Neste mês de aniversário de 75 anos do monitor Parnaíba, completados em 6 de novembro, a equipe do site Poder Naval / revista Forças de Defesa visitou o navio e a Base Fluvial de Ladário (MS), no 6º Distrito Naval.

Após essa missão, podemos garantir:  a idade não parece pesar nem um pouco nesse navio sem igual, que traz em cada detalhe uma mistura de passado e de modernidade, mostrando-se operativo do primeiro ao último rebite e sem rivais no seu teatro de operações.

Suspendemos com o Parnaíba, comemoramos essa marca histórica junto aos seus dedicados tripulantes e conhecemos o “Jaú do Pantanal” de alto a baixo, de proa a popa. Um navio que começou a fazer história já em seu lançamento, sendo o “casco número 1″ do AMRJ (Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, na Ilha das Cobras, à época denominado AMIC), marcando em 1937 o início bem-sucedido de um ciclo de construção naval militar às vésperas da Segunda Guerra Mundial, da qual participou.

O navio “Caverna Mestra da Armada” continua fazendo a diferença até hoje, mantendo-se modernizado e fundamental, acumulando décadas de operações, milhares de “dias de mar” e  centenas de milhares de milhas navegadas, numa história que você vai conhecer em breve. Aguarde!

Por hora, deixamos aqui algumas fotos e, principalmente, o nosso muito obrigado ao comandante, oficiais e tripulação do navio e a todos os militares da Flotilha do Mato Grosso e do 6º Distrito Naval da Marinha do Brasil. Parabéns, Parnaíba, e muitos anos de vida operativa!

Veja no vídeo abaixo o canhão de 76mm do Monitor Parnaíba (U17) em ação!

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22 Responses to “Parabéns e obrigado, ‘Parnaíba’!” Subscribe

  1. aldoghisolfi 20 de novembro de 2012 at 18:38 #

    Realmente, parabéns!
    O monitor é mais e melhor amado do que o NPaOc Amazonas (P 120)?

  2. MO 20 de novembro de 2012 at 18:47 #

    Quero ver o primeiro izperto a falar abobrinha aqui do Parnaiba

    Valew Fernandinho e o Bozoh, pelo trabalho, poste and o … tchnmmmmmmmmmmmm…… que vira soon …..

  3. MO 20 de novembro de 2012 at 18:50 #

    por um acaso a dupla de dois pegou os Potengi ????? se nao pegou “Isso eh um Absurrrdooooooooooo”

    By the way Fernandinho, vc and a Gis ja estão perdendo o The Seo Buneco Show” !!!!

  4. fragatamendes 20 de novembro de 2012 at 19:06 #

    Fala MARCELO, os “ABUTRES DE PLANTÃO” devem estar se roendo de raiva com os elogios feitos ao “JAÚ DO PANTANAL”.Abraços do MENDES.

  5. MO 20 de novembro de 2012 at 19:41 #

    é

  6. Galante 20 de novembro de 2012 at 20:58 #

    Sim, é bem mais armado que o NPaOc Amazonas…, embora a direção de tiro seja a Eyeball MK.1.
    Mas são 6 canhões de 20mm, 2 canhões de 40mm e um canhão de 76mm! É uma fortaleza fluvial.

  7. juarezmartinez 20 de novembro de 2012 at 20:58 #

    Perguntinha de leitor de “aviunzinho”: Aquele canhão de proa na reforma que foi submetido, não poderia ter sido substituído por algo mais, digamos contemporâneo.

    Grande abraço

    PS Mendes, por favor para torrar o saco da gente com esta ladainha de Abutres, que já encheu , o meu pelo menos.

  8. Fernando "Nunão" De Martini 20 de novembro de 2012 at 21:03 #

    MO,

    Fotografamos todos os navios da flotilha, de vários ângulos, mas a atenção maior foi ao Parnaíba.

    Este ‘post’ é apenas para marcar o mês de aniversário e deixar expresso nossos sinceros parabéns e agradecimentos, pois fomos muito bem recebidos. As matérias de fato virão em breve.

    Juarez,

    O canhão é velhinho sim, mas geralmente dá menos problema do que muitos mais modernos e sua rusticidade combina bem com o emprego. Apesar da mira óptica, eles conseguem uma precisão surpreendente. Seria interessante, talvez, acoplar no futuro algum dispositivo para mira noturna.

