• Primeiro bloco de produção da Type 054 (054A) = 24 unidades até o  final de 2013
  • Primeiro bloco de produção da Type 056 (056A)= 50 unidades até o final de 2017
  • Primeiro bloco de produção da Type 052C (052C+)= 6 unidades até o final de 2013
  • Primeiro bloco de Type 052D (052D+) – DDG de 10.000t = 8 unidades até o final de 2015

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

15 Responses to “O ritmo impressionante da construção naval chinesa” Subscribe

  1. Black Hawk 24 de maio de 2012 at 19:22 #

    cacilds!!!
    to loco meu!!!
    isso da mais de 5 navios por ano!!
    que que isso!!!
    isso que e industria!!
    pena nao
    sermos tao ageis assim!!

  2. Ricardo Cascaldi 24 de maio de 2012 at 23:45 #

    Interessante notar que o armamento da coverta Type 056A é bem parecido com o que o Jacubão e o Bosco filosofaram naquele desenho do Jacubão de uma “Barroso Improved”.

    O que será que falta para o Brasil fazer míseras covertas com ao menos alguma característica stealth e o mínimo de qualidade? Deixa tudo reto, compra o armamento e sistemas lá fora e sei la….

    Deixar o projeto da classe Barroso morrer dessa forma dá nojo.Precisamos de uma “Embraer naval” urgente.

    campanha:

    BARROSO BLOCK-2 IMPROVED JÁ!

  3. daltonl 25 de maio de 2012 at 10:36 #

    Ricardo…

    o que falta é dinheiro. Se estamos no caminho certo não sei, mas até agora as forças armadas não viram a cor dele.

    Veja o caso da Barroso V-34:

    Teve sua quilha batida em 21/12/1994 e foi lançada em 20/12/2002, um tempo muito longo de 8 anos, mas o pior estava por vir…pois ela só foi incorporada em 19/08/2008 para se considerada operacional em 2009!

    Foi construida aos poucos, pois a verba parece que só dava para fazer uma parte cada ano e infelizmente virou piada aqui e fora daqui também!

    Apenas para ilustrar…O USS Ronald Reagan, um NAe nuclear de 100.000 toneladas teve sua quilha batida em fevereiro de 1998, pouco mais de 3 anos depois do batimento da quilha da Barroso e foi considerado totalmente operacional em meados de 2005 !

    A Barroso desloca quando muito 2.300 toneladas!

    Se as fragatas da classe Niteroi deslocando quase 4.000 toneladas já são consideradas “pequenas”hoje em dia, uma Barroso mesmo que melhorada e aumentada não irá ser de muita valia, ao menos não no momento, pois justamente são os grandes combatentes de superficie, 9 fragatas, que precisam de substituição.

    Então que o Brasil opte de uma vez por uma fragata de 6.000 toneladas
    e construa aqui como fará com os submarinos.

    abraços

  4. ci_pin_ha 26 de maio de 2012 at 21:03 #

    Não acho que podemos medir um navio pela sua tonelagem de deslocamento, acredito que isso é comprovado pelas:
    Hudong Zhonghua Shipyard Type 054A Jiangkai II
    Baltiysky Zavod Classe Talwar

  5. daltonl 26 de maio de 2012 at 21:59 #

    Duas mil ou mais toneladas fazem a diferença quando se quer melhores sensores, melhores armas e 2 helicopteros.

    Não fosse isso, os chineses não estariam construindo navios com mais de seis mil toneladas para complementar seus combatentes “menores” !

    Não é que navios do tamanho da Barroso não tenham lugar aqui, e sim que precisamos substituir justamente os navios maiores primeiro.

    Se continuarmos na faixa de 4000 toneladas para nossos principais combatentes de superficie, estaremos nos condenando a uma limitação que outras marinhas já se livraram.

  6. Moriah 27 de maio de 2012 at 14:00 #

    quero ver quando começarem a exportar essas fragatas com preços bem abaixo do mercado… mas 88 navios até 2018 é um claro desafio ao poder norte-americano na área…

  7. Mauricio R. 27 de maio de 2012 at 15:02 #

    “Precisamos de uma “Embraer naval” urgente.”

