Um míssil anti-navio Brahmos foi disparado da fragata indiana INS Ranvir durante o exercício Tropex-2012. A imagem acima mostra o momento do disparo. O Brahmos é um míssil anti-navio supersônico desenvolvido em conjunto pela Índia e Rússia. O míssil pode ser disparado verticalmente, como na foto acima, ou de containers.
8 de fevereiro de 2012,
em Sistemas de Combate,
por G-LOC
9 Comentários to “Disparo do Brahmos na Tropex-2012”
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A MB teria uma capacidade dissuasória incrível (tm Brigadeiro Saito) se participasse desse projeto com as marinhas amigas dos BRICs.
Poderíamos dizer que esse é “o cara” dos mísseis sup-sup.
Seria uma arma para colocar a MB num patamar jamais sonhado.
Ué pq raios a MB tem que entrar nesse projeto???
E a tecnologia do X-14???
Se não serve, já corta a verba e aplica em algo que tenha serventia e dê retorno $$$!!!
Não sabia que o projeto do X-14 ia ter aplicação militar isso e novidade acho que nem mesmo os projetistas sabem, então estamos esperando o que pra terminar logo e criar uma variação pra ser lançado de nossos navios, a pergunta é tão esperando o que.
Realmente não sabia mesmo.
O X-14 é um demonstrador e não tem nada a ver com a Marinha.
Nelson Lima, seus devaneios, digo, comentários, estão cada vez mais engraçados! Caso o senhor não saiba, este míssil é propelido por um turbojato, aspirado a ar. Mais útil seria o senhor fazer um show de stand-up comedy!
Almeidão,
O Brahmos é propulsado no vôo de cruzeiro por um ramjet de combustível líquido associado a um motor foguete integrado para o lançamento.
Só de curiosidade, o compartimento do combustível sólido do motor foguete, após a total queima do mesmo, vira a câmara de combustão do ramjet, onde é injetado o combustível líquido (querosene), daí o sistema ser conhecido como “integrated rocket/ramjet”.
Caramba!
Nós não pedemos nem sonhar um pouco com um sistema desse na MB que aparece sempre alguém jogando pedras na nossa cabeça, criticando, malhando…
Meus Deus.
À rigor a única vantagem da velocidade supersônica é reduzir as chances de um contra-ataque do navio alvo. Ou seja, o navio alvo teria menos tempo para, no caso de detectar o lançamento de um míssil supersônico “endereçado” a ele, lançar também um míssil “atire e esqueça” contra o navio agressor.
Um míssil subsônico tem mais alcance, voa mais baixo, é mais furtivo, permite uma carga maior e é mais manobrável.
Em geral, um míssil subsônico é menor e mais leve que um supersônico, embora leve mais carga e mais longe com um custo menor.
Fato é que um míssil como o Brahmos, que voa a Mach 3 mas que precisa estar a mais de 10.000 metros de altitude (Mach 1.5 ao nível do mar mas aí seu alcance cai de 300 para 120 km e a assinatura IR aumenta várias vezes) não é um alvo mais difícil que um que voa subsônico, mas ao nível do mar de forma discreta.
Vamos ver o que vai dar no programa americano LRASM, em que os dois conceitos estão sendo colocados á prova.
Agora, assim como o Jacubão, eu gostaria de ver o Brahmos (ou o SS-N-26) nas forças armadas brasileiras, de preferência armando alguns Su-34.