    É o terceiro canhão a ocupar aquela posição no Parnaíba. Está lá desde 1959 e, enquanto tiver municão compatível com ele e na validade, não creio que vá sair de lá, pois não tem rival naquele teatro. Já os dois de 40mmL70 são de instalação mais recente, disponibilizados quando do Modfrag da fragata Liberal.

  9. Daglian 20 de novembro de 2012 at 21:05 #

    Sobre a classe, quantos da mesma foram construídos e continuam operacionais? Procurei no NGB mas não encontrei.

    Muito obrigado,

    Sds.

  10. MO 20 de novembro de 2012 at 21:12 #

    eu sei eu sei .. isso eh coisa nossa …. rssssss os Potengi, os Parara de lah …

  11. MO 20 de novembro de 2012 at 21:13 #

    Yuri classe Paranaiba, so um, o poprio em pessoa …

  12. daltonl 20 de novembro de 2012 at 21:19 #

    E sendo apenas um…o torna mais interessante. Tomara no futuro seja aproveitado como museu.

  13. Fernando "Nunão" De Martini 20 de novembro de 2012 at 21:21 #

    Daglian,

    No NGB vc vai encontrar dois parecidos (e mais ou menos contemporâneos, pois cada um tem uma história peculiar).

    O Parnaíba seria comparável em emprego e outras características, apesar de concepção bem mais moderna quando concluído por ser um novo projeto desde o início, aos monitores Pernambuco e Paraguaçu, embora não formassem uma classe (esses dois últimos tinham, porém, uma origem comum).

    Os três formaram a Flotilha do Mato Grosso nos anos 30 e 40, resguardada a participação de dois deles na IIGM.

    http://www.naviosbrasileiros.com.br/ngb/P/P066/P066.htm

    http://www.naviosbrasileiros.com.br/ngb/P/P022/P022.htm

    MO,

    Ainda vou tentar pegar algum episódio do “Seo Buneco Show” antes do final da temporada! O Fantasia e o Magnifica já estão operando aí?

  14. MO 20 de novembro de 2012 at 21:27 #

    soh o Magnifica, o Fantasia eh so no final do mês / inicio de dezembro … um troço assim, o Zé eh que sabe direitinho … kkkkk

  15. Daglian 20 de novembro de 2012 at 21:29 #

    Uma pena ser só um.

    Agradeço pelas informações e pela matéria!

    Sds

  16. Alfredo Araujo 20 de novembro de 2012 at 23:21 #

    Interessante ver um navio desses operando com helicopteros, sendo q na época de sua concepção, eles nem mesmo existiam !!! rsrs

  17. martins 21 de novembro de 2012 at 9:24 #

    Qual a exata função do cara que dá um “tapinha” no cartucho ejetado?

  18. MO 21 de novembro de 2012 at 9:32 #

    Chefe da peça

  19. Guilherme Poggio 21 de novembro de 2012 at 12:36 #

    Caro juarezmartinez

    Acredito que a troca do canhão da proa por algo mais moderno não condiz com o ambiente de emprego. Ele já representa muita coisa para aquele TO.

    Lembrando que “do lado de lá do rio” o maior calibre não chega a 20mm.

  20. juarezmartinez 21 de novembro de 2012 at 12:49 #

    Caro Poggio! Eu não me referia ao calibre em si, e sim ao tipo de reparo que expõe toda a equipe de tiro e forma de carregamento, talvez algo mais moderno um pouco, com calibre menor e de municamento automático.

    Grande abraço

  21. Ivan 21 de novembro de 2012 at 14:37 #

    “É uma fortaleza fluvial.”

    Galante,

    Sem desmerecer o Parnaíba que é muito útil e cumpre a missão, fortalezas fluviais são estes monitores russos e romentos:
    http://sistemasdearmas.com.br/nav/flurusrom.html

    Abç,
    Ivan, o antigo.

  22. Ivan 21 de novembro de 2012 at 14:46 #

    Pggio e JuarezMartinez,

    Uma alternativa interessante para o canhão de 3 (três) polegadas seria um morteiro de carregamento automático como o NEMO (o AMOS seria demais). Seria uma bateria de apoio de fogo flutuante poderosa para operações ribeirinhas.
    http://www.forte.jor.br/2010/09/03/sistema-de-morteiros-nemo-da-patria-selecionado-para-os-veiculos-lav-ii/

    Abç,
    Ivan, talvez não tão antigo… rsrs.

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