentisse argentina) habitando o arquipélago, as reivindicações mereceriam algum crédito.

  59. BOB JOE 18 de outubro de 2010 at 0:58 #

    TORNO A REPETIR: HERMANITOS PERDEU PLAYBOY PERDEU!!!

  60. Nelson Lima 18 de outubro de 2010 at 16:05 #

    A argentina está fazendo a única guerra que podem eventualmente vencer:a guerra diplomática.

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