A Blohm + Voss Naval (BVN), construtora naval líder da Alemanha, e a Engevix, principal empresa de engenharia e infra-estrutura do Brasil, apresentaram na última sexta (22), uma proposta abrangente de parceria de construção naval estratégica à Marinha do Brasil. A iniciativa tem como foco projetos avançados, de Navios-Patrulha Oceânicos (NPOs), Fragatas e Embarcações de Apoio para Força-Tarefa, todos preparados para atender às necessidades e aos interesses específicos da Marinha do Brasil. Está contida na proposta da parceria, a transferência de tecnologias e habilidades avançadas, para prestar suporte aos programas locais de construção naval do Brasil.

A longo prazo, o objetivo da parceria industrial estratégica proposta é a oferta de embarcações navais nos mercados internacionais de exportação. Ao lado de soluções superiores, como as fragatas e Embarcações de Apoio para Força-Tarefa, a BVN/TKMS está oferecendo ao Brasil seu projeto de Navio-Patrulha Oceânico NPa 1800, um navio para mar aberto altamente versátil, com uma base de projeto comprovada, que foi adaptada e desenvolvida especialmente para atender às necessidades específicas da Marinha do Brasil. O NPa 1800 é baseado no projeto MEKO® 100, construído para a Marinha da Malásia, que é o mais recente desenvolvimento comprovado de um projeto.

Levando-se em conta o histórico de relacionamento longo e bastante produtivo com o Brasil, está incluída na atual oferta da BVN/TKMS de um pacote abrangente de construção naval e transferência tecnológica:

  • uma parceria estratégica de longo prazo com um líder renomado da indústria em construção naval de alta tecnologia
  • suporte para a negociação e o fechamento bem-sucedido de um acordo estratégico entre governos com base no Protocolo de Entendimento em vigor entre o Brasil e Alemanha
  • qualquer tipo de embarcação naval que seja necessário de um único fornecedor de sistemas integrados, portanto, reduzindo drasticamente os custos com logística e de ciclo de vida, em razão das características em comum entre os navios e sistemas
  • condições financeiras vantajosas
  • melhorias de habilidades e tecnologia para fortalecer a indústria brasileira por meio da transferência de tecnologia e know-how

Subsidiária da ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS), a BVN é um tradicional parceiro estratégico de marinhas de todo o mundo, inclusive nas Américas. A BVN/TKMS faz parte da gigante alemã de materiais e tecnologia ThyssenKrupp AG, um dos maiores investidores estrangeiros no Brasil.

FONTE: http://www.portalnaval.com.br/

Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

56 Responses to “Blohm + Voss Naval e Engevix apresentam proposta de parceria à MB” Subscribe

  1. Edu Nicácio 25 de outubro de 2010 at 13:03 #

    Belo navio, mas será que os alemães tem grandes chances de disputa contra franceses, italianos, ingleses ou sul coreanos?

    Será, será?

    Quem levará o FX Naval? Façam suas apostas…

  2. André 25 de outubro de 2010 at 13:07 #

    Qual seria o armamento desse navio?

  3. Eduardo dos Anjos 25 de outubro de 2010 at 13:25 #

    Linda hein! Bem maior que a barroso e de vista maior que a sulcoreana! O Naval poderia fazer uma comparação entre as propostas que foram feitas a marinha para o “FX naval”, seria uma boa!

  4. Bruno 25 de outubro de 2010 at 13:38 #

    Edu Nicácio disse:
    25 de outubro de 2010 às 13:03

    Acho pouco provável.Ingleses e italianos tem acordos específicos com Brasil na área naval.Os franceses já firmaram uma parceria estratégica com o Brasil bastante abrangente, embora pelo que eu saiba sua proposta é a mais cara.Quanto aos sul-coreanos, não tenho nem idéia;Vai depende do navio oferecido e da disposição em transferir tecnologia.O país é o de menos.

    Mais informações sobre as ofertas recebidas com certeza dariam um bom debate sobre a melhor opção.

  5. Bruno 25 de outubro de 2010 at 13:41 #

    Eu ponho as minha fichas na Itália, ou então na Inglaterra.

  6. Darkman 25 de outubro de 2010 at 13:51 #

    Um belo projeto, mas não sei se vão conseguir para os Italianos que estão na frente e logo depois os Franceses.

    Mas seria muito bom esse navio, parece ser muito bom !!!!!!

