Triste imagem da ex F. ‘Dodsworth‘ (F 47), sendo “scrapeada” em Aliaga, Turquia em 14/12/2012.

FOTO: Petros Psarras – Aliaga, 14/12/2012

7 Comentários para “F. ‘Dodsworth’ (F 47) – ‘in memoriam’”

  1. Ozawa 16 de dezembro de 2012 at 23:54 #

    In memorian… Quando ainda ‘brilhava':

    http://en.wikipedia.org/wiki/File:HMS_Brilliant_F90.jpg

    Navio ASW (guerra anti-submarina) com capacidade de autoproteção anti-aérea.

    Deslocamento: 3.900 ton (padrão), 4.400 ton (carregado).
    Dimensões: 131.2 m de comprimento, 14.8 m de boca e 6.0 m de calado.
    Propulsão:
    2 turbinas movidas a gás, Rolls-Royce Olympus TM3B com 27.300 shp cada;
    2 turbinas movidas a gás, Rolls-Royce Tyne RM1C com 4.100 shp cada
    Energia: 4 geradores a diesel Paxman Ventura 12PA 200CZ totalizando 4.000 kW.
    Velocidade: 29 nós (máxima).
    Autonomia: 4.500 milhas náuticas à 18 nós.
    Armamento:
    4 lançadores de mísseis superfície-superfície MM 38 Exocet;
    2 lançadores sêxtuplos de mísseis antiaéreos de defesa de ponto Sea Wolf GWS 25;
    2 metralhadoras BMARC-Oerlikon GAM BO1 de 20 mm em dois reparos singelos;
    2 lançadores triplos STWS Mk 2 de torpedos A/S de 324mm.
    Aeronaves: 2 helicópteros Westland AH-11A Super Lynx.
    Tripulação: 250 homens…

    E hoje em dia fazem tanta pompa e circunstância pra naviozinho-patrulha-oceânico-novo-desarmado-de-me#da… Até como garoto propaganda de cartaz do Dia do Marinheiro…

    A foto acima é sintomática… É uma síntese fiel da Marinha Scrapeada do Brasil…

  2. Mauricio R. 17 de dezembro de 2012 at 9:37 #

    O problema não é o navio-patrulha desarmado(?), este é o estado da arte do tipo, mas a megalomania do Prosub e a restauração by Embraer do acervo de museu aeronaval.

  3. marciomacedo 17 de dezembro de 2012 at 10:31 #

    É isso mesmo, Maurício, megalomania do Prosuper, superdimensionado para a Ma

  4. marciomacedo 17 de dezembro de 2012 at 10:35 #

    Desculpem-me, mas continuando: para uma Marinha como a do Brasil. Mas não é o único superdimensionamento, veja a criação de uma segunda esquadra quando não temos a primeira e a construção da base da Baía de São Marcos, que, parece, vai começar brevemente.

  5. Carlos André 17 de dezembro de 2012 at 18:27 #

    Afora as megalomanias, navio novo é melhor que navio velho em quase todas as situações de contextos, lembremos que a compra de oportunidade das Typ 22 se deu muito pela diminuição da encomenda das classe Inhaúma para somente 4 exemplares e a inevitavel baixa dos CTs
    Mauricio R
    Fale mais sobre a reforma do museu de SPA pela Embraer, contrato dos AF1?

  6. Moriah 17 de dezembro de 2012 at 23:57 #

    todo mundo esqueceu o que (aliás, quem…) levou a F47 a isto? pois é…o brasil mal tem e ainda tem que tire o pouco que nos resta. agora a politicagem maldita no planalto central só sabe aprovar super programas que veremos apenas em revista e com “projeções” navais… A F-47 foi embora e as demais irão, e quem vem? Não vem…

  7. daltonl 18 de dezembro de 2012 at 9:31 #

    Bom…uma T-22 foi projetada para durar uns 20/25 anos,na RN, então, se considerarmos o tempo de serviço combinado na RN e na MB dá um
    total de 23 anos.

    Outras prioridades da MB e a necessidade de manter as outras 3 por
    mais de 30 anos , o que acredito não seja muito fácil,forçaram a retirada prematura da Dods.

    Guardadas as devidas proporções até a US Navy faz a mesma coisa,
    retirando navios propositalmente antes do fim da vida útil para que os mesmos sejam “canibalizados” ou “canibalizando” navios que se encontram na reserva.

    Como foi dito aqui, acho que pelo Zé, há uma possibilidade que algo parecido ocorra com a Defensora, para que as demais durem 45 anos.

    Triste realidade…obsolescencia em bloco dos combatentes de superficie,que já não são a “ultima bolacha do pacote” e ainda dizem que a MB está melhor que a FAB…será ?

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