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O navio de patrulha offshore classe Gowind L’Adroit deu início aos seus testes de mar na quarta-feira 27 de julho para que a DCNS possa validar características de navegabilidade e outras qualidades náuticas do navio.

Estes testes  iniciais marcam o início da próxima fase do programa Gowind, que lidera os esforços da DCNS para ganhar uma fatia maior dos mercados de navios de superfície de pequeno e médio deslocamento. Os testes de mar estão começando em linha com o cronograma do contrato, apenas 14 meses após a construção iniciada da L’Adroit, um navio de patrulha marítima inovador projetado para missões de patrulha e vigilância.

“O início destes testes de mar é um marco simbólico que atesta o trabalho de equipe entre a DCNS, os investidores do projeto e co-contratantes, e as tripulações”, disse o gerente do programa Gowind OPV, Marc Maynard. “Todo mundo trouxe seu conhecimento e experiência para a mesa, e o compromisso incansável destas pessoas tornou possível para atender os ambiciosos objetivos industriais do programa.”

Durante os testes no mar, mais de 50 técnicos a bordo do navio realizarão uma campanha de ensaios intensivos para validar suas características marinheiras e outras qualidades náuticas. Depois de testar o sistema de combate a incêndios, controle de alagamento e outros sistemas de segurança, a equipe de bordo realizara testes com o sistema de propulsão e manobrabilidade do navio. Paralelamente a estes testes no mar, testes também serão realizados a bordo do navio na área de navegação, plataformas inerciais e outros sistemas relacionados.

Quando o navio regressar ao cais, a instalação dos equipamentos e o trabalho de pintura vai continuar. A conclusão da construção está prevista pela DCNS para o final de 2011.

O início de testes no mar com a OPV Gowind L’Adroit novamente demonstra a capacidade da DCNS para projetar e construir um navio altamente inovador em menos de 24 meses e em estrita conformidade com as autorizações orçamentais.

O OPV L’Adroit está sendo construído ao abrigo de um programa financiado pela DCNS e serão colocados à disposição da Marinha francesa durante três anos após a conclusão. O período de empréstimo de três anos permitirá que a Marinha qualifique o OPV, dando à DCNS um argumento excepcionalmente forte ao promover a família Gowind no mercado internacional.

A Marinha irá demonstrar a relevância da Gowind e o valor operacional para as missões atuais e futuras em alto-mar como vigilância da área, anti-pirataria, luta contra o terrorismo, a pesca de policiamento, interdição de drogas, proteção ambiental, salvamento e marítimo e ajuda humanitária.

O OPV L’Adroit tem um comprimento de 87 metros, podendo operar por até 3 semanas e um alcance de 8.000 milhas náuticas. Com uma velocidade máxima de 21 nós, o navio tem um convés de vôo e pode acomodar UAV (veículo aéreo não tripulado). Ele é projetado para tripulação reduzida, com um complemento de 30 homens e espaço para outros 30 passageiros.

O navio apresenta uma série de inovações importantes para as marinhas e guarda costeira: visibilidade panorâmica de 360 ​​° a partir do passadiço, um mastro único e integrado para o 360 º de cobertura radar, lançamento de barcos de commando rápido em menos de 5 minutos e provisão para UAVs e USVs (veículos não tripulados de superfície). A família Gowind também se beneficia da vasta experiência da DCNS em TI e sistemas de informação de comando. Embarcações na família Gowind podem ser facilmente adaptadas para a vigilância de área estendida quando operando em conjunto com os centros de controle em terra e outros navios em rede, para a detecção automática de comportamento suspeito por navios e outras embarcações.

FONTE:
DCNS

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Durante encontro oficial entre as presidentas Dilma Rousseff e Cristina Kirchner, Brasil e Argentina instalam conselho empresarial para buscar acordos que ajudem setor privado a ampliar os negócios e contornar problemas comerciais. Cristina também inaugura nova embaixada argentina, agora em prédio próprio, enquanto Brasil volta a defender reivindicação histórica do vizinho de controle sobre as Ilhas Malvinas. Para presidentas, iniciativas contribuem para aprofundar relações estreitadas pelos antecessores Luiz Inácio Lula da SIlva e Néstor Kirchner.