    Abs.

  7. Zorann 25 de outubro de 2010 at 14:10 #

    André disse:
    25 de outubro de 2010 às 13:07

    O armamento será algum canhãozinho e um helicóptero embarcado. Afinal estamos comprando um NPOc, que nada mais é do que uma corveta desarmada.. , ou seja um navio de guerra desarmado, para patrulhar e se tiver alguma ameaça, afundar…

    So isso

  8. ALDO GHISOLFI 25 de outubro de 2010 at 14:25 #

    VÍXEMARIA!… não quero servir na marinha do Zorann…

    Prefiro a engenharia naval inglesa, mas como disse o Bruno, o país é o de menos, o que vale mesmo é a tecnologia embarcada e transferida.

  9. MO 25 de outubro de 2010 at 15:02 #

    Fx naval … ?

    Meu, Fragata x naval, vendo um NaPaOcc ..

    volta pro aviaozinhum meu !

    comparação nada a ver de tres navios diferntes para funções distintas .. caa, volta pro aviaozinhum e pros Fxis da vida …

    Aqui não eh sua praia …

    E antes de dar xilique, SIM, falou abobra sim !

  10. ALDO GHISOLFI 25 de outubro de 2010 at 15:33 #

    MO: acho que o que o Edu Nicácio quis dizer com ‘FX Naval’ foi no sentido de que temos várias possibilidades de parceria com grandes e tradicionais empresas navais de outros países. Itália, Inglaterra, Coréia, Japão, China se não me falha a memória e agora Alemanha. Talvez ‘FX’, porque as parcerias vão se stabelecer na hora em que nosso líder bater o martelo, como no FX da FAB. Falo assim por que eu acho que aqui é a praia de todo aquele que deseje participar sem que exista qualquer tipo de constrangimento. Abraço.

  11. Zorann 25 de outubro de 2010 at 15:44 #

    O MO ta nervoso

    Vai ver ta careca de ler FX. Aliás estamos todos. É até engraçado. se você procurar FX no Google, só dá Poder Aéreo e Poder Naval. É TAG que não acaba mais….

    Então vou ajuda-lo:

    FX, FX, FX, FX, DEPOIS DE TUDO ISSO FX….

    Aí brincadeirinha FX

    Um abraço ao MO, ao Aldo e ao Edu

  12. Eduardo dos Anjos 25 de outubro de 2010 at 15:45 #

    É tb não entendi essa do MO, eu tb escrevi “FX naval” e com aspas para o pessoal saber que é apenas uma expressão fazendo alusão a corrida pela licitação na FAB, independente de saber ou não sobre a area naval, o espaço é aberto a todos, ou seja, novatos e veteranos da area, pois ninguem aqui é melhor que ninguém e o conhecimento deve ser compartilhado, preconceito aqui não!

  13. JOSEF SIMAS Jr. 25 de outubro de 2010 at 15:51 #

    Estes navios sao muito necessarios para o Pre Sal.
    A ENGEVIX e’ uma excelente consultora brasileira para projetos complexos. Seguramente pode ajudar muito a MB.
    Boa escolha dos alemaes.

  14. Fábio Mayer 25 de outubro de 2010 at 16:01 #

    Vejam bem a situação:

    Parceria de longo prazo no Brasil significa que não vai dar certo. Se for verdade o boato sobre o comentário de FHC em relação aos subs, teremos o mesmo quadro que já vivenciamos várias vezes no passado:

    a) O acordo nuclear Brasil-Alemanha previa de 6 a 9 usinas nucleares. Construiu uma e o Brasil quebrou o contrato e caiu fora.

    b) O acordo de construção das Inhaúra previa até 15 corvetas. Construiu 4 e levou a 5a em banho maria por 14 anos até que não existiu mais interesse e o Brasil, quebrou o contrato novamente;

    c) O acordo com subs alemães, previa 15 unidades, aconteceu a mesma coisa que aconteceu com a Inhaúma, o Brasil quebrou contrato novamente.

    Ou seja, acordos de longo prazo o Brasil simplesmente não cumpre, porque na mudança de governos, mudam os humores e os interesses e mudam provavelmente os beneficiados pela execução dos mesmo, e se perde dinheiro,tempo e credibilidade.