    Já temos, se chama EAS.
    É igualzinho a Embraer original, a FAB necessitando de um caça e os caras empurrando, goela abaixo, um transportador de tropa.
    Que é o que eles lá sabem fazer, c/ a tecnologia que tem.
    Somente que neste caso, a “vítima” foi a Petrobrás.
    No mais acho essa necessidade por escoltas de 6000 ton, algo mto mal explicado.
    Somente pq aquelas fragatas multífuncionais francesas tem esse mesmo deslocamento, então se a MB não as tiver; nossa será o fim do mundo.
    Independente do calendário maia vigente.
    Temos é que ter navios adequados as nossas possibilidades, de equipa-los, opera-los e mante-los e não ficarmos projetando tendências européias sobre nossas necessidades.

  8. daltonl 27 de maio de 2012 at 15:34 #

    certo…

    então vamos limitar nossos grandes combatentes de superficie a um deslocamente máximo de 4000 toneladas com os tradicionais misseis antinavios, defesa AA de ponto, helicoptero leve, radares “meia boca” e com pouca ou nenhuma margem de crescimento pelo periodo de 40 anos que ficarão em serviço.

    E olhem que não estou falando em um Arleigh Burke de 9000 toneladas
    apenas gostaria de ver a MB com um navio 40/50 % maior do que os que temos hoje ! Qual o problema ! Estes navios terão até uma tripulação menor justamente por serem mais automatizados o que ao longo da vida útil será uma economia.

    E não são apenas os franceses e demais europeus que querem navios
    nesta faixa de deslocamento não ! Tem muita gente boa na MB com os pés no chão que consideram que navios maiores são necessários.

    Quanto a construção chinesa é realmente impressionante e muitos destes irão substituir navios antigos que precisam urgente de substituição.

    Mas os EUA não estão exatamente de braços cruzados, tem muita coisa impressionante em construção lá no momento.

  9. Mauricio R. 27 de maio de 2012 at 18:19 #

    Entre as 9000 ton dos AB e as somente 6000 das FREMM/FREDA, fico c/ os primeiros.
    Exceto pelo AMDR, nos AB cabe tdo aquilo que cabe nos europeus e ainda sobra espaço p/ mais.
    Ocorre que a nossa realidade orçamentária, não comporta nenhum destes.
    Se não dá p/ pagar, tb não dá p/ ter, a redução do tamanho da tripulação viz-á-viz o custo da automação, não barateia tanto assim a manutenção e a operção da belonave.
    Qnto a margem p/ crescimento, estou curioso p/ ver algo sério a respeito.
    De projeto, as FFG-7 teriam 39 ton p/ “crescimento”, ocorre que enfiaram 500 ton nos navios, qndo lhes acrescentaram os LAMPS III.
    Uma diferença expressiva.

  10. daltonl 27 de maio de 2012 at 21:08 #

    Mauricio…

    se vamos ter um SSN que deslocará submerso mais do que nossas fragatas atuais, coisa que pouquissim os paises possuem, porque não podemos ter reles fragatas de 6000 toneladas, um meio termo entre um Arleigh Burke e nossas T-22s…sim , porque as T-22s batch 3 eram quase 1000 toneladas maiores !

    O Marrocos poderá ter uma e nós não ?

    A lista de paises com navios de 6000 toneladas , pouco mais pouco menos é enorme !

    Quanto a tripulação, se os navios modernos podem economizar um minimo de 50 tripulantes, pense na economia na hora de pagar o soldo todo mês durante 40 anos ? Ao menos, as demais marinhas estão buscando justamente aumentar a automação e diminuir a tripulação.

    Navios modernos são construidos também com maiores facilidades de manutenção e consequente redução nas despesas.

    Quanto as “Perrys”, surpreenderam, mas também deram dor de cabeça devido a rachaduras por exemplo, ainda tenho revistas pré-internet que citam tais problemas…além do mais, as da US Navy tiveram seus lançadores de misseis removidos e estão sendo retiradas com 30 anos em média…algumas até menos.

    As australianas foram modernizadas, a um custo altissimo e 2 das seis foram precocemente retiradas para ajudar a pagar pela modernização das outras 4, e também serão retiradas com cerca de 30 anos e não com os tradicionais 40 anos daqui !

    Não sou ufanista nem muito otimista, mas espero que suas predições estejam erradas.

    abraços

  11. Alexandre 27 de maio de 2012 at 22:03 #

    “então vamos limitar nossos grandes combatentes de superficie a um deslocamente máximo de 4000 toneladas com os tradicionais misseis antinavios, defesa AA de ponto, helicoptero leve, radares “meia boca” e com pouca ou nenhuma margem de crescimento…”

    Dalton, compreendo o seu ponto de vista, também gostaria que a MB, assim como as demais forças, tivessem o que há de melhor e mais sofisticado em matéria de meios. Adoraria vê-la receber uns LHD, LPD, CV, DDG, FFG, SSK, SSN e tudo mais que merecidamente deveria ter, mas devemos ter os pés no chão e a cabeça no mundo real. Por isso permita-me algumas considerações sobre o seu comentário.

