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Destróier de defesa aérea chinês
Type 052C

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Clique na imagem para visualizar o corte seccional do destróier de defesa aérea Type 052C (conhecido como o “Aegis chinês”), de 6.500 toneladas de deslocamento. No sistema de armas, além dos mísseis antiaéreos HQ-9 de defesa de área, destaque para o CIWS Type 730, semelhante ao Goalkeeper, que ficam no segundo convés na proa e sobre o hangar. As grandes placas retangulares na superestrutura encobrem as antenas do radar phased array Type 348.

5 COMMENTS

  1. Os chineses estão loucos para aprender como se opera um PA. Querem isso através da MB colocando tripulantes a bordo do SP.
    Ora, se o Brasil assinou acordos militares com os chineses, pq não olharmos com carinho esta possibilidade?

    Não conheço os sistemas e tão pouco a qualidade de seus sistemas e sensores, mas a MB tem como ver isso.

    A duvida é que turbina é aquela. Pq a LM2500 ainda é campeã.

  2. A marinha chinesa apesar de décadas de recebimento de material russo, parece estar seguindo um caminho estratégico bastante diferente da influência de seu principal fornecedor de meios de combate.

    Projetos como o Type 052C apontam para uma visão bastante ocidental de equilibrio entre casco, sensores e armamento, com modularidade de projeto o que é fundamental para sua evolução. Enquanto o casco pode durar 40 ou até mesmo 50 anos, seus sistemas serão trocados e atualizados pelo menos duas vezes durante esta vida útil.

    A Rússia ainda não projetou uma nova safra de navios no período pós soviético para sabermos exatamente se irão compartilhar desta visão.

    Eu concordo Padilha, que deveriamos olhar a China com um certo “carinho”.

    Infelizmente nossa cultura de aquisição privilegia sempre a plataforma e não o sistema de combate.

    Operar um Type 052C possivelmente seria um pesadelo para a MB. Os chineses estão iniciando projetos nesta classe de navios, existem muitos pequenos problemas que só eles sabem quais são, assim como a cadeia logistica de suprementos não deve estar nem minimamente orientada para um cliente externo.

    Porem, se esquecermos o navio e focarmos nas suas tecnologias existe na minha opinião um oceano inteiro a ser explorado.

    Quantas de horas x homens de engenharia estão envolvidas neste projeto? Centenas de milhares, talvez milhões. São tecnologias de toda sorte, radares, sonares, processos de construção, armamentos entre outras.

    Porque não ser parceira da China por exemplo no desenvolvimento de um sonar de casco? Da cabeça de direcionamento de um torpedo? De um radar de controle de fogo?

    A cerca de 25 anos cooperamos com os chineses no programa CBERS, que resultou em 4 satélites, construidos no escopo e no prazo. Não houve barreira da lingua, da cultura, muito menos politica.

    Não vejo porque não trabalharmos mais com os chineses nestas e em outras áreas.

    Infelizmente, no Brasil adquirir tecnologia é comprar a duas ou três vezes o preço de tabela, um equipamento frances (ou de outra nacionalidade) e esperar que como em um passe de mágica tudo se resolvera.

  3. “Não houve barreira da lingua, da cultura, muito menos politica.”

    Em mais de uma ocasião, os chineses se recusaram a nos ceder o controle dos referidos satélites.

  4. “A duvida é que turbina é aquela. Pq a LM2500 ainda é campeã.”

    Eles fizeram uso de uma turbina industrial, não aeronáutica de origem ucraniâna e recentemente apareceu uma outra turbina, não sei se design original chinês, a GT-2500.

  5. Mauricio, o tempo de controle de cada CBERS é compartilhado entre China e Brasil na mesma proporção de financiamento do projeto (30% Brasil x 70% China).

    Ambos países já decidiram pelo lançamento do terceiro satélite da série e até onde sei não existem rusgas maiores entre os parceiros.

    Se houve casos de não compartilhamento do controle do satélite me parece mais uma disputa pontual do que estrutural do programa.

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