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Frota de palitos de fósforo – parte 2

Em 2010 publicamos um post sobre Phillip Waren, um senhor octagenário que passou mais de 60 anos de sua vida criando incríveis miniaturas de navios de guerra feitas de palitos de fósforo e suas caixas de madeira.

Hoje, quase dois anos depois, publicamos  mais imagens de algumas miniaturas feitas por esse artista formidável.

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Salvando Almas

Roger B. Taney

Este post tem como propósito salvar três almas pecadoras.

A primeira está sob influencia maligna do “aviãozinhum”, mais perdido que cego em tiroteio, já a segunda, tem um mau humor dos infernos exigindo que humildes “bunequeiros” e “maqueteiros” saibam o que significam termos como ETA, Dwt, LOA, POB, etc. A terceira e última ovelha desgarrada nesse momento continua com seu projeto de domínio mundial e espera um dia se transformar no Darth Vader do hemisfério sul.

A criança da imagem agrada ou já agradou os três e também o “Débil Mental” que assina.

Zé e os Cara

 

Carro catapultado de porta-aviões

A foto acima andou circulando na Internet com uma legenda dizendo que essa era a nova maneira americana de lidar com terroristas capturados. Mas na verdade é uma foto de um carro (provavelmente um Plymouth Savoy 1963) sendo lançado de uma das catapultas do USS Enterprise em outubro de 1978, como uma brincadeira da tripulação.

Nas fotos abaixo, outro carro é disparado do porta-aviões britânico HMS Victorious, na década de 1960.

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O Reino Unido enviará às ilhas Malvinas nos próximos meses um de seus navios de guerra mais modernos da Royal Navy (Marinha), informou nesta terça-feira o Ministério de Defesa britânico.

Trata-se do destróier “HMS Dauntless”, que nos próximos meses vai partir em direção ao Atlântico Sul e substituirá à fragata britânica “HMS Montrose”, acrescentou o Ministério.

Conforme o Ministério da Defesa, a troca de embarcações já estava programada, mas ocorre em um momento de tensão entre o Reino Unido e a Argentina pela soberania das ilhas.

DECLARAÇÕES

O atrito entre Londres e Buenos Aires começou após declarações do primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron. Em 18 de janeiro, ele chamou a Argentina de “colonialista” por querer ter o controle do arquipélago.

No dia seguinte, o jornal “The Times” informou que Cameron colocará em prática um plano de contingência militar que eleva o efetivo das Forças Armadas no Atlântico Sul. A iniciativa foi tomada devido à agressividade do discurso do governo de Cristina Kirchner.

No dia 8, o premiê britânico afirmou que não negociará sobre a soberania das ilhas e disse que manterá “vigilância” sobre o acordo entre os países do Mercosul para não permitir a entrada de navios do arquipélago.

FONTE: Folha de São Paulo

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No dia 18 de janeiro, o Navio-Tanque Almirante “Gastão Motta” realizou reabastecimentos simultâneos de óleo diesel especial dos navios escoltas da Operação “ASPIRANTEX”. Os reabastecimentos foram realizados com um escolta em cada bordo do Navio-Tanque, utilizando métodos de abastecimentos distintos. Foram reabastecidas as Fragatas “Greenhalgh” e “Niterói” e a Corveta “Barroso”.

No mesmo dia, o Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Sabóia” e a Fragata “Greenhalgh” realizaram o exercício de transferência de carga leve, onde os navios se aproximam, navegando a uma distância de 50 metros, passam cabos e permanecem alinhados realizando a transferência da carga, que pode ser um sobressalente para o navio, algum mantimento ou até uma pessoa.

Os Aspirantes da Escola Naval embarcados nos navios da Operação tiveram a oportunidade de acompanhar essas fainas marinheiras. Tais exercícios visam, além do reabastecimento e transferência de material no mar, manter os militares das estações adestrados.

Canhões de ‘Fletcher’ às margens do Tamanduateí

Em pleno centro de São Paulo, surge  em meio às árvores do Parque D. Pedro II os contornos de uma torreta de canhão de cinco polegadas. Seria um velho contratorpedeiro da Marinha do Brasil, que emergiu do fundo do mar depois de ser afundado como alvo e deu um jeito de chegar ao poluído rio Tamanduateí?

