Nas fotos, o destróier britânico HMS Liverpool escolta o navio-aeródromo russo Admiral Kuznetsov e a fragata Admiral Chabanenko enquanto estes passavam por águas territoriais britânicas.

O destróier Type 42 estava como atuando como “Fleet Ready Escort” enquanto se prepara para o descomissionamento na Primavera, quando atingirá a marca de 30 anos de carreira.

FOTO: MoD/Simmo Simpson

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Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

9 Comentários para “HMS Liverpool escolta navio-aeródromo russo Admiral Kuznetsov”

  1. marciomacedo 9 de fevereiro de 2012 at 9:17 #

    Li, na Isto é, no ano passado, que esses navios podem vir para c/a.

  2. daltonl 9 de fevereiro de 2012 at 9:23 #

    O Kuznetsov está retornando após pouco mais de 2 meses no mar, e como os próprios russos haviam declarado,antes dele deixar a base, a ida dele ao Mediterraneo não se deveu aos problemas na Siria.

    Como as noticias vindas de lá, mudam muito, ainda não é possivel saber com certeza se o Kuznetsov irá passar por extensas modernizações a serem iniciadas este ano e que durarão 5 anos conforme anunciado
    em 2010.

    Interessante que toda vez que os russos enviam destroyers para aguas distantes, incluindo aí, Somália, é sempre um “Udaloy”, como o “Chabanenko” e raramente ouve-se falar dos mais novos Sovrmennyy,
    o que talvez se deva ao sistema de propulsão destes que justamente por exigirem mais manutenção e gastos os deixe mais nos portos ou em
    águas próximas.

  3. giordani1974 9 de fevereiro de 2012 at 12:33 #

    E o golfinho? É a escolta do Liverpool? Rsrsrssrssss…

  4. Comandante Supremo 9 de fevereiro de 2012 at 13:44 #

    Isso que eu ia dizer o Golfinho foi escoltar também kkkkkkkkkkkkkkk

  5. ci_pin_ha 9 de fevereiro de 2012 at 13:58 #

    A desvantagem desses navios para o Brasil, é que seus mísseis não estão mais em produção, sendo que eles poderiam ser substituídos pelo Standard SM2, mas envolveria a troca de muitos componentes (sistema de alimentação, carregamento, sistemas de controle de tiro) o que poderia torná-los inviáveis. Se não fosse por isso, poderiam fazer a escolta do São Paulo.

  6. ci_pin_ha 9 de fevereiro de 2012 at 14:00 #

    Estava falando do Type 42.

  7. marciomacedo 9 de fevereiro de 2012 at 20:39 #

    Parece-me que a versão do Sea Dart em uso foi bastante modernizada, com um alcance muito além dos 40 km originais. Talvez os T- 42 fossem interessantes para a MB criar dputrina de defesa de área. O que poderia ser uma opção, as Perry, perderam os lançadores de Standard SM-1.

  8. ci_pin_ha 9 de fevereiro de 2012 at 22:15 #

    Marciomacedo
    Mesmo com a modernização realizada no Sea Dart, eles estarão saindo de serviço em 2016-2017.

  9. Requena 10 de fevereiro de 2012 at 12:55 #

    O Kuznetsov solta mais fumaça do que o “Opalão”.

    Agora os críticos do São Paulo vão começar a falar mal do Kuznetsov também, só pra não caírem em contradição… 😀

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