Navantia confirma que AEGIS estará liberado para o Brasil

Navantia confirma que AEGIS estará liberado para o Brasil

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Na quinta-feira, 15 de abril, os editores Guilherme Wiltgen e Luiz Padilha tiveram uma longa e interessante conversa com os executivos da Navantia, no estande da empresa na LAAD 2011. A Navantia, gigante espanhola da construção naval, é um dos fornecedores que disputam o contrato para as novas escoltas, NaPaOc e NApaLog da Marinha do Brasil.

Entre outras informações que recolhemos ao longo das conversas, foi confirmado que a Navantia terá a autorização dos Estados Unidos para o fornecimento, ao Brasil, de navios equipados com o sistema AEGIS, caso vença o contrato. Se essa informação se confirmar, fará a oferta espanhola ter um diferencial muito forte em comparação aos outros concorrentes, pois o sistema AEGIS é considerado o “supra sumo” em termos de sistemas de armas superficie-ar integrado. O AEGIS é responsável pela defesa de aérea para grupo batalha e compila o quadro aéreo para caças que se concentram na batalha aérea externa. Atualmente a espinha dorsal da defesa da frota da US NAVY é feita pelos DDG’s e CG’s, que utilizam o sistema AEGIS.

Abaixo mostraremos as Classes dos navios oferecidos pela Navantia à Marinha do Brasil.

Fragata F-100 Classe “Álvaro de Bazan”

OPV “Patrulero 90”

AOR “Cantabria”


Nota do Editor: A possibilidade do Estaleiro Navantia poder oferecer o sistema AEGIS, em nossa opinião, fortalece em muito a proposta espanhola, porém, ainda é cedo para saber se o custo deste Escolta, equipado com este sistema, estaria dentro do limite orçamentário desta licitação. Todos os produtos oferecidos estão em operação e isso também é outro fator importante para a análise da MB.

16 COMMENTS

  1. A notícia é extremamente interressante, além de colocar um peso considerável na proposta. Concordo que é cedo para fazer considerações mais contundentes, mas… que vai esquentar a concorrência, ah isso vai!

  2. Dado o atual estado da MB, o sistema AEGIS seria mais uma maldição do que uma benção.
    Aliás tda o ideário da MB a respeito dessas escoltas de 6000t., está absolutamente fora de compasso c/ a realidade da força.

  3. Mostra que ele é Double Hull, ou seja, possui casco duplo, o que a MB está correndo atrás, pois vários paises não permitirão mais que navios de casco simples aportem em seus portos. Questão de segurança e uma situação para a MB imperativa.
    Temos que ter e ponto final! Não dá para ficar tapando o sol com a peneira mais.

  4. hahahahahahaha
    Pois é, acredite apenas quando algo for assinado. Até que isso aconteça, toda e qualquer info será sempre passiva de alterações.
    Eu aprendi a lição!

  5. É verdade….

    ahahahah

    Tem certas coisas que me incomodam…

    As decisões que levam uma eternidade até dão para entender…

    Se planeja algo hoje, amanhã some metade da verba e no dia de assinar o contrato vai ter só 1/3 dela disponível.

    Fora o reservado para as prestações que vão embora também.

    Voltando as maquetes..

    Pegando este navio menorzinho da segunda foto….

    Não daria para devagarzinho ir projetando um por aqui ?

    Nos meus ridículos conhecimentos navais, só consegui identificar de arma aquela casinha na frente com um canhão.

    Tiraria o Seahawk e metia um Dauphin ou A109 por exemplo.

    Este petroleiro, não tem como fazer um parecido por aqui ?

  6. Rodrigo…

    “petroleiro” na verdade é um navio que transporta petroleo, óleo cru,
    já um navio tanque, ou, navio reabastecedor, reabastece navios em alto mar com combustivel e navios de apoio logistico como o da Navantia,
    abastecem os navios da esquadra não apenas com combustivel, mas cargas sólidas também.

    Se poderia ser feito aqui, acredito que sim, mas talvez não compensasse
    já que não haveria grande demanda, assim, melhor pegar um projeto já pronto.

    abraços

  7. Dalton disse:

    Se poderia ser feito aqui, acredito que sim, mas talvez não compensasse já que não haveria grande demanda, assim, melhor pegar um projeto já pronto.

    Grande Dalton,

    Mas esse é o problema, da para fazer, mas não fazem, por outro lado criam a expectativa da compra, mas não concluem o negócio, e assim tem sido a realidade de nossas forças armadas.

  8. Olha o jacubão na área galera.
    Aos pouquinhos eu vou aparecendo, hehehehe…
    O meu mêdo em tudo isso é que não ocorra com a MB o mesmo que aconteceu com o FX, e as probabilidades de isso acontecer são (imagino eu) de uns 95%. Vamos aguardar os próximos capítulos.
    Um abração a todos.

  9. Do que adianta o AEGIS estar liberado para o Brasil, se o Brasil não está liberado para o AEGIS ?

    Nossos potenciais inimigos não andam somente camuflados pelas matas, ou pelos oceanos com poderosas belonaves, ou nos céus com aeronaves furtivas… Nossos verdadeiros inimigos andam de terno e gravata pelos corredores de Brasília…

  10. buraco (??/) bom buracos devem siguinificar navios furados …

    ai ai, talves seria melhor ficardenovo sem a internet …..

    Ow pad, acho que o ‘buraco’ vulgo corte secccional seria para mostrar principalmente o arranjo dos tanque do navio, seguindo a linha de pensamento tanqueristicamente falando

  11. nao pad

    acredite qdo ver algo em niteroi

    fora isso … bom, vc sabe ja te fali um monte destes contratos desde 1903 e te agora nada …

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