Não, a cena não é tão dramática assim, mas vale a visita do mesmo jeito. Trata-se de dois exemplares de reparos de canhões que equipavam os saudosos contratorpedeiros classe “Fletcher” (ou classe “P”, também conhecida como os “bico fino”) de origem norte-americana que a Marinha operou a partir do final da década de 1950. Um reparo singelo de canhão de 5 polegadas dupla função (127 mm, de emprego antisuperfície e antiaéreo) faz companhia a um reparo quádruplo antiaéreo de 40mm no pátio externo do espaço cultural “Catavento”, que ocupa o prédio do antigo “Palácio das Indústrias”, construído nos anos 1920 (e que já abrigou a prefeitura de São Paulo, antes do Catavento, inaugurado em 2009). A torre do edifício é vista ao fundo, na foto abaixo.

Retiradas de unidades desativadas da classe (seis dos sete “Fletchers” da MB usavam ambos os tipos de reparos, a exceção foi o “Pernambuco“, que tinha canhões antiaéreos de 76mm), as peças ficaram muito tempo no acervo do “Museu de Tecnologia de S. Paulo”, no Butantã, onde a visita era mais complicada do que o local onde estão hoje. Mas agora estão bem fáceis de se ver, assim como outras atrações interessantes para crianças, adolescentes e mesmo entusiastas. Saiba mais sobre outras atrações do local em matéria do Poder Aéreo, clicando aqui.

VEJA TAMBÉM:

Esquadrão HU-3 completa 18 anos

O 3º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-3), Esquadrão Tucano, foi criado pela Portaria Ministerial nº 0054 de 31 de janeiro de 1994 e ativado no dia 14 de abril do mesmo ano, tendo suas origens no Destacamento Aéreo Embarcado da Flotilha do Amazonas (DAE-FlotAM), criado em 1979 na cidade de Manaus, Amazonas.

No início de suas atividades, o Esquadrão Tucano utilizava helicópteros Bell 206 Jet Ranger II (UH-6), de fabricação norte americana, e atualmente utiliza o Helibrás Esquilo (UH-12).

O Esquadrão Tucano apóia prioritariamente os navios da Flotilha do Amazonas, participando de operações ribeirinhas e patrulhas fluviais, realizando missões de busca e salvamento (SAR), esclarecimento visual, transporte de tropa, evacuação aeromédica (EVAM), ligação e observação, apoio logístico, apoio às operações especiais, reconhecimento armado e ataque aéreo.

Seu atual comandante é o CC Mauricio da Costa Joia Dias.

“Sobre rio, selva e mar … Tucano!”

 

 

 

O submarino atômico Nerpa, construído na usina de construção naval de Amur e entregue nas condições de leasing à Marinha da Índia para 10 anos, terá deixado a costa russa em 10 de fevereiro.

Antes deste momento o submarino ficará no território da usina de equipamento naval Vostok em Bolshoi Kamen, perto de Vladivostok, e será preparado para a partida.

Conforme os dados do centro de imprensa, o submarino será dirigido pela tripulação indiana, que tinha tido um curso de estudos no centro de estudos perto de São Petersburgo. Os especialistas militares russos vão ajudá-los a conduzir o Nerpa até ao local do novo serviço. A usina também está prestes a fornecer ajuda consultiva.

FONTE: Voz da Rússia

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Eduardo Bresciani

 

A batalha dos royalties de petróleo voltará à cena junto com a retomada dos trabalhos do Congresso Nacional. Deputados dos Estados não produtores preparam uma nova ofensiva para atropelar o governo e acelerar a votação de uma nova forma de divisão do dinheiro obtido com a cobrança da compensação financeira.

Um grupo de parlamentares já está coletando assinaturas dos colegas para pedir urgência na votação da proposta de divisão do dinheiro que foi aprovada pelos senadores em outubro do ano passado.

Apesar da proposta não agradar a todos os representantes dos Estados não produtores, a ideia é jogar diretamente para o plenário a discussão, evitando que o tema seja discutido numa comissão especial, como quer o governo.

Os parlamentares do Rio de Janeiro e Espírito Santo – os maiores produtores de petróleo do País – esperam adiar a votação do tema o máximo possível. Para isso, contam com uma pauta de discussões repleta de assuntos na volta dos trabalhos na quinta-feira.

A proposta aprovada pelos senadores é menos lesiva aos Estados produtores do que a fórmula aprovada em 2010, batizada de Emenda Ibsen Pinheiro, que foi vetada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em vez de fazer o rateio do dinheiro usando os critérios dos fundos de participação de Estados (FPE) e municípios (FPM), foi criada uma reserva específica para amenizar as perdas do Rio e do Espírito Santo. Parte disso é garantido pela União, que aceitou reduzir sua fatia no bolo. Fluminenses e capixabas, porém, não aceitam a ideia e apontam erro nos cálculos de expectativa de produção.