    Primeiro, grandes combatentes de superfície para que? Lutar contra o Uncle Sam, The Queen??? Um único CVN americano com algumas escoltas AB e uns SSN são mais que suficientes para destroçar nossas forças em poucas horas.

    Segundo, “tradicionais” mísseis antinavio? Onde o Brasil conseguiria mísseis antinavio “não tradicionais”? Certo é que os EUA não vendem e não venderão armamentos mais sofisticados ou de última geração ao Brasil, pois não figuramos na listinha de aliados VIP deles, tais como membros da OTAN, Japão, Coréia e Austrália. Sob este prisma, muito pelo contrário, o Brasil com seus arroubos de new potência terceiro mundista e diplomacia sul-sul está mais para pedra no sapato ou unha encravada do que para aliado confiável. Lembre-se das posições adotadas pelo Brasil no golpe em Honduras, no patrocínio daquele acordo ridículo, junto com a Turquia, com o Irã e, mais recentemente, no terremoto no Haiti, onde se quer um navio conseguiu mandar para lá, indo de CARONA no CVL dos italianos e tentando, por meio de chiliques e frases de efeito prolixas, competir com a liderança de Washington.

    Terceiro, helicóptero leve? Por acaso alguém acredita que os EUA venderiam o seu último modelo de máquina para nós? É nonsense pensar que eles nos oferecerão a nova versão naval do Osprey em desenvolvimento. Sem falar no mai$, mai$ importante, que o Brasil não tem.

    Quarto, “radares meia boca”? Os yankees não nos fornecerão nada que já não seja de uso relativamente comum no mundo. Ah, há a França, aquela superpotência galáctica de um, isso mesmo, um único NAe que, se bobear, tem ou dá mais problemas que o nosso “eixo torto”. Num quesito ela supera comprovadamente a todos os concorrentes… é a melhor em propiciar NHAC NHAC NHAC aos $eu$ cliente$. Tudo francê$.

    Negar uso do mar não necessariamente passa pelas tais escoltas de 6000t. Temos o caso do SSK sueco (Gotland, se não me engano) que deu um show de furtividade num CVN e respectivas escoltas em exercícios realizados no Havaí. Inclusive, já há alguns teóricos do Pentágono sustentando que se deveria investir na construção de uma frota de SSK, pois além de mais furtiva é bem mais em conta.

    O grande desafio para o Brasil é vigiar, garantir e proteger seus interesses/direitos na Amazônia Azul e isso passa, necessariamente, pela aquisição de, no mínimo, uma dezena de OPV´s de 1500 ton. e a mesma quantidade de SSK pequenos, baratos e furtivos. Afinal, temos mais de 9 mil km de costas desguarnecidas e quase 5 milhões de Km2 de ZEE desprotegidos e próximos ao semi-abandono. Tendo em vista nossas limitações financeiras e tecnológicas, creio que a Suécia poderia vir a ser a nossa parceira ideal, pois além da tecnologia relativamente avançada, seus produtos são economicamente mais acessíveis. Lamentavelmente, Brasília prefere caviar e Perignon, tudo Francê$, é lógico.

    Quanto à ameaça chinesa… isso mesmo! Eles não estão investindo dessa forma ensandecida à toa, muito menos para ficar com tudo isso atracado em seus portos. Creio que não representará muito perigo ao Brasil pelas próximas décadas, pois estaremos sobre o guarda-chuva da 4ª Frota, reativada devido a tal cenário.

    Sds.

  12. Mauricio R. 28 de maio de 2012 at 9:49 #

    O design de nosso SSN atenderá a aquelas necessidades observadas pela MB, desde que esta tenha a verba necessária p/ construí-lo, equipa-lo, tripula-lo, mante-lo e opera-lo.
    Não há nenhuma relação de interdependência, entre as características do design do SSN, seu deslocamento e as características de nossas escoltas.
    Qnto ao Marrocos vir a ter alguma escolta na mítica faixa das 6000 ton, o problema não é nosso, mas das autoridades e dos contribuintes marroquinos.
    Idem qnto as demais nações, que já possuem ou pretendem adquirir, escoltas na mítica faixa das 6000 ton.
    Cada um sabe aonde o calo lhe aperta o pé.
    Automação é uma beleza, mas emprega-la, vai mto além de por exemplo, economizar o soldo de 50 tripulantes durante 40 anos.
    Qnto mais sofisticada, mais caro é mante-la.
    Mais caro ainda é formar o pessoal habilitado em mante-la.
    E é mto mais caro ainda, manter esse pessoal caro e demorado de ser formado, na carreira militar, longe das tentações de melhores remunerações da iniciativa privada.

