Ontem à tarde, chegando ao Rio de Janeiro, a aeronave em que voava “furou” a camada de nuvens, que despejava chuva sobre o Rio de Janeiro, na altura do aeroporto do Galeão. Voando bem baixo, dirigiu-se sobre a Guanabara para o pouso no Santos Dumont. No curto trajeto, foi possível fotografar rapidamente e de longe a Base Naval do Rio de Janeiro, na Ilha de Mocanguê.

Num “instantâneo” dos navios na base às vésperas da data magna da Marinha, 0 11 de junho, pode-se identificar algumas unidades atracadas: a corveta Barroso (V 34), o navio-escola Brasil (U 27), o navio-tanque Almirante Gastão Motta (G 23), o navio de desembarque de carros de combate Garcia d Ávila (G 28) adquirido usado junto à Inglaterra e, mais ao fundo, o ex-contratorpedeiro Pernambuco (D 30) da classe Pará (ex-classe Garcia da Marinha dos EUA) desativados.

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QUEM É Fernando "Nunão" De Martini

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Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

12 Comentários para “Base Naval do Rio de Janeiro, numa tarde chuvosa de sábado”

  1. shipbuildingbr 10 de junho de 2012 at 18:21 #

    Meti o dedo nisso ai Nunão mas depois percebi também o Almirante Graça Aranha e duas embarcações menores a vante e a ré dele, sendo que um deles parece o Aspirante Moura.

  2. luizblower 10 de junho de 2012 at 19:02 #

    Bem vazia a base. Onde estão as Niterói. Uma tá no líbano, uma deve estar voltando…. as outras estão todas em operação com os Franceses?

    E as Greenhalg, tudo mofando no Arsenal?

  3. shipbuildingbr 10 de junho de 2012 at 19:41 #

    – Independencia deve estar voltando dos EUA
    – Uniao voltando do Mediterraneo
    – Liberal esta lá
    – Defensora parada
    – Niteroi participando das operacoes de seguranda dessa conferencia do GOVERNO MUNDIAL que esta no Rio.

  4. aericzz 10 de junho de 2012 at 20:17 #

    Esqueceu também do morimbundo NDD Rio de Janeiro, que perderá tal título no prox. dia 15 (tá lá na perna do F, transversal ao Garcia D’ávila).
    Ei Galante, semana passada fiz o depósito da revista na conta do bradesco (ag. Méier), manda a minha, abçs.

  5. shipbuildingbr 10 de junho de 2012 at 21:02 #

    Isso mesmo aericzz. Não notei ele entre o Garcia e o Ticonbuco :-)

    Quer dizer que o RJ vai embora mesmo. Bem, já cumpriu e muito bem sua missão já que durante decadas foi o nosso desejo ter navios doca e mesmo o Alamo e o Hermitage sendo já bem rodados deixam boas lições e um bom aprendizado para nós.

  6. shipbuildingbr 10 de junho de 2012 at 21:17 #

    E eu continuo aqui (shipbuildingbr@gmail.com) aguardando a Primeira e agora a Última Tripulação do Rio de Janeiro.

  7. juarezmartinez 10 de junho de 2012 at 21:42 #

    Off topic: falando em NDD, onde anda o Ceará, ainda está vivo??

    Grande abraço

  8. Mauricio R. 11 de junho de 2012 at 0:49 #

    Faltou a F-42 “Constituição”.
    Tadinha, vai ver foi revogada.
    Mas falando em NDD RJ, já dá p/ construir algo parecido por aqui, de preferência c/ convoo corrido, ou corremos o risco de adquirirem algum BPC tranqueira francesa???

  9. daltonl 11 de junho de 2012 at 11:45 #

    Se até a Russia está construindo “Mistral” sob licença, então acho que por aqui não temos condições ainda de construir algo semelhante,
    de “convoo corrido” .

  10. fragatamendes 11 de junho de 2012 at 17:25 #

    Gostaria de saber se não seria melhor a MB fazer como a Marinha da India que comprou um NDD recentemente posto na reserva pela US NAVY.Será que os EEUU não tem mais alguns NDD mais novos para vender dois a nossa MB.Abraços do MENDES.

  11. daltonl 11 de junho de 2012 at 20:15 #

    Mendes…

    O ex USS Trenton, o mais novo da classe Austin, foi comprado pela India quando tinha “apenas” 35 anos de idade.

    Há outros 4 LPDs semelhantes na Reserva da US Navy e 2 deles estão na categoria “B”, o que significa que poderão ser reintegrados com certa facilidade, porém ambos estão com cerca de 43 anos e os outros 2 com 45 anos.

    Mesmo os LSDs, Ceará e Rio de Janeiro tinham “apenas” cerca de 33 anos quando chegaram ao Brasil.

    Adquirir navios com mais de 42 anos, que terão ainda mais quando um acordo de compra fossse assinado e que precisarão passar por reformas para no fim serem usados por outros 10 anos não parece um bom negócio.

    Uma outra possibilidade são os 2 LSDs que serão descomissionados prematuramente em 2014 quando terão quase 30 anos de vida…mas…fala-se que estes navios irão para a Reserva, então talvez não estejam disponiveis a partir de 2014.

    abraços

  12. juarezmartinez 11 de junho de 2012 at 22:54 #

    Mestre Dalton, uma opção viavel seria aguardar como vai a crise na Europa e aguardar um novo possível encolhimento de meios da RN e eles “cuspirem” outro Bay, mas, obviamente, teríamos que estar com a “guaica” forrada para cafifar a grana no caixa da Rainha.
    Outra opção talvez fosse o Siroco Francês, o Chile ficou com o Foudre, quem sabe né….

    Grande abraço

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