André Barrocal

BRASÍLIA – Brasil e Argentina instalaram nesta sexta-feira (29/07) um conselho empresarial que vai discutir como o setor privado dos dois lados da fronteira pode colaborar no desenvolvimento mútuo e evitar que surjam problemas comerciais entre os países. A Argentina também inaugurou uma nova sede de sua embaixada em Brasília, localizada agora em prédio do governo argentino, não mais em área alugada. Já o Brasil solidarizou-se mais uma vez com o desejo histórico do vizinho de controlar as Ilhas Malvinas e comprometeu-se a impedir que navios com bandeira da ilha usem portos brasileiros.

Todoso estes fatos aconteceram durante visita oficial da presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, à presidenta Dilma Rousseff, e, para elas, ajudam a aprofundar mais um pouco a relação entre os dois países, estreitada pelos antecessores de ambas – o marido da primeira, Néstor Kirchner, morto em 2010, e o padrinho político da segunda, Luiz Inácio Lula da Silva.

O ex-presidente brasileiro esteve na abertura da nova embaixada, situada em área nobre de Brasília e cuja construção fora decidida e iniciada por Néstor. Segundo Dilma, a nova embaixada simboliza um “legado de cooperação, entendimento e ação conjunta” deixado pelos dois ex-presidentes que “nós [as duas presidentas] iremos aprofundar”.

Neste sentido, o conselho empresarial – que Dilma e Cristina haviam resolvido criar em janeiro, na visita da brasileira a Buenos Aires, antes mesmo dos conflitos comerciais de maio – terá o papel de “ampliar a integração das cadeias produtivas” dos dois países.

Para Dilma, os problemas comerciais recentes (cancelamento de importações de alguns produtos brasileiros pela Argentina) foram “de pouca monta” e não afetam as “oportunidades” de negócios identificadas pelos dois países “em várias áreas”.

Já Cristina disse que a criação do conselho é uma “estratégia inteligente de integração”. Sobre a embaixada nova, afirmou ser um “símbolo” de como a Argentina considera o Brasil um “sócio estratégico” e “histórico”.

Em outro gesto de aprofundamento das relações, as duas presidentas tocaram nas conversas em um assunto caro ao povo argentino: o controle das Ilhas Malvinas.

Em comunicado escrito por diplomatas dos dois países durante a visita, Dilma reitera o “respaldo” brasileiro “aos legítimos direitos” da Argentina “na disputa de soberania relativa às Ilhas Malvinas”.

O documento diz que os dois países consideram que a exploração de petróleo nas Malvinas pelo Reino Unido é um “ato ilegal”, “incompatível” com determinações da Organização das Nações Unidas (ONU) e que “não contribui em nada” para resolver o conflito.

No texto, o Brasil diz que tomará todas as medidas para impedir “o ingresso a seus portos dos navios que portem a bandeira ilegal das Ilhas Malvinas”, como determina uma declaração da União Sul-Americana de Nações (Unasul) de novembro do ano passado. De própria voz, em declaração à imprensa feita ao lado de Cristina, Dilma ofereceu “solidariedade” ao pleito argentino.

Em junho, em uma sessão do Comitê Especial de Descolonização da ONU, o Brasil já havia, mais uma vez, manifestado apoio à Argentina.

Fonte: Carta Capital

Fotos: Valter Campanato/ABr

 

Pousou hoje em território brasileiro, a primeira aeronave de patrulha marítima P-3BR Orion da Força Aérea Brasileira. O avião pousou na Base Aérea de Salvador às 15h. Acompanhe o noticiário no site do Poder Aéreo, clicando aqui.