  13. daltonl 28 de maio de 2012 at 11:49 #

    Alexandre…

    “Grande combatente de superficie” é um termo que pessoalmente gosto de usar…não há nada de grandioso nisso. Nossos atuais “grandes” são as 9 fragatas que dispomos e que deverão ser substituidas por navios no minimo do mesmo tamanho, mas preferencialmente uns 40% maiores, o que resulta nas cerca de 6000 toneladas.

    Acho que estão supervalorizando demais estas “6000″ toneladas…já estive em Arleigh Burkes e Ticonderogas e estes sim são navios grandes !

    Lembre-se que nos anos 70, estavamos acostumados com cts de 3000 toneladas com tripulações de 300 homens com um helicoptero pequeno “Wasp” que nem sempre consegui pousar nos ditos cujos.

    Passamos então a operar com fragatas, na época o que havia de melhor
    com tripulações de 200 homens e um helicopetro decente, o Lynx…
    porque não podemos ter este salto qualitativo novamente ?

    Não iremos entrar em guerra…mas…no momento temos 3 fragatas no exterior, uma que foi treinar com o “Ike” e outras duas que estão no Libano…não dá para enviar “Inhaumas e Barrosos” não é ?

    Quando citei helicoptero leve, estava pensando em um navio com capacidade para 2 “Hawks” a bordo…e é justamente este helicopetro “médio” que estamos recebendo dos EUA!!!

    A FREMM já é uma realidade…até porque os navios franceses atuais precisam ser substituidos, antes mesmo que as T-23s britanicas, mas
    se o produto francês é ruim, então achemos outro no mercado nesta faixa de tamanho e que possamos construir por aqui.

    Uma marinha não se faz da noite para o dia…estou pensando mais lá para frente e nem estou imaginando que fecharemos o Atlantico e outras bobagens ufanistas…apenas que precisamos de alguns poucos navios “grandes” para substituir os atuais.

    abraços

  14. daltonl 28 de maio de 2012 at 12:12 #

    Mauricio…

    o menor SSN já construido até hoje se não me falha a memória foi o classe Rubis frances que desloca submerso algo na faixa de 2800 toneladas…e os franceses não querem mais saber de submarinos tão compactos, portanto estão a construir SSNs que deslocam mais de 5000 toneladas submersos.

    Meu “cálculo” e também pelo que li é que teremos um meio termo, algo na faixa das 4000 toneladas submerso, um “Nautilus” da década de 50!

    Com certeza não há nenhuma interdependencia entre o deslocamento de nossas unidades de superficie, apenas fiz uma comparação ilustrando que este futuro SSN não será um “barco” tão pequeno.

    Se este SSN é necessário e se realmente existirá, é outra estória, mas
    por enquanto há mais pistas de que sairá.

    Quanto a tripulação dos navios de superficie, soldo é apenas uma parte da despesa, há outros beneficios sem falar que um navio com menos tripulantes necessita menos provisões.

    Se podemos reduzir 50 tripulantes em 5 navios, são 250 a menos na folha de pagamento da marinha, fora outras economias e é o que está sendo feito no exterior justamente para diminuir despesas, não sei porque aqui seria diferente !

    abraços

  15. daltonl 28 de maio de 2012 at 12:30 #

    Alexandre…

    quanto a reativação da IV frota, deveu-se unicamente para “desafogar” a que era conhecida na época como II Frota. Não foi para intimidar o Brasil como muitos continuam pensando…não é o seu caso, mas também
    não tinha a China como alvo.

    Antes da reativação, os EUA já haviam decidido que 60% da US navy ficará no Pacifico, e será de lá que a China será “combatida”.

    Os chineses estão construindo muitos navios, mas a maioria é para uso nas aguas locais e mesmo os grandes navios terão suas mãos cheias, não apenas pela concentração americana, mas também por vários outros países no minimo suspeitosos das atividades chinesas na região como India e Japão.

    Os chineses estarão muito ocupados por lá, mantendo suas linhas de navegação abertas no Indico e no Pacifico além de mostrar a bandeira
    nestes dois oceanos também.

    abraços

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