    Tô começando a acreditar que o Brasil tem mais é que fazer comprar diretas mesmo, sem a ToT, para ao menos garabntir ter os equipamentos. Corremos o risco de usar o acordo com a França para os subs, poara construir um estaleiro em 40 anos o sub nuclear em 90 e os demais em dois ou três séculos!

  15. MO 25 de outubro de 2010 at 16:06 #

    Oi Aldo, não é o nicacio não

    Zorann, ai não conta pois ai é zoação

    é cara, como vc mesmo falou ha os que sao e os que nao sabem exatamente pq estao

    os que sao FX em assuntos navais e os que pensao em programas de F´s

    Quanto a conhecimento deve ser compartilhado preconceito aqui nao e afins,, … claro isso é o que vc acha …

    Ah e nao ache que fico bravo nao, isso ja nao eh novidade aqui (desde os primordios ate o que é hoje) há 13 anos ….

    Outa coisa, com naval, sempre fui assm, sou assm e morrerei assim, nuncas fui do aviaozinhum, sempre fui naval, desde meus 6 anos e hoje fazem exatamente 34 anos entao, portanto nao leve paa pessoal

  16. Yasser 25 de outubro de 2010 at 16:10 #

    Cade as armas? Isso ta parecendo um Yatch de luxo para os Almirantes….

  17. MO 25 de outubro de 2010 at 16:15 #

    Mas Mauricio

    que armamento vc sente falta para um NPaOc paa um TO Atlantico em um pais continental como o Brasil ?

    Salvo, salvo, se vc estiver associando ops ultramar, mas se fosse o caso, aparntemente não é intenção nem doutrina nossa operar nsta maneira

    Caso contrario, creio estar armado até demais para enfrentar ameaças em sua estimada area operacional

  18. JOSEF SIMAS Jr. 25 de outubro de 2010 at 16:17 #

    Yasser,

    Esta Meko pode levar um Heli Linx ou mesmo um Sikorsky S-70. Com seu canhao Oerlikon e uma duas 12.5 mm esta de bom tamanho para a funcao.
    E’ um navio Patrulha, deve operar apoiada por aviacao naval de ataque.

    Parabens MB !

  19. ALDO GHISOLFI 25 de outubro de 2010 at 16:58 #

    Salve MO! Acho que não pode haver é falta de comunicação e liberdade de expressão; no mais, os mogangos sempre se acomodam no tranco da carroça.
    Abraço a todos.

  20. Zorann 25 de outubro de 2010 at 17:10 #

    Gostaria de fazer uma pergunta aos mais entendidos:

    Não seria interessante escolher um mesmo projeto para os futuros NPOc e para uma nova classe de Corvetas, apenas modificando o necessário, os sistemas e armamentos embarcados?

    Não teríamos assim a possibilidade de construirmnos mais unidades da mesma classe, barateando a produção, operação e manutenção? Será que não é este o caminho a ser seguido?

    ———————————-
    Fábio Mayer disse:
    25 de outubro de 2010 às 16:01

    Também penso assim. somente no caso do FX (desculpe aí MO) que penso diferente. Como temos agora a terceira maior fabricante de aviões do mundo, acredito que a TT possa trazer alguns frutos. Mas no resto é oque você disse.

    Não temos continuidade, melhor comprar de prateleira mesmo! E que cada governo compre oque tiver de comprar e não deixe pendencias para o próximo governo, senão o contrato é cancelado. É isso aí.

  21. Eduardo dos Anjos 25 de outubro de 2010 at 17:31 #

    Exatamente MO e o problema é seu, vou arrumar um gato pra vc cuidar, assim vc cuida da sua vida e de mais sete, assim vc sossega de cuidar da vida dos outros e nao se preocupe tb nao estou bravo com vc apenas sinto pena de vc… segue o barco…
    Concordo com o Eabio Mayer, o Brasi nao tem tradiçao em seguir projetos a longo prazo, vai ser dureza!

    Um abraço

  22. ALDO GHISOLFI 25 de outubro de 2010 at 17:37 #

    O navio oferecido, baseado na MEKO 100, carrega excelentes baterias de mísseis, SAM e ASM (ASPIDE, EXOCET, HARPOON, OTOMAT, RIMM e não sei mais quantos outros) que não foram referidos, exatamente por causa da derivação do projeto. É uma bela embarcação e muito bem armada. Evidentemente que a quantidade de míssies deve ser compatível com o vetor e a função. Não é nenhum encoraçado, mas muito melhor do que o que navega por aí. Os mais entendidos que me corrijam, mesmo porque não tenho certeza quantos aos mísseis.