Maioria. Envolvido na articulação, o deputado Julio Cesar (PSD-PI) afirma já ter alcançado as assinaturas necessárias para pedir a urgência. É preciso o apoio de 257 deputados, a maioria absoluta da Casa.

“Estimo que já tenhamos o número. Nós começamos esse movimento já no ano passado e agora é só esperar a próxima semana para fazer o protocolo”, disse o parlamentar.

A iniciativa visa inviabilizar a comissão especial criada pelo presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), no final do ano passado. Para estes deputados, a demora em definir o assunto joga a favor dos Estados produtores.

“Não acreditamos nessa tal comissão. Existe uma injustiça gritante contra a imensa maioria dos Estados que precisa ser corrigida imediatamente”, diz o deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), presidente da Frente Parlamentar pela Distribuição dos Royalties.

Os deputados também apostam na pressão dos prefeitos para acelerar a votação.

FONTE: Estado de São Paulo, via MB

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Poder Aéreo com problemas

Estamos com um problema de lentidão no servidor do site Poder Aéreo. Já pedimos ajuda ao suporte do provedor americano. Amanhã o site deve voltar ao normal.

 

Aspirantes voam no Esquadrão HU-2

No dia 10 de janeiro, durante o estágio de verão, os Aspirantes da Escola Naval, Walney e Ramos, participaram do voo de adestramento do 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2).

Os mesmos estão vivenciando o dia a dia do Aviador Naval, participando de briefings e debriefings dos voos, conhecendo os Departamentos e cumprindo a rotina da OM.

O voo foi realizado na aeronave UH-15 Super Cougar N-7101.

Passagem de Comando do Esquadrão HU-4

No dia 11 de janeiro, em cerimônia realizada no hangar do 4º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-4), presidida pelo Comandante do 6º Distrito Naval, Contra-Almirante Márcio Ferreira de Mello, o CC Charles do Carmo Carvalho passou o Comando do Esquadrão ao CC (FN) Marcelo Fortunato Heringer Rosa.

Durante a solenidade, o ex-comandante proferiu palavras de agradecimento e externou o sentimento de dever cumprido.

Já o Comandante nomeado, expressou o seu orgulho ao assumir o EsqdHU-4, e o seu compromisso de cumprir a tarefa que lhe foi atribuída, qual seja, de transferir três aeronaves IH-6B Bell Jet Ranger III para o 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (HI-1), bem como receber e preparar a tripulação para operar com as três aeronaves UH-12 (Esquilo) oriundas do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1).

‘Desafio Poder Naval’ 21

Identifique o navio da foto.

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Na foto acima, um bombardeiro Tupolev Tu-95RTS Bear soviético operando a partir de uma base no Vietnã. Abaixo, algumas fotos feitas por esse tipo de aeronave russa durante os anos 1970 e 1980.

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Estrago no convoo

Quando o convés de voo de um porta-aviões ainda não era em ângulo como os atuais, esse tipo de acidente podia causar um grande estrago no grupo aéreo embarcado. Nas imagens, um bombardeiro AJ Savage com problemas no sistema hidráulico tenta fazer um pouso com barreira no porta-aviões USS Coral Sea em 1956.

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Tracker pega fogo

Nas fotos dramáticas, um avião antissubmarino TS-2A Tracker do esquadrão de treinamento VT-27 pega fogo no motor esquerdo logo após a decolagem em 2 de novembro de 1964, do USS Essex (CVS 9). Segundo um comentarista, o piloto fez um pouso de emergência no mar e os tripulantes foram salvos.

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Brasília, 26/01/2012 — A incorporação da fragata F-45 União, enviada em 6 de outubro de 2011 pela Marinha do Brasil, ampliou a capacidade operacional da Força-Tarefa Marítima (FTM) que integra a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil). O total de navios encaminhados para inspeção subiu 94,86% desde a chegada do navio brasileiro ao teatro de operações.

As principais missões da fragata União são evitar o contrabando de armas e oferecer condições de treinamento para a Marinha do Líbano.

