sexta-feira, março 5, 2021

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Peru encomenda sistema SeaSparrow Mk 57 para fragatas classe Lupo

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Guilherme Poggiohttp://www.naval.com.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

As fragatas de construção italiana classe Lupo atualmente formam a espinha dorsal da força de superfície da Marinha do Peru, com 8 navios que deslocam aproximadamente 3.000 t. Quatro delas foram construídas sob licença entre 1984-1987, e o segundo lote de 4 navios foi vendido pela Marinha italiana ao Peru em 2004-2006.

Dentro desse grupo 2, a Bolognesi passa atualmente por atualizações que incluem novos componentes eletrônicos, radar, contramedidas e, conforme citado por algumas fontes, substituindo os SSM (Mísseis Superfície Superfície) italianos Otomat por mísseis franceses Exocet MM40 Block III.

Além disso, a agência norte-americana DSCA informou que o Peru solicitou formalmente a compra de quatro sistemas SAM SeaSparrow Mk57 MOD 10. Eles irão substituir os sistemas MOD 2 existentes, montados acima do hangar do helicóptero nos quatro navios que pertenceram à Itália (Aguirre, Palacios, Bolognesi e Quinones).

“MK57” é a designação para o novo sistema de lançamento vertical que equipará a próxima classe de contratorpedeiros classe Zumwalt da USN. Mas também é a designação da OTAN para o Sistema completo SeaSparrow, contendo um lançador óctuplo Mk 29, um radar Mk 9 (TIS), e o SST Mk 73.

O plano é para o Peru para atualizar seus MOD 2 com a mais moderna configuração MOD 10, incluindo o lançador MK29 MOD  3. Os lançadores Mk 29 MOD 2 foram modificados para disparar também mísseis Alenia Aspide, mas a DSCA informa que “o Peru tem a intenção de empregar o SeaSparrow RIM-7 no futuro em lugar do Aspide.” Mesmo com as melhorias introduzidas nos seus algorítmos e no datalink, o Raytheon RIM-7P ainda está um passo atrás do mais moderno sistema da família, o RIM-162 Evolved Sea Sparrow Missile. Se o Peru decidir comprar a RIM-162 ESSM no futuro, será necessária “uma pequena atualização no sistema.”

FONTE: Defense Industry Daily

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Mauricio R.

Os reparos VLS são o Mk-41 e o Mk-56.

joseboscojr

Maurício,
Mas para o míssil Sea Sparrow/ESSM existem os lançadores verticais Mk-48 e Mk-56, não utilizados pela USN.
Ao todo os Sea Sparrow/ESSM podem ser lançados pelo lançador conteirável Mk-29 e pelos lançadores verticais Mk-41, Mk-57, Mk-48 e Mk-56.

Mauricio R.

Bosco,

O pequeno link abaixo, remete a um documento em pdf, c/ as principais caraceterísticas dos sistemas que compoem o Sea Sparrow:

(http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=5&ved=0CDgQFjAE&url=https%3A%2F%2Fwww.natoseasparrow.org%2FConsortium%2520Products%2520Handbook%2520Rev%2520-1.pdf&rct=j&q=SAM%20SeaSparrow%20Mk57%20MOD%2010&ei=Ar1nTouwJ4uEtgeG_9CIDQ&usg=AFQjCNHNgAeWCXZJPUusQMIkVqiFd7JgLA&cad=rja)

O Gooogle poderia retornar uns links reduzidos, nas pesquisas.

No mais ficaria satisfeito, se fosse possível usar o ESSM/RIM-162/ESSM no reparo Albatros, das fragatas “Niterói”.
Teríamos quase que um SAM de área.
E talvez c/ um pouco mais de “wishful thinking”, quem sabe a MB não concede a merecida aposentedoria aos BORCs e os substitui, pelo Phalanx, ou pelo RAM ou ainda; usando do A-Darter não cria algo similar ao sistema americano.

joseboscojr

Se for possível seria ótimo já que o ESSM por ter um motor maior e up-link para atualização de meio curso o capacita a ter um alcance pelo menos o dobro de um Aspide do Albatroz.
Sem falar que o tornaria apto a enfrentar ameaças supersônicas como a representada pelos mísseis russos. Não que seja necessário em nosso TO, pelo menos por enquanto.
Quanto aos BOROCs também acho que estão passando da hora de aposentarem. Na verdade não vejo utilidade mais nesse conceito de armas antisubmarinos e pra mim só ocupam espaço vital.

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