O LHD da BAe Systems

A BAe Systems colocou no mercado o projeto de um LHD baseado no HMS Ocean. O navio tem 210 metros de comprimento e desloca 23 mil toneladas. A velocidade máxima é de 22 nós e o alcance de 7 mil milhas. A tripulação é de cerca de 300 marinheiros e pode levar 800 fuzileiros. O convoo pode operar seis helicópteros médios simultaneamente e levar seis no hangar. Existe espaço para levar 250 toneladas de cargas e 100 veículos.

 

‘Apagão’ de técnicos na Marinha do Brasil

“Há um sentimento generalizado de que perdemos tempo demais, deixando de lado o ensino médio e, particularmente, o profissionalizante”.

São palavras do Vice-Almirante Ademir Sobrinho, diretor de ensino da Marinha do Brasil: “Só aqui estamos precisando de 800 técnicos de nível médio, hoje, para operar em projetos existentes. Sem contar que, em breve, começaremos a pensar na construção de submarinos (um dos quais nuclear), com tecnologia francesa.”

É o quadro da nossa realidade, que precisa de providências urgentes, como se propôs a fazer a presidente Dilma Rousseff, a partir da existência do Pronatec. Há um sentimento generalizado de que perdemos tempo demais, deixando de lado o ensino médio e, particularmente, o profissionalizante. As tentativas anteriores, como a Lei nº 5692/71, foram equivocadas – e os seus resultados verdadeiramente lamentáveis. Como promover a profissionalização obrigatória com tanta carência de professores e laboratórios?

Há exemplos que devem ser citados, como é o caso da Marinha. O Senac-Rio abriu 240 vagas em programas de qualificação profissional, para jovens de 16 a 21 anos. Tudo gratuito, nas áreas de Gastronomia, Telemarketing e Administração. É um curso presencial, com a duração de quatro meses e meio.

O que dizer das oportunidades oferecidas pelo tradicional CIEE? Quem visita suas instalações, no centro da cidade, sai impressionado com o número de candidatos aos seus estágios, que abrangem o ensino médio, o ensino superior e, mais recentemente, os aprendizes legais, estes num magnífico e elogiável crescimento (só no Rio são quase 4 mil que se encontram engajados no processo).

O especialista Luiz Gonzaga Bertelli dá como exemplo do que ele chama de “gargalo” o caso da engenharia. Mas não descarta o vexame recente dos exames de ordem da OAB, em que 90 escolas superiores de diferentes estados não aprovaram ninguém. Há uma perda de qualificação da mão de obra brasileira, na verdade em todos os níveis, gerando uma forte preocupação naqueles que têm a responsabilidade de prover o nosso desenvolvimento de recursos humanos à altura das expectativas nacionais.

Voltando à Marinha do Brasil, eis o quadro das profissões em que haverá disponibilidade de vagas: Administração, Administração Hospitalar, Contabilidade, Desenho de Arquitetura, Desenho Mecânico, Estatística, Edificações, Eletrônica, Eletrotécnica, Enfermagem, Estruturas Navais, Geodésia e Cartografia, Gráfica, Higiene Dental, Metalurgia, Meteorologia Mecânica, Motores, Nutrição e Dietética, Patologia Clínica, Processamento de Dados, Prótese Dentária, Química, Radiologia Médica, Secretariado e Telecomunicações. Após a preparação, no Centro de Instrução Almirante Alexandrino, receberão salário inicial de 2.200 reais. É um bom começo, para evitar que esses espaços sejam preenchidos por técnicos estrangeiros.

AUTOR: Arnaldo Niskier é doutor em Educação, membro da Academia Brasileira de Letras e presidente do CIEE/RJ

FONTE: Portugal Digital

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Trailer do filme ‘Battleship’

Battleship, adaptação ao cinema do jogo de batalha naval da Hasbro, ganhou o seu primeiro trailer. Parece uma mistura de Transformers (também da Hasbro) com Batalha de Los Angeles… na água.

O filme coloca uma frota internacional para combater uma invasão alienígena. O diretor Peter Berg detalhou a trama no ano passado. Liam Neeson faz o Almirante Shane, futuro sogro do protagonista, vivido por Taylor Kitsch. Brooklyn Decker, Alexander Skarsgård e Rihanna também estão no elenco.