Segundo o procedimento adotado pela ONU, cabe à FTM detectar e interrogar os navios que se aproximam da costa libanesa. As embarcações suspeitas são acompanhadas até um porto para serem examinadas pela força naval daquele país.
A chegada do navio brasileiro também permitiu a ampliação do número de cascos em operação diária, que saltou de 2,5 para 3,7. Por seu maior porte, a União, capitânia da força, pode permanecer em operação mesmo em condições adversas de tempo e de mar, normais durante o inverno no Mediterrâneo Oriental, que obrigam os navios menores a buscar abrigo.

Graças aos sensores da fragata brasileira, o número de detecções de violações ao espaço aéreo libanês também aumentou. O navio está equipado com uma aeronave AH-11A Super Lynx, um Grupo de Mergulhadores de Combate (GruMeC) e um Destacamento de Fuzileiros Navais.

Participam da MTF nove navios cedidos por seis países – Alemanha, Bangladesh, Brasil, Grécia, Indonésia e Turquia. Desde o início de suas operações, em 15 de outubro de 2006, a MTF abordou cerca de 36 mil navios. Desse total, 900 embarcações suspeitas foram encaminhadas às autoridades libanesas para investigações ou inspeções mais detalhadas.

Cerimônia de incorporação

Em reconhecimento à participação brasileira, a capa da edição de dezembro da revista Litani, publicada pela própria Unifil, traz uma imagem da fragata F-45 União, com sua tripulação formada no convés. O registro foi realizado durante a cerimônia de incorporação da unidade à Força-Tarefa Marítima, realizada no porto de Beirute em 14 de novembro último.

Presidido pelo comandante da FTM, contra-almirante Luiz Henrique Caroli, o evento contou com a presença do embaixador do Brasil em Beirute, Paulo Roberto Campos Tarrisse da Fontoura, acompanhado de diplomatas e funcionários da Embaixada do Brasil.

A Litani é uma publicação mensal de fotos e pequenos artigos que tem como propósito divulgar as atividades e eventos realizados pelos contingentes dos 35 países que compõem os destacamentos terrestre e marítimo da Unifil. O rio Litani, localizado junto à fronteira com Israel, deu nome à revista, editada para o público interno da missão.

Modificações

Antes de partir, a fragata recebeu algumas modificações para se adequar às novas funções. Para comandar a força-tarefa, ela recebeu dois sistemas de comunicação de dados, um operando na Banda X e outro na Banda Ku, e dois sistemas de comunicação por satélite.

Uma lancha inflável de casco rígido substituiu a baleeira de bombordo, para permitir a abordagem de navios suspeitos.

Quatro metralhadoras de calibre 12,7 mm foram distribuídas nos bordos para complementar o armamento da fragata, formado por um canhão de 4,5 polegadas, dois canhões antiaéreos de 40 mm, mísseis antinavio e antiaéreos.

Arma não-letal

Nas asas do passadiço foi instalado, em cada bordo, um tripé fixo para sustentar um sistema LRAD (Long Range Acoustic Device – Aparelho Acustico de Longo Alcance). Esta é uma arma não-letal constituída de autofalante direcional de grande potência.

O sistema pode ser usado de duas maneiras distintas: para mandar mensagens audíveis para pessoas localizadas até 3 mil metros de distância e que, por alguma razão, não respondam aos contatos por rádio; ou para causar desconforto por meio de fortes ondas sonoras dirigidas a tripulantes de embarcações que se aproximem da União sem autorização.

Ministério da Defesa
Assessoria de Comunicação Social 

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ITAJAÍ – O Porto de Itajaí e o píer turístico abrem as portas neste fim de semana para a apresentação de navios de guerra da Marinha. O navio de desembarque de carros de combate Almirante Saboia, a Fragata Greenhalgh e a Corveta Barroso ficarão abertos à visitação pública sábado e domingo, das 14h às 18h.

O Almirante Saboia estará atracado no Píer Turístico de Itajaí. A Fragata Greenhalgh e a Corveta Barroso estarão atracadas no berço nº 4 do Porto de Itajaí, com acesso pelo Portão 2.

A atracação dos navios faz parte da programação da Operação Aspirantex-12, que ocorre de 13 de janeiro a 1º de fevereiro, na área marítima entre o Rio de Janeiro e a cidade de Mar Del Plata, na Argentina. A ação inclui exercícios no mar de caráter estritamente militar, com ações de ataque, antissubmarino, esclarecimento e apoio logístico móvel. Também serão conduzidas atividades de patrulha naval nas proximidades da Bacia Petrolífera de Santos.

FONTE: Jornal de Santa Catarina

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