  23. Apollo2010BR 25 de outubro de 2010 at 18:06 #

    Os patrulhas oceanicos terao algum armamento anti-aereo ( caso sim seria o canhão de 57 mm, ele é automatico como o trinity 40mm?)

    Eles apresentaram algum armamneto contra navios como uma pequena bateria de exocet’s e ou similar??

    abraços a todos e obrigado desde já…

  24. MO 25 de outubro de 2010 at 18:11 #

    ai que ta eduardo

    vc sentir pena ou nao o que altera a asneira que vc falou ?, nada …
    .
    pena ou nao continua nao sendo sua praia e este é o problema ! Es isso ta escrito por vc mesmo no seu coment inicial

    pena é serm que nao acrescenta nada, isso sim, o jeito que vc apareceu, daqui um tempo vc some ou pior talves seja um daqueles que falem coisas afins e qdo necessitamos os caras olham pra gente e pensam la vem mais um perdido

    alias vc nao é o primeiro e claro, nao sera o último

    Meu, vibraria se vc me desse uma invertida tenica ( Ai sim, isso eu me preucupo, quanto a ser escroto, minha mae ta na zona, ser afrescalhado ah sei la, talves isso tudo seja verdade mesmo, ser digno de pela, talves tambem, mas o que me importa é mmais um maneh perdido por aqui , apenas isso …

    Ahhhh, cachorros sim,, gato nao

    Seja bem vindo a tentar uma invertida tecnica, ai sim vou ter que reconhecer que um leitor de wikipedia soube naquele momento algo mais que eu, de resto, apenas um coment a mais acumulado fisicamente em um post

    Ah lhe poupando palavras = sou tapado, burro, analfa, abobado, digno de pena (opa este vc ja falou), doente e afins, afinal o que vc espera de um ostra

    Mas em naval, em relaçao a vc , to dentro … (o resto … pra mm, no que me preucupo, que se ph….a

    kkkkkkkkkkkkkkk

  25. Fabio 25 de outubro de 2010 at 18:13 #

    O engraçado é que só mostraram desenho do NAPOc, e as demais?

    Qual seria a Fragatae o Apoio?

    Tenho uma pequena dúvida: se levarmos o projeto da MB ao pé da letra, fala-se em 02 NAe´s, e a Alemanha não produz nenhum modelo.

    Aliás de todos que ofereceram proposta, é o único que não tem NAe. Correto?

  26. aviaozinhum 25 de outubro de 2010 at 18:14 #

    MO, voce e um babaca!!!

  27. MO 25 de outubro de 2010 at 18:23 #

    Olha aviaozinhum – [email protected]. 200.2.133.186

    nao precisa elogiar, obrigado ! nem plajear o avioazinhum

    Claro que sou um babaca e um monte de outras coisas ruins e bobas, mas isso aqui nao me importa

    importa que na area tecnica vc continua sem acrescentar ou ainda nao teve um argumento compativel ao assunto…

    e oia que coisa, nao adiantou se esconder …. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk oia vc la em cima ….

  28. ALDO GHISOLFI 25 de outubro de 2010 at 18:24 #

    Fábio, não me lembro de propostas com NAe’s. Acho que gouve uma conversa de post em relção à parceria com a China, onde haveria a possibilidadade de ser construído um NAe em parceria. Seria muito bom a MB com mais vetores, mais subs e NAE’s! O Japão vai pular para 22 subs -se bem que tem um problemão do lado dele!- O que é que quisestes dizer com ‘APOIO’?

  29. MVMB 25 de outubro de 2010 at 18:26 #

    Noticia meio antiga. É apenas uma das propostas feitas para o pseudo-projeto de construção de Napaoc de 1800 ton ( como a BAe, a THALES, os sul koreanos, etc…)

    Por sinal, este projeto de navios de 1800 ton já foi pro brejo há muito por falta de dinheiro/aprovação do MD

  30. Eduardo dos Anjos 25 de outubro de 2010 at 18:52 #

    MO apenas prove que fui eu que postei, qualquer um poderia muito bem se passar por mim, compare os IP’s e veja se são da mesma região, aposto que das duas uma, vc se doeu e resolveu se passar por mim para reforçar seus argumentos e tentar que meu login seja banido e olha:

    Olha da onde é o IP:
    http://whois.domaintools.com/200.2.133.186

    De certo vc usou um proxy, para tentar me atingir fazendo com que banissem meu login… se doeu né, a carapuça serviu! isso aew ja seria trabalho para o admin, sinta-se a vontade e o que vc deixa de achar ou não, é problema seu e não devo satisfação da minha vida.