Battleship tem lançamento marcado para 18 de maio de 2012.

FONTE: Omelete / COLABOROU: Alecsander Otaniel

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No dia 8 de julho de 2011, o 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (HA-1) participou do resgate de um tripulante do Navio Mercante “EVER SHINING”, de bandeira Panamenha, que viajava com destino a Cingapura. A embarcação se encontrava, aproximadamente, a 600 milhas a sudeste da cidade do Rio de Janeiro.

A aeronave Lince 04 (AH-11A N-4004) foi acionada na madrugada do dia 08 de julho e embarcou na Fragata Bosísio a fim de efetuar o resgate do Sr. Liu Bi Wu, que se encontrava com suspeita de hemorragia interna e com dores abdominais, fruto de um acidente ocorrido a bordo do Navio Mercante. Na manhã do dia seguinte, o Lince 04 efetuou pouso a bordo do mercante e transportou o acidentado para a F 48, onde a vítima foi atendida pela equipe médica do Navio.

Na tarde deste mesmo dia, quando a Fragata Bosísio se encontrava a 150MN do Rio de Janeiro, a aeronave foi lançada e transportou o acidentado para o aeroporto Santos Dumont, onde uma ambulância aguardava para transportá-lo para a Clínica São Vicente, na zona sul do Rio de Janeiro.

FONTE e FOTOS: ComForAerNav

No período de 10 a 15 de julho, o Navio-Patrulha (NPa) “Bracuí” fazia uma Patrulha Naval nas proximidades da Ilha de Marajó (PA), quando foi acionado para localizar uma possível mancha de óleo no mar.

Com o apoio da aeronave P-95, mais conhecida como “Bandeirulha”, do 3º Esquadrão do 7º Grupo de Aviação da Força Aérea Brasileira, que fazia esclarecimento aéreo naquela área, o NPa “Bracuí” navegou até atingir o ponto sob suspeita de haver resíduos oleosos.

No local, foram coletadas amostras do material da mancha, para análise preliminar realizada pelo laboratório especializado do Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM). O material coletado não era óleo, e sim, material orgânico.

Dessa forma, o NPa “Bracuí” contribuiu para o cumprimento e fiscalização das leis e regulamentos, que dispõem sobre a segurança do tráfego aquaviário e a prevenção da poluição do meio hídrico nas Águas Jurisdicionais Brasileiras.
O NPa “Bracuí” é subordinado ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Norte, unidade operativa do Comando do 4º Distrito Naval.

FONTE: Marinha do Brasil

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Foi realizada no dia 15 de julho a cerimônia de Passagem do cargo de Comandante do 3° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-3), presidida pelo Comandante do 9° Distrito Naval, Vice-Almirante Antonio Carlos Frade Carneiro. O CC Elias Voulgarelis passou o Comando ao CC Mauricio Da Costa Joia Dias.

Após o encerramento da Cerimônia, Oficiais e demais Convidados Civis e Militares de outras Forças apresentaram as boas vindas ao novo Comandante.

Pioneiro por natureza, sendo oriundo do Destacamento Aéreo da Flotilha do Amazonas (DAE-FLOTAM), o Esquadrão “Tucano” foi a primeira unidade na história da Aviação Naval a ser estabelecida fora do estado do Rio de Janeiro e há 31 anos representa “As asas da Marinha na Amazônia”.

Seja em missões de reconhecimento, transporte, infiltração e operações especiais com os Fuzileiros Navais do Batalhão de Operações Ribeirinhas, ou ainda realizando a nobre missão de levar atendimento às localidades onde a profundidade dos rios impede a chegada de navios que fazem Assistência hospitalar aos ribeirinhos, o Esquadrão “Tucano” esteve, está e estará sempre pronto, a fim de assegurar que estas águas, este solo, esta floresta e este céu azul continuem sendo, acima de tudo, brasileiros.

