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Duzentos anos de diferença…

Fragata USS ‘Constitution’ da Marinha americana, e o contratorpedeiro HMS ‘Dauntless’ da Marinha Real britânica

 

A Constitution foi construída nos anos 1790, e participou da chamada Guerra de 1812, ou Segunda Guerra de Independência, travada pelos Estados Unidos contra a interferência do Reino Unido sobre a ex-colônia recém emancipada. O conflito durou até 1815. A fragata é o navio mais antigo ainda em serviço no mundo, e atualmente se mantém aberta para visitação durante todo o ano.

HMS Dauntless é o segundo navio Tipo 45 a entrar em serviço na Marinha Real britânica. O contratorpedeiro (ou, mais exatamente, destróier de defesa aérea) foi comissionado em 2010. No início de 2012, foi enviado às Ilhas Malvinas.

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

8 Responses to “Duzentos anos de diferença…” Subscribe

  1. daltonl 17 de outubro de 2012 at 17:47 #

    É possivel comprar no museu pedaços de madeira do USS Constitution,
    “USS Constitution Wood” em pequenos pacotes plasticos, se bem que pouco da madeira original resta, os pedaços vendidos provavelmente são de madeira mais nova reposta com o tempo.

    Atrás do USS Constitution é possivel ver as chaminés do destroyer
    “Cassin Young” em uma doca seca ,para reparos, pouco mais de 100 metros de onde ele fica normalmente também aberto para visitação.

  2. Guilherme Poggio 17 de outubro de 2012 at 21:10 #

    Vendo as diferenças entre as naves apresentadas nesta foto, não consigo imaginar o que virá daqui a 200 anos.

  3. aldoghisolfi 17 de outubro de 2012 at 21:33 #

    Isso é uma das coisas que invejo nos norte-americanos: eles têm orgulho da nação e mantém viva a história deles. São patriotas.

  4. shipbuildingbr 18 de outubro de 2012 at 8:44 #

    Dalton não podemos deixar de saudar com uma continencia a capitanea dos caras :-)

  5. Giordani RS 18 de outubro de 2012 at 8:48 #

    Fascinante!

    Vou fugir um pouco do tópico, mas aqui é o melhor lugar para perguntar algo que venho tentando me atualizar; Como é a moderna tática de combate na superfície hoje? Explico. De 1500 até 1950 e picos, os navios precisavam se aproximar do oponente, posicionar-se de lado, ou melhor, prover a mira para os canhões e fogo. Com o advento dos mísseis superfície-superfície, como são as táticas hoje? São BVR, all-aspect e off-boresing? Zigue-zague? Sr. Sulu, manobras evasivas e phasers padrão transverso?

    Abs!

  6. Guilherme Poggio 18 de outubro de 2012 at 10:32 #

    Caro Giordani

    Para responder a sua pergunta seria necessário um artigo especial.

  7. Blind Man's Bluff 18 de outubro de 2012 at 12:24 #

    Giordani, legal que vc perguntou isso e como o Poggio disse, seria necessario um artigo, ou mais, um livro para explica-lo!

    No caso, posso recomendar um livro que tenho na minha cabeceira a um bom tempo: Fleet Tactics and Coastal Combat, que pode ser adquirido direto da Amazon americana sem tributação.

    Nesse livro, o autor que foi um dos grandes estrategistas modernos da marinha americana, faz um estudo muitas vezes estatisticos da historia do combate naval e nele, inclui o chamado Coastal Combat.

    Um resumo simbolico das taticas modernas se baseia em:

    EMCON, reconhecimento, seguido de um ataque surpresa em massa, na forma de salvos de misseis anti-shipping, objetivando a saturação do adversario, seja da sua capacidade de se defender (eficiencia de sensores e armamentos) quanto da quantidade de “defesas” que ele dispõe (defesas passivas como contra-medidas e ativas como misseis e munição, etc).

    Um aspecto interessante que você mesmo citou foi a evolução das distancias do combate, com enfase para a “revolução” da aviação naval.

    Espero haver ajudado.

  8. joseboscojr 19 de outubro de 2012 at 16:02 #

    Giordani,
    Com o advento dos mísseis antinavios o combate passou a se dar além do horizonte (OTH), o que para tanto se faz necessário que o navio tenha consciência da ameaça situada fora de suas vistas, ou seja, o navio tem que saber onde estão os navios inimigos mesmo que eles estejam fora do alcance de seus sensores, que dentre outras limitações só conseguem detectar alvos que estejam aquém do horizonte radar, que é proporcional à altura da antena de radar do navio.
    Essa consciência OTH se dá geralmente pelo uso de um helicóptero orgânico de esclarecimento dotado de radar e dispositivos passivos de detecção de radar, embora possa se dar pela conexão do navio a outras plataformas que estejam em linha com a possível ameaça, tais como submarinos, aviões patrulha, radares na costa, etc.
    Com essas informações passada pelo helicóptero o navio atacante pode designar alvos para seus mísseis de longo alcance que usarão seu sistema de orientação inercial para chegarem até um ponto onde irão acionar seu sistema autônomo de busca, numa posição prédeterminada.
    Tendo em vista a capacidade defensiva dos atuais navios, faz-se necessário o uso de alguns recursos para que os mísseis consigam impactar contra o alvo.
    Esses recursos relativos ao míssil podem ser resumidos em:
    1- resistência as contramedidas êletrônicas que tentam desorientar o míssil
    2- redução do tempo de reação da defesa do navio, o que é conseguindo incrementando a discrição do míssil (na forma de trajetória sea-skimming, baixa assinatura radar, térmica, visual e radioelétrica) ou através do incremento da velocidade do míssil (supersônica) ou das duas formas combinadas.
    3- saturação das defesas do navio, o que é conseguido através do lançamento simultâneo de vários mísseis contra um alvo, etc
    4- surpreender o inimigo vindo de direção diferente da posição do navio lançador.
    5- escapar do sistema defensivo usando capacidade de manobra.
    etc.
    Como os colegas falaram o assunto é bem amplo mas também espero ter colaborado.
    Um abraço.

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