    Tocando o barco novamente, existe alguma licitação ou algum pais que o Brasil ja esta sondando para a compra dos NAEs?

  31. Bruno 25 de outubro de 2010 at 18:58 #

    Já que estão todos mencionando o armamento, acho que gostariam da proposta sul-coreana: ele ofereceram uma fragata de pequeno porte.Embora eu não conheça o armamento a fundo, ela possui um canhão de 76mm, dois de 30mm , mísseis anti-superfície, anti-aéreos de curto alcance e lançadores de chaff/flares, além de ser capaz de operar helicópteros e lançar lanchas de interceptação.O modelo do navio é o DH 2000H.

  32. ALDO GHISOLFI 25 de outubro de 2010 at 19:02 #

    Bruno, a questão é o armamento do NPO em discussão; eu também gostaria de saber do armamento dele que, seguramente, será bem inferior à qualquer fragata, mesmo de pequeno porte.

  33. Fabio 25 de outubro de 2010 at 19:04 #

    Olá Aldo, sei que nenhuma proposta apresenta NAe, disse isso pois os prjetos da MB preveem 02 NAe´s. Apoio, quiz dizer Navio de Apoio Logístico.

    Mas o que tá me incafifando mesmo é: quais seriam as FRAGATAS desta oferta??????

  34. MO 25 de outubro de 2010 at 19:15 #

    cara, ta doido

    Aonde falei qe é vc

    citei a pessoa/dados justamente para nao achar que é vc

    Foi em relação ao o contexto principal, a pessoa me elogiou, que falei sobre anda nao ter acrescentado nada

    quanto ao adm sys … de onde vc imagina que veio nome e ip

    Mas tocando o barco

    Não deve haver procura nacional em comprar Náe ou Naes, não ha ainda e creio nem tão cedo estrutura para isso, seja financeira, seja humana, seja tecnica. Seria necessario açterar totalmente a estrutura atual da Marinha para uma eventual aquisição de um Nae de grade porte e/ou puior ainda em mais de um

    Este ventual alteração de estrutura se dsará a principio em unidades de combate, para, ai … quem sabe um dia, talves focar nisto

  35. ALDO GHISOLFI 25 de outubro de 2010 at 19:19 #

    FÁBIO: acho que assunto ‘fragata’ é para muito mais adiante; não esuqece que o dinheiro está contingenciuado. Mas, creio que seria algo do tipo F-123, de cujo modelo a BRANDENBURG estabeleceu classe dentro da Kriegsmarine. Aliás, fragatão!

  36. ALDO GHISOLFI 25 de outubro de 2010 at 19:23 #

    FÁBIO: a própria MEKO seria ideal, pois é a base do NPO.

  37. Fabio 25 de outubro de 2010 at 19:32 #

    Vlw Aldo.

    Insisti nas Fragatas pois a França, Itália e Inglaterraofereceram, FREMM e Type 26 respectivamente.

    Vou buscar informações sobre as duas alemãs que vc citou.

    Obrigado.

  38. Colt 25 de outubro de 2010 at 19:51 #

    PoWWW !!
    De novo uma barco (sic) sem míssil de defesa aérea de área!!
    É brincadeira né?
    Um barco (sic) desse tamanho e os caras não põe nem um Umkhonto!
    Outro dia aee apareceu aki a entrega de um navio de ataque rápido grego Gringopoulos, ou coisa que o valha. Tinha lá um RAM pra defesa aérea.
    Quando é que o pessoal vai começar a pensar mais alto um pouco?
    Põe aí um Umkhonto ou algo parecido que eu chamo de navio. rs
    É muito grana empatada num casco, motor, tripulação, eletrônica, tudo pra deixar a defesa aérea com 40mm.

  39. Eduardo dos Anjos 25 de outubro de 2010 at 20:28 #

    Agora sim MO, me supreendeu, eu até ia trocar de nick para vc não me incomodar mais, visto que não sou de briga, alias vc que se dirigiu a mim, eu apenas respondi na mesma moeda…

    Ta vendo como não doeu? custou responder civilizadamente?