O ovo da serpente

Quem vive o dia-a-dia das atividades portuárias sabe que está em gestação um problema que, mais cedo ou mais tarde, vai colocar em xeque o desenvolvimento econômico do País: a falta de investimentos públicos não só na infraestrutura de transporte como a retração de investimentos privados na construção de novos terminais portuários.

O ovo da serpente foi colocado e vem sendo acalentado pelo próprio governo desde 2008, quando, por meio do decreto nº 6620, passou a exigir que os investidores que pretendam construir terminais portuários tenham de comprovar que o empreendimento destina-se a movimentar carga própria e não de terceiros.

Como se sabe, a metáfora – que já foi utilizada pelo cineasta sueco Ingmar Bergman (1918-2007) para intitular um famoso filme de 1977 – expressa a comprovação de uma grande adversidade em processo de incubação. Afinal, ao colocar-se o ovo da serpente de encontro à luz é possível ver, através da transparência da casca, a serpente (o monstro) que irá nascer.

Se empreendimentos vultosos como o da Embraport e o da Brasil Terminais Portuários (BTP) no Porto de Santos, que devem entrar em funcionamento em 2012, escaparam daquela restrição draconiana, os demais projetos que estavam em gestação foram prudentemente arquivados. O resultado disso, segundo estimativa da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), é que R$ 6 bilhões deixaram de ser investidos.

Ora, isso ocorre exatamente num momento em que todos os estudos indicam um crescimento da demanda para mercadorias em contêineres. Em 2010, os terminais portuários brasileiros movimentaram 74 milhões de toneladas de cargas conteinerizadas, 14% a mais que em 2009, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). E, ao que tudo indica, neste ano, deverá movimentar mais ainda, pois, só no primeiro semestre, esse crescimento andou ao redor de 20%, o que significa que, faltamente, em poucos anos, poderão faltar terminais para atender a essa demanda crescente.

Hoje, segundo dados da Associação dos Usuários de Portos da Bahia (Usuport), já há um déficit de US$ 4 bilhões em novos terminais de contêineres. Em outras palavras: em vez de estimular a iniciativa privada para que esse déficit seja reduzido, o governo decidiu fazer exatamente o contrário, desestimulando um setor que, desde o processo de privatização iniciado há 18 anos com a Lei de Modernização dos Portos (8630/93), investiu cerca de US$ 2 bilhões em terminais de contêineres.

No Porto de Santos, os terminais estão com capacidade para atender até 3,2 milhões de TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e, de fato, ainda há uma certa “folga”, pois, em 2010, o volume chegou a 2,7 milhões de TEUs. Mas é só uma questão de tempo, pois a situação afigura-se mais que preocupante, como constata quem desce a Via Anchieta a qualquer hora do dia e vê a situação caótica do trânsito de carretas com contêineres em direção às vias de acesso ao cais.

Aparentemente, isolados em seus gabinetes refrigerados em Brasília, os responsáveis pela condução da política portuária brasileira não enxergaram ainda a gravidade do problema, pois, em vez de facilitar e estimular o investimento privado, o que mais fazem é aumentar não só a carga tributária como embaraçar os processos para a aprovação de novos terminais portuários – que hoje levam de cinco a seis anos para sair do papel. Quer dizer: há um ovo de serpente depositado e um monstro em gestação.

FONTE: Portos e Navios/Milton Lourenço

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F-35C na catapulta

O terceiro F-35C da Lockheed Martin, CF-03, foi testado em catapulta na Naval Air Station Patuxent River, em Maryland, no dia 19 de julho. Agora falta pouco para o primeiro pouso e decolagem a bordo de um navio-aeródromo.

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Os chineses continuam dando os últimos retoques no seu primeiro navio-aeródromo, o ex-Varyag. Na foto acima, o navio todo iluminado e no detalhe, o sistema óptico de pouso em funcionamento. Nas fotos abaixo, as balsas salva-vidas já instaladas.

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Um submarino chinês conseguiu pela primeira vez descer com tripulantes a bordo a mais de 5 mil m de profundidade, dentro do programa da China para explorar os recursos do fundo dos oceanos, informou a Agência de Assuntos Marítimos (SOA).

