Entre os dias 1º e 18 de novembro de 2011, a Esquadra brasileira e o Comando do 4º Distrito Naval participarão da Operação “VIGIAR ATLANTICO 2011”, empregando meios navais e aeronavais na área marítima compreendida entre o Estado do Amapá e o Estado do Maranhão.

Essa Operação tem o propósito de realizar Patrulha Naval nas Águas Jurisdicionais Brasileiras, implementar ações de presença nessas áreas marítimas e importantes pontos de nossa Amazônia Azul, e incrementar o adestramento em ação de Interdição Marítima.

O Grupo-Tarefa 710.2, responsável pela execução da Operação, será composto pela Fragata Independência (F-44), subordinada ao Comando da Força de Superfície e sediada na Base Naval do Rio de Janeiro; e pelos Navios-Patrulha Bocaina (P-62) e Guanabara (P-48), subordinados ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Norte e sediados na Base Naval de Val-de-Cães.

O Grupo-Tarefa 710.2 contará, ainda, com um helicóptero Super Lynx (AH-11A), orgânico à Fragata Independência.

O Grupo-Tarefa 710.2 será comandado pelo Contra-Almirante Wagner Lopes de Moraes Zamith, Comandante da 2a Divisão da Esquadra (ComDiv-2).

Durante a patrulha da Fragata Independência, em períodos pré-alocados, serão realizados, também, exercícios com os navios: Fragata Edinburgh (D-97) e Navio-Tanque Wave Ruler (A-390) pertencentes a Marinha do Reino Unido, em trânsito pela Área de Operação, visando ao incremento da interoperabilidade com aquela Marinha.

No período destinado à Operação, a Fragata Independência visitará os seguintes portos:
-Natal (RN) – 26 a 29 de Outubro;
-Belém (PA) – 01 a 07 de Novembro;
-Itaqui (MA) – 18 a 21 de Novembro; e
-Fortaleza (CE) – 23 a 27 de Novembro.

Haverá visitação pública nos dia 25 e 26 de novembro na Fragata Independência no período de 14:00h às 16:30h, com entrada pela Estação de Embarque de Passageiros do Porto do Mucuripe.

FONTE: Secom CPCE

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4 Responses to “Operação ‘Vigiar Atlântico 2011′” Subscribe

  1. FCGV 7 de novembro de 2011 at 20:54 #

    Com esse equipamento todo que temos hoje em dia, contra uma marinha mais razoavel, o melhor que podemos fazer é copiar a argentina nas malvinas, depois do afundamento do Gen. Belgrano, abortar todas as operaçoes de superficie e voltar todas as embarcaçoes pro porto!

    1- Que superioridade aerea se garante com F-5 e A-4? Estamos em 2011, nao em 1960!

    2- Que poder de fogo tem nossas embarcações para causar atrito numa marinha razoavel? Harpoon que ja foram até mesmo aposentados da marinha americana? Exocets?

    3- Que defesa anti-misseis tem nossas embarcaçoes? Por exemplo em termos de radar maritimo: ZERO!

    Com as escoltas que temos, alguem arriscaria perder o Sao Paulo?

  2. GUPPY 8 de novembro de 2011 at 16:48 #

    É, caro FCGV. A realidade da esquadra de Pindorama é vergonhosa.

    Pensando bem na sua última pergunta, eu acrescento:

    Com as escoltas que temos, alguém teria coragem de embarcar no São Paulo, para um suspender, numa guerra hoje?

    Abs

  3. FCGV 8 de novembro de 2011 at 20:18 #

    Acho que nem os proprios bombeiros! ;)

  4. Bronco 8 de novembro de 2011 at 20:37 #

    Depende.

    É para combater quem? Uma potência, ou outro vizinho Sul Americano?

    Porque a simulação nos dois casos é improvável.

    E esse é justamente um dos motivos, a improbabilidade de nos envolvermos em um conflito armado, que levou as Forças Armadas à essa situação de penúria.

    Falta visão estratégica tanto ao almirantado, à classe política e mesmo ao povo para entender que não é necessário estar na iminência de um conflito para investir em ciência, tecnologia, armamento e treinamento de ponta.

    Nem mesmo a necessidade do país de atuar de forma presencial no cenário internacional estimula os três atores citados no parágrafo anterior a discutir as forças armadas do país de forma séria e comprometida.

    Por enquanto, nossa amada marinha vai se virando com o que tem.

    E até que faz bonito, tamanha a penúria!

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