    É assim que funciona uma comunidade, para o crescimento coletivo em prol de algo maior, ou seja, trazer a informação e talvez um dia mudar o cenario de descaso que o brasileiro da a suas forças armadas…

    Vamos continuar conversando, colocamos um ponto final nessa briga.

    Na minha opinião, acredito que tamanho não é documento, deveriamos seguir a doutrina da marinha do chile, ou seja, navios pequenos e rapidos, porém bem armados, e vc MO o que acha?

  40. MO 25 de outubro de 2010 at 20:35 #

    Mas ai que ta Colt

    Te pergunto: Defesa aerea para um NaPaOc, sem perpectiva de ops em aguas distantes (ultramar) não seria tbm mto dinheiro pra ficar de enfeite ?

    lembrar que pensar neles em defesa, siguinifica ja uma boa perda de territorio e com forçças de combate proximas daqui (se o raciocinio for a utilização local)

    que no caso eh bem dif da tarefa ventual do Gregopoulus,

  41. Eduardo dos Anjos 25 de outubro de 2010 at 21:03 #

    Pesquisando por aew, encontrei a seguinte informação, sobre os paises que foram contactados pela marinha, por enquanto serão estes projetos em andamentos, fora os dos subs e tudo mais
    :
    Dez estaleiros internacionais para aconstrução de cinco (três unidades firmes com duas opções adicionais) NaPaOcs. Sete deles responderam. Dois alemães, Thyssen e Fassmer; um britânico, BAe; um chileno, ASMAR; um coreano, Daewoo; um espanhol, Navantia; um francês, DCNS; e um italiano, Fincantieri. A Fassmer e a Asmar vão trabalhar em conjunto. Ofereceram uma versão atualizada do OPV-80. Duas unidades operam na Marinha do Chile, onde é conhecida como classe Piloto Pardo, que pretende comprar mais quatro. Argentina e Colômbia também selecionaram o modelo. Dentro do governo, que trabalha na integração do continente, esse é um argumento de peso.

    Os requerimentos da Marinha do Brasil preveem navios com velocidade igual ou superior a 20 nós, armados com um canhão de 76mm, capazes de receber helicópteros Linx, Pantera ou Esquilo. O deslocamento ficaria entre 1.850 e 2 mil toneladas. Os preços variam entre US$ 30 milhões (preço do Piloto Pardo) e US$ 100 milhões (projeto Gowind, da DCNS, e Avante 1400, da Navantia).

  42. MO 25 de outubro de 2010 at 21:10 #

    sem treta

    não sou a la mto inteligente, mas nao squento com ninguem, por incrivel que pareça

    Bom

    eu acho que se vc se refere estilo FPB´s , pros chilecos la eles tem uma excelente utilização dado o litoral, geografia e seus problemas com os vizinhos

    Mas aqui, nossa situação é bem difernt, principalmente geograficamente

    Eu prfiro uma marinha equilibrada, baseada em uma boa (rasoavel) força de escoltas e subs, proporcional ao territorio, suposta projeçao de poder, relações exteriores e geografia local, mas … como tudo aqui é para durar 60 anos (força de expressão) eu prefiriria investimentos em navios novos, apenas considerando as T 23 (baseado no atual mercado de ditos semi novos) como semi novas e navios multicapacitados, para poderem supostamente fornecer proteção adequado a qqr GT ou FT nossa (Para mim , particularmente nada de Aquitaines, por xemplo, mas algo tipo Senjong the Great ou os Chungmugong Yi Sun-shin, mas claro, desde que como manda o figurino, nunca mais nada como os Gearing para cah, que vieram com o ASROC inoperante ou tipo o Matoso, com o phalanx de enfeite)

    Caso contrario, por mais esforço que o pessoal faça, ficarmos sempre no fundo no fundo como uma Marinha de representação e claro, isso é devido a quem mais deveria se preucupar com suas FA´s , o Governo (seja aqui, de quem for) não o faz

    Investimento em Nae/aeronaves, sim, mas depois de equalizarmos a esquadra combatent, tocando (ou nao) com o SP, com aernavs compativeis para os proximos anos, considerando algo pensado, nada de improvisom com prazo de validade, tipo Trackers/trader x SP (mais uma vez considerando a “teoria” do “tudo eh para duerar 60 anos”

    E claro, o mais important de tudo a real valorização profissionalismo do material Humano, seja como carreira, seja como cuidados/qualidade com treinamentos, remuneração, condições e afins

    Bom, tomara, eu ainda veja isso um dia !