O “Jiaolong”, nome inspirado num dragão da mitologia local, alcançou os 5.057 m com três tripulantes e se manteve a esta profundidade durante meia hora. A imersão durou um total de seis horas, informou a SOA em seu site.
A operação foi realizada sob as águas do nordeste do Oceano Pacífico, segundo a agência Nova China, que indica que a esta profundidade o submarino chinês é capaz de alcançar 70% dos fundos oceânicos do planeta.

Depois da volta do “Jiaolong” à superfície, a televisão estatal difundiu imagens da tripulação carregando uma bandeira chinesa.

Na quinta-feira passada o mesmo submarino havia alcançado os 4.027 metros de profundidade.

Nas últimas décadas, a China recuperou frente aos países desenvolvidos uma parte de atraso no campo da exploração marinha, polar e espacial, convertendo-se em 2003 no terceiro país do mundo a enviar um homem ao espaço.
No âmbito das profundezas marinhas, a China é o quinto país a superar a barreira dos 3.500 metros em missões com tripulação, afirmou a imprensa local.

O recorde de descida pertence a um submergível americano que, em 1960, chegou ao final da fossa das Marianas, a 11 mil m abaixo da superfície do mar das Filipinas.

O “Jiaolong”, desenhado para superar os 7 mil m de profundidade, está destinado à pesquisa científica e à exploração das riquezas naturais dos fundos marinhos.

Os cientistas acham que estes fundos marinhos contém reservas potenciais de valiosos minerais, apesar de a profundidade em que se encontram tornar difícil extraí-los em grandes quantidades.

Para Jian Zhimin, diretor de um laboratório de geologia marinha da Universidade Tongji de Xangai, não vai demorar muito para a China desenvolver a mineração nestas profundidades.

A parte meridional do Mar da China, que Pequim reivindica total ou parcialmente, possui importantes reservas de petróleo e gás.
Também há quem expresse preocupação pelos possíveis usos militares dos avanços tecnológicos destas pesquisas por Pequim.

A descida a 5.000 metros de profundidade do submarino chinês aconteceu depois que os meios de comunicação japoneses afirmaram este ano que Tóquio planejava intensificar sua busca de minerais submarinos.

Dessa forma, pesquisadores japoneses afirmaram ter localizado no fundo do Pacífico amplas reservas de terras raras, substâncias utilizadas para eletrônica de alta tecnologia.

FONTE: Terra/AFP

Em 19 de julho, a fragata francesa Courbet que faz parte da EU NAVFOR, completou com segurança a escolta de um navio do World Food Programme (WFP), do Quênia para a Somália, possibilitando a chegada de comida ao país com fome declarada.

Desde dezembro de 2008, a primeira operação naval da União Europeia, a Operação ATALANTA, realizou a missão de proteção e escolta de embarcações do Programa Mundial de Alimentos, contra a pirataria e assaltos armados no Oceano Índico e entregou mais de 500 mil toneladas de alimentos, que sustentam quase 1,2 milhões de pessoas todos os dias.

A escolta dos navios do WFP desde o início da operação fez com que nenhum dos navios transportando alimentos para a Somália fosse atacado: todos eles chegaram em segurança com sua carga entregue corretamente.

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5º Seminário do Livro Branco de Defesa

5º Seminário: A TRANSFORMAÇÃO DA DEFESA NACIONAL

“Estrutura, recursos e capacidades para enfrentar os desafios do século XXI”.

Data: 27 e 28 de Julho/Rio de Janeiro-RJ
Local: Auditório do Vivo Rio – Av. Infante Dom Henrique, 85. Parque do Flamengo.

Inscreva-se aqui.

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Submarinos brasileiros

O portal Terra publicou uma apresentação em gráficos sobre a história dos submarinos brasileiros e o programa de construção de submarinos Prosub.

Clique na imagem abaixo para acessar a apresentação e aproveite também para observar o nível dos comentários dos leitores do portal.

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