  43. ALDO GHISOLFI 25 de outubro de 2010 at 21:38 #

    MO: NPO não é para águas de ultra mar. É para agir nas as águas jurisdicionais -patrulha oceânica- em franca conexão com apoio de terra ou da esquadra, sempre pensando nas asas fixas da MB.

  44. MO 25 de outubro de 2010 at 22:07 #

    Não necessariamente Aldo

    Me referi ao emprego na Marinha Francelica, por exemplo, dos A 69 em guadalupoe, Mayotte, Djibouti, Reunion, Territorios Austrais, Caledonia ou os inglesicos, como operaram por exemplo, seus ex classe Castlem ou alguns 35 anos atrás os portugueses com suas J Coutinho na Africa

    A Patrulha ultramar era neste sentido, mas não é nosso caso, citei se esta no caso, fosse a necessidade, apenas a caso deeventualidade

    Mas piora ainda exagerar no armamento em nossas águas, foi neste sebntido que quiz dizer, vc adiciopna um grande custo ao navio com equipaments literalmente de enfeite

    Mas se vc falar: mas e se precisarmos = te digo, com este tipo de navio, operando por aqui for necessario, ai meu, reze …. ou ai dependeremos da FAB (não em sentido ironico, mas ai forças estrangeiras ja estarão no horizonte e possivlmnte, passaram pla esquadra combatente

  45. Gilberto Rezende 25 de outubro de 2010 at 22:15 #

    SEM chance para os alemães…

    1) as “atropeladas” da própria ThyssenKrupp Marine Systems no processo dos submarinos Scorpène criaram sequelas;

    2) Tratado ANTIGO. A Alemanha não tem parceria em tratado na nova forma que o governo vem assinando com vários países;

    3) O governo da Alemanha tem uma posição ambígua (não confiável) em relação ao Brasil, por exemplo a negativa da venda dos chassis Mercedes Benz que QUASE frustrou a venda do Astros II para a Malásia…

  46. Eduardo 25 de outubro de 2010 at 22:43 #

    As T23 são uma otima pedida, realmente tomara que a marinha não perca tempo em adquirir dos ingleses, talvez o HMS Ocean tb seria bom, vc disse sobre projeção de poder, provavelmente pelo entorno de ilhas britanicas no meio do atlantico e resposta caso algum pais distante ouse nos atacar, pela sua experiencia, o que vc acha desse entorno de ilhas e da reativação da quarta frota americana no atlantico sul?

  47. MO 25 de outubro de 2010 at 22:57 #

    As T 23, asim, desde que completas, sem rstrição de peças, equipamentos e sensores, caso contrario muda tudo

    o Ocean é uma situação delicada, ele é uma platafoprma de pouso com limitadissima capacidade anfibia (transporte). seu uso apenas em conjunto com um LHD/LPH, salvo penar como porta helos No caso ingles, principalmente o RFA supre esta defeciencia melhor dizendo completa com seus navios

    Alias sobre a utilização do RFA, (elhor ainda como opera o MSC americano) ou algum meio termo entre eles e o que se poderia se fazer aqui seria de muito bom util pratico e pra nao dizer excelente, pena que isso inexiste localmente

    sobre a quata frota, em minha opini]ao pena eles não serem na pratica uma frota real, afinal fazem 24 anos que não entra um USS m minha terra. Quanto ao quesito ameaça para nós, penso que não há esta ameaça por parte deles, pois ela existe principalmente para problemas narco trafico no caribe e americas central e sul, principalmente no nosso caso na regiao norte do continente

  48. marujo 25 de outubro de 2010 at 23:10 #

    MO tem coisas que você diz que tem que ser levadas em consideração. Uma esquadra equibilibrada e de tamanho compatível com o do Brasil, ainda que com uma razoavel ênfase na guerra ASW, é uma delas. A outra é que talvez a Aquitaine (Freem) seja uma plataforma além de nossas capacidades e necessidades.

  49. Aldo Ghisolfi 26 de outubro de 2010 at 7:31 #

    MO: quando me referi ao apoio de terra e às asas fixas da MB estava exatamente me referindo aos ‘enfeites’ que poderiam ser reduzidos.

    Concordo com o Marujo e lembro a época do A11, onde a doutrina conduzia à ASW com o emprego das asas rotativas, como se dizia.

  50. Joaca 26 de outubro de 2010 at 9:25 #

    Senhores, entendo mesmo é de LOCOMOTIVAS, mas gostaria de opinar sobre o NAPAOC. Estes navios serão onde os novinhos treinarão para os navios maiores da armada. Pelo que li, a muito tempo atrás, deverão ter sistemas simples de ECM, ECCM e um SICOTA simplificado.
    Serão muito úteis para patrulha, apoio a flotilha de Gururus e Macucus que estamos operando.
    Armamento, senhores, pensem e avaliem a missão destes, o que vc coocaria para operar como guarda costeira, uma trapizonga de 5 polegadas ou um 40mm?
    Marcelão, ignora os caras, nunca leram um livro!
    Joaca

  51. valdemiro luz 26 de outubro de 2010 at 12:19 #

    Boa tarde !

    Sabemos que muitas empresas irão se apresentar com todo o tipo de propostas e as mesmas irão fazer acordo com empresas brasileiras, mas neste quesito não podemos esquecer das grandes empresas como Odebrechr, que tenho certeza hoje é a mais capacitada neste tipo de projeto gerenciamento e construção,não desmerecendo as outras,mas poucas empresa tem como se gerir sozinhas só que tem know how no assunto como a Odebrecht, camargo correia, andrade guitierrez.

  52. MO 26 de outubro de 2010 at 12:19 #

    Aldo and Marujo

    A nossa Marinha desde 1942 sempre teve enfase na guera asw. Isto começou a ser mudado ara caracteristicas mais GP no inicio dos anos 90

    Particularmente eu NÃO GOSTO das Aquitaine, e nao acredito no conceito “isto ou aquilo ser alem das necessidades ou o popular não prcisamos disto”, pois em caso de um reves o tempo demandado para utilização é incomparavel e eh principalmente lamentavel comparado ao estrago supostamente provocado e pos isso vc não consegue o equipamento esnobado (principalmente por nunca se poder prever quando ocorrerá uma intecorrencia e com quem será e a que nivel será = basta 5 min para vc s estranhar com um vizinho ou no transito, como exemplo micro)

    Só que mais uma vez repito, penso que seja la o que for, devemos ter o pessoal adaptado ou ao menos se aprimortando no equipamento para aquisição, para evitar o que aconteceu com nossa marinha em 43, quando vieram os Cannons modernissimos e apanhamos para caramba para operalos com eficiencia, pois o salto dos CT´s de 1909 para eles foi tremendo.

    Bom, vamos ver, apenas sou meio avesso a projeto este ou aquele, pois ja não vi tanta coisa desde meus 12 anos (fase que vc consegue raciocinar algo melhor em naval, pós paixão infantil)

  53. MO 26 de outubro de 2010 at 12:29 #

    Valdemiro

    Gntileza uma duvida, qual o know how destas empresas citadas em construção naval e mais ainda, se tratando de navios militares ?

  54. ALDO GHISOLFI 26 de outubro de 2010 at 21:52 #

    MO: ficou muito melhor com a proposta dos ingleses, concordas? Também não gosto da engenharia naval francesa e penso que com esta proposta dos grandes flibusteiros qualquer possibilidade de Aquitaine’s vai água abaixo…

  55. MO 26 de outubro de 2010 at 22:11 #

    Aldo, SE não for como as trocentas propostas que rcebemos e SE aguem levar a sério mesmo da parte que manda, é, é sim até agora a melhor, tanto quanto a dos coreenses

    O problema é que de propostas vi um omte, e de ação mesmo nada e o pior, da parte cde quem manda, não vejo perspectivas seja quem ganhar nos proximos 4 anos de dar algum mtipo de atenção alem de sua obrigação (na otica deles) e o minimo que tem que ser direcionado

    Aldo , tomara eu queime a lingua, mas não acho que será desta vez ….

  56. Moriah 1 de novembro de 2010 at 22:24 #

    o desenho é show! mas não acho que a MB vá de blohm e voss….

    como é comercialmente aberto, o projeto deixa a MB vulnerável quanto as características dos navios. já em relação aos britanicos, só RN e MB operariam o mesmo navio.

    NaPaOc pode ser aberto.

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